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sábado, 22 de agosto de 2020

Reforma na pandemia

Desde o mês de março de 2020, estamos em casa, cuidando para não pegarmos esse vírus que assolou o mundo e devastou tantas famílias, levando consigo muitos entes queridos. Não vou falar sobre a doença, muitos já falaram e ainda falarão. Nosso assunto aqui é sobre a família se ocupando nesta pandemia. 


despensa antes da reforma


O ideal agora é criar coisas para ocupar o tempo e não perder a esperança de dias melhores. A palavra de ordem no momento é sobreviver, com alegria e fortaleza.


Aqui em casa resolvemos fazer arrumações por toda a casa, o que sempre adiamos por falta de tempo. Começamos a listar o que poderíamos fazer, tudo o que tivesse ao nosso alcance, e das nossas forças físicas.


Fizemos uma reforma na despensa da casa. Com todo esse lance de limpar tudo o que chega da rua, todos os alimentos e produtos de higiene, vimos o quanto era urgente cuidar melhor desse espaço, então colocamos mãos à obra. 


Começamos por tirar todas as prateleiras, desparafusando-as e numerando-as para que ao voltarem aos seus lugares todas encaixem bem. Cada um de nós fez uma tarefa, nos ocupamos por vários dias nessa empreitada: arrumar o reboco em alguns pedaços que caíram pela umidade, depois colocar massa branca, deixar secar, e como dizem os profissionais: deixar puxar a massa, e  assim que tudo ficou seco e lixado pintamos as paredes de branco; enquanto isso outras de nós forramos as prateleiras com papel adesivo branco, com o objetivo de deixar tudo com aspecto de limpeza, bem “clean”. 


O resultado ficou um encanto, não tão bonito como um profissional faria, mas com gosto de tarefa cumprida com afinco e sentido de equipe. A   família retida em casa se uniu e conseguiu dar conta do recado. Sempre que alguém desanimava, tinha outra para liderar e juntar-nos outra vez, assim tivemos dias alegres e bem divertidos deixando o tempo passar num passe de mágica.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Aprendendo a agradecer desde as primeiras palavras.

Devemos ensinar aos nossos filhos, desde bem pequenos a serem gratos e a agradecer por tudo que recebem. Eles apreenderão com nosso exemplo, e com nosso estímulo para que agradeçam a todas as coisas, como: a água que recebem, a comida, os presentes; que saibam pedir e saibam agradecer.

Encontrei essa explicação no filme que coloco abaixo, sobre os níveis de agradecimento. Vale a pena ver, e posteriormente explicar a garotada maior, que já tem entendimento, o valor do agradecimento.

Hoje falam muito em "gratidão”, como algo vago, meio fora do contexto. Vale a pena compreender o sentido concreto de ser grato e de se sentir obrigado.


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

5 coisas para fazer até o Natal

Num piscar de olhos e já estamos em outubro. O ano voou de tal forma que nos assusta a chegada das festas, sem termos feito metade do que planejamos. Chegou o momento de dar uma parada, separar uns minutos e fazer um planejamento para os afazeres até o final do ano.

Para não sobrecarregar dezembro, que por si já é um mês lotado, vamos ver o que podemos adiantar, desde agora:

1 – a famosa faxina de fim de ano – separar o que não nos serve mais, ou o que não usamos por mais de um ano, para doar.  As roupas nossas e das crianças – ensinar a garotada desde pequena a passar a diante o que não serve mais. Incluindo os brinquedos, ainda bons que poderão alegrar outra criança.

2 – Passar o pente fino no que acumulamos durante todo o ano: sacolas, papéis, vidros, potes, garrafas, embalagens, dividir em: vou usar? Tem utilidade para médio prazo? Não vou usar tão nunca? Eu sabia que tinha? – mandar para doação o que for útil, e para o lixo o que não presta mais. O que restar para ser guardado, colocar em caixas, com o nome do que tem dentro, para facilitar a busca posterior.

3 – Marcar médicos pendentes e exames -
  fazer o checkup de cada um que esteja precisando – o dermatologista para aquela mancha que teima não ir embora; o gastroenterologista para aquela dorzinha chata, toda vez que come; o dentista, para ver as boquinhas das crianças; os exames pedidos que ficaram no fundo da gaveta – ver as datas para saber se ainda pode fazer. Colocar a saúde em dia, para passar umas férias mais tranquilas.

4 – Planejar a festa de Natal –
a compra dos presentes, o quanto pode gastar com cada um, quem poderá ser presenteado; a ceia, qual será a verba para este item, para programar uma ceia que caia bem também no bolso da família; os enfeites, o que pode ser aproveitado do ano anterior; criar uma tradição na família, arrumando o presépio no início de dezembro; as roupas das crianças, um toque de novo para cada um. A celebração merece todo o nosso cuidado.

5 – A limpeza da alma – por último, mas nem um pouco menos importante, é o cuidado com nosso interior. Uma boa confissão, para completar a faxina geral, tanto nossa quanto dos filhos. Sugerir aos que já tem idade para tal, que fale com o sacerdote, que se preparem para estar bem por dentro e por fora.

Com tudo adiantado e planejado vamos entrar em dezembros mais tranquilos, e preparados para enfrentar os dias quentes e o mau humor de muitos nas ruas. Teremos um semblante mais alegre, transmitindo aos outros o verdadeiro espírito Natalino.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Mãe - Confie nos seus sentidos.

A mãe costuma ter, de fábrica, um sentido a mais, de percepção das coisas que se passam com seus filhos. Isso não tem nada a ver com mediunidade, nem coisas extra-sensoriais, falo apenas da percepção aguçada que as mães, bem “antenadas”, conseguem ter.

Hoje vou falar das “pulguinhas” que aparecem atrás das nossas orelhas, que nos levam a suspeitar que algo não vai bem.

A mãe que vê seu filho por inteiro e observa cada parte desse ser, detalhadamente, pode ter alguma suspeita de que algo não vai bem. Essa é a hora de sair pesquisando a criança. É melhor procurar e não achar, do que não procurar e perder tempo precioso de tratamento e de cura. Seja uma simples suspeita de alergia, a uma sensação de que nosso filho tenha um problema de deglutição, que pode estar atrapalhando a forma de se alimentar. Toda suspeita, sem paranoias, é válida.

Minha técnica é: buscar a opinião de três especialistas bons. Assim posso tirar a média dos diagnósticos, e ver qual diagnóstico foi mais explorado, e tratar com aquele que mais senti confiança.

Já passei por várias situações dúbias de tratamento e de suspeitas de doenças. Não quero desmerecer médico nenhum, muito pelo contrário, sou extremamente grata aos médicos que elucidaram alguns enigmas com meus filhos.  Primeiro um ótimo pediatra que conseguiu resolver um problema de constantes infecções urinárias em uma filha. Descobriu a causa, medicou correto, a recuperação foi total.  Outro vez um ótimo gastroenterologista infantil  conseguiu resolver um problema de diarreia crônica, que já estava dando margens a muitas especulações. A cura foi total.

Bem, esses exemplos são apenas uns poucos, pelos quais já passamos aqui, com nossos filhos, e serviram para que eu fincasse um lema pra família: “nunca tapar o sol com a peneira" - não tentar me enganar que o tempo vá resolver tudo. O melhor ditado para isso é "rezando e com o martelo dando".  Rezar, pedir a Deus ajuda, e ao mesmo tempo ir pondo os meios. Deus quer ver de nós este esforço, essa luta.

Surgiu uma suspeita: o filho não vai bem na escola como a maioria, não vou dizer: "essa escola não presta pra ele", vou pesquisar o que se passa, observar mais atentamente o comportamento do meu filho, não vou dizer:" ele é um gênio incompreendido", ou "quando crescer já vai ter que enfrentar tantos limites", essas atitudes só nos fazem perder tempo; tanto de cuidados médicos quanto dos educacionais.
 
O pai tende a observar mais por alto, não é de computar detalhes, por isso custa um pouco mais pra perceber os pontos nevrálgicos, e tomar atitudes para buscar ajuda, e por muitas vezes até atrapalha a busca de ajuda.

Nossos filhos podem ter defeitos, dificuldades, atrasos, inseguranças, são seres humanos, e são nossos filhos. Não são perfeitos, e essas diferenças não os tornarão menos amados; com elas e resolvendo-as estaremos mostrando cada vez mais o nosso amor incondicional por cada filho.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Não tem como não se preocupar



Os filhos crescem, o trabalho diminui, mas as preocupações estão sempre presentes. Ainda mais quando se tem muitos filhos. É inerente à profissão de mãe ser preocupada. Parece que estamos ligadas numa tomada de 220 w, sempre funcionando aceleradas, querendo antecipar todas as coisas. Já me explico. 



Os pensamentos sobre cada filho nos consomem o dia inteiro, mesmo tendo outras atividades a fazer: será que fulano chegou bem em casa? Será que beltrano vai chegar na hora certa da escola? Será que o outro tomou café antes de sair? Será que a febre baixou? Será que..... Por aí seguem nossas preocupações quando os filhos crescem e seguem suas vidas, tanto os que já saíram de casa quanto os que ainda vivem conosco. 

Como já são crescidos, não temos mais que interferir diretamente na vida de cada um, eles precisam dessa independência para decidir suas vidas, mas a bendita preocupação não termina. 

Uma vez ouvi um sacerdote dizer que preocupação é ocupar-se antecipadamente, e isso seria o mesmo que sofrer por antecipação. Mãe não tem jeito, sofre mesmo. Sofre por amar demais seus filhos e por querer vê-los sempre bem, longe de todo o perigo e todo o mal. 



Ocupamo-nos dos nossos filhos sempre, como se fossem eternas crianças, sem tolher, (acabei de descobrir que o infinitivo do verbo é tolher e não tolir), seus direitos e suas liberdades. Assim deve ser sempre. Deixá-los alçar altos voos, e nós, embaixo, rezando para que tudo dê certo.

Ser mãe implica uma responsabilidade imensa, cansa, consome, mas ao mesmo tempo nos deixa feliz como ninguém mais pode ser. Faz com que saiamos de nós mesmos e aprendamos a servir, com alegria, sem pesar.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Para onde vamos?

Fui acompanhar uma amiga para ver "residências para idosos”, para os pais dela. Voltei deprimida. Quase chorei na frente do homem que nos mostrava um desses lugares. Segurei-me, e disfarcei. Tem tantos idosos nestas casas... É uma solução, mas visto amplamente é triste. Quero que entendam que não estou julgando ninguém, nem tão pouco sei as circunstâncias de cada um para tomar tal atitude, apenas resolvi refletir um pouco sobre outro aspecto: o lado de lá.

Por melhor que seja o lugar e as companhias, nunca será a sua casa, não terá a liberdade do seu lar, do seu cantinho, onde tem lugar para cada uma das suas recordações. Esta bem, eu sei que devem estar me dizendo: - “quem vive de passado é museu”. Não é por aí que vamos refletir.

Então, pensemos que para cada um de nós que escaparmos de morrer na juventude, terá mais um idoso, ou melhor, mais alguém da “melhor idade”, (não sei por que chamam de melhor), para cavar seu lugar ao sol neste mundo sem tempo para o próximo.

Li faz pouco tempo, que “uma mãe cuida de dez filhos, e dez filhos não conseguem cuidar de uma mãe”. Cada vez mais isso é fato. Não é computado isso pelo número de filhos que cada casal tem, e sim pelo fator do incômodo, cada vez maior, que nossos “velhos” nos proporcionam.

Em vários países já se criou um esquema para essas pessoas, dando melhores condições de vida, e assim prolongando a vida útil de cada idoso, sem precisar estar num lar de idosos. Entre nós, em nosso país, ainda consideram-se privilegiados os que podem pagar por esses lares da terceira idade, ou qualquer outro nome bonito que queiram pintar a velhice, lugares limpos, com muitos profissionais especializados em terceira idade e suas doenças; com conforto relativo, uma boa cama, um armário, uma mesinha e até um banheiro para cada dois.

O problema que vejo no esquema é retirar o idoso do convívio geral de todas as idades, a reclusão que passam a ficar, mesmo tendo diversões para sua idade.

 Os que sofrem de Alzheimer, ou perderam a memória, talvez não sintam tanto, (quem sou eu para avaliar?), mas essas casas estão repletas de idosos lúcidos, mas que por alguma razão não podem mais desfrutar do convívio da família, dos vizinhos, das ruas, e principalmente dos jovens e crianças. Como isso faz falta a uma pessoa de qualquer idade! Não gosto da ideia de excluir por idades, ou melhor, de juntar por idades.  A mistura é bem mais enriquecedora.

Com o passar dos anos podemos querer mais sossego, mais tranquilidade, e aí então, podemos morar em um lugar menor, mais prático, acho que essa transição é mais fácil, menos agressiva, para aqueles que estão lúcidos e podem sofrer mais pela rejeição.
Cuidemos dos nossos, pois chegará a nossa hora, e não queiramos para eles o que não vamos desejar para nós.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Menina faz pedidos ao seu pai antes mesmo de nascer

Intitulado como “Dear Daddy” (Querido Papai) o vídeo é uma realização da ONG Care Norway

Uma organização sem fins lucrativos produziu um vídeo belíssimo a fim de conscientizar sobre a violência contra a mulher. Impactante, ele traz a voz de uma garotinha fazendo pedidos ao seu pai antes mesmo de nascer.




Ainda sem legendas, confira alguns trechos abaixo:

Porque eu vou nascer uma garota. O que significa que aos 14 anos, os garotos da minha sala vão me chamar de puta, vadia, vaca, e um monte de outras coisas só por diversão, é claro. Coisas que homens fazem. Então você não vai se preocupar. E eu entendo isso, pois talvez você também tenha feito isso quando jovem, tentando impressionar outros meninos.”


“Então, querido papai, este é o favor que quero lhe pedir. Uma coisa sempre leva a outra. Então, por favor, não deixe que tudo isso comece. Não deixe meus irmãos chamarem garotas de putas. Que um dia algum garotinho pode começar a acreditar nisso.

Fonte: Hypeness 



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Principal causa da confusão mental no idoso

Recebi de uma amiga este texto e achei muito esclarecedor para quem tem idosos em casa e deve cuidar da saúde deles. O texto é do Dr Arnaldo Lichtenstein:

Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:

- Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?

Alguns arriscam: "Tumor na cabeça".

Eu digo: "Não".

Outros apostam: "Mal de Alzheimer" .

Respondo, novamente: "Não".

A cada negativa a turma se espanta... E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:

- diabetes descontrolado;

- infecção urinária;   
 
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é. Constantemente, vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos. Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte. Insisto: não é brincadeira.

Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, o idoso tem menor reserva hídrica.
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilí­brio interno não funcionam muito bem.

Conclusão: idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas, e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

1 - O primeiro é para vovôs e vovós: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite, sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!

2 - Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção! É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação. "Líquido neles, e rápido para um serviço médico".

(*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clí­nica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Zika, chikungunya e dengue: entenda as diferenças

Dengue, chikungunya e zika são três vírus que estão circulando ao mesmo tempo no Brasil, colocando a saúde pública em alerta. O infográfico "Aedes em foco: arboviroses em expansão no Brasil" trata das origens dessas enfermidades, sintomas, complicações e riscos na gravidez e para recém-nascidos.



O conteúdo foi elaborado com base num artigo científico de pesquisadores da Fiocruz e do Núcleo Operacional Sentinela de Mosquitos Vetores, publicado em maio de 2015 na revista Cadernos de Saúde Pública, cujo tema central é o estabelecimento de chikungunya no país. Com importantes descobertas sobre associação entre o zika vírus e casos de microcefalias no Brasil e a Síndrome de Guillain Barré, o material foi ampliado.
AUTOR: 
Portal de Periódicos Fiocruz
Conteúdo e edição: Flávia Lobato
Infografia: Loja Interativa

COLABORADOR(ES):  Consultoria e colaboração: Rivaldo Venâncio da Cunha (Fiocruz MS e UFMS)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Calendário de vacinação infantil



Quais são as vacinas que estão disponíveis na rede pública? Como funciona na rede particular? Para nos ajudar, a Revista Crescer elaborou dois calendários separadamente para acompanhar se a imunização das crianças está em dia. Você pode baixar os calendários clicando nos links abaixo:

Calendário rede pública

Calendário rede privada

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Cuidado com a pele gestantes!

Como tive nove gestações, e cada uma diferente da outra, pude observar bem como e quando surgem essas manchas na pele, principalmente no rosto, a que nos afeta mais. São chamadas de cloasma ou melasma. Também é possível que haja o escurecimento de algumas partes do corpo, como dos mamilos, das axilas e da linha média abdominal. Sei bem como nos sentimos mal com essas manchas.

Os médicos explicam isso pela mudança hormonal característica dessa fase. Mas, muitas vezes persistem até depois do parto. Há um estímulo maior para a liberação do hormônio melanócito estimulante, que produz o pigmento da pele. O mais comum é que as marcas surjam a partir do fim do terceiro trimestre de gestação.

A melhor forma de se evitar essas manchas é usar o filtro solar diariamente. Todos sabem que a radiação pode aumentar o escurecimento da pele.

Devemos procurar, assim que surja alguma mancha,  um dermatologista e se informe sobre a melhor forma de cuidar das manchas. Nunca deixe passar em branco, achando que quando nascer passa. Depois que o bebê nascer, vamos ter menos tempo para cuidar de nós, porque o natural é que a criança nos tome muito tempo, inicialmente. Então vamos prevenir logo. Porém, se não evitamos as manchas, só vamos poder tratá-las após a amamentação. Para não interferir no leite materno.


Existem remédios caseiros que podem ajudar a clarear essas manchas, não custa nada tentar. Com um tomate e um pouco de leite podemos fazer uma pasta e ir passando na pele para clarear. Além da propriedade de clarear os dois ajudam a descansar a pele.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Eu sei renunciar?

Calma, não estou falando sobre política,(risos), apenas comecei a refletir se cada um de nós, em nossas famílias sabemos renunciar aos nossos gostos e deleites, em função do bem maior de toda a família.

Sabemos renunciar a coisas pessoais?

O famoso matemático e pensador francês, Pascal nos diz: “A vontade própria não satisfará nunca, mas ficamos satisfeitos no instante em que renunciamos a ela”. Renunciar ao próprio modo de ver, a opiniões pessoais para abrirmo-nos aos outros, pelo bem de todos. Como por exemplo, o programa que vou escolher para o fim de semana prolongado. Será que penso mais em agradar a família ou o meu bem estar?  Preocupo-me com o gosto dos meus filhos, do marido?, Antecipo-me as suas necessidades de diversão?.  Nem sempre é fácil acertar.

Conto aqui uma piada antiga que retrata um pouco a ideia de saber o que o outro quer, para agradar de fato:

 Contam dos 3 filhos que subiram na vida e queriam presentear a mãe idosa. Queriam agradá-la de qualquer maneira e não sabiam como.

O 1° disse: “comprei-lhe uma enorme mansão”.

Falou o 2°:  “eu dei um Mercedes prateado”.

E o 3°: “mandei um papagaio raro, que recita a Bíblia do começo ao fim; foi treinado por monges durante 12 anos”.

A mãe agradeceu numa carta, a seu modo:

- “Artur, a casa que você me comprou é muito grande. Moro num quarto e tenho que limpar tudo”.

- “Alberto, não uso o automóvel para nada.”

- “André, você teve bom senso para saber o que a mãe gosta! O franguinho estava delicioso!”.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Mão de bebê não é pra ser beijada.

Vocês já repararam como as pessoas que vão visitas nossos filhos pequenos adoram beijar as mãozinhas gostosinhas e fofinhas dos nossos bebês?

Não existe coisa mais desagradável do que ver isso e não poder, por educação, dizer nada na hora. A vontade que temos é pedir, por favor, que não peguem nas mãos do bebê, muito menos beijá-la. Nossa saliva está cheia de bactérias nocivas a esses seres ainda tão indefesos. Nossas mãos também são fontes de micróbios e impurezas que não devem chegar nem perto dessas mãozinhas recém nascidas.

Os bebês não tem a mesma imunidade que os adultos, e quase sempre costumam levar a mãozinha a boca, com frequência. 

Essa deveria ser uma regra de etiqueta bem propagada entre os parentes e amigos, antes de fazerem visitas aos recém nascidos. 

Um beijinho, sem babas, cai bem na carequinha do bebê, ou de preferência nos pézinhos fofinhos.

Nós vamos visitar as crianças, não só para conhecê-las, mas também para agradar a mãe e o pai; e só agradaremos se fizermos a visita dentro das regras de um bom visitante.

Lembrando disso temos que ter em mente que quanto menos tempo melhor. Mesmo que a família demonstre estar gostando do papo e da presença, nunca ficar mais do que o necessário. Principalmente no primeiro mês de nascido.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Quando todos adoecem em casa

Existem ocasiões em que uma virose pega em um dos filhos, e em seguida, vão caindo um a um com os mesmos sintomas. Essa é a hora em que quase enlouquecemos principalmente se são mais de três filhos.

Não existe receita para evitar a contaminação. Aqui em casa já fizemos de tudo. Quando o primeiro adoecia, separávamos copo, prato, talheres, toalhas, higienizávamos a casa com Vaporeto,  fervíamos as louças do doente, e logo em seguida começavam a adoecer cada um dos outros. Raramente passávamos por viroses sem que todos não tivessem quase ao mesmo tempo.

Nossa casa é grande, bem arejada, mas com tudo isso não conseguíamos vencer esse obstáculo , os irmãos sempre eram solidários nesta hora.

É muito importante não perder a calma e tentar armar um esquema prático para essas ocasiões. Tanto para darmos conta de todos os cuidados, como para sairmos sãos no final.

Em ocasião de "epidemia" doméstica podemos simplificar o cardápio para um prato único e de sustância. Principalmente quando a doença provoca vômitos e diarreia.  Temos que focar no prático, para darmos conta das crianças e da casa.

Um sopao com torradinhas, sucos, água de coco; a coca cola pode ser usada como remédio, hidrata e limpa o estômago, de preferência bem gelada e tirando um pouco do gás. As naturalistas me perdoem, mas sempre funcionou muito bem com as minhas crianças doentes.  Outra coisa boa de se ter em casa nessas ocasiões é biscoito de polvilho. Eu não sei a razão científica, mas ele ajuda a manter algo no estômago de quem está vomitando. Lógico que não deixando de fazer uso dos remédios para o mal estar. E mais uma ultima dica é comprar jujuba. Além de ser uma balinha que toda criança gosta ela também ajuda ao doente a manter o açúcar no organismo.  Gelatina também é muito bom, mas cuidado com as vermelhas, porque caso venham a vomitar, poderão confundir os mais distraídos , pensando ser sangue quando é apenas uma gelatina de morango. 

Com o ingresso dos filhos na escola, no seu primeiro ano, é natural também que contraiam muitas doenças, até aquelas próprias da infância, como catapora, caxumba, rubéola, por está razão é importante estar com todas as vacinas em dia.  Na escola o contato é muito maior, pois serão muito mais crianças concentradas numa mesma sala. Tosse, espirram no mesmo ambiente fechado, colocam a boca na biquinha do bebedouro, trocam merendas entre si, tomam um golinho do suco do colega, tudo é novidade.

Aos poucos vamos repetindo nossa lista de "não pode" para eles, que acabam aprendendo muitas regras de higiene que os ajudarão a evitar muitos contágios.

Depois de um certo tempo as crianças ganham resistência e começam a pegar menos viroses, ou a passar por elas sem muita violência, e a paz no lar fica mais constante.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Gentileza ao servir um doente

Quando estamos adoentados acabamos ficando mais sensíveis e um pouco enjoados. Pela dor que não passa, pelo mal estar em si.  Isso nos faz pensar em minimizar o sofrimento dos nossos ente queridos, e fazer pequenos mimos para alegrá-los e deixá-los mais confortáveis. Principalmente dentro da família quando temos alguém adoecido, precisando dos nossos cuidados.

Um detalhe importante é cuidar mais das refeições do nosso doentinho, não é porque esta enfermo que comerá um almoço sem cor, sem cheiro e sem sabor.

Vamos pensar com carinho desde a comida até a forma como iremos servi-la.  Seguem algumas ideias:

1 - usar todos os temperos culinários que sejam permitidos , porque darão mais sabor a dieta do paciente.

2- arrumar a comida em forminhas e virar no prato formando um conjunto mais harmonioso.

3- servir numa bandeja com uma toalhinha bordada, e guardanapo de papel com dobraduras diferentes.

4- comprar canudinhos coloridos e assim poder ir variando a cada dia.

5 -  colocar uma jarrinha com flor enfeitando a bandeja.

6 - fazer sobremesas em potes individuais, porque ficam mais arrumadinhas e animam o dodói a comer tudo.

7 - gelatinas coloridas quase sempre são permitidas nas dietas. Usem e abusem dela, variando com frutas picadinhas por cima.

8 - sucos podem ser enfeitados com cubinhos congelados de frutas diferentes.

9 - fazer picolés de frutas. Feitos em casa não terão conservantes e serão uma ótima opção de sobremesa para o doente que estiver com enjoos.

10 - aproveitar  as refeições e sentar ao lado do acamado, fazendo uma leitura ou entabular uma conversa sobre coisas amenas e alegres.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A primeira visita ao dentista

Por Gabi Kopko*

Dizem os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria, no livro "Filhos", que a primeira visita ao dentista deve feita a partir dos 2 anos de idade, ou antes, caso o pediatra ou você mesmo encontre alguma coisa errada dentro da boquinha do seu filho. Bom, eu resolvi levar o Gael ao dentista pela primeira vez com 2 anos e 8 meses.

Eu não vou negar: Sou desses pais que nunca levam os filhos ao médico sem ter algo realmente relevante e quase sempre preocupante acontecendo e o motivo para o Gael ter ido ao dentista foi o escurecimento de um dos dentes da frente.

Chegando lá, a dentista pergunta onde ele bateu o dentinho ou se ele lembra onde caiu. Pronto! Tem alguma coisa no dente desse menino!. As pessoas sempre diziam: É dente de leite. Como se não fosse nada.

Para minha surpresa, pois sou uma mãe bastante obcecada por escovar os dentes, ouço que a escovação não está legal. Isso não é uma coisa boa de se ouvir. Enfim, quando a dentista termina, explica  a razão do dente do menino estar assim:

- Isso aqui foi uma queda com certeza e teve uma hemorragia interna; como o sangue tem muito ferro acaba escurecendo o dentinho, mas o que você precisa observar a partir de agora é se a gengiva dele vai escurecer. Se isso acontecer, vamos ter que tratar o canal, mas é possível que o organismo absorva esse sangue e com isso, ele não precisará fazer nada.

Faço-me de louca e pergunto a mesma coisa que todas as pessoas do mundo gostariam de saber:

- Mas não é de leite?!

Ela sorri e diz que é sim. O único problema é que o dente de leite só começa a cair com 6 anos de idade. Até lá se as coisas não ficarem boas, Gael poderá sentir muita dor com o dente escuro.

Também explicou que como a criança nessa idade é muito inquieta, é praticamente impossível fazer uma escovação excelente e que o melhor modo de tratar dos dentes é cuidando da alimentação.  Farinhas e doces, principalmente as grudentas jujubas, devem ser evitadas mesmo. Como isso é quase impossível de proibir, já que quase todo ser humano que quer conquistar uma criança tira um doce da bolsa, o ideal é dar após o almoço. E não, nunca um pacote de jujuba. Se for oferecer a criança é melhor que seja uma só.

O Gael ficou na sala e mesmo fazendo de desentendido ouviu cada palavra da dentista. A prova veio 3 dias depois numa sexta-feira.

- Filhote, quer um bombom?

- Não, mãe. A tia disse que não pode.

- Uai, filho. Só um. A mamãe dá um chocolate pra você. Não tem proble... Ele me corta antes de terminar.

- Mãe, a tia disse que não pode, por causa do meu dentinho.

Conclusões:

1. É interessante levar o menino ao dentista!

2. É interessante trazer a dentista pra morar na sua casa? (Cara, que poder! A mulher fala uma vez, ele nem presta atenção direito e recusa um chocolate. Isso é muito sério.)

3. É interessante se mudar para o consultório da dentista para fazer o menino obedecer todas as outras regras da casa??????????? Talvez....

*Gabi Kopko – Brasiliense, mãe e jornalista.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Regras para ter sucesso na cozinha

Existem muitos detalhes que a mãe e dona de casa deve estar atenta, para que tudo saia a contento da família. Nada pior do que servir uma comida queimada, ou azeda. Por isso seguem algumas regras importantes, que foram observadas ao longo de anos, fazendo comidas.

1 – Nunca deixe panela no fogo sozinha – podemos esquecer, e o líquido dentro dela secar e queimar tudo; ou  pode dar um vento e apagar o gás, o que deixará a cozinha em grande perigo.

2 – Estar sempre com a panela de pressão em dia, com borracha de vedar macia e a válvula limpa e desentupida. Fazer periodicamente limpeza da válvula. Apresentando algum problema, é melhor substituí-la, para evitar danos maiores.

3 – A cozinha deve estar sempre arejada, janela bem aberta – para que a casa inteira não fique cheirando ao alimento que esta sendo feito, e por algum pequeno vazamento de gás que possa haver no fogão.

4 – A higiene sempre em primeiro lugar – mãos sempre bem lavadas, antes de começar a cozinhar.

5 – Cabelos sempre presos – nada pior do que se encontrar fios de cabelos no prato.

6 – Não utilize ingrediente que esteja com o prazo de validade vencido, sempre verifique as datas nas embalagens.

7 – É importante observar qualquer alteração no cheiro, cor e textura original do alimento que será utilizado – muita atenção nessa hora. Nada de colocar na panela, por exemplo,  um molho de tomate, enquanto fala ao telefone.

8 - Mantenha todo e qualquer objeto de tecido e/ou material plástico longe do fogão – aquele pano de prato que teimamos em deixar cobrindo algo, em cima do fogão, pode incendiar no momento em que acendermos um outro bico próximo.

9 –Alimentos em fervura no fogo, ou frituras,  devem ficar na parte de trás do fogão – para evitar que alguma criança, entrando na cozinha, venha a se queimar.

10 – Cozinhar é uma arte – precisamos gostar de preparar os alimentos, mesmo que faça parte de uma rotina, devemos por todo o carinho pelos familiares, naquilo que estamos cozinhando.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Os perigos domésticos e como evitá-los

Com uma filha médica em casa, sempre tenho histórias interessantes para contar. E nestes últimos dias aconteceram, no hospital onde ela trabalha, alguns casos semelhantes, que resolvi narrar aqui, como um alerta aos pais de crianças bem pequenas.

A curiosidade dos nossos filhos é muito grande, desde bem pequenos. Tudo os atraem e eles querem provar e apalpar até entenderem o que é aquilo. Sendo assim, é importante manter longe deles os perigos, que para nós podem parecer inofensivos, mas para eles pode ser um enorme risco para a saúde e o bem estar.

Imaginem que as pilhas e baterias de relógios, brinquedos, eletrônicos, estão constantemente sendo retirados do estomago ou esôfago de bebês, causando um estrago de grande proporção, dependendo do tempo e do estado do objeto. Uma criança de 1 ano e dois meses deu entrada no hospital com uma bateria de relógio alojada em seu esôfago, perfurando-o com o ácido de seu interior. Esta criança precisou de cirurgia e vai precisar de diversas outras para correção do aparelho digestivo. Outra criança, de 2 anos, engoliu um ímã de geladeira em formato de coração, que foi retirado através de uma endoscopia.

Todas essas coisas devem servir de aviso para nós pais e mães cuidarmos com mais atenção desses pequenos objetos. Segue uma pequena lista de coisas a se manter bem longe do alcance de crianças:
Agulhas, alfinetes e botões – nunca costurar em cima da cama, pois o risco é grande dessas coisas ficarem perdidas entre as cobertas.

Remédios , produtos de limpeza – sempre colocá-los em armários no alto. E guardá-los imediatamente após sua utilização. Não armazenar os produtos de limpeza em garrafas de refrigerantes, isso é uma atração enorme para eles.

Pilhas e baterias usadas – colocá-las no lixo embrulhadas ou em saquinho plástico, para evitar a curiosidade infantil.

Os ímãs de geladeira, moedas, peças de kinder ovo, e brinquedos com peças miúdas - além do perigo de cair no esôfago, pode seguir outro trajeto indo parar na traqueia e causar asfixia. Portanto, deve-se estar também atentos a outros objetos que para o esôfago podem ser inofensivos, como balas, chicletes, plásticos e tudo o mais já listado acima.

Isso não é exagero, é cuidado. E todo cuidado é pouco quando falamos em crianças.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Mãe de Menina: Cortando os Cabelos

*Maite Tosta

Mãe de menino não precisa se preocupar muito com os cabelos… sempre é possível comprar uma daquelas máquinas e “passar a máquina 4 (quatro)” na cabeleira dos pimpolhos… já eu, abençoada com três princesas, preciso engordar o cofrinho para poder arcar com o embelezamento das crias.

Por enquanto, a Maria Carolina (3 meses) ainda não entra na dança… mas as irmãs, Maria Esther (4 anos) e Maria Isabel (2 anos) estavam precisando de um bom corte, e essa semana levamos as meninas ao salão para cuidar das madeixas.

Dizem que cortar dá força para os cabelos crescerem. Andei lendo sobre isso e descobri que isso é mito. O que ocorre é que, ao cortarmos os cabelos, nos livramos das pontas duplas e ressecadas, e isso dá uma aparência mais saudável e bonita ao cabelo.

A Maria Isabel nunca tinha cortado o cabelo antes, porque tínhamos mBel corteedo de como ela se comportaria. Por isso, escolhemos para esse primeiro corte um salão especializado para o público infantil, aqui no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca: CAMARIM KIDS. *

O salão tem uma decoração atraente para os pequenos com vídeos, brinquedos e videogames, além de  contar com profissionais que “têm a manha” para “domar as ferinhas”. Bel ficou super comportada! No final, ganhamos um “Certificado de primeiro cachinho”, com um cachinho dela de lembrança!

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Logo depois, foi a vez da Maria Esther cortar a cabeleira, deixando pelos ombros. Uma mocinha!

Talvez não consigamos manter o hábito de frequentar salões especializados, mas ressalto que, pelo menos para o primeiro corte, a experiência foi muito boa e creio ter tomado uma boa decisão. O profissional que nos atendeu (cujo nome eu infelizmente não lembro, que falha!) tem realmente um jeito todo especial com criança, e conseguiu acalmar as nossas nenecas o tempo suficiente para cortar rsrsrs…

Vejam as nenecas já embelezadas! No final toda a família satisfeita e muitas “curtidas” garantidas no Facebook !
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*Este é um post de livre escolha da autora, não havendo qualquer parceria do blog com o estabelecimento citado.
* Maite Tosta - bacharel em Letras e especialista em Direito Constitucional, é serventuária de Justiça, tutora de cursos à distância, casada e mãe de quatro filhos no Rio de Janeiro/RJ. Católica e Vascaína, gosta de escrever e de mídias sociais.