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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Uma linda homenagem de um marido para a sua eposa

O norte-americano Bobby Wesson tirou uma foto de sua esposa durante um cochilo e postou, junto a uma bela homenagem, em seu perfil no Facebook.

O texto comoveu mulheres do mundo inteiro. 

Meninas não esqueçam de pegar o lenço antes de ler o texto que ele escreveu para a sua esposa! 




Essa é minha esposa tirando um cochilo. Em uma hora, ela vai acordar, se vestir e ficar pronta para o trabalho. As ferramentas e itens que ela precisa para trabalhar estarão meticulosamente arrumados e checados – seu cabelo e maquiagem estarão prontos rapidamente. Ela vai reclamar de sua aparência. Eu vou discordar enfaticamente e vou lhe dar uma xícara de café.
Ela vai sentar no sofá com as pernas cruzadas e tentar beber seu café enquanto brinca alegremente com a criança em seu colo.
Ela vai olhar para o nada enquanto conversamos; silenciosamente se preparando para um novo turno. Ela acha que eu não percebo.
Ela vai beijar o bebê, ela vai me beijar e vai partir para cuidar de pessoas que estão tendo os piores dias de suas vidas. Acidentes de carro, ferimentos de bala, explosões, queimaduras e fraturas – profissionais, pobres, pastores, viciados e prostitutas – mães, pais, filhos, filhas e famílias – não importa quem você é ou o que aconteceu a você.
Ela vai cuidar de você.
Ela vai voltar para casa 14 horas depois e tirar os sapatos que andaram por sangue, bile, lágrimas e fogo de seus pés doloridos e deixá-los lá fora.
Às vezes ela não vai querer falar sobre isso. Às vezes ela mal pode esperar para falar sobre isso.
Às vezes ela vai rir até chorar e às vezes ela vai apenas chorar – mas apesar desses “às vezes” ela estará lá para seu próximo turno.
Minha esposa é uma enfermeira. Minha esposa é uma heroína.” 

Esse cara deve amar muito a sua esposa, não?

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Dez frases que todo homem gostaria de receber da esposa ou namorada!

Por Alex Camillo




Vivemos em uma época em que milhões de pessoas possuem smartphones e portanto estão conectadas quase o tempo todo às redes sociais. Que tal aprendermos a usar estas ferramentas a nosso favor?

A ideia é uma maneira simples, porém eficiente de quebrar a rotina, de surpreender, de deixar o marido saber que a sua esposa está pensando nele.

Podemos usar o Whatsapp ou se o seu celular é um pouco mais simples, um SMS de vez em quando também tem o mesmo efeito.  Segue abaixo sugestões de algumas frases:

  1. Obrigada pelo jantar/presente de ontem!
  2. Que tal um jantar especial hoje?
  3. Hoje tem a sua sobremesa favorita!
  4. Te amo!
  5. Tenha um ótimo dia no trabalho!
  6. Mais um dia ao seu lado! Amo estar junto a ti!
  7. Eu te perdoo!
  8. Estou tão feliz!
  9. Ansiosa esperando a sua chegada!
  10. Estou com saudades!
E aí meninas, tem alguma frase, pensamento que você gosta de mandar para o seu marido de vez em quando, que você gostaria de compartilhar conosco?


sábado, 27 de setembro de 2014

Cansei do marido, e agora?

Poderia ser o inverso também, o que em nada modifica o problema. Cada um que se cansa do outro, dentro do casamento, deve procurar ver com imparcialidade os prós e os contras, para depois então buscar soluções e reconciliações.

É normal acontecer isso no casamento, após uns anos, quando o casal já esta confiante um do outro e naturalmente não se esforça mais na conquista diária, com os mesmos cuidados pessoais de antes. Ademais, um ponto importante neste desgaste é a falta de diálogo e de interesses em comum – e aqui não falo das contas a pagar mútuas, nem dos filhos deste casal - marido e mulher necessitam estar em sintonia - ou sinergia, como queiram chamar os mais complexos estudiosos do assunto - para que esse amor que os uniu, a ponto de levá-los ao altar, continue em todo seu esplendor.

Existem momentos em que os desentendimentos por problemas do dia a dia criam um desgaste maior e nos levam a pensar em jogar tudo para o alto; aí podemos nos lembrar de um ditado popular: “ruim com ele, pior sem ele” – é a hora de se fazer a lista de qualidades do outro. Aquela listinha onde vamos escrever o que essa pessoa tem de bom, e que nos faz amá-la.

Ao lado dessa lista de qualidades do outro, podemos escrever as coisas que nos desagradam nele, e numa outra coluna as coisas que nós fazemos que também desagradem a ele. Depois seria bom, num momento de calma, a dois, sentar e conversar, sem brigas, ou melhor, tentar não brigar, pois sempre é difícil ouvir as coisas que fazemos de errado. Além disso, precisamos estar preparadas para também ouvir uma série de coisas ruins a nosso respeito. Lembrem-se de que o outro foi pego de surpresa e não terá ruminado tanto tempo e digerido os problemas como nós o fizemos.

A palavra de ordem é Desarmar – tirar as mágoas, as irritações, os sofrimentos, e levar toda a questão a um nível de busca de entendimento e de reacender a chama deste amor.

Outro dia, observando as brasas na lareira, num dia bem frio, tudo parecia já apagado e eis que de repente aparece uma chama forte, mostrando que ainda havia fogo e calor. Assim também pode estar o nosso amor, parecendo brasas pequenas ou até mesmo cinzas, mas com uma boa mexida, tudo pode voltar ao calor próprio do amor que sempre existiu.

Coisas como o desleixo pessoal, a falta de se por bem para o outro; as atividades sempre distintas, sem um participar dos interesses do outro, a falta de um papo amigável, das saídas a dois, tudo porque as necessidades no trabalho tomam muito tempo e nosso vigor, tudo isso afasta o casal.

Vamos, dentro do casamento, buscar mais interesses em comum, participar da partida de futebol do marido e ele participar das idas ao cinema para assistir uma boa comédia romântica.  Fazer planos! Nada melhor para unir um casal do que planos para o futuro: filhos, viagens, casa própria. Caminhadas, a busca por estar sempre se renovando, com o cuidado pessoal, dentro dos seus limites humanos: barba feita, roupas limpas e bem cuidadas; a higiene pessoal conta muito, em qualquer lugar, ainda mais dentro de casa, com os familiares. Sair a dois, pelo menos uma vez a cada quinze dias, para jogar conversa fora, rir, um para o outro, olhar nos olhos, beijar, namorar.

Nada de jogar fora o cônjuge! Basta procurar dar uma reciclada que o carinho volta, e a atenção de um para com o outro vai melhorar e muito.

Lúcia Helena Marques  - mãe e esposa, ama política e futebol!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Marido antenado

Meu pai foi um homem extremamente participativo na vida familiar.  Trabalhou em dois empregos por toda dia vida útil. E nunca deixou de ajudar nas tarefas domésticas.  Minha mãe não trabalhava fora, mas conseguia dar aulas particulares em casa, e o restante do seu tempo era ocupado pelas duas filhas e seus pais que moravam próximos.

Papai voltava de seus plantões, que em muitos dias rodava vinte e quatro horas seguidas; dormia um pouco e ia cuidar de consertos da casa, fazia brinquedinhos para nós, ajudava a mamãe na cozinha, e tornava a vida dela mais fácil.

Lembro-me dele fazendo nosso café da manhã, para que a mamãe dormisse mais um pouco. Levava-nos ao colégio, dividia bem as tarefas domésticas, mesmo trabalhando tanto e num serviço de grande insalubridade.

Seria o marido ideal para os tempos modernos, onde as mulheres dividem com os homens os trabalhos fora do lar e os cuidados internos.

Ouço muitas mulheres casadas, ainda hoje, reclamando da falta de maturidade dos maridos: que não assumem essa posição de homens do lar e ao mesmo tempo provedores. Querem continuar com suas vidinhas de solteiros, sem abrir mão de seu lazer pessoal e individual.

Papai foi criado numa família numerosa onde cada um tinha suas tarefas em casa bem definidas, além de estudar e trabalhar para ajudar no sustento da casa. Isso o tornou um homem de fibra, ciente das suas obrigações dentro e fora do lar. O que facilitou sua vida na nova família que constituiu.

O que vemos hoje são filhos criados com tantos mimos, sem encargos em casa, e incapazes até de buscar um copo d'água na cozinha. Vão crescendo sem noção de responsabilidades, achando que o mundo está para servi-lo. Não permitindo que no futuro se tornem maridos atuantes e participativos no lar.

Para mudarmos esse quadro decadente temos que formar melhor nossos filhos, preparando-os para o mundo. Que eles aprendam a cuidar de suas coisas, desde pequenos. Não serão menos homens por isso.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O marido é influenciado pelos amigos?

Muitos casais novos reclamam desse problema: os maridos não largam seus amigos do futebol, do chopinho, e pra eles é sagrado o dia desses encontros. A influência dos amigos solteiros sobre o homem casado incomoda, e muito, suas jovens esposas, que ao contrário deles se dispõem a dar todo o seu tempo ao marido e ao lar.

É natural que o homem continue nessa roda de amigos, com certa frequência, ainda mais se são amigos desde a infância ou adolescência, porém há de convir que seu estado de vida mudou, sua condição de homem casado inclui uma outra pessoa a seu lado que precisará de mais atenção e cuidados, para que esse amor cresça sempre mais.

O amigo que impede o casal de estar junto, não é um bom amigo. A mulher que não aceita acompanhar seu marido a esses encontros estará dando mole a ocasião. Num futebol onde após o jogo haverá uma chopada e que isso aconteça semanalmente, a mulher pode chegar e acompanhá-lo na hora desse  Chopp, ou aproveitar esse tempo e também encontrar com amigas, para um papo ou um lanche agradável. Mas, que não façam cobranças posteriores entre si.

Quando a esposa está grávida costuma ficar mais carente de atenções e o marido nem sempre entende isso, e continua com seu ritual semanal, tendo sua vida própria, independente do estado da mulher. Essa é a hora de sentarem e terem uma boa conversa, amigável, sem agressões mútuas, cada um expondo seus medos e ansiedades. O filho não vem para separar o casal, vem para uni-los cada vez mais. E, com certeza cada um vai ter que ceder um pouco e encontrar o equilíbrio ideal para que a família continue unida e feliz, entendendo-se cada vez melhor.

Vamos tirar as armaduras que nos fazem ver os amigos do marido como inimigos nossos. O bom seria ganhá-los como nossos amigos também, oferecer um lanche em casa, após esse futebol, chamá-los para assistir a uma partida do time que torcem, em nossa casa, aprender sobre o gosto de cada um e tentar agradá-los na medida do possível, para que com isso o marido sinta-se a vontade com eles e ouça sua esposa quando, de fato, exista algo de ruim em algum deles.

Com o amadurecimento que a própria vida vai nos trazendo, esse convívio só de amigos vai diminuindo e logo estarão todos convivendo entre si com suas famílias também constituídas. É muito bom termos amigos e , se são bons valerão a pena para o futuro, e todos tirarão bom proveito desse convívio.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Quando o marido ou a mulher perde o interesse por sexo

Depois de alguns anos de casados, todo casamento tende a cair numa adaptação, e sem perceber o casal vai diminuindo o interesse sexual, muitas vezes por conta do desleixo pessoal do cônjuge, outras vezes pelo trato grosseiro que começa a surgir, ou até por causa dos cuidados maiores com os filhos e as preocupações em conseguir dinheiro para manter a família.

Muitas são as causas desse súbito afastamento de corpos e dessa frieza que faz com que passem a se tratar como mero conhecidos que dividem o mesmo teto e são responsáveis pela mesma família. Dividem a cama, mas não dividem mais os interesses de cada um, fazendo com que o desejo pelo outro seja uma mera obrigação, executando-a com intervalos mais distantes, apenas para satisfazerem seus instintos naturais, já que um tem o outro a sua disposição.

Parece muito fria essa colocação, mas é um fato que acontece entre muitos casais, e que precisa ser combatido de forma urgente e radical. Não sugiro fazer peripécias no relacionamento, extravagância; apenas digo que é necessário o querer reconquistar o outro, sempre e a todo o momento que se perceba esse afastamento.

Normalmente quem mais percebe é quem esta sendo rejeitado, deixado de lado, sem receber o carinho, a razão de existir o casamento. Esse precisa reconquistar, redobrando o carinho, o cuidado pessoal, e acima de tudo, o diálogo. Tudo começa a acontecer, justamente com a falta de assunto entre ambos.

Não há coisa mais desestimulante do que a noite, falar sobre contas a pagar, dívidas, brigas das crianças; sobre a política atual e a queda da bolsa de valores. Tudo isso deixa ambos longe do interesse íntimo, do aconchego que deveria trazer mais intimidade ao casal.

Conheci uma pessoa que dizia que o sexo começa de manhã, no bom dia que damos ao outro, na forma como começamos o dia juntos. E, todos sabemos que com os filhos, e os horários apertados de saída de cada um, fica sempre mais difícil esse cuidado com o trato, essa demonstração de carinho, na hora do corre, corre. No dia a dia acabamos fazendo tudo automaticamente e sem o cuidado necessário para mostrar ao outro o quanto é importante e necessário para deixá-lo feliz e satisfeito.

Marido e mulher precisam sempre ver o outro como seu amor, aquele que foi escolhido entre tantos outros e outras, e, se isso não esta acontecendo, procure melhorar, mudar a estratégia, lutar por retornar aos tempos de namoro. Nem que seja à noite, depois de colocar as crianças para dormir; beber um copo de vinho a dois, falar do quanto sente falta do carinho e o quanto faz bem estarem juntos. Criar momentos felizes e harmoniosos entre ambos.

O sexo é belo entre o casal e nada deve atrapalhar esse contato pessoal, que une mais ainda essas pessoas que formaram uma família. E a frequência com que se unem, cria condições de relaxamento e aumenta o interesse e a sinergia dos dois.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Harmonia conjugal – dois em um

O casamento é a união de duas partes para formar um – e para alcançar esta unidade que queremos, temos que guardar a individualidade sem egoísmos. Acontece que o homem e a mulher são diferentes sexualmente e psicologicamente. De modo que é natural do ser humano que procure no sexo oposto sua complementação.

No casamento colocamo-nos como um dom para o outro. Quanto maior a capacidade de doação de cada um, mais harmonia haverá na união. Como não somos iguais, a capacidade de doar-se também não é igual.

Diante de tanta pornografia, é bom termos ideias bem claras a respeito do relacionamento conjugal, para não cair nos dois extremos. Como por exemplo ver pecado em tudo, ou cair em vulgaridades demais.

 O nosso  instinto alimentar satisfaz em primeiro lugar o gosto do paladar, em segundo o matar a fome e por último é que fica o mais importante: a nutrição –fundamental para conservar a vida. Podemos fazer um paralelo com o instinto sexual: primeiro existe a satisfação sexual, o amor, a complementação das personalidades e por último a conservação da espécie. A união natural não é só epidérmico, Junta os quatro planos: físico-sexual, afetivo-sentimental, intelectual-espiritual, religioso-sobrenatural. “Quando se dá esta união integral, indo do sexual ao religioso, é que realmente se realiza essa “comunhão da vida toda”( consortium totius vitae)” – carta do Papa João Paulo II.

As diferenças entre homem e mulher são mais profundas no que se refere à relação sexual. O homem é mais carnal e a mulher mais afetiva. O homem vai direto aos finalmentes e a mulher gosta dos entretantos. Com isso muitas vezes a mulher se sente usada, daí nascem algumas  revoltas. É preciso muito diálogo entre o casal. A desavergonha de dizer, sem brigas e no momento certo,( que não é na cama) o que sentimos e como gostaríamos que fosse, e ouvir também do marido seus desejos e aspirações para com a mulher. E assim sendo poderem chegar a que cada um possa agradar ao outro.

Cada um de nós tem um ritmo: uns às 22hs estão apagados, e outros começando o dia; temperamentos rápidos e outros vagarosos; acrescentando, diferenças de sexo, idade, educação, cultura, valores, religiões e será com todas estas disparidades que o casal vai encontrar suas razões para estarem juntos.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Piadas para divertir a família nas férias

Um seminário para maridos:

Devido à complexidade e dificuldade de assimilação dos temas, os cursos terão no máximo 8 participantes. As inscrições estarão abertas durante a próxima semana.

Tema 1
Como se enche as fôrmas de gelo. - (passo a passo, com apresentação de slides)

Tema 2
O rolo de papel higiênico: será que nasce no porta-rolos? - (Mesa redonda)

Tema 3
Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão. - (Desenhos e gráficos esclarecedores)

Tema 4
A louça do almoço levita sozinha até a pia? - (exemplos em vídeo)

Tema 5
Fazer a mala: incompetência nata ou capacidade mental progressiva? - (iniciação lúdica)

Tema 6
Como aprender a encontrar coisas, começando por procurar no lugar certo, em vez de remexer a casa toda aos gritos. (passo a passo)

Tema 7
Os verdadeiros homens também pedem orientações a estranhos quando se perdem.- (depoimentos verídicos de comprovados machos e conferência)

Tema 8
O homem no lugar de copiloto: é geneticamente possível não dar compulsivamente palpites durante as manobras de estacionamento!

Tema 9
Como ser acompanhante em shoppings, sem protestar. - (exercícios de relaxamento e autocontrole)

Tema 10
Como lutar contra a atrofia cerebral: recordar aniversários, outras datas importantes e telefonar quando se atrasa.

Encerramento do curso e entrega de diplomas aos sobreviventes.


Piadinha de informática.


O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente: no dia 25 de dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo do modem, sai pela porta serial e diz: "Feliz Natal! ROM, ROM, ROM!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Meu interlocutor: a parede

Sempre me lembro do Bidu, cachorrinho azul, personagem, de Maurício de Souza, e suas conversas filosofais com a pedra; que, nesse caso fala, dialoga.

 Esse preâmbulo foi para mostrar como é o dialogo entre marido e mulher, em algumas fases de comunicação mais difícil,  porém, com uma agravante: diferentes da pedra que fala, são como paredes mudas, não dão nem indícios de que ouviram também.

 Os assuntos começam a não ser de interesse mútuo e passam a existir silêncios constrangedores. Sem nem mesmo um "é" da parte quem ouve, dando indícios de ter ouvido.

É mais comum acontecer isso com os maridos: o papel da parede. Ouvirem sem ouvir e sem responder ou dar um sinal de estarem atentos.

Já a mulher, via de regra , gosta mais de falar e é difícil para ela não emitir nenhum som durante a conversa, mesmo que o assunto não seja de seu agrado. Ela, com certeza, vai pelo menos mexer a cabeça que sim ou que não.

O homem, quando fala, prefere ver a atenção da esposa: olhando-a sem falar, sem diálogo, ele gosta de concluir sua ideia, sem apartes, promovendo assim, infelizmente, longos monólogos. Coisa totalmente estranha e absurda para a mulher, que gosta de trocar ideias e participar das conversas, ora concordando, ora discordando, ou mudando o rumo da conversa, quando já chegou no seu limite ou está chata demais.

 Como homem e mulher são bem diferentes em suas estruturas físicas, também o são nos seus intelectos, e ambos precisam de ajustes para melhorar a convivência; para a harmonia conjugal e para que, com o passar dos anos de casados, não criem um abismo entre os dois.

Ceder é para os fortes. Contudo, convencer é para os inteligentes. E,para os que amam ,é importante as duas coisas.

sábado, 13 de outubro de 2012

Esposa ou mãe?



Por Maria Teresa Serman

Há alguns dias li um artigo bem interessante de Marina Colasanti, com o título de Mãe pra sempre, sobre o tema da maternização do amor que muitas mulheres dedicam a seus maridos. Diz a autora que "faz parte do chip da mulher cobrir de mimos e cuidados maternais o companheiro, como faz parte do chip dele aceitar todos os agrados, saudoso do corpo a corpo amoroso com a mãe." E ela alerta que "há riscos".

Muitas mulheres, talvez a maioria, vêm com esse "chip" bem nutrido; outras, com um tipo mais brando; raras, sem ele. Acontece com as que intensificam o instinto maternal de origem de "incluir o marido no pacote dos filhos", como muito bem definiu uma amiga nossa. O perigo é este: de essa tendência maternal tornar-se subliminar, confortável, automática. Quando se percebe, a "Grande Mãe" domina a relação conjugal e ameaça principalmente a mulher, bloqueando o processo de sedução que deve sempre ser alimentado entre os dois.

Continuando com a escritora, há, em sua opinião, "mulheres aparentemente fracas e doces (ou nem tão doces no exterior, diria eu) [que] cobrem seus homens de cuidados maternais. Começam de leve, um detalhe aqui, uma coisinha ali (..) e, aos poucos, como água que se infiltra, expandem suas atenções.(...). Tendo reduzido a filho o homem que lhe havia chegado como marido, pode começar a queixar-se de sua infantilidade.(...). Ele, dominado pelo inegável conforto de ter uma quase mãe à sua disposição, esboçará pouca ou nenhuma reação."

Ela desenvolve a teoria esclarecendo que essa atitude maternalizante pode ser uma forma de poder, de controle, ainda que inconsciente. E o homem torna-se uma espécie de "bebê gigante", sendo ela a única adulta do casal. Mais ainda, ele pode procurar em outra a fêmea que já não vislumbra em casa.

Esse alerta vale também para as mães superprotetoras, seja com os filhos ou com as filhas. O equilíbrio é, como sempre, a melhor saída, separando e depurando os afetos: filhos são filhos, não propriedades ou ursinhos carinhosos, e marido é um homem, não um debiloide ou criança grande. Não há excesso de amor, a meu ver, mas formas desviadas de expressá-lo, o que pode acontecer com qualquer pessoa, mesmo com as melhores intenções. Devemos, então, estar sempre vigilantes sobre o verdadeiro amor, aquele que liberta e amadurece.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O mistério do matrimônio


Por Maria Teresa Serman
"Assim devem também os maridos amar as suas mulheres, como o seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
De fato, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo; pelo contrário, alimenta-o e cuida dele(...). Por isso, o homem deixará o pai e a mãe, unir-se-á à sua mulher e serão os dois uma só carne." 

Este trecho de uma leitura de S. Paulo nos faz retomar o tema que já comentamos bastante aqui, mas penso que nunca esgotaremos. Sempre é bom reforçar a certeza de que o matrimônio, como o concebe a Igreja Católica, é um sacramento, "sacramentum magnum", indica o próprio apóstolo, um grande sacramento e um mistério, interroga-se ele também, meio desconcertado, não sei se casou, não temos registro, provavelmente não, o que talvez lhe tenha proporcionado o papel de observador, e que observador deve ter sido, no melhor e mais profundo sentido.

Andamos cuidando muito do corpo, mas não como deve ser, como depósito da alma, criado à imagem e semelhança de Deus. Cultuamo-lo como algo precioso, uma estátua de carrara, um bem maior, mas para exibir. Esquecemos de seu aspecto transitório e precário, por mais atividades profiláticas e alimentação orgânica e sem radicais livres com que o cuidemos. Tudo isto é bom (os cuidados profiláticos, não o culto), só não se pode inverter as prioridades, pois dar ao corpo tudo que ele pede é traiçoeiro, porque ele não para de exigir o que quer. E não somos seus servos.

Se os cônjuges se amassem como os cultuadores de corpos amam os seus próprios, "que maravilha seria viver", como diz a canção. Não haveria descuidos, e, se houvesse, logo seriam corrigidos. Cuidados carinhosos e delicados seriam constantes, como respirar; afinal, respirar é o primeiro ato responsável pela manutenção do corpo, todos praticaríamos exercícios respiratórios preconizados por mestres orientais no assunto - já que é sabido que eles são muito mais hábeis do que nós, ocidentais, nesse campo. Iríamos, também, mais assiduamente ao médico, faríamos mais exames, cuidaríamos mais dos nossos hábitos.

POR QUE, ENTÃO, JÁ NÃO SEGUIMOS ESSAS PRÁTICAS NO NOSSO CASAMENTO???  Por que não cuidamos melhor um do outro? Por que não paramos para perceber, senão ouvir, os sintomas de alguma doença? Por que não exercitamos a prática de exercícios amorosos de carinho e atenção? Por que não oxigenamos o relacionamento com atividades prazerosas e divertidas, simples, ao alcance de todos os bolsos? E, principalmente, por que não levamos o casamento ao "médico" - que pode ser um terapeuta competente, um padre, um especialista em vida matrimonial - quando a doença COMEÇA a dar seus sinais? Por que não vemos o nosso amor como nós próprios?

É bonito falar, eu sei, difícil é fazer. Mas sempre há tempo, se há amor, e sempre se pode colocar amor onde parece, às vezes, que não há. Desculpem se parece confuso; porém, pode ser simples, e também emergencial, o que sempre é, em se tratando desse "mistério". 

terça-feira, 12 de junho de 2012

Ninharias acumuladas pesam toneladas


Por Maria Teresa Serman

As pequenas coisas do cotidiano podem ser motivo de santificação e aprimoramento do caráter, tendo incomensurável valor diante de Deus. Por isso, não podemos desperdiçar as oportunidades que gotejam sem parar no vaso de oferendas de amor que desejamos oferecer ao Pai e aos irmãos a cada momento, dia após dia.

Contudo, também há o outro lado. Coisas que parecem insignificantes tendem a pesar e desgastar, se não percebemos seu acúmulo pela constante repetição. A rotina das contrariedades, implicâncias, picuinhas, pirraças, é sempre a assassina do amor, não a simples repetição de atos comuns. Se precisamos variar a roupagem destes, devemos com urgência examinar-nos e extirpar aqueles.

Na família, acontece entre pais e filhos, e atrapalha a comunicação e o relacionamento amoroso necessários para a felicidade no lar. Quando entre o casal, pode ser insidioso e fatal, só percebido à beira do abismo ou já despencados nele abaixo. NINGUÉM está imune a essa ameaça. E ela aumenta com o tempo, quando já estamos acomodados, quando o ninho está vazio dos filhos, quando um ou os dois se aposentam. No evangelho, o Senhor recomenda: "Vigiai e orai..." E eu peço licença para acrescentar, no caso dos matrimônios: Vigiai, orai muito e deixai de ser chata(o) e se achar o centro do seu mundinho..

Não sei se já repararam, mas é comum ver, nos shoppings ou nas ruas, esposas de meia idade ou mais ralhando e fazendo cara feia pros maridos, e eles com o olhar perdido, pois já se desligaram para sobreviver com média sanidade por mais uns anos. Também existem os adoráveis consortes que reclamam de tudo que a sua "sem sorte" faz, gasta, prepara, pensa, respira. Isso quando ainda estão ali somente, e  não ali e "acolá", não sei se me entendem.

É um tal de "Não aguento mais o fulano, está velho e insuportável, lento e calado!"; "Como consegui ficar tantos anos ao lado desta jararaca?!"; "Preciso sair de casa pra não ouvir a voz dele me chamando a toda hora!"; "Graças a Deus hoje tem pelada e chope, tenho desculpa pra voltar quando ela já estiver dormindo!". Ao mesmo tempo, podemos nos emocionar com casais de cabeça branquinha, de braços dados, apoiando-se um no outro, usufruindo do resto do tempo que passarão juntos antes da eternidade. Ontem mesmo, na missa, observei um senhor delicadamente suportando o peso da esposa que cochilava no seu ombro. Acontece muito com essas pessoas adormecerem com sermões ou cantos mais suaves.

Então, qual é o segredo? Os casos são únicos e individuais, cada par tem sua história de amor. Mas considero invariável uma coisa: os que mantêm o amor sob seu doce comando, digamos assim, não se detêm em mesquinharias, dilatam o coração,  procurando a felicidade do outro e aproveitando os melhores momentos juntos. Não precisa ser uma grande viagem, frequentar restaurantes luxuosos, assistir a peças aclamadas semanalmente. É sem dúvida muito legal, mas não é garantia. E muitas vezes abafa as palavras que o coração do(a) amado(a) tenta desesperadamente dizer, sem ser escutado. São gritos de carinho, pedidos de socorro e atenção, luz vermelha acendendo direto. E podemos ser pegos de surpresa, muito cuidado, quando o outro já desistiu de tentar.