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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Viajando com seu bebê

Por Manu Freitas

Viajar é muito bom, mas sempre requer tempo para sua preparação. Se arrumar as malas é algo trabalhoso para os adultos, imaginem quando as crianças completam o grupo!

Resolvi escrever este artigo devido a segunda viagem do meu filho. Na primeira, as malas e objetos foram bastante reduzidos, pois ele tinha apenas três meses e apenas mamava no peito.
Nesta viagem, já com 9 meses e comendo alimentos sólidos durante todas as refeições, houve toda uma logística a ser preparada.

1º Viajando de carro

De Recife a Natal são quase 4 horas de viagem. Preparei uma mamadeira de suco e dois potinhos com frutas picadinhas. Uma mamadeira com água.

Ele dormiu boa parte da viagem, e só acordou quando já estávamos na entrada de Natal. Ou seja, acordou louco de fome! Mas por estar tudo pronto não precisamos parar.

2º Almoço e Jantar

Liguei com antecedência para o hotel para me informar sobre o café da manhã, e se havia taxa extra para o café da manhã de um bebê. Fui informada que era cortesia, então durante o horário da manhã sua alimentação estava certa.

Para o almoço, preparei pequenas porções individuais, uma para cada dia da nossa estadia. Congelei e mantive no frigobar, que se manteve congelado. No horário do almoço, no hotel ou no shopping, pedimos para descongelar no microondas e servimos. A preocupação de levar o almoço deu-se devido o preparo ser sem sal (até completar 1 ano de idade).

Para o jantar, ao chegarmos a Natal, fomos ao supermercado comprar frutas para fazer sucos, vitaminas ou simplesmente picar. Serviu tanto para o jantar quanto para os lanches.

3º Onde dormir

Assim como para o café da manhã, informei-me por telefone e no momento da reserva sobre a existência de berço no hotel. No momento em que chegamos o berço foi levado ao quarto.

4º Utensílios

Listarei os itens que levei nesta viagem:

Mixer (para sucos e vitaminas)
  Esterilizador de mamadeiras e chupetas - para micro-ondas (utilizado o micro do restaurante do hotel)
1 faca
1 colher de sopa de inox (amassar os alimentos ou medir)
Pratinhos com tampa (3)
2 mamadeiras para sucos e vitaminas
2 mamadeiras para água
1 colher para servir
1 esponja (para lavar tudo o que foi utilizado - no banheiro mesmo, não há outra solução)
Sabão de coco (para lavar as fraldas de pano e roupas mais sujas com comida, evitando manchas até a volta para casa)
Guardanapos de papel
Pote com divisórias para leite em pó

Obs: Um forninho ajudaria no momento de esquentar o almoço dele, sem necessidade de ir até o restaurante só para isso, mas não foi indispensável. O que fez falta foi um garfo de inox para auxiliar na hora de amassar as frutinhas para o lanche, seja no quarto do hotel ou na rua.

5º Alimentos

Leite em pó
Frutas

  • Para o caminho: manga e mamão picados + suco de melão
  • Comprados no supermercado em Natal: kiwi, melão descascado e cortado, banana, ameixa roxa

Água mineral
Água de coco
Almoço congelado (seleta de legumes, frango,...)


Um detalhe muito importante que não pode ser esquecido é a exposição do bebê ao sol. Compramos o Sundown FPS 60 (Bloqueador solar kids 6h).
Os horários recomendados para o banho de piscina: até as 10h e após as 16h (variando de região para região. Para não correr riscos melhor não passar das 9h da manhã).
Também é importante levar na mala alguns medicamentos essenciais.
Tylenol em gotas (e um termômetro, claro), Salsep (para o nariz entupido) e Luftal (gases) são alguns exemplos.


Com uma boa dose de organização a sua viagem será tranquila e seu bebê irá adorar estar lugares diferentes.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Dicas para a chegada do bebê

Ao se aproximar a chegada do nosso filho queremos estar com tudo arrumado, para que chegue a casa, e tenha seu cantinho pronto. O bom é fazermos mesmo tudo com bastante antecedência para evitar o desgaste natural do final da gravidez. No finalzinho ficamos querendo uma boa posição para descansar, antes do próximo chute do bebê.  Sendo assim vamos aprontar tudo para simplificar a vida?

1- caixa de plástico para colocar as roupas já lavadas do bebê - existem vários tipos nas lojas de utensílios domésticos. Essas caixas vão ser muito úteis, mesmo que tenhamos gavetas e móveis para a criança. Elas ficam bem fechadas e evitam a entrada de poeiras e ácaros nas roupas já lavadas e passadas. Para quem gosta de dar um ar de recém lavadas, basta colocar dentro um sachê de lavanda. Bem fraquinho.

2 - a bolsa para a maternidade deve estar pronta - basta colocar em saquinhos,( aqueles de cozinha, com zíper , existem de vários tamanhos), e em cada um podemos colocar a muda de roupa para cada dia de hospital. Ou até mesmo para as adeptas de parto em casa, para os primeiros dias. Isso facilita muito para trocar na hora do banho. Ainda mais se temos outros filhos que dependam dos nossos cuidados.



3 - comprar os produtos de higiene para o início - sempre neutros, até conhecer bem o nosso bebê e ver se não tem alergias. Os perfumes infantis chamam a nossa atenção, nos atraem, mas ele não necessita disso para estar com aquele cheirinho gostoso, de recém nascido.

4 - deixando as superstições de lado vamos deixar o berço e carrinho prontos, armados para receber a criança. Deixar só para colocar lençol limpinho no dia em que for pra casa.

5 - o quarto do bebê deve ser pintado com bastante antecedência. Para evitar cheiros fortes. O que ajuda a tirar cheiro de tinta é colocar balde com água no cômodo, e ir trocando a água todo dia, até o cheio sumir.

6 - listar o que precisa compras para os primeiros dias: fraldas, chupetas, mamadeiras, protetor de seios, bomba de nariz, gaze, álcool, pomada pra assadura, lenços umedecidos, absorventes, copinho, chuquinha,  e o que mais se lembrar. Para na hora H não ficar aflita procurando.

7 - todas as caixas enfeitadas que fizermos para colocar no quarto do bebê devem ser de fácil limpeza -  assim também os utensílios menores do quarto, como abajur, almofadas, poltrona de amamentar - de preferência evitar tapetes e cortinas.

8 – providenciar a banheirinha – para que seja de tamanho adequado para caber no banheiro, sem estorvar o ambiente. Deixá-la também higienizada e coberta com um plástico.

9 - com o enxoval pronto, e o quarto arrumado, a mãe fica bem mais relaxada  - o lema é: "simplificar para facilitar a vida de todos". Assim sobra tempo para curtir a chegada e para continuar curtindo o marido e a família.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Como foi aplicar o Nana Nenê.

Por Marina Gladstone Pereira

Minha filha mais velha, quando nasceu, tinha muita dificuldade para dormir longe de mim. Mesmo em sono profundo, se a colocasse longe acordava chorando, então voltava para o colo e dormia. O nosso primeiro mês foi extremamente estressante por conta disso. Eu não dormia. Até que um dia que ela chorava desesperadamente e nada a acalmava, falei para o meu esposo “não sei mais o que fazer, vamos levá-la ao hospital”. Então fui trocar-lhe as fraldas e vi que estava assada. Eu não estava bem. Não conseguia raciocinar. Ela não estava bem, não conseguia dormir, mamava o tempo todo, meu leite secava.

Um casal de amigos nos emprestou o livro “Nana nenê”, e no meio das mamadas eu consegui ler. Meu esposo também leu. Decidimos então aplicar o método.

Bem, durou dois dias. Colocamos ela no berço, desejamos boa noite, saímos. Voltamos, “Filha, mamãe tá aqui, é hora de você dormir, até amanhã boa noite.” e repetíamos o processo. Ela tinha um mês. Ela chorou bastante nas primeiras vezes, acho que meia hora. Olhávamos aflitos no relógio a espera do minuto faltante. Até que por fim ela dormia.Mas, funcionou muito bem.

Duas semanas depois ela já dormia 12 horas seguidas a noite. Meu peito enchia pouco antes da hora de mamar. A orientação do bebê sempre mamar acordado ajudou ela a voltar a dormir sozinha caso acordasse no meio da noite. E ela cresceu muito bem, pois ela dormia bem, mamava bem, foi a receita do sucesso.

O melhor de aplicar o método foi a melhora da dinâmica familiar. O primeiro filho costuma ser muito estressante para o casal. Depois que ela passou a ter horários, a vida em casa melhorou muito. Podia preparar o jantar pro meu esposo, tínhamos tempo para estar juntos e conversar. Quando queríamos sair não era estressante levar o bebê, ela dormia no horário dela, no carrinho mesmo.

Minha segunda filha nasceu prematura. Ela teve cólicas intensas até dois meses e meio. Ela é mais tranquila que a irmã, e dormia só naturalmente. Depois que passou essa fase de turbulência, comecei a aplicar o método. Mama, troca a fralda, brinca e vai pro berço. Ela já reclamou de ter ficado no berço sozinha para dormir, mas nada que durasse mais que três minutos. Durante as cólicas dela descobrimos o áudio de “sons do útero”, e quando ela não está tão disposta a dormir coloco o vídeo do youtube. Ajuda a pegar no sono.

Recomendo vivamente a todas as famílias. Até para a alimentação usei o livro "para além do nana nenê", mas isso já é outro texto.


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Mão de bebê não é pra ser beijada.

Vocês já repararam como as pessoas que vão visitas nossos filhos pequenos adoram beijar as mãozinhas gostosinhas e fofinhas dos nossos bebês?

Não existe coisa mais desagradável do que ver isso e não poder, por educação, dizer nada na hora. A vontade que temos é pedir, por favor, que não peguem nas mãos do bebê, muito menos beijá-la. Nossa saliva está cheia de bactérias nocivas a esses seres ainda tão indefesos. Nossas mãos também são fontes de micróbios e impurezas que não devem chegar nem perto dessas mãozinhas recém nascidas.

Os bebês não tem a mesma imunidade que os adultos, e quase sempre costumam levar a mãozinha a boca, com frequência. 

Essa deveria ser uma regra de etiqueta bem propagada entre os parentes e amigos, antes de fazerem visitas aos recém nascidos. 

Um beijinho, sem babas, cai bem na carequinha do bebê, ou de preferência nos pézinhos fofinhos.

Nós vamos visitar as crianças, não só para conhecê-las, mas também para agradar a mãe e o pai; e só agradaremos se fizermos a visita dentro das regras de um bom visitante.

Lembrando disso temos que ter em mente que quanto menos tempo melhor. Mesmo que a família demonstre estar gostando do papo e da presença, nunca ficar mais do que o necessário. Principalmente no primeiro mês de nascido.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Batizado do Ângelo

Por Carol Balan

No sábado passado foi o batizado do nosso filho mais novo. Combinamos com o padre de fazer o batizado antes da missa das 19h, assim assistiríamos à missa e em seguida viríamos para a casa para uma confraternização. Aproveitando o clima frio escolhi servir caldos, quentão e bolo.

Pensei nos caldos pela facilidade de deixar tudo pronto durante o dia, sendo que a única preocupação após a missa seria esquentar os caldos e o quentão. Porém, a aceitação foi tão grande, que foi além das minhas expectativas! Tanto os presentes quanto algumas amigas que viram as fotos, elogiaram bastante e gostaram da ideia de um buffet de sopas.

Não posso deixar de aproveitar para agradecer a ajuda da minha família que é fundamental, minha mãe ajudou a preparar os caldos e fez o quentão e minhas irmãs ajudaram em todo o suporte com a casa e as crianças, além de ajudar no que foi preciso durante todo o dia. Também as mulheres da família do marido vieram aqui para dar um suporte e cortaram todos os ingredientes dos caldos, o que aliviou bastante o meu tempo na cozinha!

Escolhi caldos de mandioca, de ervilha e de cebola, que são três sabores bem diferentes. Gosto de variar nas cores, para ter uma apresentação bonita e também nos sabores, para tentar acertar o gosto de todos os convidados. O caldo de mandioca é neutro; o de cebola é marcante, mas leve e o de ervilha tem sabor mais forte.

Para acompanhar, torradas simples e temperadas com patê de alho e como complemento para os caldos servi: casca de queijo parmesão ralada na hora (o sabor é mais forte e combina muito com caldos e sopas), queijo parmesão ralado na hora, pimenta do reino e cebolinha. Todos colocados separados para a pessoa se servir à vontade.

Já fazia tempo que eu queria fazer o famigerado bolo com kit kat e pensei que essa seria uma boa ocasião. Fiz bolo com massa de chocolate, recheio de mousse de chocolate e cobertura de ganache. Para decorar, kit kat em volta e confeitos em cima.

Para as lembrancinhas, escolhi um saquinho de tule com renda feitos pela minha avó. Dentro colocamos um saquinho com amêndoas confeitadas, fechamos com fita e um tercinho. Para confeccionar as lembrancinhas contei com a ajuda da minha irmã.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

MINHA EXPERIÊNCIA COM DESMAME

Por Carol Balan

Eu sempre fui contra métodos radicais que deixem a criança chorando por muito tempo. Na verdade, eu sou contra deixar a criança chorar em qualquer ocasião, como falei nesse texto. Quando precisei desmamar meu primeiro filho parecia um grande desafio conseguir fazer isso de maneira gradual e sem grandes traumas. Mas eu consegui utilizando um método muito simples.

O desmame do filho mais velho aconteceu quando ele já estava com 2 anos e 3 meses e o segundo, com 3 meses. Como o ano anterior havia sido muito complicado (eu tive uma doença grave nos olhos, no início do ano; depois veio a gravidez e duas mudanças de casa) eu acabei adiando o desmame dele. Porém, depois de passar a novidade da chegada do irmão, decidi que era hora de começar o desmame. Quando comecei a ler sobre o assunto e conversar com pessoas mais experientes eu sempre ouvia o mesmo: “desmame de criança grande não tem como ser gradual, tem que ser traumático”. Não me conformei com isso e procurei até encontrar o método descrito nessa página. http://vilamamifera.com/depeitoaberto/desmam/

Fiz dessa maneira e foi muito eficiente. Como ele já era maior, só de não oferecer o peito (que eu já não fazia) e distraí-lo quando ele pedia, foi o suficiente para conseguir o desmame em menos de 10 dias. Outra coisa que fiz foi comprar um copo bem bonito, embrulhar, entregar a ele com toda pompa e importância e falar que era um copo especial, só dele, que ele ia usar aquele copo só para tomar leite e coisas assim. Com a chegada do irmão ele sentiu que perdeu espaço em casa, então achei importante mostrar que ele tinha coisas só dele que eram importantes também.

Quando chegou a vez de desmamar o segundo, preferi fazer isso um pouco mais cedo, quando ele estava com um ano e decidi começar o desmame noturno primeiro. Como o método desse site não funcionaria para o que eu queria, utilizei um outro que aprendi ainda na faculdade, relatado pela psicanalista Melanie Klein. Ela afirma que o desmame deve começar a acontecer por volta dos 9 meses, deve ser gradual e estar completo até aproximadamente 1 ano.

Como meu ideal sempre foi iniciar o desmame por volta de 1 ano, achei que seria uma técnica boa para nós. A maneira dela é ainda mais simples: você começa a substituir as mamadas primeiro por mamadeira e em seguida por copo. No começo só utiliza a mamadeira, quando a criança já está adaptada, começa a substituir um horário de mamadeira pelo copo, de maneira que a criança tomará leite no peito, na mamadeira e no copo. Aos poucos vai aumentando os horários que oferece mamadeira e copo até não oferecer mais o peito e depois vai tirando a mamadeira. Ao final do desmame, a criança só tomará leite no copo. Essa técnica é feita de maneira muito gradual, então o ideal é fazer as substituições aos poucos, escolhe um horário e oferece a mamadeira, espera uns dias e oferece em mais um horário, depois começa o copo e assim por diante.

Quando os meninos estavam com 1 e 3 anos eles se revezavam no sono e eu não dormia mais que 2 a 3 horas seguidas por noite e não mais que 5 horas no total. Comecei a ficar extremamente cansada e por isso decidi iniciar o desmame noturno primeiro. Começamos a oferecer a mamadeira quando ele acordava no meio da noite e era meu marido que levava a mamadeira para ele. Eu amamentava por volta de meia-noite, quando ele pegava no sono mais longo da madrugada e entre 3 e 4 horas, quando ele acordava, tomava uma mamadeira. Durante o dia ele seguia mamando no peito e os demais líquidos sempre bebia no copo. Depois de uns dias comecei a oferecer a mamadeira para ele dormir a soneca da tarde e as demais mamadas do dia ele mesmo já foi diminuindo o interesse, fui seguindo a outra técnica que mencionei primeiro e conseguimos o desmame em 1 mês. Eu deixei que ele continuasse um pouco mais de tempo com a mamadeira porque ele tomava e dormia, mas antes de 2 anos ele já não estava mais com a mamadeira também.

sábado, 14 de março de 2015

Mordedores para bebês

Por Maya

Existe um milhão de tipos de mordedores e isso deixa as mamães doidinhas! Minhas dicas para escolher são:

•    Escolha os com buraco no meio pra mãozinha segurar com mais facilidade, escolha fáceis de lavar,

•    Os molinhos -  escolha os que não tem aquele furinho porque não seca dentro e cria alga (eca),

•    Não gosto dos de água porque, quando saem os dentes, eles mordem com força e podem rasgar e eles tomarem aquela água de dentro.

•    Enquanto eles ainda não seguram direito eu amarro numa fraldinha ou fitinha e penduro no carrinho ou no bebê conforto, pra eles alcançarem e quando largarem não cair esse truque vale pra fase que eles jogam tudo no chão também!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Chá de fraldas: vale a pena?

Por Camila Lavor

Sempre tive sentimentos conflitantes sobre o chá de fraldas. Afinal, será que os gastos e o desgaste físico, trazidos pelo evento compensam? Além disso, eu e meu marido somos mais quietos e caseiros. No primeiro filho, então, eu havia decidido que não o faria, já que parecia muito cansada e atordoada graças a todos os preparativos que antecedem a chegada do bebê.

Porém, à medida que a gravidez chegava ao fim e as pessoas me iam perguntando se o tal do chá aconteceria, eu me dei conta de que haviam se passado quase nove meses sem que eu tivesse a oportunidade de ver tantas pessoas queridas reunidas, privando-as de participar um pouco deste momento tão especial. Então, resolvi arregaçar as mangas e fazer o chá tendo em vista não só as fraldas, mas, sobretudo o momento de confraternização.

Para que valesse a pena, optei por não comprar comida pronta. Assim, pedi que minha mãe, sogra, irmã e amigas me ajudassem a montar o cardápio. Fizemos cachorro-quente, pães recheados, bolos, docinhos e cupcakes, e com isso economizamos um bom dinheiro. Fora os ingredientes, só foi preciso comprar refrigerantes, cervejas e sucos.

A decoração simples também foi feita por mim. Como estava sem cabeça para pensar em lembrancinhas, fiz centros de mesa recheados com balinhas de coco compradas num atacado; para ficar bonitinho, coloquei em cima um balão. Cada centro saiu, em média, a quatro reais (hoje penso que poderia ter usado, por exemplo, vasinhos com violetas, o que deixaria ainda mais em conta). As toalhas de mesa foram as mesmas utilizadas no meu casamento, bem como os suportes de MDF, forrados com tecidos, que serviram de suporte para os docinhos.

Chamamos poucas pessoas, pois o espaço de que dispúnhamos era pequeno; ainda assim, arrecadamos uma quantidade de fraldas que durou por cerca de 8 meses, além, é claro, de passarmos uma agradável tarde com pessoas muito queridas! Por aqui, essa história de chá valeu a pena, e o mesmo roteiro nós repetiremos para o segundo filho.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Você está gravida! Já sabe o que é?


Sim, é um bebê!

Ri muito o dia que uma amiga falou isso. Ela, assim como eu, nunca quis saber qual o sexo dos bebês que esperava. Quando as pessoas perguntavam se ela “sabia o que era”, ela dizia que era um bebê.

O fato é que é muito engraçado quando você sai da normalidade, comenta algo diferente que do se faz: como não ver o sexo do bebê - as pessoas se espantam tanto que parece que você disse que resolveu ir morar na lua.

Aqui, quem sugeriu de não vermos o sexo do bebê foi o marido. Eu estava pensando se veria ou não e ele pediu para não vermos. Foi o suficiente para me decidir, porque não pensei que seria bacana saber de uma notícia tão emocionante através de um exame. Mas, o que é interessante é que isso vira um acontecimento nas rodas de conversa. Como não me interesso por saber o sexo, nunca pergunto a uma gestante qual o sexo do bebê dela, mas como isso é o normal para a maioria das pessoas, escuto a pergunta com diariamente. Quando digo que não sei, na maioria das vezes a resposta é: “nossa! Como você aguenta?” e a resposta, normalmente, vem da própria pessoa, logo em seguida: “ah! Você só aguenta porque não é ansiosa, eu não aguentaria.”
Não sou ansiosa? Quem me conhece não me deixa mentir, (posso chamar as testemunhas aqui nos comentários!), eu sou a própria ansiedade: aquela que não dorme antes de viagem; aquela que quase morre de angústia quando alguém fala que tem “algo muito importante pra te contar, mas te falo depois”; aquela que espera dar meia noite, pra virar o dia e ganhar o presente de aniversário/natal/dia das mães/qualquer outro etc.

Porém, (acho que eis aqui, sim, a resposta para a questão), eu também sou sistemática: a véspera não é o dia e não vale entregar o presente antes! Imagino que seja isso que me faz decidir por não ver o sexo do bebê durante a gravidez. Gravidez pra mim é milagre, é mágico.

Nada feito pelo homem se assemelha à grandeza da gravidez, a gerar uma vida, a partir de tão pouco, (são duas meias células!). Sendo um milagre, é como um presente de Deus para mim e sendo um presente... Bem, não vou espiar o presente na véspera, né?

Cá entre nós, ter o seu bebê de maneira natural, sem intervenções médicas desnecessárias, você mesma pegar seu bebê, abraçar, curtir o momento mágico do nascimento com calma e do jeito que você quer e, só então, ser você mesma a primeira a saber o sexo e contar para todos... Com lágrimas nos olhos, garanto: vale cada segundo da gravidez que você esperou para saber quem é esse presente que lhe foi confiado!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Simplificando a mala para viagem com crianças

Por Maya

Aqui vão algumas dicas simples para facilitar a mala e diminuir a bagagem nas viagens!

Se você vai viajar para algum lugar que tenha fácil acesso a farmácia e supermercado, (se for para um local distante, fazenda, praia isolada ou ficar na dúvida se terá fácil acesso, leve!!!), deixe para comprar uma parte das coisas lá! Você não precisa carregar fralda para 10 dias pode levar para 2 dias e comprar as outras no local, o mesmo vale para papinhas, sucos, frutas, leite (se forem esses fáceis de encontrar, como ninho, nan)! **Os remédios são pequenos volumes e vale a pena levar: tudo para febre, dor, gases, enjoo e qualquer outro que o pediatra recomendar!**
Roupas se você tiver acesso a um tanque, máquina de lavar pode levar poucas, e ir lavando, isso facilitará bastante! Se não, leve um pouco a mais, quanto menor o bebê mais trocas serão necessárias por dia! Leve coisas fáceis de combinar, mesmo que vá para um local quente leve casaquinho! Para maiores de 1 ano, duas trocas por dia, de 6 meses a 1 ano,  três trocas e menores de 6 meses, quatro trocas!!

Para dormir se não vai ter berço para bebê pequeno leve um desses desmontáveis (camping)! Outra opção é você colocar um colchão no chão e enrolar algumas toalhas, cobertores fazendo uma barreira para que o bebê não caia!

Repetindo algumas dicas do outro post sobre viagens!ver aqui

Alimentação para os que ainda só mamam é simples; para as mamadeiras leve uma escovinha e um detergente e lave na pia do banheiro se não tiver cozinha! Para os mais velhos eu levo colher porque não é sempre que tem colher pequenininha, lavo na pia mesmo.

Banho pode ser no chuveiro, o meu primeiro com uns 6 meses já tomava banho no chuveiro (mas até recém nascido pode tomar banho no chuveiro!) ou se você prefere a banheira tem infláveis, pode ser até piscininha inflável.. ou aquelas desmontáveis!

Brinquedos eu levo poucos, nenhuma criança precisa de todos os brinquedos que brinca em casa, numa viagem.

Carrinho, como disse no outro post prefira os tipo guarda chuva em viagens, no carro ocupará bem menos espaço e no avião esse tipo pode ir ate a porta da aeronave, o que facilita muito.

Toalhas eu levo os cueiros, para colocar entre o bebe e a toalha do local!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A vida humana é sempre sagrada

“A vida humana é sempre sagrada, válida e inviolável, e como tal deve ser amada, defendida e cuidada” Papa Francisco

A mulher é livre para fazer suas escolhas, mas também tem o dever de proteger a vida que gera em seu ventre. A vida começa no momento em que ocorre a concepção. Sendo assim, praticar um aborto, independente da idade gestacional, será o mesmo que matar o filho que está gerando. É preciso ter consciência de que, a partir da concepção a vida já se iniciou.

réplica de um bebê de 12 semanas

Toda a família é responsável pela vida desse pequeno ser, porém, quando todos o negam, incluindo o pai, resta à mãe a decisão de ir para o aborto ou não. Somos nós mulheres, com nossa força, que geramos e protegemos o nosso bebê e é nossa a última palavra para definir pela vida ou morte do nosso filho. Mulheres em situação de medo ou negação devem ser sempre apoiadas, seja pela família ou pela sociedade.

Em geral, quando se descobre a gravidez, o bebê já está todo formado, o geneticista Jerôme Lejeune afirma que: "Quinze dias depois do atraso da menstruação, ou seja, à idade real de um mês, o feto mede 4,5 milímetros. Seu minúsculo coração já bate há uma semana; seus braços, pernas, cabeça e cérebro já estão se formando". E afirma ainda que: "aos dois meses, da cabeça até o bumbum ele mede cerca de três centímetros [...] está quase terminado: mãos, pés, órgãos, cérebro. Tudo em seu lugar, e agora só lhe resta crescer. Observem mais de perto, com um microscópio comum, e poderão ver suas digitais. Ele já tem todo o necessário para poder fazer sua carteira de identidade".

Assim, quando a mulher descobre a gravidez, seu bebê já tem o coração batendo e os órgãos e membros em formação. Quando o aborto acontece, em geral algumas semanas mais tarde, o bebê está praticamente todo formado e, como afirma Lejeune, já possui tudo o que precisa para tirar sua carteira de identidade.

sábado, 8 de novembro de 2014

O bebê e a papinha

Quando chega a hora de introduzir a alimentação, seja a sopinha ou a papinha de frutas, é sempre uma expectativa grande, se o bebê vai aceitar ou não. O momento é de mudanças radicais para a sensibilidade gustativa do bebê, ele, que até então só mamava no peito, vai experimentar sabores novos, temperaturas diferentes, e é normal que resista um pouco.

Tive nove filhos, e posso afirmar que com cada um a transição na alimentação foi tranquila, todos reagiram bem e passaram a se alimentar de forma mista, sem problemas. A confiança no que estamos fazendo conta muito. 

Quando o médico autorizava a introdução de um alimento, eu não questionava e a introduzia no horário, aquele alimento, confiante de que era o momento certo. Fazia a sopa, exatamente como o sugerido pelo pediatra, colocava meu bom senso para funcionar, colocava o bebê sentadinho, com babador na frente e um brinquedinho nas mãos, e, lá ia eu introduzindo a primeira colherada na boquinha, sem estardalhaços, sem fazer daquilo um acontecimento. Mesmo que houvesse uma resistência inicial, eu ia insistindo; a cada dia aumentavam o número de colheradas ingeridas, até que todo o pratinho passasse a ser comido. Como prêmio, no final, dava um pouquinho de sobremesa, para criar o hábito de se alimentar bem a mesa.


A sopinha, inicialmente, não pode ter sabor muito forte que destoe do costumeiro leite materno, então um pedaço de músculo, cozido com uma batatinha e uma cenoura, já darão um sabor mais neutro e melhor recebido pelo bebê. A abóbora vermelha também costuma ser bem aceita pelo seu sabor adocicado. Com o passar dos dias, e o hábito de uma refeição diferente instalada, aí então vamos variando mais os legumes e observando o que o nosso bebê saboreia com mais alegria.

É importante colocarmos temperos variados na sopa da criança,  tudo condizente com sua faixa etária. Nada de colocar pimentas ou pimentão, mas sim uma salsapicadinha, cebolinha, cebola e até mesmo o alho socado, um pedacinho, darão sabor ao alimento e vai aguçar o paladar. Sem nos esquecermos de pôr um fio de azeite extra virgem na hora de servir, no prato.

Nossos filhos sentem a nossa segurança e confiam em nós, portanto nada de questionamentos e dúvidas. Colocar amor e carinho no alimento confeccionado e servir à criança tendo um belo sorriso no rosto, é o caminho para estabelecer bem a alimentação.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Dicas de produtos para usar com bebês doentinhos

Bebê doente deixa qualquer mãe em estado de alerta máximo! Aqui vão algumas dicas de produtos que podem ajudar nessas horas!

Febre

Termômetro de ouvido ou testa - são ótimos, seguros, rápida medição. Perfeito para monitorar durante noite ou com bebês que, como o meu, odeiam o termômetro convencional.

Adesivos para monitorar a febre, nos EUA tem esses adesivos são ótimos você cola na testa ou no peito e vai so checando, ele tem uma escala que acende a temperatura que o bebê está.

Adesivo Be kool: ainda nas compras no exterior tem esse adesivo que funciona como compressa, são de desenhos bonitinhos e podem ficar até 8h.

Resfriados

Johnson’s Soothing Vapors é um sabonete líquido que ajuda a descongestionar! Pode ser usado a partir de 3 meses e é otimo para os resfriadinhos, gripes... Você põe na água da banheira e deixa o bebê respirando o vapor!

Vick baby Rub: o normal não pode ser usado antes de 2 anos mas esse pode a partir de 3 meses!!! O meu filho tem 2 anos e meio e ainda uso esse por ser mais leve.

Boogie wipes: são lencinhos umedecidos com soro fisiológico, limpa o nariz e não resseca!

Nosefrida ou aspirar baby (o primeiro não vende no Brasil, o segundo sim!): são aspiradores nasais que a mãe puxa, são ótimos até os pequenos aprenderem a assoar o nariz!


Cólicas

Colic calm é um remédio homeopático muito vendido nos EUA, ele ajuda a aliviar cólica e gases.

Bolsinha de semente: é maravilhosa, você coloca no micro-ondas e depois esquenta a barriguinha do bebe!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Mamãe e Bebê: O que levo na bolsa

Por Maya*


Sair com o bebê é sempre um desafio, e eu, que sempre fui exagerada, levava o mundo! Com o tempo e a experiência fui diminuindo os itens.

Fraldas: levo seis (se a saída for curta levo três);

Troca de roupa completa, levo uma mesmo em saídas rápidas. (Para RN leve pelo menos duas trocas!);

Caixa lenço umedecido (eu tenho uma caixinha dura para isso, acho mais fácil do que levar o pacote);

Lenço umedecido para mão e rosto;

Lenço de papel;

Pomada para assadura;

Trocador;

Sacolinhas perfumadas (tem da chicco e munchckin - essa segunda nunca vi para vender no Brasil; são ótimas para colocar roupa suja na bolsa ou fralda suja para jogar no lixo na casa dos outros. Se não achar dessas leve aqueles saquinhos plásticos pequenos de usar no freezer);

Bolacha / Biscoito (agora que ele já come de tudo é super útil);

Suco (suco de caixinha, água de coco ou copinho com água);

Canudinho (não é todo lugar que tem e ele ainda não toma em copo de vidro então é sempre útil);

Potinho com leite em pó (há alguns que são dosadores) e mamadeira;

Garrafinha de água (pode ser uma garrafa térmica);

Se seu bebê usa chupeta sempre leve uma reserva!;

Álcool em gel;

Carteirinha de vacinação;

Carteira da mamãe;

Brinquedinhos pequenos para distrair o bebê (eu levo mini brinquedos que cabem em qualquer bolso);

No inverno levo uma manta soft;

Lanterna ajuda a distrair o bebe, serve pra procurar coisas perdidas embaixo do banco do carro, do sofá.

E você? O que você leva na sua bolsa?

*Maya - paulistana, mãe de um menino e com outro a caminho, engenheira, hoje mãe em tempo integral

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dia a dia com o bebê.

Por Marina Gladstone Pereira*
Antes de ser mãe, eu sempre me perguntava o que um bebê fazia? Os contatos que havia tido com o universo da chupeta não me diziam muita coisa, e o bebê parecia ser um pequeno alienígena fofinho. Algo a que assistiria no Globo Repórter numa sexta à noite para aprender.

Mas chega um dia que o desejo da maternidade se concretiza. Como toda mamãe de primeira viagem, logo comecei a ler sobre bebês. Sempre ouvi que “criança é o que a gente acostuma”. É verdade: eles se acostumam com o que queremos e, também, com o que fazemos mesmo sem querer. Por isso, é de suma importância pensar como agimos com os bebês, o que eles compreendem das nossas ações e o que isso acarreta neles. Como não falam, a comunicação – e a educação - vem do que os gestos significam. Ordenar o dia do bebê, com uma rotina de atividades, é uma forma de educá-lo para se tornar uma criança obediente e um jovem que tem domínio de si.

Minha princesa chegou e passei da teoria à prática. No início não há muito o que fazer, é dar o peito e trocar a fralda. Mas, de repente, eles começam a ficar acordados. Fala-se muito em estimular o desenvolvimento do bebê, vem a cobrança de ser uma boa mãe; mas, na prática, exatamente o que isso quer dizer?

Fui descobrindo que há muitas atividades que colaboram para o desenvolvimento. Se pusermos todas na ponta do lápis, vamos ver que é preciso mesclar algumas para dar conta do dia. A amamentação se dá, em geral e preferencialmente a cada três horas, com uma margem de meia hora mais ou menos. O bebê tem que tomar banho e pegar sol, nisso não há escolha. Nos outros momentos do dia pode-se escolher entre exercitar o imaginário e o vocabulário com leitura, o senso do belo e dos sentidos com música de roda (como a galinha pintadinha) ou música clássica, a piedade com oração, o desenvolvimento motor com ginástica, a orientação espacial com estímulos sonoros, incentivar a descoberta do corpo com massagens, além de passeios, brincadeiras com o móbile, conversinhas e, claro, muitos beijos, abraços e cheirinhos.

O sono é essencial, e quanto menor o bebê, mais longa será a soneca e menos tempo passará acordado, por isso as atividades não devem ser muito longas. Com um mês, duravam cerca de dez minutos; hoje, com quase quatro, duram uns 25 minutos. Acostumar o bebê a ficar num local durante as atividades ajudará a mãe que cuida do lar, pois a tendência é ficar cada dia mais tempo acordado. O quadrado (cercadinho, chiqueirinho) é um bom local, pois, no futuro, o bebê já estará acostumado a brincar sozinho nele.

Aqui o que me ajudou bastante foi ter um horário escrito com uma sequência das atividades escolhidas. Isto ajuda a deixar o dia completo, pois com planejamento não se perde tempo.

Como toda mãe, espero estar fazendo o melhor para minha princesa, e, começando desde cedo, desejo formá-la nas virtudes e ajudá-la a adquirir bons hábitos. Já tenho percebido os benefícios de manter uma rotina, principalmente em termos de sono tranquilo à noite – o que, convenhamos, é muito bom para a mamãe também...

Atualmente (com quatro meses), o horário da minha bebê é:

(entre 6 e 9) Acordar, mamar, trocar a fralda e rezar em família.
Soneca
(entre 9 e 12) Mamar, trocar, leitura (10 minutos), ginástica e conversinhas
Soneca
(entre 12 e 15) Mamar, trocar, música (10 minutos), conversinhas
Soneca
(entre 15 e 18) Mamar, trocar, passear (banho de sol)
Soneca (se possível)
18 - Mamar, banho, trocar, berço às 19h.

Partilhei com vocês um pouquinho do dia a dia com meu bebê... e como é o de vocês?

*Marina Gladstone Pereira– Esposa, mãe,  dona de casa e Atuária.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Descomplicando viagens com os pequenos (III)

Por Maya*

No hotel

Procure hotéis com estrutura para crianças, se houver um frigobar e um micro-ondas no quarto ajuda muuuito! Caso contrário, pergunte na recepção se eles podem esquentar a mamadeira ou mandar água quente para o quarto, normalmente eles são super solícitos quando estamos com bebês e crianças pequenas!

Sabe aquele cueiro que eu falei no primeiro post ( link aqui) que é um quadrado enorme? Eu uso em hotel como lençol e toalha! Para o banho, se o hotel tiver banheirinha, ótimo - mas quase nenhum tem, por isso a solução é banho no chuveiro! Mesmo recém-nascidos podem tomar banho no chuveiro, exige um pouco de prática mas é bem tranquilo! Se você não gosta da ideia do chuveiro, pode comprar uma piscininha inflável ou uma banheira desmontável, há várias opções, ficam pequenas e cabem na mala!
Alimentação

Esse é um item um pouco mais complicado. Quando eles só mamam no seio ou mamadeira é tranquilo. Se tomar leite na mamadeira leve o leite em pó (leve bastante e fechadinho na mala para não ter risco de não achar a marca com a qual que ele está acostumado), leve um detergente para lavar as mamadeiras na pia do banheiro mesmo! Se o bebê já come sopinha veja se no restaurante do hotel fazem – eu, no entanto, sempre dei papinha pronta nesses casos porque é mais simples. Quando viajávamos dentro do Brasil comprava no local, já para o exterior eu levava as papinhas para todas as refeições e algumas extras; elas são bem diferentes em cada país e seu bebê pode odiar o sabor e as misturas diferentes! Eu comprei uma caixa de plástico com a altura dos potes de papinha maiores e enchia – a mala ia metade papinha, metade roupa! Bebidas sempre comprei no local, comprava, suco, água e deixava no quarto do hotel. Quando eles começam a comer de tudo, fica mais fácil: em qualquer lugar você pede um frango ou uma carne com legumes e arroz, macarrão, purê de batata, frutinhas, sucos!

Passeios

Eu levo sempre um carrinho guarda-chuva que deita quase completamente, até troca de fralda faço no carrinho quando não tem trocador! Mesmo os mais velhos com 3, 4 anos cansam de andar, cansam da rotina nova, acabamos dormindo mais tarde e os dias são agitados! Procure passeios que agradem todo mundo, vários blogs oferecem dicas de lugares legais. Lembre-se de parar um pouco pra eles brincarem e mantenha uma rotina de alimentação, o que facilita na adaptação ao local e ao fuso.


*Maya -  paulistana, mãe de um menino e com outro a caminho, engenheira, hoje mãe em tempo integral!