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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Laudato Si – uma reflexão

Por Wellen Barros

Uma espécie de tratado sobre o homem e sua relação com a tecnologia, numa visão globalizada, assim eu entendo a Carta Encíclica do Papa Francisco.

 Qual seria o ponto central? 

Jorge Bergoglio faz uma abordagem densa e profunda da complexidade que o ser humano está inserido nos dias atuais, porém de forma clara e objetiva, o Papa, vai apresentando vários “caminhos” da globalização, cujo cerne central seja mostrar a raiz humana da crise. Uma espécie de crise de identidade da própria condição humana enquanto Ser.

 O Papa ressalta o modelo equivocado de “valor” que se destaca e ganha força na cultura do descarte sobre a vida das pessoas: “... a isto vêm juntar-se as dinâmicas do *mass media e do mundo digital, que , quando se tornam onipresentes, não favorecem o desenvolvimento de uma capacidade de viver com sabedoria, pensar em profundidade, amar com generosidade. A verdadeira sabedoria, fruto da reflexão, do diálogo e do encontro generoso entre as pessoas, não se adquire com uma mera acumulação de dados, que, em uma espécie de poluição mental, acabam por saturar e confundir...”,  “...Por isso, não deveria surpreender–nos o fato de, a par da oferta sufocante destes produtos, ir crescendo uma profunda e melancólica insatisfação nas relações interpessoais ou um nocivo isolamento”.


 A degradação humana e ambiental ocorrem em conjunto, que desembocam no social. Retomando a ideia inicial podemos dizer que a raiz humana da crise que vivemos hoje está na polarização técno-científico. Onde capitalismo se transforma em recurso de interpretação da vida humana. O ser humano não faz nada sem a técnica, e esta se tornou instrumento fundamental como uma espécie de mentalidade tecnológica.

 A velocidade em que chegam as novidades tecnológicas obriga o ser humano a agir, no seu dia a dia, com essa mesma velocidade; evidentemente esse Ser adoece, pois não foi criado para ser uma máquina. O isolamento gera a apatia que por sua vez é camuflada pela falta de tempo dos afazeres, e as conversas e relacionamentos vão sendo transferidos para o fascínio tecnológico.  Um aplicativo que permite troca de mensagens mais longas, já substitui o telefone ou até mesmo aquela visita tão adiada aquele amigo de tantos anos... 

A conclusão que faço ao ler essa carta, é que o Papa Francisco, clama para a humanidade repensar, com certa urgência, é sobre a ruptura que o próprio homem provocou com suas atitudes entre natureza e humanidade. É preciso ter um pensamento globalizante no sentido humano. Sem desprezar a tecnologia evidentemente, porém o homem para atingir a plenitude enquanto Ser criatura, tem que estar a serviço do outro Ser e se utilizar da tecnologia para um serviço globalizante.

 Termino com uma frase do papa Francisco. “Tudo está interligado, e isto convida-nos a maturar uma espiritualidade da solidariedade global”.

terça-feira, 26 de maio de 2015

É possível viver sem celular?

Com todos os avanços tecnológicos, uma mãe não concebe sair a rua sem seu celular ultra, super equipado - é quase como se estivesse saindo sem a roupa ou descalça. (Com licença do exagero).

É incrível a nossa dependência, e a nossa ansiedade por notícias. Quase um passo a passo, minuto a minuto, de tudo que acontece com os filhos e marido.

Quando por um grande acaso esquecemos nosso celular e nos deparamos com essa situação, já longe de casa, dispara em nós uma crise de abstinência, sensação de perda, como se o mundo estivesse parado e o ar rarefeito para respirar. Não é piada não, ficamos em “modo avião”, ansioso para a nave mãe buscar nosso oxigênio. Só entenderá isso quem já passou por essa situação. Ganhamos esse conforto todo: de poder estar conectado com nossos entes queridos, o tempo todo, que ao faltar ficamos sem chão.

Hoje saí de casa para ir ao mercado e ao chegar lá vi que estava sem meu IPhone, na mesma hora bateu uma insegurança: “e se alguém quiser falar comigo?”, “e se acontecer algo na minha ausência?”. De repente percebemos que não somos deuses, e como é grande a nossa insignificância diante da imensidão do universo.

Essas ocasiões são boas para aproveitarmos e refletirmos sobre a dependência a que estamos expostos, como do uso dos nossos equipamentos eletrônicos; não podem se tornar “drogas” para nós, eles estão para nos servir, e não para sermos escravos deles. Vamos nos policiar para não roubarmos o tempo da família, ficando direto no WhatsApp ou no Facebook e outros afins.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

A Internet - Estatuto da Família



Na semana passada o Pedro Paulo, nosso colaborador, foi á Câmara dos Deputados para falar sobre a internet e as crianças, e as consequências do bom e do mau uso. Segue abaixo um vídeo da palestra, que com certeza foi uma voz clamando pelo bem dos nossos filhos. Vale a pena assistir.


Seguem as perguntas e respostas desta mesma audição.







sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Ansiedade Digital

A velocidade nas comunicações é algo que facilita muitos aspectos da nossa vida, mas que também tem seu lado negativo. Um dos aspectos negativos é a ansiedade criada pela urgência. A ansiedade é este sentimento difuso de medo de algo que não conseguimos localizar e, para explicar como isto pode ser amplificado pela velocidade de comunicação, conto uma breve história.

Rebeca é uma universitária que está namorando Tomás. Na semana passada eles brigaram e agora Rebeca quer se reconciliar, mas, ao invés de telefonar, manda uma mensagem via WhatsApp, dizendo: “queria falar com você”. Devido à tecnologia, Rebeca sabe quando Tomás recebeu a mensagem e fica aguardando uma resposta. Passa um minuto, passam cinco minutos e a ansiedade começa a crescer: “será que ele não quer mais saber de mim?”. Passam 10 minutos. “Será que ele decidiu me ignorar?” Passa meia hora. Rebeca já não consegue mais se concentrar no trabalho, cada vez que seu celular vibra há uma urgência de olhar a tela. Será a resposta? Cada minuto, cada vibração do celular, faz aumentar a angústia. Chega a noite, um dia de trabalho arruinado e uma mistura de ansiedade e raiva toma conta dela.

No dia seguinte, ela recebe um buquê de flores com uma mensagem: “Desculpe, esqueci o celular no taxi e só vi há pouco sua mensagem”.

A velocidade nas comunicações é uma grande ferramenta, mas quando ficamos escravos desta velocidade e deixamos a imaginação preencher os minutos até uma resposta. Sofre-se inutilmente e deixa-se de fazer muitas coisas importantes.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Adquirir bons hábitos com ajuda da tecnologia

Por Pedro Paulo Jr.

Adquirir hábitos e ter disciplina exige um constante esforço e atenção que nem sempre conseguimos. Motivação inicial é necessária mas a constância depende de ajudas que, muitas vezes, vem de fora: cobrança do chefe, bronca dos pais, sugestão do cônjuge, etc.

Uma destas fontes externas é o programa gratuito Beeminder (beeminder.com). A ideia é simples, mas bastante eficaz: ele pergunta a você diariamente como foi a meta que você estabeleceu. No Duolingo, por exemplo, do qual falamos semana passada, ele consegue obter esta informação diretamente do programa e faz um gráfico do seu progresso. No entanto, se um gráfico não é suficiente para te motivar, existe uma modalidade em que o Beeminder toma dinheiro seu, uma quantia que você estipula, cada vez que você sai da linha.

Achou estranho? Pode parecer que sim, mas muitas pessoas são sensíveis a pagar uma multa caso infrinjam alguma regra e, apesar de não ser a multa a principal coisa que nos faz respeitar as regras de trânsito, temos que confessar que algumas vezes ela é fundamental.

Há uma série de usos criativos para o Beeminder: acordar no horário, dormir no horário, quantidade de horas estudadas por semana, perder peso, fazer exercício, menos tempo de Facebook, melhorar alguma métrica de produtividade no trabalho, etc. Há algum tempo ouvi de um homem sábio que se a cada ano removêssemos um defeito ou adquiríssemos uma qualidade, em poucos anos seríamos pessoas muito melhores.

O Beeminder é uma excelente sugestão para pequenas mudanças concretas em sua vida, e o fato de talvez pesar no bolso, pode te ajudar a ficar nos eixos.

Pedro Paulo Jr. - Engenheiro pela PUC-Rio e Doutor em Medicina pela USP. Atualmente ocupa o cargo de Diretor de Operações da Netfilter.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Pais e filhos nas redes sociais

Ao educar nossos filhos, nos surge esse novo desafio: exposição na internet. Atualmente precisamos de um capítulo a mais na formação das crianças e jovens - é muito importante aprendermos a nos comportar nas redes sociais, há uma nova etiqueta a observarmos.

Em primeiro lugar, como em todo processo educativo, é necessário dar o exemplo: comportamo-nos nas redes como gostaríamos que nossos filhos se comportassem? Respeitamos regras sociais básicas, e ainda, mais um detalhe, temos cuidado com a exposição demasiada ou inconveniente?
A juventude ainda tem certa resistência em ver seus pais, (principalmente a mãe), participando ativamente das conversas no facebook, twitter e outros, pelo fato de colocarem seus filhos em situações que eles consideram “mico”.

Quem não presenciou uma mãe corrigindo seu filho, por ter falado algo inconveniente na internet, ou postado uma determinada foto comprometedora? A mãe, de forma inconveniente, não poupa palavras, e o “pito” público toma proporções gigantescas e se perpetua nas fotos que os amigos tiram da página do mesmo, para ficar guardada para posteridade, e esses amigos mesmos vão “zoar” o garoto, sempre que puderem, ou encontrarem uma brecha que dê entrada outra vez ao mesmo assunto. De nada vai adiantar essa mãe se arrepender de ter lavado roupa suja em público, porque não existe mais privacidade, uma vez que o assunto entrou no cyberespaço.

Existe uma ética que devemos respeitar nas redes sociais para não nos comprometermos e nem comprometer os que nos são próximos, um acordo de cavalheiros, nunca ter conversas particulares nesses espaços públicos da internet. Evitar excesso de melações, declarações imensas de amor, para não constranger o jovem ou a jovem menina. Não usar o veículo – em que as conversas são públicas - para criticar ou passar um corretivo; evitar postar fotos das crianças pequenas e principalmente aquelas de roupas sumárias.

Devemos ensinar aos nossos filhos desde pequenos essa ética moral no uso da internet. Ensinando valores firmes de honestidade, pudor, caridade e justiça. Aquela regrinha de ouro, do “não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você.

Com certeza, aos poucos, as crianças e jovens do futuro bem próximo, já aceitarão como normalidade essa inserção dos pais nos mesmos meios de comunicação deles. Será como quando seus amigos vêm à nossa casa para brincar com eles, não permitimos que fiquem de portas fechadas e nem deixamos muito tempo, a sós, sem dar uma olhadinha no que fazem.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Internet: como controlar Tablets, Celulares, Notebooks

A Internet é uma excelente ferramenta de trabalho, estudo, diversão e cultura. Como toda ferramenta é preciso usá-la bem e ensinar a usar bem.

Há vários anos trabalho numa empresa que fabrica um produto desenvolvido para que os pais possam controlar o que seus filhos acessam na Internet. Censura, dirão alguns. Outros, mais sensatos, dirão que é a mãe carinhosa, o pai carinhoso, que procura educar seus filhos protegendo-os de perigos desnecessários.

Como a Internet está agora em diversos tipos de aparelhos que temos em casa: TV, Video Game, Celular, Tablet, Notebook, etc., muitos pais pediam, já há alguns anos, que houvesse uma forma simples de controlar tudo isto, impedindo acesso a sites de pornografia; delimitando horários de uso de determinados sites; moderando o uso de redes sociais, de acordo com o projeto educacional de cada família.

Depois de muitos meses de trabalho, criamos o Netprotection. O Netprotection não é um programa de computador como o Netfilter, mas sim um aparelho que, instalado na sua internet, permite a você controlar, como falava no parágrafo anterior, todos estes dispositivos que acessam a internet em sua casa.


Convido a todos a visitar o site que fizemos para este produto e, caso tenham alguma dúvida, podem escrever na área de comentários do blog.



terça-feira, 10 de junho de 2014

Educar o filho para o mundo virtual tal como se fosse para o real.

A educação para o mundo virtual deveria ter a mesma atenção que tem a educação do mundo real. A autora de livros e colunista da folha de São Paulo, Rosely Sayão, ressaltou a importância de educar os filhos para que eles “possam caminhar com as próprias pernas”.

Os responsáveis por esta educação dos filhos, para que tenham uma visão consciente da sexualidade, são os pais em primeiro lugar e deveriam contar como grandes aliados nesta árdua tarefa, os professores. É necessário auxiliar o adolescente para que possa refletir, questionar, contestar; para poder  trilhar o melhor caminho tanto na vida real como na virtual.

Educar, deve ser ensinando a reconhecer os próprios limites, a reconhecer qual é o seu papel na sociedade, e exercê-lo com dignidade. Saber que o sexo é natural, que pode dar prazer, mas que, para que isso aconteça é preciso maturidade e responsabilidade.

O ponto de partida para uma internet segura é reconhecer que as regras, sob as quais você vive no mundo real se aplicam também no ciberespaço. Para educá-los no mundo virtual temos que ensinar também a não falar com estranhos, como fazemos no real; temos que saber quem são seus amigos.

A ideia de lutar contra um computador para ter uma Internet segura em casa não parece animadora para muitos pais. Com o aumento da insegurança social e da violência nas ruas, muitos pais optam e preferem incentivar outros meios de diversão para os filhos, investindo em atividades de lazer, por meio das quais eles possam manter os filhos em casa. Decorrente disto, a televisão, os filmes e o videogame, a internet, aparecem como "babás eletrônicas", características da era pós-moderna.

Para o psiquiatra infantil e escritor de vários livros entre eles “Quem ama educa”, Içami Tiba, o problema da violência nas escolas — seja ela virtual ou real — tem suas raízes em casa, com a falta de limites. Segundo ele, soltar as rédeas, muitas vezes é uma atitude decorrente de um sentimento de culpa dos pais pela ausência e falta de tempo para os filhos. “Querer compensar a falta de tempo fazendo todas as vontades dos filhos é uma armadilha. Essas crianças vão crescer sem aprender a respeitar o outro. Se elas fazem o que bem querem em casa, vão levar essa experiência para a escola”, afirma. Os pais são as primeiras vítimas da má educação dos filhos. “Quando o filho tem um comportamento inadequado em casa e os pais não interferem, eles automaticamente dão poder para que essa criança continue agindo assim não só em casa, mas na escola e em outros meios”, diz. Influência da turma.

A psicanalista paulista Andreneide Dantas diz que, na adolescência, é comum que os filhos queiram fazer parte de um grupo, e isso implica adotar as atitudes dessa turma. “São as tais companhias, das quais os pais têm tanto medo. Ter amigos é saudável, mas o perigo aparece quando o adolescente adota comportamentos impostos pelo grupo, sem discernir se aquilo é bom para ele. Nesse ponto, é fundamental que os pais participem da vida de seus filhos”, afirma.  “A ideia de que o pai tem de ser amigo do filho é muito perigosa. Amigo a gente xinga, briga. O pai tem de ter autoridade”, diz. Ela vê na falta de comunicação e de limites que muitos jovens encontram em suas relações familiares as razões para os casos de agressão entre estudantes. Hoje, essa criança pratica uma violência contra um colega. Amanhã, se continuar sem limites, pode atear fogo num índio”.

Para o psicanalista José Renato Avzaradel, a agressão virtual é tão nociva e perigosa como outras formas de violência. Mas justificar tais ações como expressão da violência da sociedade, abandono ou agressividade dos pais, é negar, segundo ele, a violência humana.  E se há criação de sites pornográficos nas aulas de informática, a escola deve responder por isso e, segundo ele, até mesmo os professores que são igualmente responsáveis. Os pais devem cumprir sua função de educadores e exigir que a escola proteja seu filho enquanto ele estiver sob sua responsabilidade.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Coisas dos tempos atuais

VOCÊ SABE QUE ESTÁ FICANDO LOUCO NO SÉCULO XXI QUANDO:

1.  Você envia e-mail ou mensagem, para conversar com a pessoa que trabalha na  mesa ao lado da sua;

2. Você usa o celular  na garagem de casa para pedir a alguém que o ajude a desembarcar as compras;

3. Esquecendo seu celular em  casa, você fica apavorado e  volta para buscá-lo;

4. Você levanta  pela manhã e liga o computador antes de tomar o  café;

5. Você conhece o significado de naum,  tbm, qdo, xau, msm, dps, Cc, Cco,....;

6.  Você não sabe o preço de um envelope comum; 

7. A maioria das piadas que você conhece você recebeu por e-mail (e ainda por cima ri sozinho.....);  

8. Você fala o nome da firma onde trabalha  quando atende ao telefone em sua própria casa (ou até mesmo o  celular !!);

Você digita o '0' para  telefonar de sua casa;

10. Você vai ao  trabalho quando o dia ainda está clareando e volta para casa quando  já escureceu de novo;

11. Quando seu  computador para de funcionar, parece que foi seu coração que  parou;

11. Você está lendo esta lista e está  concordando com a cabeça e sorrindo;

12.  Você está concordando tão interessado na leitura que nem reparou que  a lista não tem o número 9;

13. Você  retornou à lista para verificar se é verdade que falta o número  9 e nem viu que tem dois números 11;

14. E  AGORA VOCÊ ESTÁ RINDO CONSIGO MESMO.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

57% DAS CRIANÇAS ATÉ 5 ANOS SABEM UTILIZAR APLICATIVOS DE SMARTPHONES MAS APENAS 14% SABEM AMARRAR OS SAPATOS

Grandes momentos da infância, como andar de bicicleta sem rodinhas pela primeira vez, parecem estar perdendo importância diante das habilidades digitais adquiridas pelas crianças, que são capazes de operar um smartphone ou acessar um navegador de Internet cada vez mais cedo. Essa imersão no mundo digital é o tema da última pesquisa da série de estudos "Digital Diaries" realizadas desde 2010 pela AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis. Foram entrevistadas mais de 6 mil mães em 10 países, incluindo o Brasil, para traçar um panorama de como as crianças utilizam dispositivos tecnológicos e a Internet.

A série de pesquisas "Digital Diaries" da AVG teve início há quatro anos, quando mães de diversos países foram questionadas pela primeira vez sobre os impactos da tecnologia em suas casas e famílias. Com 59% das entrevistadas afirmando possuir três ou mais dispositivos conectados à Internet, não é de se surpreender que as crianças tenham habilidades digitais bastante desenvolvidas desde muito cedo. A pesquisa mais recente revelou que na faixa etária entre 3 e 5 anos, mais crianças são capazes de operar jogos de computador (66%) ou utilizar um smartphone (47%) do que de amarrar os próprios tênis (14%) ou nadar (23%). 

"Essa pesquisa nos mostra que saber utilizar a tecnologia hoje é quase como respirar, uma obrigação. O desafio que os pais enfrentam agora, diante de questões como segurança e privacidade, é entender como educar e preparar as crianças nesse universo digital", declara Dr. Chris Brauer, Diretor de Inovação do Instituto de Estudos de Gestão de Goldsmiths, da Universidade de Londres. "Gostando disso ou não, os pais possuem a enorme responsabilidade de educar seus filhos para que façam um uso produtivo e responsável das tecnologias digitais. Os dados da pesquisa mostram a necessidade de ampliar o debate sobre privacidade e segurança nos lares conectados, mas também a necessidade de promover um estilo de vida mais equilibrado no que diz respeito ao uso da tecnologia e o incentivo a atividades offline".

Veja algumas das descobertas mais relevantes dessa pesquisa:

0-2 anos - O compartilhamento triunfa sobre a privacidade
Apesar do constante debate público a respeito da privacidade on-line, muitos pais estão criando uma vida digital para seus filhos antes mesmo que eles possam andar, falar ou mesmo antes de terem nascido.
•    Os dados globais apontam que 81% das mães já postaram fotos de seus filhos na Internet. No Brasil, o dado é ainda mais espantoso: 94% das mães já admitiram a prática, e a maior parte das fotos foram postadas antes do bebê completar um ano de idade.
•    As fotos de recém-nascidos são as mais publicadas, com 30% das postagens. No entanto, os pais brasileiros são os que menos simpatizam com esse tipo de postagem, praticada por apenas 12% das pesquisadas.
•    8% das pesquisadas disseram ter criado contas de e-mail para seus bebês. No Brasil esse número chega a 14%.
•    6% das mães criaram perfis em redes sociais para seus bebês, novamente no Brasil esse índice é maior, chegando a 12%.
•    O termo em inglês 'Sharenting' (ou compartilhamento paterno, em uma tradução livre) se refere ao hábito dos pais tornarem público, por meio da Internet, as etapas de desenvolvimento de seus filhos.
•    Grande parte das mães disse que esse hábito se deve à vontade de compartilhar esses momentos com familiares e amigos (80%) - por outro lado 25% afirmaram fazê-lo para mostrar um dia essa evolução aos próprios filhos.

3-5 anos - Mais habilidosos no tablet do que na rua?
Ao olhar para uma geração de crianças incrivelmente imersas no mundo digital desde o seu nascimento, o estudo demonstra que grande parte das habilidades digitais estão sendo conquistadas e aprendidas antes de atividades - antes básicas - do 'mundo real'.
•    A pesquisa demonstrou que 57% das crianças sabe operar pelo menos um aplicativo de smartphone ou tablet - um aumento de 38% desde que a mesma pergunta foi feita na primeira pesquisa da série, quatro anos atrás;
•    62% das crianças sabem ligar um PC, mas só 42% sabem o endereço de casa;
•    66% sabem operar jogos de computador, mas só 14% sabem como amarrar os sapatos;
•    57% sabem utilizar pelo menos 1 aplicativo de smartphone, mas apenas 25% sabem o que fazer em uma emergência;
•    Dentre os países pesquisados, os que apresentam maiores índices de desenvolvimento de habilidades tecnológicas são EUA, Reino Unido, Brasil e República Tcheca.
6-9 anos - Conflitos entre o mundo Real e o Virtual
Na faixa etária entre 6 e 9 anos, a internet parece estar profundamente presente na vida social das crianças, o que gera novas responsabilidades para os pais.
•    89% das crianças dessa idade usam a internet, no Brasil esse índice chega a 97%, sendo o mais alto entre todos os países pesquisados;
•    7% das crianças passam mais de 10 horas conectadas, mas a maior parte delas gasta entre 0 e 5 horas online.
•    46% brincam em redes sociais focadas em crianças como a WebkinzT ou o Club PenguinT, mas 16% estão no Facebook.
•    No Brasil o número de crianças que possuem perfil no Facebook é de 54%, mesmo com a determinação de idade mínima de 13 anos estabelecida por essa rede social.
•    Menos de 10% das mães acreditam que as brincadeiras nesse 'playgrounds digital' podem prejudicar as habilidades sociais de seus filhos, mas quase 19% temem que seus filhos estejam sujeitos à comportamentos agressivos ou à ciberbullyng.
Pais no Controle

Apesar de considerarem a tecnologia como benéfica para o desenvolvimento e aprendizado das crianças, grande parte dos pais ainda não está atento à segurança de seus filhos online.

•    Ferramentas de Controle Parental são utilizadas por 64% das mães pesquisadas. No Brasil, 33% das mães disseram não ter nenhum tipo de controle sobre o que seus filhos acessam online.

•    Grande parte das entrevistadas acredita que a tecnologia é altamente benéfica para o desenvolvimento de seus filhos (44% deram nota 5 em uma escala de 0 a 5). O Brasil está entre os países mais entusiastas da tecnologia, com 47% das mães respondendo com nota máxima.

•    Entre aqueles que apoiam o uso da tecnologia, 75% afirmaram acreditar que ela ajuda a ampliar habilidades motoras, e 67% acreditam que ajuda a desenvolver a expressão e a criatividade das crianças;

•    Entre os pais que não aprovam o uso da tecnologia, 70% acham que crianças não devem passar muito tempo em frente a telas de computador/tv/gadgets, e 66% acham que a tecnologia faz com que as crianças deixem de adquirir outras habilidades importantes para suas vidas.

•    A AVG Brasil acaba de lançar um e-book com orientações para pais e educadores sobre a segurança e privacidade de crianças e jovens online. O e-book pode ser baixado gratuitamente pelo endereço:http://www.avgbrasil.com.br/proteja-nossas-criancas

"As crianças hoje são apresentadas ao mundo pelas redes sociais e, com apenas alguns meses de idade, são muitas vezes "acalmadas" com o uso de dispositivos como tablets e smartphones. Podemos dizer que elas estão, literalmente, aprendendo sobre a vida por uma tela. Mas quanto tempo os pais gastam para pensar seriamente sobre as implicações de criar seus filhos no mundo conectado de hoje? Já há indícios de que alguns comportamentos indesejáveis podem levar ao ciberbullying na infância, e a passagem das crianças de redes virtuais especializadas para uma rede muito mais aberta, como o Facebook é maciça", explica Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG Brasil.

"Os pais não podem ser complacentes ou excessivamente permissivos, pois crianças desta idade não estão emocionalmente preparadas para lidar com todas as experiências on-line. Pais que oferecem e permitem o uso de dispositivos conectados - o que inclui celulares, tablets, videogames- devem ser também responsáveis por garantir a segurança e a privacidade de seus filhos", afirma Tony Anscombe, Evangelista de Segurança da AVG Technologies.

Todas as marcas registradas são de propriedade de seus respectivos proprietários.
Metodologia:

Um questionário on-line com 5.423 pais foi realizado no Reino Unido, Estados Unidos, França, Alemanha, Espanha, República Tcheca, Austrália, Brasil, Canadá e Nova Zelândia. O questionário foi criado utilizando a ferramenta Research Now e o trabalho de campo foi realizado entre novembro e dezembro de 2013.

Um apanhado de um congresso.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A pornografia é uma distorção visual da sexualidade

Do site zenit.org

Patrick F. Fagan, membro e diretor do Centro de Investigação sobre o Matrimônio e a Religião, descrevia os efeitos sociais e piscológicos da pornografia em seu estudo The Effects of Pornography on Individuals, Marriage, Family and Community.

Contrário ao argumento de que a pornografia é um prazer inofensivo, Fagan fazia referência às evidências clínicas que mostram que a pornografia distorce de modo significativo as atitudes e percepções sobre a natureza da sexualidade.

Se os consumidores regulares de pornografia são homens, tendem a ter uma tolerância maior com o comportamento sexual anormal, observava o estudo. Também é um habito muito viciante, devido à produção de hormônios que estimulam as partes responsáveis pelo prazer no cérebro.

A energia sexual é uma poderosa força e, devido a isso, a sociedade necessita canalizar essa energia de uma forma que promova o bem comum. O casamento legitima a intimidade sexual, que protege as crianças que são resultado do ato sexual, e promove a estabilidade social.

Colocar limites à atividade sexual ajuda os adolescentes enquanto amadurecem para orientar de forma correta sua sexualidade. Infelizmente, comentava o estudo, o desenvolvimento dos modernos meios de comunicação está derrubando estas barreiras e aumenta as formas dos criadores de pornografia entrar na vida familiar.

Em muitos casos, as esposas desses consumidores de pornografia sofrem danos psicológicos profundos, observava. Entre eles, sensações de traição, perda e desconfiança. Podem também se sentir pouco atrativas ou não aptas sexualmente, o que por sua vez pode levá-las à depressão.

Fagan acrescentou que os consumidores masculinos de pornografia tendem a diminuir sua implicação emocional em suas relações sexuais, o que acaba fazendo com que suas esposas sofram através da diminuição da intimidade de seus maridos. Em um estudo, os maridos afirmavam desejar menos suas esposas por causa do longo tempo dedicado à pornografia.

A pornografia também tem impacto no lado físico nos relacionamentos. A exposição prolongada promove a insatisfação com o outro e com seu comportamento sexual.

Outros estudos mostram que os consumidores de pornografia veem cada vez mais o casamento como um confinamento sexual, e isso os levam a duvidar do valor do matrimônio como instituição social.
O distanciamento emocional das esposas e o próprio casamento sofrem as consequências. Fagan dizia que o consumo da pornografia e de outras formas de contato sexual online é considerado por muitas esposas tão prejudicial para a relação, como uma infidelidade na vida real.

De fato, os homens e as mulheres reagem à pornografia de modo diferente. Um estudo realizado por estudantes teve como resultado que os homens se transtornavam mais pela infidelidade sexual enquanto que as mulheres pela infidelidade emocional.

Outro estudo examinava os diversos tipos de degradação da pornografia. Tanto homens, quanto mulheres qualificavam três temas principais como os mais destrutivos, mas com intensidades diferentes: as mulheres os consideravam mais degradantes que os homens.

O impacto nas mulheres aumenta quando seus maridos se tornam viciados em pornografia.
Fagan citava um estudo que revelou que 40% desses viciados em sexo perdem suas esposas. Não foi investigada a fundo a relação entre pornografia e divórcio, mas um estudo sobre relatos de advogados de divórcio indicava em 68% os casos de divórcios ocasionados por uma das partes que se envolveram em interesses amorosos na internet, e 56% os casos em que uma das partes tinha um interesse obsessivo nas páginas pornográficas da web.

As mulheres não são as únicas que sofrem quando a pornografia se converte em vício. O estudo de Fagan observava ainda que o consumo frequente de pornografia trás como consequências uma menor autoestima e uma menor capacidade entre homens de levar uma vida social significativa. Um estudo sobre viciados em pornografia revelou que eles se sentiam angustiados e percebiam que importantes aspectos de suas vidas estavam se deteriorando através de seus vícios.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Piadas para divertir a família nas férias

Um seminário para maridos:

Devido à complexidade e dificuldade de assimilação dos temas, os cursos terão no máximo 8 participantes. As inscrições estarão abertas durante a próxima semana.

Tema 1
Como se enche as fôrmas de gelo. - (passo a passo, com apresentação de slides)

Tema 2
O rolo de papel higiênico: será que nasce no porta-rolos? - (Mesa redonda)

Tema 3
Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão. - (Desenhos e gráficos esclarecedores)

Tema 4
A louça do almoço levita sozinha até a pia? - (exemplos em vídeo)

Tema 5
Fazer a mala: incompetência nata ou capacidade mental progressiva? - (iniciação lúdica)

Tema 6
Como aprender a encontrar coisas, começando por procurar no lugar certo, em vez de remexer a casa toda aos gritos. (passo a passo)

Tema 7
Os verdadeiros homens também pedem orientações a estranhos quando se perdem.- (depoimentos verídicos de comprovados machos e conferência)

Tema 8
O homem no lugar de copiloto: é geneticamente possível não dar compulsivamente palpites durante as manobras de estacionamento!

Tema 9
Como ser acompanhante em shoppings, sem protestar. - (exercícios de relaxamento e autocontrole)

Tema 10
Como lutar contra a atrofia cerebral: recordar aniversários, outras datas importantes e telefonar quando se atrasa.

Encerramento do curso e entrega de diplomas aos sobreviventes.


Piadinha de informática.


O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente: no dia 25 de dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo do modem, sai pela porta serial e diz: "Feliz Natal! ROM, ROM, ROM!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Comprar pela internet

Está é uma confissão: é um vício!

Devido a certas circunstâncias, tenho ficado mais em casa, trabalhando no computador. Então, as tentações chegam a todo o momento, com renovação instantânea, e tentadora. A visualização dos produtos está eficientíssima - podemos, em alguns casos, enxergar (ou seria "enchergar", como propõe o Enem?) o interior das bolsas. Até agora não me arrependi em quase nenhum item, incluindo bolsas e até sapatos, sendo que meu pé, 34 mais ou menos, me causa problemas in loco, quer dizer, quando experimento ao vivo, pois é magro, e às vezes o sapato demanda uma palmilha.

Gostaria que este texto fosse interativo, seria muito bom conhecer experiências alheias, pois assim sabemos onde erramos e em quê podemos melhorar. Ou comprar... Brincadeira,  não queremos que ninguém perca emprego nas lojas, ainda mais porque ir ao shopping distrai e nos proporciona um contato visual com o produto que não conseguiremos ter jamais na tela, ainda que esteja melhorando a cada dia. O mais importante, porém, não é o contato com o produto, e sim com as vendedoras, na sua maioria mulheres, como nós, também mulheres e consumidoras. Conheço muitas - e digo "conheço" porque converso e tenho algumas como amigas. Quando estive doente, recentemente, com uma forte crise de coluna, muitas ligaram para saber se melhorei, e disseram que rezavam por mim. É claro que não faltou a ironia dos filhos: "Claro, que ela ligaram, mamãe, você está fazendo falta!"

Porém, uma cliente afável faz falta além do que compra, o que já é fundamental para a renda delas, fator importante ou único nas  suas famílias. Vendedoras confiáveis são um presente,  nos aturam, nos embelezam e até sugerem itens e procedimentos que não fazem parte do seu "métier". Aquelas que
vendem cosméticos opinam, e bem!, sobre cabelo, e vice-versa. E por aí vai. E o convívio alegre de quem não as vê como simples apresentadoras dos produtos faz com que se sintam os indivíduos que são, com suas especialidades e dores, principalmente nos pés, pois ficam em pé o dia todo, já pensaram nisso? Que podem ter um grave problema na família, mas devem estar sorrindo, senão vendem menos, o que pode significar uma baixa considerável no seu salário? Ou podem estar mal de saúde, e nem têm tempo para ir ao médico, ou seguir o que ele indica, senão ficam por conta do reduzido dinheiro que o governo dá?

Pronto, este é um clássico exemplo de fuga do tema: comecei pelas compras na internet e me aprofundei no aspecto humano e social das compras ao vivo. No Enem isso não seria problema, porque levam em consideração acima de tudo coesão e coerência, virtudes fundamentais de uma redação. Eu fiz de propósito, e não cometi erros crassos e inadmissíveis de concordância e ortografia, sem falar  nos de regência e acentuação, mais comuns, inclusive na TV e nos jornais.

Como ex-integrante por muitos anos de banca de criação de provas e correção de redação em língua portuguesa de concursos, sei que devemos ver além de erros bobos, cometidos mais pelo nervosismo dos candidatos do que por ignorância. Aproveitávamos tudo, pois dar zero em uma redação ótima mas que foge ao tema, é uma punhalada no coração de um professor. Contudo, há certos casos que são claros: o sujeito tentou enrolar - vide a receita do miojo, ou é analfabeto funcional, como em muitos casos. E isso não dá para ignorar.

Opa,  agora viajei no tema!

                                            Maria Teresa Serman

sábado, 19 de janeiro de 2013

Portal de Horário de Missas

O portal Horário de Missa surgiu da necessidade de muitos fiéis católicos de encontrar uma Missa numa cidade na qual está visitando, ou de encontrar uma Missa em um bairro da sua cidade que não conhece muito bem.

Há doze anos atrás, ao viajar para Boston, conheci um portal de horários de Missas para todas as cidades dos Estados Unidos e fiquei imaginando como seria bom ter algo similar para o Brasil”, conta um dos desenvolvedores do projeto.

Muitas vezes queremos assistir à Missa quando estamos viajando e não é fácil encontrar os horários”, diz Luís, um dos colaboradores do projeto.

Lançado com cerca de 2.000 Igrejas, o portal Horário de Missa (www.horariodemissa.com.br) tem como missão oferecer aos fiéis católicos, de maneira gratuita, uma forma moderna de consultarem os horários e os endereços das Igrejas em todo o território Nacional.

Nosso objetivo é ter 100% de cobertura até o fim de 2013”, afirma José Antonio Oliveira, líder de desenvolvimento do projeto. “Não é fácil porque muitas informações não estão online e é preciso fazer muitos telefonemas”, continua Oliveira.

O portal conta com uma área cooperativa onde os usuários podem fornecer informações sobre as paróquias que conhecem e ajudar a aumentar rapidamente a rede de Igrejas cobertas pelo serviço.

Algumas páginas legais do site:

Cadastre sua paróquia ou ajude pesquisando Igrejas:  http://www.horariodemissa.com.br/formcolabore.php
Todas as dioceses do Brasil: http://www.horariodemissa.com.br/paginas/dioceses.php
Curiosidades: http://www.horariodemissa.com.br/paginas/curiosidades.php

Algumas curiosidades que o site apresenta são a Igreja mais ao norte, mais ao sul, mais ao leste e ao oeste. A Missa mais cedo no Brasil e a mais tarde.





sábado, 3 de setembro de 2011

Li por aí- (21)Vovós usam a Internet para combater solidão no Japão

Um assunto que ao mesmo tempo mostra o avanço tecnológico e a tristeza dos idosos rejeitados.

Um tema bom pra ser meditado e vermos as vantagens da tecnologia para todos estarem ligados e usufruírem da melhor maneira possível. Como vamos querer o nosso futuro familiar: deixados de lado e sozinhos como estão estes japoneses atualmente, ou inseridos numa família onde se ensinou a amar e respeitar os idosos?

Por Yuko Takeo

TÓQUIO (Reuters) - Há 15 anos, uma sensação de isolamento cada vez maior causada pelo envelhecimento levou Kayoko Okawa, então com 66 anos, a procurar um centro local de voluntários e perguntar timidamente se alguém da idade dela poderia criar uma comunidade online para idosos.

A enérgica Okawa, agora com 81, hoje é presidente do 'Grupo das Avós do Computador', e diz que usar a Internet pode aliviar a solidão do crescente número de idosos que vivem sozinhos no Japão e, mais importante, evitar uma morte solitária -- o que muitas vezes passa despercebido por longos dias.

'Gosto de lembrar da época em que escrevia cartas e enviava desenhos e fotos', diz Okawa. 'Era o toque pessoal que importava.'

Rejeitada 15 anos atrás por muitos grupos, com comentários do tipo 'não há como uma vovó como você fazer uma coisa assim', as perguntas hesitantes de Okawa terminaram por ser respondidas com entusiasmo amistoso e conselhos por dois jovens, que imediatamente se ofereceram para ajudar a montar a rede e imprimir cartões de visita para a fundadora.

Defendendo um maior uso da tecnologia da informação pelos idosos, as 'Vovós da Computação', grupo que hoje congrega mais de 250 mulheres e -- homens -- de todo o Japão, promovem duas aulas mensais para ensinar os idosos a usar a Internet. Também operam uma lista de discussões que se tornou uma movimentada comunidade online.

'Suponho que a expansão aconteceu porque todo mundo se sentia solitário. É um momento da vida em que todos, homens e mulheres, se sentem um pouco sozinhos', disse Okawa.

'Falamos sobre a 'sociedade em envelhecimento' e sobre a 'necessidade de apoio psicológico' e coisas assim... mas a verdade é que todo mundo se sente um pouco sozinho', acrescenta.

Quando Okawa começou sua jornada, os computadores pessoais ainda eram bem caros, com preços de mais de 600 mil ienes (7,8 mil dólares em dinheiro atual), bem além do alcance dos aposentados.

Ela e um grupo de voluntários solicitaram doações de computadores usados a empresas, e conseguiram o que precisavam em uma visita à subsidiária japonesa da Microsoft.

'Entrar no depósito deles foi como entrar em uma caverna do tesouro', disse Okawa.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Seguindo a modernidade – Os Tablets

Este termo me fez lembrar de uma tia, velhinha, que dizia sempre que nos via de jeans: “ calças da moda” ou quando nos via de tênis: “ sapatinho da moda”. Mas é assim a vida, as coisas vão mudando e muitas vezes se superando e outras tornando-se até obsoletas.

No momento atual, uma boa modernidade é o IPad ou seus similares, os tablets das concorrentes da Apple. Eu, pessoalmente, gosto do IPad, IPhone e todos os is da Apple, mas alguns dizem que os concorrentes também tem qualidade.

Nossos filhos, quase sempre, nos induzem a querer o que eles acham o melhor, e aqui em casa é assim também. Até meu marido aderiu ao IPad. Ele, todo conservador, amante do saudosismo constante: “ no meu tempo tuuuudo era melhor”, este mesmo, passou a usar e não quer outra vida, em sua mesa de trabalho agora só tem IPad com umas caixinhas de som com microfone e seus papéis de que ele não abre mão ainda.

Existem vários tipos de Tablets, agora mesmo a Sony lançou um com controle remoto universal e outro, dobrável. E seus preços são bem convidativos. Mas é sempre bom comparar uns com os outros e verificar todas as suas vantagens.

Um IPad ou tablet é um aparelho de mais ou menos 9,7 polegadas que une computador, videogame, tocador de música e vídeo e leitor de livro digital, estando situado entre um smartphone e um netbook. Possui tela sensível ao toque e é bem leve e fácil de manusear, pode ser usado, sentado, em pé ou deitado. Pode ser levado na bolsa ou mochila sem chamar atenção para si. Um excelente instrumento de trabalho que facilita os jovens a estudar nas suas mesas minúsculas sem ocupar muito espaço, como faz um computador normal.

Em dois anos do seu surgimento, já se tornou uma necessidade e uma alternativa bem sucedida de conexão com internet e de facilitador de leitura de modo geral, sem contar os inúmeros jogos que podemos armazenar neles.

Uma das vantagens do IPad , IPod e IPhone é que podemos criar jogos e mandar para a aprovação da Apple e eles aprovando entram no sistema e todos podem adquirir sua criação.
Com apenas toques na sua tela, temos todos os recursos de um computador a nossas mãos.

No momento, temos os tablets da Apple, Motorola, Samsung e alguns outros não tão conhecidos.

Vamos nos modernizar e facilitar nossas vidas, sem mouse, sem dor no pescoço e sem carregar peso!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Navegar é preciso?

Por Rafael Carneiro Rocha

Navegar pela internet é uma atividade estimulante. Muitos de nós já passamos, quem sabe, uma dezena ou mais de horas, transitando entre janelas de bate-papo, redes sociais, e-mails, blogs e pesquisas de nossos temas preferidos. Naturalmente, muitos de nós também já nos perguntamos, com alguma dose de culpa, se não perdemos tempo com a internet.

Certa vez, eu cheguei a apresentar para um dos meus confessores o tempo desordenado que consumia na internet. O conselho do padre já era algo que eu tinha em meu coração. Meu tempo livre em casa poderia ser preenchido com outras coisas, como a leitura de um bom livro. De fato, no fim do ano passado, quando tomei a medida simples e drástica de excluir minha conta no orkut, meu tempo "ocioso" passou a ser melhor preenchido. Acho que nunca li tantos livros bons, como li neste ano.

Para corrigir nossas desordens, é preciso que tenhamos objetivos a cumprir. Primeiramente, devemos nos perguntar o que queremos com os recursos da internet. Quando eu me dei conta que a rede social do orkut se tornou algo que roubava o meu tempo com curiosidades desnecessárias, eu desfiz a minha conta.

Para quem cogita excluir redes sociais ou contas de msn, eu sugiro que planeje coisas para se fazer no tempo outrora destinado à internet, assim o pequeno período de "crise de abstinência" será mais suportável. Confesso que senti falta do orkut durante uma semana, mas hoje não existe a menor chance que eu volte a ter uma rede social.

Não sugiro que medidas como exclusões de contas em redes sociais ou em programas de bate-papo sejam as melhores saídas para os fissurados pela internet. Ter uma rede social e uma conta no msn podem ser coisas valiosas para se conhecer pessoas e estreitar laços de amizade. Mas é preciso perguntar o que queremos com a internet. A consciência mais clara de nossas ações impede os vícios.

sábado, 21 de agosto de 2010

Filtro para iPhone um marco histórico

Hoje foi lançado, após meses de desenvolvimento, a primeira versão do Netfilter para iPhone e iPod Touch, com o valor promocional de US$ 2,99:

http://itunes.apple.com/br/app/netfilter-content-filter/id386618854?mt=8

Um pouco de história
Há dez anos, surgia, primeiro como uma divisão da SpeedComm e logo a seguir como uma empresa separada subsidiária, a Netfilter. Apesar de não estar na empresa desde o começo posso atestar que durante 10 anos a Netfilter viu muito da história da Internet ser feita e participou ativamente dela. Não foi uma participação espetacular como as gigantes do setor mas acredito que demos nossa contribuição para tornar a internet um ambiente produtivo e saudável. Quando ela completar os 10 anos de fundação, farei um histórico completo.

Netfilter no iPhone/iPod Touch
Os aparelhos móveis são, como todos já notamos, uma plataforma onde cada vez o acesso à Internet será comum. Já há alguns anos percebemos isto, mas devido a heterogeneidade dos modelos era, e ainda é, difícil fazer um filtro de conteúdo para cada modelo de aparelho. Nossa estratégia tem sido procurar implantar filtragem nas operadoras e fornecer filtros para os aparelhos que apresentam um maior potencial de acesso à internet.
Neste contexto o lançamento de hoje, do Netfilter for iPhone, é um marco na nossa história como empresa e todos os funcionários da Netfilter estão orgulhosos desta conquista. Por outro lado, é um fato importante para os pais terem mais tranquilidade ao permitirem que seus filhos acessem a Internet nos seus iPhones ou, mais comumente, nos iPod Touch.


Esperamos em breve poder fornecer o mesmo serviço para usuários de outras plataformas móveis.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Perguntas e Respostas: Dra Mannoun Chimelli - Adolescentes - Como educar? (Parte 40)

As perguntas estarão apenas com as iniciais dos nomes, para deixar bem à vontade nossas amigas.

Pai adolescente

1 – A. diz: Dra que atitude devo tomar com meu filho de 17 anos que engravidou uma garota de 15 anos? Quais responsabilidades ele deve assumir como pai? Eu nem sei o que fazer, ele estuda o ensino médio e nem trabalha e agora?

RESP:Caro A. Calma em primeiro lugar. Procurem conversar com os pais da moça, combinado assistência ao pré-natal e que cada um continue em sua casa, nas atividades normais - estudo, atividades domésticas, sem facilitar as saidas e muita convivência entre os dois.
Conversem com seu filho no sentido de que ele desperte para uma nova responsabilidade da qual deverá ir tomando consciência e amadurecendo - a paternidade . Que procure fazer cursos profissionalizantes paralelamente ao Ensino Médio, para pensar numa profissão ou ofício que lhe permitam trabalhar e ganhar algum dinheiro. Deve ajudar seus próprios pais nas despesas com o bebê.
Não sugiro que se casem- pelo menos até que cheguem à maioridade e decidam o que desejam para suas vidas. Não aplaudam nem desanimem os dois quanto à nova vida que está crescendo dentro da moça. Uma vida é maravilha na Criação e sempre devemos respeitá-la e tratar muitíssimo bem !.
Vocês, os pais, também devem permanecer tranqüilos e serenos, dialogando sempre, ouvindo mais e dando atenção aos filhos .Seu exemplo é fundamental !
Procurem ser amigos dos pais e da familia da moça. será bom para todos.
Fico às ordens, Mannoun

Síndrome de Asperger
2 – A. diz: Meu filho tem 12 anos, fala muito, é muito em tudo, e agora o medico disse que suspeita que ele tenha uma espécie de autismo, como pode?
Falou em "S
índrome de Asperger ", o que é isso? E o que devo fazer? Tem cura?
Temos uma situação financeira bem apertada e outros filhos, sendo que outro com outro tipo de problemas, mas que também precisa de muita atenção.
Estou desorientada sem saber lidar com tudo isso. Agradeço sua ajuda


RESP: Olá, A. O próprio médico de seu filho poderá orientar e explicar com mais detalhes a Síndrome. É um paralelo de autismo - nem totalmente um tipo de disfunção cerebral nem outro. Cada criança ou jovem se apresenta de uma forma..Há tratamento , sim e, por favor, não devem se afligir. Vejam com o médico onde procurar ajuda- não sei onde moram, mas geralmente são neuro-psiquiatras, pedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais- uma equipe- os profissionais que trabalham com essas disfunções. Quem sabe este filho e o outro podem ser atendidos no mesmo local ? No Rio de Janeiro, o Hospital do Fundão, o Fernandes Figueira, o SUS, também trabalham com essas síndromes. Vocês têm computador e internet? Acessem o Google, pesquisando " Síndrome de Asperger" - existem pequenos e bons vídeos que explicam muito bem o que é esta disfunção. Fico a seu dispor, Mannoun

Filho viciado em computador
3 – L. diz: Como conseguir tirar o vício de computador de um filho rebelde? Ele não sai mais pra nada e depois da escola só fica no computador o dia inteiro. Deixa até de comer se eu não levar a comida até ele no quarto. E briga se eu entro e faço barulho.

RESP: Cara L. Converse seriamente com ele- (não sei quantos anos ele tem, mas será que seu filho é quem manda na família?)
Após uma conversa firme e serena com ele, estabeleça regras para o bom uso do computador e internet, especialmente horário para refeições, estudos, lazer, exercícios físicos, esporte, atividades de ajuda em casa. De modo algum leve refeições para ele no quarto e não permita - " que ele brigue se a senhora entrar no quarto ou fizer barulho"...
De quem é a casa? Quem é a mãe e a quem pertence a autoridade?
Esclareça bem as posições, com calma e firmeza- seja qual for a idade dele!
Desculpe meu modo de falar, mas é necessário muita clareza de papéis na família, para o bem de todos. Fico às suas ordens e BOA SORTE! Mannoun

sábado, 26 de dezembro de 2009

PERIGOS DOS EXCESSOS NAS NOVAS TECNOLOGIAS- para as crianças

Entrevista com João Malheiro - Doutor em Educação pela UFRJ

1. Que tipo de problemas de convivência terá um adolescente que foi uma criança viciada em computador?
Os pais hoje, preocupados com a insegurança na cidade e muitas vezes por comodismo – para não terem que dar a atenção devida – preferem ir equipando os quartos dos filhos com video-games, internet, computador, DVD, ar-condicionado, frigo-bar... criando-os em autênticas “bolhas” tecnológicas. Estas “bolhas” depois se tornam psicológicas e os jovens saem para as escolas, para os cursos de inglês, para os diversos esportes, etc, dentro dessas bolhas, dificultando enormemente a capacidade de olhar para as pessoas, para se relacionar com elas, tornando-as tímidas, egoístas e desinteressadas pelas necessidades dos outros. Uma pessoa educada assim, desde cedo, terá resistências para sair de si e fazer amigos: esta é a causa principal porque os jovens hoje têm 2, 3 amigos de verdade no máximo e um monte de amigos virtuais ou cachorros, gatos, etc: esses não exigem esforço de sair da bolha.

2. Que tipo de problemas de aprendizado o adolescente terá?
O excesso de imagem que nos traz hoje a “cultura da imagem” vem trazendo sérios problemas de aprendizagem que já se está tornando uma autêntica “chaga” educacional, atingindo várias camadas sociais e não somente as classes mais abastadas.
Costumo destacar três graves deficiências educacionais:

1º) déficit de atenção: um adolescente que seja educado a receber muitas informações desde cedo, através de imagens, acabará por se viciar a ficar atenta somente naquilo que lhe é agradável como é a imagem . É o que se chama: ATENÇÃO EXPONTÂNEA. É preciso educar também na atenção voluntária: aquela conseguida através do esforço que nasce do estudo, de leituras, de documentários com perguntas, de questões na sala de aula (questões desafio), etc. Um dos maiores problemas hoje que os professores têm que enfrentar é a indiferença no aprendizado. Têm que se desdobrar para conseguir mantê-los atentos por apenas alguns minutos. Tudo isto muitas vezes tem relação com currículos ultrapassados e metodologias antiquadas, por isso é preciso descobrir quais são as verdadeiras causas da pouca motivação do aluno aprender e do professor ensinar.

2º) desmotivação, falta de iniciativas e de criatividade - o excesso de imagem afeta e enfraquece demais a imaginação, porque quando a imagem já vem pronta a pessoa não precisa fazer esforço e se acostuma com isso.
EX 1: como faltam atualmente idéias na criançada na hora de brincar. Antigamente, com uma meia, com um cabo de madeira, com uma boneca existiam mundos e mundos...
EX 2: antigamente, como só havia rádio, as pessoas tinham que imaginar tudo, ouvindo um jogo de futebol. Porque não havia TV, as tertúlias familiares, nas quais o avô contava estórias, eram atraentes e se passava muito bem em família.
Hoje, o video-game, internet, lan-house, etc “sugam” a criatividade das crianças, atrofiando sua imaginação..

3º) afeta também a memória - quantas mães reclamam hoje que seus filhos têm problemas para assimilar a matéria, dá branco na prova a toda a hora, ou, o que é pior, esquecem os deveres e obrigações escolares.
* as pessoas hoje pensam que ter informação é ter conhecimento: existe uma diferença imensa nesses dois conceitos: informação são dados, fatos, impressões imediatas, etc. Conhecimento exige assimilação, relacionar fatos, memorização ordenada.
* criam a falsa idéia de que já sabe a coisa porque viu na telinha, quando na verdade o assunto fica só na periferia do ver, sem chegar à inteligência:
• isto vicia a pessoa com a memória fraca
• ficam superficiais nas idéias: não sabem se comunicar (falar e escrever)
• se tornam “animalizados” na linguagem, na cultura, na diversão...

3. Como essa mania afeta o relacionamento em casa?
Na medida que os pais fomentam “bolhas” dentro de casa, colocando computadores, videos-games, etc. nos diversos quartos dos filhos, cozinhas, banheiros (já existe!), as pessoas vão deixando de conversar, de dialogar, de ser família...

Nos Estados Unidos, sabe-se que uma criança assiste em media, a 1680 minutos de TV por semana (4 horas/dia), enquanto os pais gastam 38,5 minutos dialogando com os filhos. A informação é do psiquiatra infantil Paramjit Joshi, do Centro de Crianças John Hopkins de Baltimore e foi divulgada em matéria de O Estado de S. Paulo, no dia 8 de julho. Fonte : Tendência & Cultura - SBP.Notícias no.4, ano I - fev/março 99

4. Quando o computador se torna um aliado e quando se torna um vilão?
Para entrar de cheio na questão, gostaria de recordar quais são os motivos que levam a criança e o adolescente a ficar no vídeo, na tv, na internet. Existem 3 blocos de motivos principais :
1º) acalmar os nervos ou combater o desânimo (curto prazo(CHATEADO) ou da vida);
2º) preencher o tempo ou simplesmente descansar
3º) entreter-se de forma seletiva ou como fonte de estudo, pesquisa e informação

Os dois primeiros, quando vão excedendo 2, 3 horas /dia - segundo alguns médicos – se tornam vilões porque a criança vai ficando cedada e perdendo o senso crítico que filtra o que é conveniente do que não é: deixa-se dominar por eles, podendo a partir daí acontecer de tudo.
É importante que os pais percebam a incoerência que existe em se sacrificarem para ir buscar suas filhas numa festa no Recreio dos Bandeirantes (RJ), no sábado à noite às 5 h da manhã, ou ainda, coloquem vários sistemas de segurança na suas casas: alarmes, vigias, etc., e não vigiem quem está entrando dentro de suas casas pela TV ou pela INTERNET. Hoje em dia com as WEB-CAM, é possível que os adolescentes se filmem mutuamente pelados no quarto, por exemplo, e enviem essas imagens por e-mail a quem quiserem. Isto já está virando moda: logo vai se chamar de prostituição digital. Os pais não podem ser mais ingênuos, achando que seus filhos são uns santinhos e que só ficam “baixando”músicas durante a tarde.

Em todas as palestras que dou em colégios aconselho que os pais coloquem FILTROS de pornografia – confira www.NETFILTER.com.br (não ganho comissão nas vendas!!!) – que se torna muito eficiente combater esses intrusos da família. Muitas escolas, empresas, servidores já estão aplicando esta medida curativa. Não deixaria ter também WEB-CAM disponíveis nos quartos dos filhos.
Com relação ao terceiro bloco de motivos, sem dúvida, quando esses meios de comunicação são usados para enriquecimento pessoal, de forma seletiva e inteligente, só podem ser aliados do bom viver.
É muito importante, portanto, que os pais se questionem todos os dias quais são os reais motivos que estão levando os seus filhos a ficarem horas e horas na TV, internet, computador, etc. Nem sempre são os mesmos...

5. Como os pais podem identificar o problema do vício pelo computador?
Quando além de passarem várias horas por dia em frente a esses aparelhos, perdem a capacidade de aprendizado descritos acima e de relacionamento. Vão perdendo também a sensibilidade para a família, os amigos, outros em geral...

6. Identificado o problema, como devem agir?
Devem ter a fortaleza de colocar limites de uso de horas, de programas e de tirá-los dos próprios quartos colocando-os todos na sala de estar, para que haja vida em família. Devem depois incentivá-los a usarem esses meios para construirem projetos úteis para a família, escola, sociedade: escrever livros, escrever cartas, organizar aniversários da família, cardápios para a mamãe, músicas para escutar de noite, pesquisas sobre futuras viagens, etc.