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sábado, 15 de fevereiro de 2014

O carnaval e sua história

Com a proximidade do carnaval, as crianças começam a nos perguntar sobre essa festa e esse feriado, cada vez mais longo, em nosso país.

É bom conhecermos um pouco da história, para sabermos explicar, e também para tirarmos o melhor dessas comemorações.

A origem do carnaval é algo ainda indefinido. Por vários anos, grandes historiadores tentaram encontrar sua origem, dentro e fora do Brasil. Alguns relacionam o começo das festas carnavalescas com os cultos feitos pelos antigos para louvar uma boa colheita agrária, já outros historiadores dizem que seu início teria acontecido mais tarde, no Egito, com danças, festas e pessoas mascaradas.

Segundo relata o estudioso, pesquisador e, acima de tudo, apaixonado pelo carnaval, Hiram Araújo em seu livro “Carnaval”, a origem das festas carnavalescas não tem como ser precisamente estabelecida, talvez possa ser ligada aos cultos agrários, às festas egípcias e, mais tarde ao culto a Dionísio, ritual que acontecia na Grécia, entre os anos 605 e 527 a.C.

O que é certo é que a dança, os festejos, os cânticos e a celebração, sempre estiveram presentes na vida e na evolução dos homens e das sociedades.

Assim como a origem do carnaval, as raízes do termo também têm se constituído em objeto de discussão. Para uns, o vocábulo advém da expressão latina "carrum novalis" (carro naval), uma espécie de carro alegórico em forma de barco, com o qual os romanos inauguravam suas comemorações.

Para outros, a palavra seria derivada da expressão do latim "carnem levare", modificada depois para "carne, vale !" (adeus, carne!), palavra originada entre os séculos XI e XII que designava a quarta-feira de cinzas e anunciava a supressão da carne devido à Quaresma.

No Brasil a origem do carnaval não é menos controversa. Alguns baseiam-se na festa feita pelo povo para receber a Família Real no Brasil como o marco zero do carnaval, outros já citam o aparecimento dos primeiros cordões, no início dos anos 20, como o surgimento do que mais se aproxima do carnaval de hoje.

A popularização do carnaval no Brasil acontece mesmo com o surgimento das marchinhas, com destaque para a primeira composição feita especialmente para o carnaval, “Abre Alas” de Chiquinha Gonzaga, feita sobre encomenda para o cordão “Rosas de Ouro”, em 1899.

Em 1917 surge o samba, um novo gênero musical, nascido nas festas das tias baianas, com um ritmo que mistura o lundu, o frevo e a polca e que se tornou a identidade do povo brasileiro. Foi ao som do samba que o carnaval se consagrou com a festa mais brasileira das festas, marcando a identidade do país.


Hoje, o carnaval é uma festa popular e uma grande fonte de renda para o país, com seu enorme turismo. Ainda conseguimos, em poucos lugares, ter uma festa alegre, divertida e sadia. Porém, na maior parte dos lugares deste Brasil, temos um carnaval que mais parece a festa da carne exposta. Nada própria para nossas crianças em formação.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Conciliando filhos e trabalho

Para muitos pais, cada dia se torna mais difícil conciliar trabalho e educação dos filhos.  Muitos se sentem frustrados, culpados e impotentes devido à falta de tempo para estarem junto dos filhos, por se verem forçados a entregar sua educação aos cuidados de terceiros, por não poderem participar dela e acompanhá-los mais de perto em suas atividades etc. Todos nós sabemos que os pais constituem a base na estruturação da personalidade de seus filhos. O que não se pode admitir é que essa base tenha que ficar mais distanciada deles, em consequência de um trabalho ou emprego.

Embora seja inquestionável que esse "abandono" repercute na formação da identificação das crianças, o certo é que elas acabam se acostumando e se adaptando, de uma forma ou de outra, a qualquer tipo de situação. É verdade que alguns sofrem a princípio, mas acabam por se habituar à rotina de sua família. Em momentos especiais, sentirão ainda mais falta,  mas infelizmente em muitos casos nada se pode fazer para solucionar essa situação.

Em situações como a dos pais que trabalham fora, e por isso têm que passar o dia inteiro longe de casa e dos filhos, é preciso pensar num modo de programar momentos de encontro entre todos da família. A atitude dos pais, nesse sentido, precisa ser constante e bem planejada, já que todos os filhos necessitam igualmente do afeto, da atenção e do contato físico de seus genitores. Esse tempo  que os pais partilham com as crianças representa uma incalculável riqueza, em todos os sentidos, e para ambas as partes. Ainda que seja pouco esse tempo, deve tratar-se de uma reunião familiar na qual os pais se encontrem totalmente voltados para os filhos, demonstrando atenção e interesse em ouvi-los e escutá-los no que têm a dizer das suas experiências vividas.

Todavia, acrescentam os psicólogos que os pais devem agir com naturalidade, não como se cumprissem  uma obrigação, visto que as crianças têm uma sensibilidade tão acurada que as faria perceber a falta de um real prazer e de alegria dos pais nesses momentos, podendo interpretar a atitude deles como "não me amam", ou como "eu os aborreço", ou ainda "não apreciam o que faço". A espontaneidade nessa relação de pais e filhos é demasiado importante.

Os pais não devem se sentir culpados por terem que trabalhar. Porém devem estar, sempre que possível, no melhor e no pior, ao lado de seus filhos, brincando e conversando com eles. Se as crianças obtêm a atenção e o amor de que tanto necessitam, o vínculo afetivo com os seus genitores estará garantido, por ter sido estimulado, o que concorre para o aumento de sua auto-estima e confiança. Os filhos precisam saber que, mesmo estando longe de seus pais, deverão seguir as regras deles. Não é apenas na presença dos genitores que a sua educação se consolida.

Qual seria a forma ideal?

A necessidade de conciliar vida familiar e profissional não pode desvincular-se da idéia de corresponsabilidade na família e na própria sociedade. Devemos estar conscientes de que as pessoas devem ser valorizadas pelo que são, enquanto pessoas, e não pelo que têm.

Teresa López, decana da Universidade Complutense de Madri e vice-presidente da fundação Ação Familiar, declara, em um de seus artigos, que é tempo de se pensar em uma mudança de cultura, através da qual a família recobre o protagonismo merecido, como estrutura básica, que de fato é, de uma sociedade bem construída e equilibrada. Para isso, propõe três linhas de pensamentos, para posterior reflexão:

1- A responsabilidade de criar filhos e educá-los é exclusivamente da família.  A sociedade, em geral, e os poderes públicos devem colaborar para que a família tenha condições de cumprir as suas funções, porém nem a eles, nem a ninguém mais compete arbitrar políticas que substituam o próprio núcleo familiar. Não se trata de estender os horários dos  colégios até as dez da noite para que as crianças "não incomodem", ou sobrecarregá-las de atividades extracurriculares a fim de que, deste modo, mães e pais possam trabalhar sem ter que ocupar-se delas. Existe uma absoluta desconexão entre os horários de nossos filhos e os de nossos trabalhos. Não faz sentido que os horários irracionais de trabalho obriguem a prolongar a permanência das crianças fora do lar. O que é preciso é defender  e respaldar uma mudança em nossa cultura,  no que se refere ao emprego do tempo.

2- As decisões tomadas no seio da família dizem respeito exclusivamente ao nosso âmbito privado. Se temos filhos, ou não, é uma decisão familiar, e embora deva permanecer portas adentro, evidentemente suas consequências extrapolam o âmbito da própria família, o que significa que existem fortes inter-relações entre as decisões que se tomam nas famílias e a própria sociedade. Uma afeta a outra, quando não  deveria ser assim.

3- Quando se fala de conciliação familiar e profissional, normalmente se fala de políticas públicas, concebidas como políticas de mulher, pelo que estamos falhando na base. A família é uma unidade que em si mesma contribui com a sociedade muito mais do que possa contribuir a soma de cada um de seus  membros, motivo pelo qual essas políticas de conciliação devem abranger mais que os direitos da mulher, indo além e incorporando-se ao debate dos direitos de todos os membros da família, e com a mesma intensidade. A conciliação da vida familiar e profissional nunca será possível se não existir a devida corresponsabilidade, a qual exige que se valorize não somente o trabalho que a mulher assume dentro do lar, isto é, o trabalho basicamente educativo que realiza com seus filhos, mas também o seu desempenho profissional.

A sociedade irá mudando à medida que as responsabilidades estiverem convenientemente bem repartidas entre  homens e mulheres. 

Fonte: Edufam - http://www.edufam.es/mostrar_recurso.php?id=2841

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A pornografia é uma distorção visual da sexualidade

Do site zenit.org

Patrick F. Fagan, membro e diretor do Centro de Investigação sobre o Matrimônio e a Religião, descrevia os efeitos sociais e piscológicos da pornografia em seu estudo The Effects of Pornography on Individuals, Marriage, Family and Community.

Contrário ao argumento de que a pornografia é um prazer inofensivo, Fagan fazia referência às evidências clínicas que mostram que a pornografia distorce de modo significativo as atitudes e percepções sobre a natureza da sexualidade.

Se os consumidores regulares de pornografia são homens, tendem a ter uma tolerância maior com o comportamento sexual anormal, observava o estudo. Também é um habito muito viciante, devido à produção de hormônios que estimulam as partes responsáveis pelo prazer no cérebro.

A energia sexual é uma poderosa força e, devido a isso, a sociedade necessita canalizar essa energia de uma forma que promova o bem comum. O casamento legitima a intimidade sexual, que protege as crianças que são resultado do ato sexual, e promove a estabilidade social.

Colocar limites à atividade sexual ajuda os adolescentes enquanto amadurecem para orientar de forma correta sua sexualidade. Infelizmente, comentava o estudo, o desenvolvimento dos modernos meios de comunicação está derrubando estas barreiras e aumenta as formas dos criadores de pornografia entrar na vida familiar.

Em muitos casos, as esposas desses consumidores de pornografia sofrem danos psicológicos profundos, observava. Entre eles, sensações de traição, perda e desconfiança. Podem também se sentir pouco atrativas ou não aptas sexualmente, o que por sua vez pode levá-las à depressão.

Fagan acrescentou que os consumidores masculinos de pornografia tendem a diminuir sua implicação emocional em suas relações sexuais, o que acaba fazendo com que suas esposas sofram através da diminuição da intimidade de seus maridos. Em um estudo, os maridos afirmavam desejar menos suas esposas por causa do longo tempo dedicado à pornografia.

A pornografia também tem impacto no lado físico nos relacionamentos. A exposição prolongada promove a insatisfação com o outro e com seu comportamento sexual.

Outros estudos mostram que os consumidores de pornografia veem cada vez mais o casamento como um confinamento sexual, e isso os levam a duvidar do valor do matrimônio como instituição social.
O distanciamento emocional das esposas e o próprio casamento sofrem as consequências. Fagan dizia que o consumo da pornografia e de outras formas de contato sexual online é considerado por muitas esposas tão prejudicial para a relação, como uma infidelidade na vida real.

De fato, os homens e as mulheres reagem à pornografia de modo diferente. Um estudo realizado por estudantes teve como resultado que os homens se transtornavam mais pela infidelidade sexual enquanto que as mulheres pela infidelidade emocional.

Outro estudo examinava os diversos tipos de degradação da pornografia. Tanto homens, quanto mulheres qualificavam três temas principais como os mais destrutivos, mas com intensidades diferentes: as mulheres os consideravam mais degradantes que os homens.

O impacto nas mulheres aumenta quando seus maridos se tornam viciados em pornografia.
Fagan citava um estudo que revelou que 40% desses viciados em sexo perdem suas esposas. Não foi investigada a fundo a relação entre pornografia e divórcio, mas um estudo sobre relatos de advogados de divórcio indicava em 68% os casos de divórcios ocasionados por uma das partes que se envolveram em interesses amorosos na internet, e 56% os casos em que uma das partes tinha um interesse obsessivo nas páginas pornográficas da web.

As mulheres não são as únicas que sofrem quando a pornografia se converte em vício. O estudo de Fagan observava ainda que o consumo frequente de pornografia trás como consequências uma menor autoestima e uma menor capacidade entre homens de levar uma vida social significativa. Um estudo sobre viciados em pornografia revelou que eles se sentiam angustiados e percebiam que importantes aspectos de suas vidas estavam se deteriorando através de seus vícios.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Uns dias longe do mundo virtual

Viajar para onde não tem computador, e nem tão pouco internet, pode ser um verdadeiro dilema. Os viciados no mundo cibernético sentem-se excluídos e passam a ter a sensação de que estão bem mais longe do mundo civilizado, do que estão na verdade.

Isso vale nas viagens em família, com filhos maiores de sete anos, pois estes serão difíceis de convencer de que existem coisas mais interessantes a se fazer no local do passeio.

O vício de se estar on line todos os dias, atualizando-se com as notícias, minuto a minuto, faz com que essa sofreguidão pelo conhecimento imediato nos dê a sensação de estarmos inseridos na atualidade do mundo inteiro. E, o estar desconectado passa uma impressão de total alienação, e, por conseguinte, uma perda irreparável para nosso saber.

Muitas vezes as notícias on line são úteis, e realmente necessárias, mas é preciso saber onde parar, saber o limite do que é natural para o começo da doentia sede de saber por saber.

Parar um pouco, ir conviver com a natureza, ver o azul do céu, os verdes infindáveis das matas, as cachoeiras, os mares, as areias, os tons de entardecer, tudo será muito mais revigorante para repor nossas energias, e acabar com o cansaço do dia a dia, assim sendo, as férias farão o seu papel de divisor de águas, tempo de descanso e reciclagem da família.

Uns dias fora desse mundo on line, nos permitem ouvir o canto dos pássaros, o barulho das águas, correr, nadar, danças, olhar para os outros ao nosso redor. A família se encontra e se ama mais de perto.

Vamos aproveitar esses momentos, convencer a garotada de que será uma experiência gratificante, e ao mesmo tempo uma desintoxicação do mundo eletrônico.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

"A Menina que Roubava Livros" – ótimo filme

Há dois atores nossos conhecidos, Geoffrey Rush e Emily Watson, ambos fantásticos, e especialmente, as duas crianças/adolescentes que iniciam uma amizade profunda, em meio à perseguição Nazista.

Adaptação de obra homônima de Markus Zusak, A Menina que Roubava Livros,  é um drama que enfoca a trajetória de uma menina durante a II Guerra Mundial, que passa a viver com outra família, após a morte de um irmãozinho e o afastamento da mãe. Com a colaboração do judeu refugiado, Max, tenta escapar da dura realidade na literatura. Concorre ao Oscar de melhor trilha sonora.

Apaixonada por livros, ela acaba desenvolvendo o hábito de "roubar" obras para ler para o amigo Max.

A censura é para crianças de 12 anos..., mesmo assim, falando de crianças e adolescentes, não sei se não seria um pouco pesado para essa idade. Entretanto, os valores morais são colocados de forma primorosa, e a conclusão do filme é formidável!

Patrícia Carol Dwyer

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Quem canta seus males espanta

Quem canta seus males espanta

Cada dia mais entendo a importância desse ditado popular. Nós mães vamos sempre precisar cantar. Para alegrar as nossas crianças, para niná-las, e até mesmo para não ouvi-las em momentos exasperantes dos adolescentes.

Vou me ater aos adolescentes, e até aqueles filhos que parecem nunca sair desta fase da vida; irritam-nos e nos levam a perder a calma com suas argumentações infindáveis, sempre querendo algo mais, e repetindo suas ladainhas de eternos sofredores, que tudo o que tem ainda será pouco, para seus anseios ilimitados.

Quando esses jovens polêmicos começam a falar, aí então começa o bate boca, entre mãe e filhos. E isso não é nada bom, perdemos um pouco da nossa autoridade e acabamos nos desgastando e dizendo muitas coisas que não ouvem, e não surtem efeito positivo sobre eles. Assim sendo, o melhor é cantar. Dar uma de louca, ou simplesmente de alegre demais e cantar, cantar e cantar, até que se calem ou mudem a forma de argumentar.

Pode parecer uma atitude meio infantil, mas não é; será uma forma sutil de mostrar a nossa insatisfação com o enfoque do problema, e ao mesmo tempo estaremos ganhando forças para resolver tudo com mais calma, tendo tempo para refletir e acalmar os ânimos.

Afastamos os males maiores, ao cantarmos, sempre sem perder a calma.

Eu gosto muito do hino da França, me envolve muito, sempre que canto.

Allons enfants de la Patrie,
Le jour de gloire est arrivé !
Contre nous de la tyrannie,
L'étendard sanglant est levé, (bis)
Entendez-vous dans les campagnes
Mugir ces féroces soldats ?
Ils viennent jusque dans vos bras
Égorger vos fils, vos compagnes !

Refrain :
Aux armes, citoyens,
Formez vos bataillons,
Marchons, marchons !
Qu'un sang impur
Abreuve nos sillons !

Então, essa é minha música preferida nestes momentos. E, com a internet temos as letras e músicas, em alguns sites, que nos ajudam a cantar, com mais entonação. Vale a pena tentar.

Escolhamos nossas músicas preferidas e comecemos a cantar!

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Um filme com várias lições de vida – Lincoln

É um filme Baseado no livro “Team of Rivals: The Genius of Abraham Lincoln”, de Doris Kearns Goodwin, acontece durante a Guerra Civil norte-americana, que acabou com a vitória do Norte. Ao mesmo tempo em que se preocupava com o conflito, o 16º presidente norte-americano, Abraham Lincoln (Daniel Day-Lewis), travava uma batalha ainda mais difícil em Washington. Ao lado de seus colegas de partido, ele tentava passar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos que acabava com a escravidão.

Tudo começa num campo enlameado de batalha em que o norte e o sul dos Estados Unidos se enfrentavam em plena Guerra da Secessão. Enfocando mais o diálogo e o lado político, da guerra. Contando com a recitação de um dos mais marcantes discursos deste presidente americano, que ficou conhecido como o Discurso de Gettysburg, em que fala em "o governo do povo, pelo povo e para o povo", algo que marca até hoje a política nos EUA.

É um filme de drama épico histórico, dirigido por Steven Spielberg, estrelado por Daniel Day-Lewis como presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln e Sally Field como Mary Todd Lincoln.

Lincoln tem sua maior força nas atuações. Daniel Day-Lewis , o ator incorpora o ex-presidente de forma impressionante, com um trabalho de voz que faz do personagem um sujeito delicado, mas sempre marcante, falando baixo, mas sendo sempre ouvido.

Sally Field, como mulher e mãe tem um personagem difícil e interpreta-o maravilhosamente bem. Destacando o temperamento inconstante e tumultuado, típico de alguém que já perdeu muito na vida e de forma bem sofrida.

O filme é repleto de bons atores e de excelentes interpretações. A história ajuda e o elenco contribui para o sucesso.

Censura: 12 anos

sábado, 8 de fevereiro de 2014

BOLO DE CHOCOLATE

Uma receita de uma amiga que já não vejo faz muito tempo, mas nunca deixei de fazê-la. Um bolo rápido e fácil de fazer. A garotada sempre gosta e pede mais.

INGREDIENTES:


1 e ½ x de farinha de trigo
1 e ¼ x de açúcar
1 x de chocolate em pó
2 ovos
1 e ¼ colher de chá de  bicarbonato
1    colher de chá de baunilha
150 g de margarina
1 x de leite

CALDA:

1 x de açúcar
½ x de chocolate
¼ x de leite
1 colher de sopa de manteiga
 2 colheres de sopa de mel

MODO DE FAZER:

Junte todos os ingredientes secos e a margarina gelada, amasse até ficar uma farofa, junte o leite com a baunilha e bata 2 min. Na batedeira, em seguida junte os 2 ovos e bata mais 2 min. E ponha para assar.

 Calda: Colocar todos os ingredientes na panela e leve ao fogo mexendo sempre até ferver, passe no bolo antes que esfrie, pois a calda endurece rápido.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O ANIMAL QUE RI

By Tatarana

Na última Roda Filosófica, discutimos o texto “O humor nos tempos da cólera”, de Marcelo Consentino, publicado na Revista Dicta e Contradicta (http://www.dicta.com.br).

 “O homem é o único animal que ri”, ensina Aristóteles. O ato de rir é patrimônio exclusivo do animal racional. O autor ensina que, para rir, é necessário um desligamento temporário e momentâneo das emoções.

 De fato, se assistirmos a uma ópera tampando os ouvidos, sem nos deixar dominar pela emoção da música e do ambiente, vemos quão engraçados são as roupas e movimentos dos artistas, simulacros que são de guerras ou de dramas humanos. O riso ordinariamente é produzido num ambiente comunitário ou relacional. “Quer rir, tem que fazer rir”, diz o personagem de um conhecido filme. A surpresa que causa uma piada é certamente uma condicionante indispensável.

 Mas, um aspecto bastante ressaltado por Bérgson é que o riso nasce como uma espécie de censura que um determinado grupo dirige a um indivíduo em razão do seu comportamento inadequado. De fato, as piadas de português são engraçadas para os brasileiros em razão da desconformidade entre a forma de pensar de um português, que possui uma linguagem denotativa, e a de um brasileiro, cuja linguagem é mais conotativa. Assim, segundo o autor, o riso é ao mesmo tempo uma reação e uma correção a algo que desconcerta ou desequilibra a vida individual ou social. Neste sentido, o autor ressalta a ironia com uma função social: corrigir de forma sutil a conduta de alguém que age vaidosamente ou de maneira hipócrita. Sem dúvida, a ironia desperta a pessoa para a dissonância da sua conduta. Entretanto -  e aqui discordo do autor – é preciso ser muito hábil para saber utilizar-se dela, pois a ironia não deixa de ser humilhante para aquele que é objeto de comentário, ainda mais se considerarmos que ele é feito na presença de outras pessoas.

 Por outro lado, um ponto pouco trabalhado pelo autor e bastante ressaltado na nossa Roda é o saber rir de si mesmo. Narrei um episódio da vida de S. Josemaría Escrivá. Certa feita, ele andava mal humorado e acabrunhado. Teve então a seguinte ideia: “-Vou tirar uma foto instantânea!”. Ao ver quão ridícula era a sua cara sisuda, riu-se e recuperou o bom humor. Escrivá nos ensina que, quando andamos mal humorados, especialmente por algo que feriu o nosso orgulho, é preciso que saíamos de nós mesmos para enxergarmos a verdadeira dimensão daquilo que nos chateia. É  preciso que façamos uma suspensão momentânea dos nossos sentimentos de ira e orgulho ferido para que descubramos  a  “tempestade no copo d’água” gerada pela nossa imaginação e que é causa de sofrimentos, chateações e conflitos humanos.

Humildade, não levar-se tão a sério e rir de si próprio é a melhor terapia contra grande parte dos nossos dramas.

http://tatarana.wordpress.com/2010/03/06/o-animal-que-ri/

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Feiura não é nada

As pessoas de um modo geral, as mulheres, vivem preocupadas com a beleza. Seu aspecto esterior, e isso não é de hoje; desde que conhecemos a história do mundo vemos relatos desses cuidados da humanidade em ser bela.

Hoje reservei uma musiquinha antiga de Dolores Duran, um samba do século passado, mostrando a preocupação com a estética. Bem divertida e harmoniosa. Vale a pena ler e ouvir.

Dolores Duran

Castiga um pano mais legal no couro,
Castiga um pente que também ajuda,
Castiga os dedos nuns anéis de ouro,
Castiga mesmo que a coisa muda.

Põe um decote melhorzinho no vestido,
Tem fé em Deus que tua feiura não é nada,
Gente mais feia encontrou marido,
Enquanto a bonitona ficou encalhada !

Feiura não é mais tormento,
Depois do advento do batom e da massagem,

Uma pomada aqui, um misampli ali,
Um pouco de perfume,e de coragem,
Já vi gente mais feia do que tu,
Ser elegante da Bangu e quitandinha,

Mete a cara, pois concurso de beleza,
Não tem mais a dureza que outrora tinha.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Quando os filhos amam seus pais

Conheço uma família que deveria servir de exemplo para muitas outras.  Os filhos amam verdadeiramente seus pais e o demonstram com atitudes concretas de carinhos e cuidados. Reconhecendo assim todo o trabalho e dedicação que seus pais tiveram com eles ao longo da vida.

O casal, já bem idoso, precisa de cuidados maiores, a mãe sofreu um acidente faz cinco anos e passou por uma cirurgia difícil de cérebro, e o pai de idade bem avançada sofre de diabetes e necessita de controle diário com exames e remédios.

Diante deste quadro os filhos se impuseram algumas regras para que nunca faltasse todo o tipo de cuidados que precisassem. E o mais importante de tudo é que resolveram entre eles com amor. Sem brigas, sem discussões, e a cada um ficou reservado um tempo de revezamento para o cuidado dos velhinhos.

Fizeram um quadro de horários, para que eles não ficassem em nenhum momento do dia e da noite sozinhos.

É linda, e emocionante de se ver, essa união entre os irmãos, e a dedicação de todos em torno destes pais que já deram tanto de si.

Numa época onde as famílias sofrem tanto com o desamparo, com as brigas entre os irmãos, com o egoísmo reinando, essa família em especial, serve de exemplo para tantas outras. Mostram com suas atitudes como devemos amar nossos pais.

Fiquei de fato impressionada de assistir o carinho e a dedicação deles, e como se amam entre si esses irmãos.

Cada um do seu jeito tenta fazer o melhor nos cuidados, levando-os para passear, ministrando seus remédios, dormindo a noite com eles, tendo longas conversas e escutando-os.

Quem dera que cada um de nos pudesse ter um dia, o carinho e o amor de nossos filhos demonstrado da mesma forma que nesta família.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O vilão do mês: material escolar

No início do ano as famílias sofrem um grande ataque com a compra do material escolar das crianças.
É de se esperar que os livros do segundo grau sejam mais caros, mas o que acontece atualmente são livros do ensino fundamental 1 muito mais caros. Talvez por conta das inúmeras ilustrações, mas nem tanto pelo conteúdo escrito.

Com 1 filho no fundamental 1 podemos gastar só em livros em torno de R$800,00 , isso contando que já se tenha em casa um ou outro aproveitável de outro filho. E o pior disso tudo é quando o colégio tenta exigir cadernos de um determinado tipo, materiais como folhas A4 para a copiadora do colégio, copos descartáveis e uma série de outros detalhes para aulas de artes. E os famosos blocos com o logotipo do colégio? Estes e outros materiais marcados com o logo, só são comprados em lugares determinados pela escola.

Sentimos uma facada no bolso quando somos obrigados a comprar outra gramática porque a professora deste ano exige que seja a X e não a Y, quando quer o dicionário Y e não X que já temos em casa. E por aí vão às exigências das escolas particulares, transformando o ensino numa tarefa quase impossível de se levar adiante. E colocando os pais numa corda bamba e sem saída.

Nós brasileiros ainda somos um povo em desenvolvimento, que não deveria dar-se ao luxo de tantas coisas jogadas fora. O desperdício com o material escolar é imenso e os editores são os que mais lucram com tudo isso.

E para completar ainda temos os livros “consumíveis”, para a criança escrever nele e depois ir para o lixo!  Eu poderia fazer uma lista de coisas completamente dispensáveis que os colégios exigem. Eu pergunto qual é a necessidade de encapar um caderno ou livro de capa dura e descartável? E por aí seguem as minhas indagações.

Vamos nos impor ao consumismo desbragado e lutar por nossos direitos, já que cumprimos com nossos deveres. Podemos comprar o material em atacado, que sai bem mais em conta, como cadernos, canetas, apontadores, lápis, etiquetas, etc. E enfrentar o colégio para que aceitem sem a imposição de marcas. O bolso agradece e a economia dará para a merenda que se leva de casa por um bom período.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Final de férias e início das aulas

No final das férias escolares, já estamos todos cansados e desgastados, tanto pais como filhos. Os atritos começam e nada mais satisfaz, dizem que estão entediados! Não é possível passar o período todo de férias na Disney e nem fazendo programas variados todos os dias, e por conta disso, o tédio da falta do que fazer começa deixando vestígios no comportamento irritadiço da garotada.

Eu costumo dizer que as crianças são um “saco sem fundo” – ilimitados na hora da diversão e do querer atividades variadas. O mesmo não ocorre quando estão em aulas e deveriam ser este “saco” para adquirir conhecimentos novos.

O maior problema é conciliar a programação com as idades de cada filho, chega a ser uma arte! Quem tem filhos em idades distantes, sabe bem o que falo. Um de 10 e outro de 4 anos querem coisas bem diferentes , tanto no modo, quanto na intensidade. E, se o de 10 quer ir ao boliche com os amigos o de 4 não suporta tal programação e ficará impossível, no tempo que permanecer ali.

Como dizem meus filhos, eu tive filhos em ninhadas. Isto é; agrupados por idades, com alguns espaços entre os grupos da “ninhada”.  Eram 3 meninos seguidos com um ano de espaço entre cada um. Beleza! Dava tudo certo, eram as mesmas brincadeiras, passeios, futebol, todos juntos. Depois vieram 2 meninas, 6 anos de diferença, aí foi complicando, eram muito mimosas, delicadas e as brincadeiras precisavam ser outras, nova adaptação pra nós pais. Aos poucos fomos aprendendo a nos multiplicar e a satisfazer a cada um. Nem sempre conseguíamos agradar a todos, mas sempre tentamos. Bom, nem vou citar as outras “ninhadas” para não cansar os leitores. Mas garanto que é possível conciliar os passeios e diversões para as variadas idades.

Voltando ao assunto inicial, mesmo com todo este requinte de programações, chega o momento que já esgotamos as nossas ideias e a nossa paciência, e começamos a rezar para que as aulas benditas recomecem.  Parece que com a escola tudo volta à normalidade e a vida volta a ter um ritmo saudável. Todos tem hora para acordar, para fazer as refeições e para termos um tempinho para nós.
Concluo dizendo: Deo gracias – Graças a Deus que podemos contar com esses 200 dias de aulas.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Um lanche rápido e gostoso - Cuca de Banana

Ingredientes:

9 colheres de sopa de farinha de trigo
6 colheres de sopa de açúcar
3 ovos
2 colheres de sopa de margarina
1 colher de sobremesa de fermento
1 xícara de leite
Banana


Modo de Fazer:

Bata a margarina com o açúcar
Junte os ovos mal batidos
Adicione a farinha e por último o leite com o fermento
Despeje num tabuleiro untado com manteiga
Sobre a massa espalhe fatias de banana
Polvilhe açúcar com canela
Leve ao forno

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Filme As aparências enganam

História de uma candidata ao senado americano. Muito boa, porém com uma postura inflexível. Ela tenta então contornar suas dificuldades colocando alguém em seu lugar, porém usando suas mesmas ideias.  É um jogo de astúcia e experimentos, para driblar o povo. Hannah (Julia Stilles),  é uma mulher inteligente e dedicada à carreira política, mas não consegue se eleger. Ela, então, resolve transformar um bruto vendedor de cerveja em candidato ao congresso para provar uma teoria.

O filme é interessante, envolvente é leve. É pra ser visto por  toda a família.

Elenco:  Julia Stiles, David Walton, Camryn Manheim

Censura livre

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Uma mulher falando aos filhos e ao marido.

Passei anos e anos cuidando da casa, da família, das crianças, do marido. Fazendo a minha parte com todo o empenho necessário, e se de uns tempos para cá não dou tanta conta do recado, é porque me faltam condições físicas para isto. O que é muito natural, depois de ter dado todo o sumo de mim nestes anos todos.

 Não fiquei como gostaria, atrás de uma mesa trabalhando; meu trabalho foi com muito movimento, carregando muito peso, muito esforço físico e também mental, suprindo  as necessidades dentro de casa: a saúde de cada um, como poderia ser melhor mãe e melhor esposa. Fiz tudo o que pude e sempre lutei para melhorar.

Teria sido tudo bem mais fácil ,se eu tivesse tido apenas um ou dois filhos, trabalhado fora, num escritório, cuidado mais de mim, ao invés de estar sempre com os outros a minha frente. Mas nunca busquei o mais fácil, sempre, reclamando ou não, sempre fiz a vontade de Deus. Até hoje aguento firme todos os trancos que a vida tem me proporcionado. Porque amo minha família.

Talvez se eu recebesse algum rendimento pelo meu trabalho,(não teriam dinheiro suficiente para me pagar), refrescando a memória, lembro-me das muitas coisas que já fiz e, que por ser casada não recebi por isto.

Como o fato de parir seja algo tão antigo e desvalorizado, faz com que ninguém se lembre de quanto isso custa à saúde de uma mulher. Talvez seja por esta razão, que tantos se espantem, e pensem em como é possível ter e criar muitos filhos.  Porque nos dias de hoje, ninguém consegue se imaginar com tantas responsabilidades.

O desgaste de colocar o pão dentro de casa é talvez, bem menor do que manter o pão e a educação, a saúde e o carinho, com todos em casa.

Ser mãe 24 horas é um trabalho para poucos, e ainda ter que acumular a tarefa de esposa, motorista, administradora da casa, babá, recreadora, professora, enfermeira, educadora, psicóloga, confidente, malabarista, artista, cozinheira, faxineira, guarda noturno, tradutora, interprete, etc..., não é mole.
Ser mãe 24 horas de muitos filhos e mulher durante 30 anos, deveria conferir uma aposentadoria que muitos poucos poderiam pagar.

Infelizmente a nossa sociedade é muito machista, mas acho que ser do lar, ou ser mãe é o que há de mais precioso, sem um lar equilibrado o que será da nossa sociedade? Sem uma família estruturada o que acontecerá com a nossa sociedade?

"As mãos que embalam o berço são as mãos que regem o mundo!" – Mas, de certa forma, isso nos responsabiliza muito. Porque afinal, somos responsáveis pela construção do caráter desses pequeninos. E não podemos esquecer-nos de que, uma gama de exemplo vale muito mais que toneladas de conselhos e ensinamentos.

Portanto de agora em diante falem comigo noutro tom, com mais respeito, e lembrem-se que sempre estarão em débito comigo. Pensem bem, também que não tem preço tudo o que fiz por vocês até hoje. E o único pagamento que eu quero é respeito em forma de amor e bom trato.

Texto anônimo

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O casamento e as bodas

A alegria do casamento é algo muito bom para comemorarmos sempre , e as bodas, isto é, a comemoração dos anos que vão se passando, devem ser bem festejada pelo casal. Cada ano tem um nome, para justificar seu tempo.

Um ano de casado é bodas de papel, justamente por ser tão pouco tempo ainda, coisa bem frágil. Assim segue até chegar aos cinco anos de casamento, as bodas de madeira, aí, nesse momento supõe-se que o casal já esteja mais maduro, mais consciente um do outro, logo a mensão a algo sólido, firme, como a madeira.

Dos quinze aos vinte anos de união, o casal costuma passar por novas adaptações, a idade vai aumentando, alguns problemas podem começar a existir, cada um querendo se segurar na juventude que vai começando a desaparecer. Então são as bodas de cristal, belo e frágil e bodas de porcelana, lindíssima e delicada.

Dos 25 anos aos cinquenta, tudo já se fortaleceu, e é normal que sejam anos gloriosos e felizes, tempo de mais atenção e carinho um com o outro. Basta um olhar para o outro saber o que seu cônjuge esta querendo. São as bodas dos metais nobres e das melhores pedras preciosas.

Quem consegue chegar vivo aos cinquenta e cinco anos de casamento feliz, comemora as bodas de esmeralda. Uma linda pedra preciosa, de um valor inestimável, para os conhecedores de gemas. É a união do belo e do atingível  por poucos.

Para uns poucos que conseguem ir mais além, foram reservados os brilhantes e os diamantes, que além de belos tem uma rijeza indestrutível, que só a morte poderá partir esse elo.

Seguem abaixo algumas bodas bem conhecidas. Aproveitemos as datas para comemorarmos bem, o casamento feliz.

1 ano - papel
2 anos - algodão
3 anos - couro
4 anos - linho
5 anos - madeira
6 anos - ferro
7 anos - lã
8 anos - cobre
9 anos - cerâmica
10 anos - estanho
11 anos - aço
12 anos - seda
13 anos - renda
14 anos - marfim
15 anos - cristal
20 anos - porcelana
25 anos - prata
30 anos - pérola
35 anos - coral
40 anos - rubi
45 anos - safira
50 anos - ouro
55 anos - esmeralda
60 anos – brilhante
75 anos - diamante

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Fazer filhos como coelhinhos irlandeses

Um texto interessante, sobre a situação em Portugal, sobre a natalidade. Assunto esse que se repete aqui, na sua ex-colônia, Brasil.

Fala-se muito da Irlanda, da "saída à irlandesa" e não sei quê, da forma como Portugal deve imitar os indicadores macro  não sei das quantas de Dublin, mas ainda ninguém falou do óbvio:  nós só teremos salvação se começarmos a imitar a taxa de natalidade dos irlandeses (2,05, a mais alta da Europa).

Os irlandeses fazem bebes como coelhinhos diabólicos e nós temos de encontrar maneira de replicar essa “fuçanga” reprodutora.

Porque a grande conversa da nossa geração é só uma:  se os bebes não começarem a cair dos céus, o corte nas pensões atuais continuará por tempo indeterminado e as pensões do futuro terão a consistência de um gambozino. (são seres imaginários).

Não é uma questão de vontade, é uma questão demográfica, empírica, factual. Soluções? Políticas de família? Ok, muito bem.

Sucede que as políticas de famílias implicam um divórcio temporário entre a mulher e o emprego,  e este assunto ainda levanta ansiedades em Portugal.

No ano passado, numa grande reportagem do Diário de Notícias  ("Porque é que os Suecos têm mais filhos?"), a jornalista Céu Neves  ouviu um casal sueco típico: "não é um risco ter filhos.  E isso é bem visto por todos incluindo os patrões.  O que é mal visto é uma mulher de 30 anos procurar emprego,
porque se espera que tenha filhos e esteja com eles nos  primeiros anos de vida".

Ora, se um homem português dissesse publicamente  que as mulheres devem ficar em casa dois anos  a tratar dos filhos, o Carmo e a Trindade cairiam no dia seguinte. (expressão popular portuguesa que se refere a fatos que provocam grande surpresa ou confusão).

O sujeito seria acusado de machismo, de salazarismo. Se uma mulher portuguesa dissesse a mesma coisa, o Carmo e a Trindade cairiam duas vezes.  A senhora seria acusada de subserviência, seria queimada nos autos-de-fé das brigadas da linguagem.

Moral da história? Se as suecas vivem bem com a ideia de ficarem dois anos em casa com os filhos, muitas e muitas portuguesas veem isso como um sinal de subserviência e retrocesso.

Mas eu percebo a reação. As suecas não tiveram até 1974 um regime que consagrava legalmente o marialvismo. (o poder de mandar nas mulheres).

A minha mãe nunca aceitaria ficar em casa, precisava de um emprego,  a sua identidade dependia dessa consagração pública . A geração da minha mulher não é muito diferente. As portuguesas ainda sentem necessidade de mostrar que não são as dondocas dos bordados.

Além disso, vivem debaixo do grande medo: acham que serão despedidas se assumirem a gravidez e um largo período de licença.  O medo não é descabido: se o patrão sueco vê a maternidade  com bons olhos, o patrão português nem por isso . Mas, verdade seja dita, este ambiente laboral é apenas o espelho do ambiente caseiro.

Na Suécia, não há tradição da empregada, porque os homens  também ajudam nas tarefas domésticas. Perdão: esqueçam o  "também ajudam". Na Suécia, os homens e as mulheres dividem as tarefas domésticas.

Políticas de natalidade? Oferecer aventais aos marialvas da pátria. 

Henrique Raposo - http://expresso.sapo.pt/fazer-filhos-como-coelhinhos-irlandeses=f849920

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A hora da verdade – falando do aborto

Carlos Alberto Di Franco* - O Estado de S.Paulo

Recentemente reli a encíclica Veritatis Splendor, texto obrigatório para quem tem o ofício, comprometedor e fascinante, de tentar iluminar a verdade profunda dos fatos e, ao mesmo tempo, defender aquilo que está no DNA da raça humana: a liberdade. João Paulo II, um papa dotado de extraordinária cabeça filosófica, pretendeu resgatar este "mundo desconjuntado". Na encíclica, o pontífice falecido advertiu para a "decadência do sentido moral" na sociedade e suas consequências dramáticas para a democracia.

"Uma democracia sem valores se transforma com facilidade num totalitarismo visível ou encoberto", afirma o texto da encíclica, com um realismo cortante. "A origem do totalitarismo moderno deve ser vista na negação da dignidade transcendente da pessoa, sujeito natural de direitos que ninguém pode violar;..." Trata-se de uma vibrante defesa da liberdade e dos direitos humanos.

A democracia é, sem dúvida, o regime que melhor funciona. É o sistema que mais genuinamente respeita a dignidade da pessoa humana. Qualquer construção democrática, autêntica, e não apenas de fachada, reclama os alicerces da lei natural. No respeito aos seus princípios está o melhor antídoto contra aventuras ditatoriais. Por isso, não obstante a força do marketing que apoia certas campanhas contra a vida, é preocupante o veneno antidemocrático que está no fundo de certos slogans dos governos.

Não se compreende de que modo obteremos uma sociedade mais justa e digna para seres humanos (os adultos) por meio da organização da morte de outros seres humanos igualmente vivos (as crianças não nascidas). Há um elo indissolúvel entre a prática do aborto, o massacre do Carandiru, a chacina da Candelária e outras agressões à vida: o ser humano é encarado como objeto descartável. Os argumentos esgrimidos em defesa dessas ações, alguns cruéis, outros carregados de eufemismos, não conseguem ocultar o desrespeito ao primeiro direito humano fundamental, base da sociedade democrática: o direito à vida.

Situações traumáticas merecem compreensão e podem representar atenuantes, mas jamais devem justificar a eliminação de uma vida. O aborto, estou certo, é o primeiro elo da imensa cadeia da violência e da cultura da morte. Após o aborto descendente (eliminação do feto), virão inúmeras manifestações do aborto ascendente (supressão da vida do doente, do idoso e, quem sabe, de todos os que constituem as classes passivas da sociedade). Delírio premonitório? Penso que não. Trata-se, na verdade, do corolário de um silogismo dramaticamente lógico. A vida deixa de ser um fato sagrado. Converte-se, simplesmente, numa realidade utilitária.

A encíclica de João Paulo II estabelece uma forte conexão entre verdade e liberdade. Faz a síntese que faltava. Só na verdade a liberdade tem um caráter "humano e responsável", salientou o papa. Num mundo tantas vezes dominado por uma visão utilitarista, o documento rasga o generoso horizonte da autêntica liberdade. De fato, poucas ideias gozam, da parte dos homens em geral, de apreço tão universal quanto a liberdade, mas nem todos aprofundam igualmente na sua essência. Muitos se conformam com uma consideração superficial desse conceito: a liberdade sugere-lhes simples espontaneidade, ausência de compromissos, e isso já é o suficiente.

Uma das doenças culturais do nosso tempo é o empenho em contrapor verdade e liberdade. As convicções, mesmo quando livremente assumidas, recebem o estigma de fundamentalismo. Impõe-se, em nome da liberdade, o dogma do relativismo. Trata-se, na feliz expressão do cineasta marxista Pier Paolo Pasolini, da "intolerância dos tolerantes", que obviamente conspira contra o sadio pluralismo democrático. O pós-modernismo é dramático ao dizer que não há valores absolutos, que não há uma verdade, que a linguagem não pode alcançar a verdade. Sem verdade as sociedades caminham para a ruína.

Qualquer pessoa sensata é capaz de intuir que os estragos causados pelo fundamentalismo relativista são dramaticamente evidentes. Na realidade, ele está no cerne da espiral de individualismo, de violência e de insensatez que, diariamente, vai esgarçando as relações humanas.

Por isso a encíclica do papa João Paulo II, permeada de extrema coerência, é de grande atualidade. Ela propõe o urgente desafio ético de conjugar liberdade e verdade.

*Carlos Alberto Di Franco é doutor em comunicação pela Universidade de Navarra e diretor do departamento de comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). E-mail: difranco@iics.org.br  

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Um jantar vap vup

Ainda nas férias, todos correndo, aproveitando cada minuto de passeios e diversões. Mas, sempre temos que ter um tempinho para confeccionar as refeições da família, e para essa ocasião, eu sugiro coisas rápidas, práticas e gostosas.

Que tal fazer um Penne ao molho branco e um rosbife de forno? Não gastaremos mais do que uma hora e meia, com tempo no meio para arrumar a mesa e deixar a cozinha limpinha.

Para o rosbife pode ser uma maminha de alcatra ou um pedaço de contra filé inteiro, com mais ou menos um quilo. Basta estar descongelado e assim colocamos um pouquinho de alho socado, e por cima bastante sal grosso, e levar ao forno, já bem quente, num tabuleiro pincelado de óleo.  Deixar por uma hora, e já estando dourado, podemos retirar do forno e raspar o sal grosso da peça, antes que comece a soltar seu suculento caldinho.

Depois é só fatiar, bem fino e servir com o caldinho que vai saindo da carne.


Enquanto o rosbife esta assando, colocamos uma panela no fogo com água para ferver. E junto da água, um pouco de óleo de cozinha e sal a gosto. Assim que comece a ferver, colocamos dentro o pene e deixamos cozinhar até ficar al dente. Depois escorrer e reservar.

Aproveitar a mesma panela e fazer o molho branco, com leite, um saquinho de sazon, um pouco de maisena pra engrossar, sal e quando já estiver engrossando de leve, colocar um pouco de queijo ralado para acentuar o sabor. Despejar o molho sobre o penne, já lavado e colocar por cima queijo parmesão ralado. Enfeitar com manjericão ou salsa.

Os dois pratos ficarão prontos quase ao mesmo tempo e poderemos servi-los ainda quente, a seguir.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Cansei de ser mãe!

Ser mãe 24 horas ao dia, não é pra qualquer um não, é para as fortes.  Falo isso, porque ouço muitas mulheres falando que é moleza, deixam seus filhos nas creches, ou com babás, ou até mesmo com as vovós, e vão tocando suas vidas, em seus trabalhos fora do lar, sem preocupações maiores.

A mãe 24 horas, é aquela que mesmo trabalhando fora, vive antenada nos acontecimentos domésticos, e sabe passo a passo tudo que acontece com seus filhos. Sem descuidar também do carinho com o marido, que não é filho, mas também exige um bom tempo da esposa mãe.

Sempre achei que a profissão de mãe deveria ser remunerada. Um salário alto, com direito a férias. Coisa esta que não existe aqui no nosso Brasil. Mas, em alguns países da Europa isso já funciona e muito bem. As mães são pagas para cuidar, educar e ensinar a seus filhos.

Fazemos tudo pelo imenso amor que temos por nossos rebentos, independente de compensações, porém as barriguinhas cheias de todos, dependem da vil moeda que circula no país. E, muitas vezes, as famílias são sacrificadas, por essa necessidade premente.

Uma mãe não cansa por ser mãe, cansa da luta diária, da jornada de trabalho dobrada, da sua luta diária por ser cada vez melhor, e ainda cansa de ouvir dos outros, piadinhas do porque foi ter filhos. Cansa muito mais das  desobediências das crianças  do que dos trabalhos domésticos. De resto, ser mãe é uma dádiva, que só quem assume de fato a maternidade consegue saber.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Desmistificando alguns mitos do cansaço

1 -Quando, mesmo exausto, você não consegue dormir à noite, o que deve fazer?
Não descanse na cama ao longo do dia, nem fique na cama até mais tarde de manhã. Tente manter uma rotina relaxante perto da hora de se deixar, tendo a certeza de que seu quarto está escuro e confortável o suficiente, evite fazer exercícios físicos até quatro horas antes de dormir e evite cafeína, álcool e refeições pesadas à noite.

2 -A fadiga está sempre relacionada ao esforço demasiado?
Não. Pode ser que você não esteja dormindo bem à noite em consequência de males como depressão, mononucleose, anemia, problemas de tireoide ou no fígado e artrite reumatoide. Se você já tentou estabelecer uma rotina mais tranquila e mesmo assim não consegue dormir bem, procure seu médico.

3 -O que é bom para aliviar sua fadiga? Tirar várias sonecas ao longo do dia, caminhar por 30 minutos ou beber café?

Caminhar por 30 minutos. Atividade aeróbica regular e moderada, como caminhar, é um bom modo de aliviar o cansaço. Cafeína pode lhe dar energia de imediato, mas não é uma solução. Se ingerida em excesso ela pode fazê-lo ficar insone à noite e sonolento durante o dia. É por isso também que o melhor, em geral, é evitar as sonecas: pode ser que na hora de se deitar você não esteja cansado o suficiente para dormir se tiver descansado durante o dia.

4 -Quando você está exausto, mas ainda há muito a fazer, como proceder?
O melhor é priorizar: faça primeiro o que for mais importante ou o que tem um prazo mais curto para ser feito. Assim, se você não conseguir fazer tudo, paciência. Você não ficará frustrado, porque ao menos o que era essencial foi feito. O resto fica para depois.

5 -Até ficar em casa lhe deixa cansado. Como proceder?

Tente simplicar sua rotina doméstica, deixando as coisas o mais organizadas e acessíveis possível. Vá de cômodo em cômodo — claro, quando estiver disposto o suficiente para isso, e certifique-se de que o você precisa está ao alcance da mão. Assim, quando precisar deles, você não perderá tempo e energia procurando-os ou precisando mexer em dezenas de outras coisas antes de pegar o que quer.

Açúcar dá energia?

Açúcar pode dar energia logo que é consumido, mas, assim que for digerido, você vai se sentir cansado de novo. Cafeína, álcool e junk food também contribuem para um estado geral de fadiga. A melhor dieta para dar disposição é a mais saudável possível.

Se você tem muito a fazer e está exausto, deve simplificar ou reduzir as tarefas?
Sim. Aprender a dizer não é importante quando você está combatendo o cansaço exagerado. Atenha-se às atividades mais importantes e mais agradáveis. Reveja suas prioridades.

O que você come interfere na sua energia?

Sim. Comida muito temperada, especialmente se ingerida perto da hora de dormir, pode afetar seu descanso, pois pode causar má digestão e azia. Alimentos ricos em fibras, como muitas frutas e vegetais, ajudam a absorver açúcar, que é necessário para que você se sinta bem (em porções moderadas, diga-se). As fibras ajudam inclusive equilibrar a energia, o que vai evitar que você sinta picos de vitalidade alternados com total exaustão. E beba bastante água: manter-se hidratado ajuda o organismo a funcionar bem.

Tarefas que exigem esforço físico, como muitas das domésticas, deixam-no exausto. E agora?
Divida sua atividade física em blocos de 15 ou 20 minutos, e, entre eles, relaxe. Desta forma, você se sentirá melhor e seu trabalho renderá melhor.

Às vezes, você esquece o que ia fazer. É grave?
É normal ficar um pouco esquecido quando se está fatigado. Procure se organizar recorrendo a calendários, listas, agenda, o que for melhor para você. Quando for ao médico, mencione estes episódios de esquecimento. E, se desconfiar de que eles estão sendo muito frequentes, adiante sua consulta.

Desidratação, ou pouca hidratação, deixa a pessoa cansada?
Sim. Quando seu corpo recebe pouca água, ele não funciona bem. Mas não é qualquer líquido que hidrata: café e refrigerantes são bem menos eficientes do que água.

A revista americana on-line WebMD publicou uma série de dicas que podem esclarecer dúvidas e ajudar a melhorar a disposição de quem anda cansado para além do normal.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Dicas para distrair seu filho em situações chatas

Se ele dá trabalho durante as viagens, faz você passar vergonha no restaurante e abre aquele berreiro no supermercado, veja como amenizar esses chiliques usando apenas a sua criatividade (e paciência)

No avião
Se o trajeto for muito longo, prefira os voos noturnos. Assim seu filho consegue dormir direitinho durante o percurso. Em caso de viagens diurnas, leve brinquedos, papéis para desenhar, videogames portáteis (ou DVD), massinha de modelar. Conte para ele como funciona um avião, a história do primeiro voo ou as funções da tripulação. Isso deixa a experiência muito mais interessante para vocês. Com diversão por perto ele não atormentará você e nem os passageiros das poltronas ao lado.

No carro
Às vezes a viagem dura horas ou o trânsito caótico típico das grandes cidades pega vocês de surpresa. Para evitar que você perca o controle da direção enquanto ele esperneia e pula sem parar entre os bancos, é bom se prevenir: deixe no carro uma mochilinha com pertences divertidos para distraí-lo. Alguns CDs com músicas para cantar junto também podem fazer as horas passarem mais depressa. Ou brincadeiras como contar carros amarelos, ler placas ou simplesmente dar tchauzinho para outros motoristas.

No restaurante
Basta a comida demorar um pouquinho e lá está ele correndo pelo restaurante, atormentando o garçom, sumindo com talheres e guardanapos. Não é fácil manter o controle em situações como essa. Por isso, antes de fazer o passeio gastronômico, vale consultar locais em que crianças são bem-vindas. Alguns restaurantes disponibilizam espaços para diversão, cadeiras especiais, cardápio próprio e até giz de cera para rabiscar a mesa. E na hora de escolher o que ele vai comer, nada de ser tão exigente. Deixe as comidinhas corretas e super saudáveis para o dia a dia dentro de casa. Em momentos como esse, vale deixar a criança se divertir com a batata-frita e o refrigerante.

No supermercado
Você já sabe que, se levá-lo, terá que estar disposta a negociações. Claro que ele não vai passar batido pela seção de guloseimas e não se encantará com verduras e semente de linhaça. Explicar a importância de alguns alimentos e estabelecer o que será permitido comprar antes de chegar ao mercado ajuda a evitar alguns conflitos e chiliques homéricos. “Ele não irá entender que a água sanitária pode ser mais importante que aquele chiclete novo que estoura na boca. Mas você pode explicar que é necessário manter a casa limpa para que ele possa chamar os amiguinhos para brincar no fim de semana”, sugere a pedagoga Maria Angélica Somas.

Quando tem visitas
Basta chegar alguém em sua casa que ele já começa aquela performance absurda, digna de uma peça de teatro? Hora de ter uma conversinha com ele. “Algumas crianças sentem a falta de atenção e dão showzinhos para mostrar que elas estão ali e querem ser notadas”, explica a especialista. Você precisa deixar claro que as visitas sempre serão bem-vindas e isso não afeta em nada no amor que você sente pelo seu filho. Não ignore a presença dele quando estiver conversando com outros adultos. Se ele estiver brincando no quarto ou se distraindo com algum jogo na sala, se aproxime de vez em quando para ver o resultado do jogo ou para perguntar se ele está se divertindo. Sentir a sua presença e preocupação ajuda a aliviar a tensão.

Banco
Fila de banco é realmente entediante para qualquer um. Se você não tem como deixar as crianças em casa na hora de resolver essas pendências financeiras, prepare-se! O lugar não ajuda a distrair e ficar em pé esperando a sua vez chegar é um tormento também para os pequenos. Uma dica é usar o próprio papel da conta para distrair. Pegue uma caneta e peça para ele circular, por exemplo, todos os números 8 que encontrar. Ou invente historinhas para ele ouvir que incluam essas situações chatas do cotidiano. Fazê-lo perceber que momentos como esse também fazem parte do dia a dia ajuda a encarar a experiência de forma mais leve e sem tanto estresse.

GlyciaEmrich- http://delas.ig.com.br/inspiracao/noticias/2009/06/23/dicas+para+distrair+seu+filho+em+situacoes+chatas+6747903.html

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ALEXANDRE O GRANDE : Seus 3 últimos desejos

Uma boa reflexão....

Por isso que ele era chamado de 'O GRANDE'
        
Os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:
   
1, Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2, Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro,  e pedras preciosas ;

3, Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
 
 Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:

1, Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
 
2, Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
 
3, Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pensemos nisso.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Piadas para divertir a família nas férias

Um seminário para maridos:

Devido à complexidade e dificuldade de assimilação dos temas, os cursos terão no máximo 8 participantes. As inscrições estarão abertas durante a próxima semana.

Tema 1
Como se enche as fôrmas de gelo. - (passo a passo, com apresentação de slides)

Tema 2
O rolo de papel higiênico: será que nasce no porta-rolos? - (Mesa redonda)

Tema 3
Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão. - (Desenhos e gráficos esclarecedores)

Tema 4
A louça do almoço levita sozinha até a pia? - (exemplos em vídeo)

Tema 5
Fazer a mala: incompetência nata ou capacidade mental progressiva? - (iniciação lúdica)

Tema 6
Como aprender a encontrar coisas, começando por procurar no lugar certo, em vez de remexer a casa toda aos gritos. (passo a passo)

Tema 7
Os verdadeiros homens também pedem orientações a estranhos quando se perdem.- (depoimentos verídicos de comprovados machos e conferência)

Tema 8
O homem no lugar de copiloto: é geneticamente possível não dar compulsivamente palpites durante as manobras de estacionamento!

Tema 9
Como ser acompanhante em shoppings, sem protestar. - (exercícios de relaxamento e autocontrole)

Tema 10
Como lutar contra a atrofia cerebral: recordar aniversários, outras datas importantes e telefonar quando se atrasa.

Encerramento do curso e entrega de diplomas aos sobreviventes.


Piadinha de informática.


O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente: no dia 25 de dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo do modem, sai pela porta serial e diz: "Feliz Natal! ROM, ROM, ROM!