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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Mulher de fibra - Dolores Hart

 Sempre é bom falarmos das grandes mulheres da humanidade, as que fizeram a diferença de alguma forma e deixaram rastros. Temos as muito conhecidas, as pouco conhecidas e as só nossas conhecidas; as que fazem ou fizeram diferença, porém não tiveram longo alcance, mas com certeza estão diante de Deus, vendo-o face a face.

A Dolores Hart, talvez não seja conhecida de muitos, mas sua história é bem interessante. Vale a pena conhecer um pouco da sua história que ainda perdura até os dias de hoje, com 81 anos de idade,(fazendo 82anos no dia 20 de outubro deste ano), vivendo em um convento beneditino nos EUA. 

 Foi atriz de cinema e sua carreira ia deslanchando rapidamente. Fez dez filmes em cinco anos, interpretou ao lado de grandes nomes do cinema, como Montgomery Clif, George Hamilton, Robert Wagner e estreou ao lado de Elvis Presley. Em meio a todo o sucesso que estava vivendo, resolveu deixar tudo para trás e entrar para um convento. no mosteiro da abadia de Regina Laudis, em Connecticut,  onde ela serve sua comunidade monástica.

Uma boa sugestão é ler sobre sua história, existe uma biografia sua que deve ser bem interessante para quem lê em inglês. Toda a mudança começou após encenar no filme " São Francisco de Assis", tendo o papel de santa Clara de Assis, em 1961. Nesta ocasião esteve com o Papa João XXIII. Ela o conheceu e disse a ele que estava interpretando Santa Clara, e ele respondeu: você é a Clara! ("Tu sei Chiara!").

Imaginem que esta mulher no auge da carreira artística, noiva quase para casar, decide mudar sua vida totalmente e de forma radical, aos 24 anos de idade. Termina o noivado, explica a ele que ainda o ama mas sente seu chamado maior ao amor de Deus e ele aceita e lhe diz: "Todo amor não precisa terminar no altar", e deste modo continua amigo de Dolores, nunca se casando e visitando-a em todos os Natais e Páscoas até a sua morte.

Em sua autobiografia, " O ouvido do coração: a jornada de uma de Hollywood aos votos sagrados", de coautoria com Richard DeNeut, ela conta sua história de vida, desde o nascimento até a vida no mosteiro. 

Ela chegou a ser prioresa do mosteiro de 2001 a 2015, sendo membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, sendo a única freira a ser membro do Oscar. Luta até hoje pela conscientização sobre o distúrbio idiopático da neuropatia periférica, um distúrbio neurológico que afeta ela e muitos americanos.




terça-feira, 3 de novembro de 2015

A mulher invisível

Um vídeo dedicado a todas as mulheres que se sentem invisíveis para o marido, os filhos... Vale a reflexão!


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Recuperando os cabelos maltratados

Quem não gosta de ter os cabelos iguais aos das propagandas de shampoos e de tinturas? Aqueles sedosos e balançantes ao vento? Então, podemos sem muitos custos, conseguir que nossos fios tenham esse ar de bom trato, mesmo cuidando deles em casa.

Encontrei essa receita, que segue abaixo, na internet, e experimentei.  Funciona e o efeito é excelente. Muito bom para quem tem cabelos rebeldes e ressecados pela ação das tintas.

- Lave o cabelo com shampoo e retire o excesso de água com a toalha. Divida o cabelo em duas partes e aplique queratina (líquida ou em gel, de ampola ou spray) mecha a mecha, começando pela nuca, enluvando de cima para baixo.

- Faça o processo em todo o cabelo, evitando a raiz, deixe agir por 10 minutos e enxágue em água corrente.

- Aplique uma máscara de hidratação da sua preferência mecha por mecha, massageando bem, começando pela nuca, enluvando sempre de cima para baixo.

- Enrole todo o cabelo numa touca plástica, e deixe a hidratação agir por 30 minutos.

- Enxágue, retire o excesso de água com a toalha e passe  uma máscara à base de silicone. Aplique sempre longe da raiz mecha por mecha, enluvando sempre de cima para baixo, e deixe agir por 10 minutos.

- Enxágue novamente, e finalize com um produto condicionador, como creme para pentear, ou protetor térmico.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

OBRIGADA, FEMINISMO!

Por Verônica Lunguinho

Depois que passei a entender os males que o feminismo trazem à sociedade, passei a observar no meu cotidiano todos os dias, vários exemplos práticos de como essa ideologia é uma tragédia para homens, mulheres e crianças. 

A de hoje, foi a seguinte: fui a uma atacadista fazer compras sozinha. Estou grávida de seis meses. Mas, grávida não é doente, logo, se não houver riscos, pode muito bem fazer compras sozinha. É só não carregar peso excessivo.

Devido ao preço em conta, resolvi comprar um fardo de açúcar, que vem com seis unidades de 5k cada. Logo, um fardo = 30k. Pensei em pegar de um por um, mas havia um rapaz do meu lado e eu resolvi perguntar se ele poderia, por favor, colocar aquele fardo no meu carrinho. “Na hora de colocar no carro, peço a outro e na hora de tirar do carro, em casa, os de casa ajudam”, pensei. O máximo que ia acontecer era eu abrir o fardo depois e colocar os pacotes de um em um, caso ninguém aparecesse para ajudar. O moço colocou e eu agradeci. Passei no caixa. Também não foi preciso retirar o fardo de açúcar do carrinho, pois a operadora de caixa apenas digitou o código e registrou.

Chegou o momento de colocar as compras no carro. Olhei para o lado e: ninguém. Fui colocando as coisas mais leves e que não podiam amassar no banco traseiro. Quando aparecesse alguém, eu pedia o favor. Até que um funcionário da atacadista foi passando e eu o chamei.

- Moço! O senhor pode, por favor, colocar SÓ esse fardo de açúcar aqui no porta-malas pra mim?

Nunca pensei que um pedido tão simples iria me fazer chegar à minha casa e escrever um texto. Mas a resposta dele me obrigou a fazê-lo.

- Olha, acontece que eu não estou no meu horário de trabalho.

Fiquei tão constrangida que fiz um sinal de “pare” para ele com a mão e disse:

- Não! Pode deixar. Pode deixar que eu coloco um por um, eu não quero incomodar o senhor. Longe de mim, imagina.

De fato, eu me senti incomodando. Quem me conhece sabe o quão resistente eu sou a pedir favor, simplesmente porque detesto incomodar. Só que ele voltou atrás, e começou colocando as coisas dentro do carro de uma forma completamente desorganizada. Eu insisti:

- Olha, não precisa, pode deixar que eu vou colocando aos poucos, eu sempre faço isso. 

E fui arrumando a bagunça que ele estava fazendo no porta-malas colocando as compras de qualquer jeito. 

Enquanto eu arrumava, ele pegou o fardo de açúcar e perguntou se não era melhor colocar no outro compartimento do carro, que era o banco da frente. Até que eu resolvi falar o que geralmente deixo no ar:

- Senhor, eu não te pedi ajuda porque você está de uniforme e é funcionário, mas porque imaginei que você, como homem, tivesse mais força do que eu. Se eu soubesse o quanto eu iria te incomodar, não teria chamado. Olha, pode colocar aqui mesmo, obrigada, viu?

Diante do que falei ele saiu sem graça e eu fiquei perplexa. Se eu estivesse sozinha, sem estar grávida, e aparecesse alguém me oferecendo ajuda, como às vezes acontece, eu teria aceitado e agradecido. Não precisaria pedir. Mas entre mim e aquele porta-malas havia uma barriga com um bebê de seis meses de gestação. É prudente que eu proteja tanto a saúde do bebê quanto a minha, por isso pedi ajuda. Terminei de guardar as compras, entrei no carro e soltei um “OBRIGADA, FEMINISMO!”

Ninguém tem a obrigação de fazer favor a ninguém, mas não entendo porque alguns homens perdem a oportunidade de serem gentis e de reafirmar sua masculinidade.

Só não fiquei mais boquiaberta porque cheguei à minha casa, estacionei e, atrás de mim vinha meu marido, que estava chegando a pé. Sem me perguntar nada ele já foi tirando as coisas do carro e perguntando onde colocar, como sempre faz. Olhei para meu filho de dois anos, passei a mão na barriga, onde está o segundo e pensei: cabe a mim fazer diferente. O desafio é grande...

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Os olhos falam?

Nós, mulheres, falamos com os olhos também. Expressamos nossa emoção e nossos desejos, com apenas um olhar bem dado, e um bom observador com certeza consegue interpretar um olhar feminino.


Meus filhos sabiam quando eu queria que parassem de fazer alguma coisa errada, com apenas um olhar. Em uma festa bastava eu olhar e lá saía o moleque da travessura que estava prestes a fazer. Eles gostam de dizer que eu os fulminava com um olhar. Era verdade! 

Os olhos falam muito, são observados por todas as pessoas com quem conversamos, então nada melhor do que adorná-los com uma maquiagem simples, mas que destaque melhor a beleza deles.

Segue um pequeno gráfico que encontrei na internet e nos indica quais cores de sombras destacam mais os nossos  olhos.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Esposa e Mãe – em equilíbrio

Para um equilibrista são imprescindíveis alguns fatores como: um ponto de mira, um bastão.  É impossível manter-se de pé no cabo sem estas duas coisas. Com eles, pendulará de um lado para o outro e não cairá. É um aprendizado longo, e cada apresentação um novo desafio, um novo e constante aprender. É assim na nossa vida.

Passados os primeiros meses de casamento onde já há esse aprendizado do outro (com profundidade), abre-se uma nova perspectiva: ser mãe. Com a maternidade que é um prêmio de Deus para as mulheres, temos esta experiência única de gerar, e trazer ao mundo uma nova vida. Sabemos quanto isto é maravilhoso, (mágico, difícil de entender). Isto faz com que passemos a dedicar muita atenção ao filho e não está errado, é o que toda mãe deve fazer.

Nosso bastão do equilíbrio entra agora.

O que não podemos esquecer é que em 1o lugar na ordem familiar vem o marido. Porque é aquele que com toda liberdade, escolhemos para ser nosso ser complementar. Quando nos casamos fazemos uma opção de exclusividade - que é única e definitiva.  É também uma entrega, uma doação total daquilo que somos. Não damos só a nossa “mão em casamento”, damos também o que somos. Como podemos então, depois de casadas, não dar a devida atenção a esta escolha que fizemos?

Ao mesmo tempo a maternidade com todas as suas responsabilidades nos reclama, nos exige e sentimos uma grande atração por dedicar-nos aos nossos filhos e muitas vezes esquecemo-nos dos nossos maridos.

Cada uma de nós conhece bem o marido, e com isso deve haver um firme propósito de enriquecer o amor dos dois, de modo que a relação se torne sempre mais livre e mais profunda. Mesmo que o dia tenha sido duro, (no trabalho e no lar), o marido não deverá ser o “muro das lamentações”.  Eles precisam chegar a casa, e encontrar uma esposa alegre, sorridente, disposta, mesmo estando cansada. Aí tem que entrar o nosso EQUILÍBRIO.

Saber que temos que dar muito carinho, mas também receber, mostrando ao nosso cônjuge quando precisamos de ajuda e estamos de fato com uma grande sobrecarga. Aí entra o equilíbrio de guardar o orgulho feminino e pedir ajuda. Como pedir? Pedindo com educação, doçura e clareza: homem não tem bola de cristal. Reconhecer que precisamos do outro. Coisas para se ter claro na vida.

O marido vem em 1o lugar, os filhos à medida que crescem, (e crescem rapidamente) precisam menos de nós. Os maridos parecem que precisam cada vez mais de nós. À medida que o tempo passa e vamos envelhecendo juntos. Para eles estamos sempre lindas, mesmo que tudo não esteja mais como no início do casamento.

Os filhos não são de cristal, papel ou porcelana, portanto podemos contar com pessoas para ajudar-nos a ficar com eles, para sairmos com o marido sozinhos, periodicamente.

Deus nos livre se de repente o marido quiser contar com outra para cuidar dele. Não esquecer o que dizia S.JoséMaria Escrivá: “a mulher bem posta tira o marido de outra porta”. Bem posta - fisicamente bela na medida do possível, bem humorada, enamorada.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Cuidados com as mãos – no inverno

No inverno as mãos sempre ficam sempre mais ressecadas e é necessário tomarmos um pouco mais
de cuidados, para que a pele não chegue a rachar. Um bom creme, passado diariamente vai ajudar muito no tratamento, principalmente se estamos constantemente com as mãos na água, seja lavando roupas, louças ou até mesmo os profissionais da área médica, que precisam lavá-las a cada paciente que atendem. Caso a pele esteja a ponto de se partir, sugiro um bom creme à base de ureia, sempre funcionou muito bem comigo. A pele logo recupera seu viço e fica macia e sedosa.

As mãos também ficam mais bonitas com as unhas bem cuidadas, estas são o cartão de visitas da pessoa. Uma unha bem tratada, principalmente para nós latinos que falamos muito com as mãos, será vista a todo o momento.

Segue uma sugestão para pintarmos as unhas em casa, sem sujar as cutículas, facilitando nossos cuidados com elas. Assim poderemos variar mais vezes durante a semana a cor dos esmaltes. Quem vive com as mãos debaixo da água, além de ressecar as mãos, descasca muito o esmalte nas unhas.

A sugestão é usar vaselina ou um creme mais denso, ao redor de cada unha, antes de começar a pintar. Isso evitará que precisemos passar removedor de esmalte que resseca muito os dedos. Não haverá destro ou canhoto a reclamar de que não consegue pintar as unhas da outra mão sem se sujar todo.

Vamos continuar belas, mesmo com as dificuldades que o frio trás.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Minha opção pela família

Por Priscila Cristian*

Tenho 31 anos, sou casada a 5 anos com Thiago (28 anos) e temos 2 filhas (Isabella, 4 anos e Clarissa, 3 anos).

Meu marido e eu nos conhecemos há mais de 10 anos, em um curso de inglês. Começamos a namorar em 2004, em 2010 nos casamos, e logo tivemos a Isabella.

Sou formada em Sistemas de Informação (fizemos faculdade juntos), sempre trabalhei na área de informática. Quando engravidei da Isabella eu trabalhava com Teste de Software, amava meu trabalho! Era muito dedicada, muito boa no que fazia. Trabalhava de segunda a segunda, de madrugada, se preciso fosse, Tive que diminuir o ritmo após a primeira. Passei a trabalhar 6 horas, em outra área que tomava menos tempo, mesmo assim ainda trabalhava final de semana e feriados, por estar em uma área de sistemas críticos, não podiam parar de funcionar. Voltando da licença maternidade arrumei ajudante pra cuidar da minha filha, na minha casa; foi um período difícil Sem contar que ela estava ficando muito mal criada e desobediente, (1 ano é uma idade de formação muito crítica e é preciso muito discernimento pra educar nessa fase).

Quando Isabella fez 1 ano engravidei da Clarissa, e isso foi um baque no meu serviço, mal acabara de voltar da licença maternidade, e já estava grávida novamente. Diante das dificuldades com a primeira, nós dois sentamos para conversar sobre a possibilidade de eu deixar de trabalhar quando a Clarissa nascesse.  Confesso que tive que “dormir sobre o problema” algumas noites pra poder digerir o assunto, o pensamento de que “não tinha estudado tanto pra ficar em casa” me rondava dia e noite.

Relutei, mas sempre pedi a Deus um coração dócil, para aceitar o que Ele tivesse pensado pra mim; e fui aceitando a ideia, e vendo que era o melhor. Percebi que teria mais tempo pras meninas, pra casa, e poderia criá-las como eu achasse certo, enfim, teria muitos “prós”. Nós nunca pensamos no dinheiro como um “contra”, afinal, se Deus estava nos propondo isso Ele mesmo se encarregaria de suprir nossas necessidades.

Hoje temos mais dignidade que antes. Podemos fazer coisas juntos que antes não podíamos, como por exemplo: viajar. Deus tem cumprido a promessa de nos sustentar e tem sido rico em misericórdia na nossa vida. Vivíamos correndo atrás de dinheiro o dia todo e não tínhamos a dignidade que temos hoje.

Quando acabou minha licença maternidade eu pedi demissão. Um dia eu tinha salário, e no outro não tinha mais; sem nenhuma reserva pra “segurar as pontas por um tempo”. Foi um início difícil, mas sabíamos que era a vontade de Deus pra nós, e tudo se resolveria.

Na época que conversamos, eu e meu marido acordamos que essa seria uma decisão temporária, até as meninas irem à escola e eu voltaria à trabalhar fora, mas penso que isso tenha mudado um pouco com o passar do tempo. Hoje penso que talvez um emprego onde eu possa trabalhar em casa seja o ideal. Não me vejo ficando fora de casa 8 horas por dia. Sinto falta do ambiente de trabalho, mas essa sensação é mais frequente quando me sinto estafada com os afazeres de casa.



Thiago me ajuda muito em casa,  isso foi um fator que pesou muito na minha decisão, ele me vê como uma “trabalhadora”. Nossa relação, como casal, melhorou muito. Porque hoje eu tenho mais tempo pra cuidar do meu marido e das minhas filhas. Meu marido fica muito agradecido e isso reflete positivamente no nosso relacionamento; e a educação das minhas filhas é ótima! Não temos problemas em relação a nada com elas.

*Priscila, Brasiliense, casada, católica, mãe de 2 filhas, formada em sistemas de informação há 7 anos mas decidiu ser mãe em tempo integral há 3. Amante de ScrapBook nas horas vagas (raridade).

domingo, 8 de março de 2015

Sou que tipo de MULHER?

Aproveitando as comemorações do dia da mulher vamos  refletir sobre o ser mulher.

Nós mulheres viemos de geração em geração, de gestação em gestação, caminhando lentamente, com delicadeza e sensibilidade, transformando o mundo. As que souberam usar da sua delicadeza, com a firmeza em seus propósitos, foram conseguindo abrir novos horizontes e um novo lugar ao sol.A mulher neste longo período aprendeu a trabalhar fora, ser dona de casa, ser mãe, ser esposa e acima de tudo ser MULHER. Hoje podemos sentir orgulho em sermos mulheres, quando sabemos também valorizar a nossa condição de mulher.

Para refletirmos melhor, vamos nos fazer algumas perguntas e através das nossas respostas, desenharemos o nosso perfil, isto é, a maneira como vivemos esta mulher que somos.

1 - Sou a mulher que acorda cedo e saio para trabalhar porque preciso aumentar o orçamento familiar?

2- Sou a mulher que trabalha incansável em casa e com alegria?

3- Sou a mulher que trabalha fora, chega a casa e continua a trabalhar com o mesmo vigor de seu trabalho remunerado?

4- Sou a mulher que acorda para o café da manhã, veste-se de mãe, de esposa, mesmo tendo em mente tudo o que terá para fazer ao longo do dia, seja em casa ou na rua?

5- Sou a mulher que sabe mudar constantemente de papel, de dona  de casa, de executiva, de mãe, de motorista, de professora, de esposa, sem perder a calma e a alegria?

6- Sou a mulher que quando um filho adoece larga tudo e leva-o ao médico e se preciso passa noites em claro?

7 – Sou a mulher que leva as festas, compra os presentes, arruma as roupas para as saídas?

8- Sou a mulher a que todos recorrem nos momentos difíceis, de dúvidas ou de um conforto?

9 – Sou a mulher que sabe assumir o papel de esposa e observa o marido com detalhes de carinho e tenta poupar-lhe algum cansaço?

10 – Sou a mulher que sabe se transformar na amada amante de seu marido, que mesmo cansada, guarda um tempo para ele?

11- Sou a mulher que esta sempre se questionando se tem dado a atenção devida a cada filho e ao marido?

12- Sou a mulher que se preocupa em arrumar tempo para estar bem com seus arranjos pessoais, bem arrumada, cheirosa, alegre, não só para os de fora, mas para os de casa?

13- Sou a mulher que sabe escolher entre o que é o mais necessário e o que mais gostaria de fazer, sem dramas ou caras de vítimas?

Cada uma de nós, mulheres, só saberá se é uma mulher de verdade, completa, quando descobre a razão da sua existência: Fazer a vontade de Deus – assim aprenderá a ver por trás das situações, a mão de Deus mostrando o que é melhor pra cada momento do nosso dia. Deus conta com a mulher desde a criação, e conta com cada uma de nós da maneira como somos, com nosso gênio, para cumprirmos a meta pela qual viemos ao mundo. E quer que sejamos muito felizes aqui neste mundo.

Um feliz dia da Mulher para cada uma de nós, mulheres guerreiras! 

domingo, 1 de março de 2015

Para quem quer usar o método Billing – uma pequena dica

Para quem já conhece ou ouviu falar, este método ajuda bem às mulheres a espaçar seus filhos, ou mesmo a tê-los. É um método baseado no muco cervical. Buscando na internet, quem estiver interessada pode saber tudo sobre ele.

Aqui coloco apenas como fazer seus registros pessoais diários para se conhecer melhor e poder planejar com consciência, o crescimento da família.

Registros Pessoais : Ao anotar os sintomas do muco cervical do Método de Ovulação Billings, o uso de um registro gráfico é especialmente valioso porque fornece uma enorme quantidade de informações que podem ser vistas de relance, integrando as observações feitas por muitos meses.
Há dois modos de registros visuais reconhecidos, um codificado por selos coloridos e o outro codificado por simples símbolos gráficos em preto e branco. Enquanto os símbolos coloridos fornecem um modelo visual mais enfático, um registro feito com símbolos preto e branco pode ser tomado simplesmente com lápis e papel.

Ambos os modos de se anotar expressam os detalhes essenciais superando barreiras de idiomas, proporcionando compreensão, mesmo por pessoas analfabetas.

As legendas para os selos e símbolos do Método de Ovulação Billings são dadas na  tabela acima .

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Será que estou grávida?

Por Maya
Quando a gente desconfia chega a hora dos exames.. Se não esta atrasada ainda o ideal é esperar pelo menos uns 4,5 dias de atraso, se você é como eu um pouco ansiosa hehe, faça o teste de farmácia na primeira urina do dia que é quando tem a maior concentração de hormônio!

Se você já esta atrasada faça o teste de farmácia de urina ou um exame de sangue! O exame de sangue chama beta HCG (nome do hormônio), existem dois tipos qualitativo a resposta é sim ou nao, ou quantitativo que da um valor numérico. Eu acho o quantitativo melhor porque se precisar acompanhar a evolução você já tem uma base.

Deu positivo, e agora? Primeira coisa a fazer é ligar para o/a seu/sua ginecologista, alguns deles já pedem para você pegar as guias de exame e fazer a consulta com os resultados. Faça a primeira ecografia entre 6 a 8 semanas, antes disso pode não dar para ver, depois disso a data prevista para o parto fica menos precisa.

Contar ou não contar?

Eu não consigo não contar, para mim a felicidade é tao grande que é difícil manter segredo.. o ideal é esperar até a primeira ecografia para contar para os mais próximos e o fim do primeiro trimestre para contar para os outros!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A mulher/mãe no mundo moderno

Por Maya

O mundo moderno veio isolando as mulheres; antigamente todas as mulheres da vila/aldeia ajudavam quando um bebê nascia, ajudavam a criar as crianças todas juntas.. Hoje com a vida corrida de todos, e o individualismo cada vez mais forte, as mulheres ficaram sozinhas, algumas tem a sorte de ter alguém para ajudar, mas mesmo a essas, o apoio emocional não é mais o mesmo!

O puerpério (período pos parto) é um momento sensível, delicado, li em um texto [http://vilamamifera.com/mulheresempoderadas/permita-se-puerperio-o-luto/] que o puerpério é a morte de quem fomos um dia, deixamos de ser mulheres independentes, decididas, para sermos mães, cheias de medos e duvidas.. daquela que era mãe de um, para ser mãe de dois, três.. enfim.. é um momento de mudanças profundas para todas as mulheres. A Laura Gutman fala no livro dela que é o encontro com a própria sombra, que esse é o momento que temos que enfrentar os nossos sentimentos que estávamos acostumadas a ignorar.

Como no mundo moderno a gente se adapta numa super  velocidade, surgiram os grupos de mães e esses acabam ajudando muito nesse período de insegurança e transformação. A frase antiga "É preciso uma aldeia toda para criar uma criança" , volta a ser verdadeira e muitas de nós encontramos nesses grupos o apoio, a facilidade em tirar dúvidas, um lugar para desabafar, aquele apoio que tinha sido perdido. É engraçado como nos grupos nos sentimos parte de uma aldeia que esta buscando a mesma coisa.. Eu tenho um grupo do coração que esta comigo todos os dias, mães mais experientes dando dicas e o ombro amigo pra ouvir os nossos desabafos! Espero que você que esta grávida ou você que já tem seus filhotes procure um grupo para chamar de seu!

sábado, 29 de novembro de 2014

"Os cabelos são a moldura do rosto"

Minha avó paterna gostava de dizer essa frase, em sua sabedoria dos antigos, para explicar a função dos cabelos. Ela sempre completava dizendo que sabíamos que alguém era bonita, quando estava de cabelos presos. Só com o rosto a mostra.

A verdade é que os cabelos escondem algumas imperfeições, e bem arrumados podem ser um trunfo para as pessoas não tão providas da beleza natural: umas orelhas de abano, um nariz maior do que o comum, olhos muito juntos, ou mais separados, uma cicatriz na face, cabeças compridas, ou achatadas, tudo isso pode ser disfarçado com um bom corte de cabelos.

O rabo de cavalo, tão usado no verão e no período da amamentação, para facilitar a vida ou refrescar o pescoço, nos desnuda às faces e pedem um cuidado maior com a pele, e o uso de uma leve maquiagem, para dar um colorido ao rosto, suprindo a falta da "moldura".

As mães, esposas, precisam aproveitar esse recurso natural, e cuidar melhor de seus cabelos, mantendo-os limpos, cheirosos, com um brilho natural que por si já encanta, não se esquecendo de mantê-los sem os fios brancos que abatem a fisionomia e mostram a passagem do tempo, muitas vezes, precocemente.

Vamos cuidar com bastante capricho deste dom que recebemos gratuitamente, e dar mais vida aos nossos rostos. Afinal este é o nosso cartão de visitas para nossa família, e para o mundo que nos cerca.

sábado, 18 de outubro de 2014

Mamãe fútil


Conheci a Aline e seu marido – então namorado – pelo falecido Orkut, em uma comunidade da qual nós participávamos dos debates. Desde então mantemos uma amizade virtual que é bem real, e como sou fã dos blogs dela (Femina e Domestica Ecclesia, esse último em conjunto com o marido), decidi pedir a ela que escrevesse um post como convidada. Espero que gostem!!!! (Maite Tosta)

Mamãe Fútil

Por Aline Brodbeck, 33 anos, advogada, gaúcha, casada e mãe de quatro filhos, blogueira de moda - www.blogfemina.com.

É sabido que vivemos em um mundo hedonista e extremamente despreparado para enfrentar as vicissitudes do dia a dia. E refiro-me especialmente a nós mulheres.

Há uma geração, crias do feminismo, mesmo sem querer, talvez até sem que isso tenha sido um desejo do referido movimento, que incentiva, na prática, as mulheres a ser mulherzinhas. São aquelas que se preocupam tanto consigo mesmas que nem conseguem olhar para o lado - ao menos se não tiver espelho ou espectadores para as aplaudir.

Não cabe somente julgá-las ou rotulá-las, achando que nós, que percebemos esse fenômeno, somos melhores do que elas. Infelizmente, todos carregamos uma tendência a esse mal dentro de nós. Eva mesmo foi uma mulherzinha egocêntrica ao ceder à tentação. Compete-nos a luta diária.

O grande problema - e isso vem dessa quase divisão estritíssima entre mulherzinhas fúteis, de um lado, e mulheres desleixadas, de outro - não é termos essa tendência ao egoísmo e à futilidade, mas quando somos a própria encarnação da frescura. E isso se agrava quando a mulher resolve ser mãe.
É tema já batido, até nas campanhas publicitárias do mês de maio, que ser mãe é um ato de doação. Como um ser que foi egoísta a vida toda vai aprender, de da noite para o dia, a se doar? E se doar integralmente!

Ser mãe não significa nem é desculpa para andar de abrigão de moletom o dia todo, cabelo despenteado, pantufas e cara de mau humor. Por outro lado, não acho que sempre seremos mães esteticamente perfeitas. Perfeição só em Nossa Senhora.

Devemos, contudo, nos espelhar na perfeição e a buscarmos. Isso é evidente. É uma vocação. E essa perfeição se reflete também no exterior, nas roupas, na maquiagem, na elegância, no modo como nos apresentamos, na mensagem que passamos aos outros mediante o nosso semblante. Temos que olhar para cima e não para baixo (só se for para tirar foto do look e postar no Instagram). Paremos com as desculpas e com a autocomiseração.

Claro que temos nossos momentos de queda, unha feia, cabelo preso para disfarçar quão terrível ele está porque não o cuidamos, uma roupa mais velhinha.

A mulher de verdade, entretanto, ama a luta, não a queda, e procura se superar e vencer. A mulherzinha, ao contrário, senta, chora, reclama aos quatro cantos do mundo que não dorme uma noite inteira, que se embarangou.

E quem sofre, no fundo, não é ela, pois a egoísta está no seu papel perfeito, no qual ela até tem certo prazer, o de vítima. Quem sofre mesmo é aquela criaturinha que precisa de uma adulta, uma que pessoa que a direcione, que a ensine, que a eduque e a ame com gestos concretos, mais do que com palavras.

Não acredito no chavão de que quando nasce uma criança, nasce também uma mãe. Assim como uma dama, uma mãe não nasce, mas se forma, se contrói. A mãe de verdade vai aprendendo a cada dia, lê, conversa, se informa, e se forma - intelectual, humana, moral e espiritualmente. Ser mãe é maravilhoso, mas é preciso aprender a enxerger além, e só fazemos isso quando cessamos de olhar para o próprio umbigo.

O exterior deve ser reflexo do interior. Do contrário, como toda casca, um dia cai.
Filhos nos ensinam a perder a preguiça, a exercitar a paciência, a controlar a gula, a gerir melhor nosso tempo e com mais inteligência.

E o melhor de tudo é que filho nos ensina que somos gente, humanos, que erramos, e que ainda assim, como o Pai do Céu, eles, os filhos, vão seguir nos amando e nos mostramos que nossos acertos, ainda que pequenos, valem mais do que nossos erros.

Para enxergar tanta beleza temos que parar de olhar tanto para nós e direciarmos nossa atenção para os outros, para os nossos filhos, para as coisas belas da vida. É o mandamento do amor, dado por Cristo.


E o meu exterior de mãe feliz, bem arrumada, maquiada, elegante, altiva, e em paz comigo mesma e com Deus, será uma grande vontade de mostrar a todos como esse amor invadiu completamente a minha alma e, em vez de uma mamãe fútil, serei uma mamãe útil!

*Fotos: Acervo Pessoal Aline Brodbeck e Blog Femina.

sábado, 27 de setembro de 2014

Cansei do marido, e agora?

Poderia ser o inverso também, o que em nada modifica o problema. Cada um que se cansa do outro, dentro do casamento, deve procurar ver com imparcialidade os prós e os contras, para depois então buscar soluções e reconciliações.

É normal acontecer isso no casamento, após uns anos, quando o casal já esta confiante um do outro e naturalmente não se esforça mais na conquista diária, com os mesmos cuidados pessoais de antes. Ademais, um ponto importante neste desgaste é a falta de diálogo e de interesses em comum – e aqui não falo das contas a pagar mútuas, nem dos filhos deste casal - marido e mulher necessitam estar em sintonia - ou sinergia, como queiram chamar os mais complexos estudiosos do assunto - para que esse amor que os uniu, a ponto de levá-los ao altar, continue em todo seu esplendor.

Existem momentos em que os desentendimentos por problemas do dia a dia criam um desgaste maior e nos levam a pensar em jogar tudo para o alto; aí podemos nos lembrar de um ditado popular: “ruim com ele, pior sem ele” – é a hora de se fazer a lista de qualidades do outro. Aquela listinha onde vamos escrever o que essa pessoa tem de bom, e que nos faz amá-la.

Ao lado dessa lista de qualidades do outro, podemos escrever as coisas que nos desagradam nele, e numa outra coluna as coisas que nós fazemos que também desagradem a ele. Depois seria bom, num momento de calma, a dois, sentar e conversar, sem brigas, ou melhor, tentar não brigar, pois sempre é difícil ouvir as coisas que fazemos de errado. Além disso, precisamos estar preparadas para também ouvir uma série de coisas ruins a nosso respeito. Lembrem-se de que o outro foi pego de surpresa e não terá ruminado tanto tempo e digerido os problemas como nós o fizemos.

A palavra de ordem é Desarmar – tirar as mágoas, as irritações, os sofrimentos, e levar toda a questão a um nível de busca de entendimento e de reacender a chama deste amor.

Outro dia, observando as brasas na lareira, num dia bem frio, tudo parecia já apagado e eis que de repente aparece uma chama forte, mostrando que ainda havia fogo e calor. Assim também pode estar o nosso amor, parecendo brasas pequenas ou até mesmo cinzas, mas com uma boa mexida, tudo pode voltar ao calor próprio do amor que sempre existiu.

Coisas como o desleixo pessoal, a falta de se por bem para o outro; as atividades sempre distintas, sem um participar dos interesses do outro, a falta de um papo amigável, das saídas a dois, tudo porque as necessidades no trabalho tomam muito tempo e nosso vigor, tudo isso afasta o casal.

Vamos, dentro do casamento, buscar mais interesses em comum, participar da partida de futebol do marido e ele participar das idas ao cinema para assistir uma boa comédia romântica.  Fazer planos! Nada melhor para unir um casal do que planos para o futuro: filhos, viagens, casa própria. Caminhadas, a busca por estar sempre se renovando, com o cuidado pessoal, dentro dos seus limites humanos: barba feita, roupas limpas e bem cuidadas; a higiene pessoal conta muito, em qualquer lugar, ainda mais dentro de casa, com os familiares. Sair a dois, pelo menos uma vez a cada quinze dias, para jogar conversa fora, rir, um para o outro, olhar nos olhos, beijar, namorar.

Nada de jogar fora o cônjuge! Basta procurar dar uma reciclada que o carinho volta, e a atenção de um para com o outro vai melhorar e muito.

Lúcia Helena Marques  - mãe e esposa, ama política e futebol!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Ser dona de casa: a essência dessa escolha.

Por Lívia W. de Melo Costa*

Se de um lado há quem ache que ser dona de casa é o mesmo que ser inútil e “dondoca”, de outro, as próprias mulheres que são donas de casa incomodam-se com essa rotulação e buscam se livrar desse estigma querendo mostrar serviço demais, como que para provar que essa escolha está longe de ser vida fácil. 

Para fugir desse preconceito, muitas adotam a ideia de que precisam dar conta de tudo referente à casa sempre com cem por cento de aproveitamento. Tudo sempre arrumado, cesto de roupas sujas sempre vazio, louça nunca acumulada, filhos limpos e arrumados e tudo em seu lugar na mais perfeita ordem. Não se admite um pozinho na estante ou um sapato fora do lugar, tudo tem que estar perfeito, mesmo que manter a perfeição custe todo o seu bom humor. Essas mulheres, se não conseguem manter a limpeza e arrumação a contento, constantemente se angustiam e acham que não estão cumprindo o seu papel. Mas... qual é mesmo o papel da dona de casa?

É necessário redescobrir-se, olhar pra o interior e perceber a que missão foi chamada e o que inspira o fato de dedicar-se ao lar. Ter uma vida cheia de dissabores pelo excesso de atividades desvirtua bastante a essência dessa escolha. Quando uma mulher decide ficar em casa e está consciente da importância disso para a sua família, ela sabe que seu papel está além dos serviços braçais. A dona de casa não pode se confundir com uma funcionária.

Mulheres que se desdobram para manter tudo cem por cento não percebem que apenas substituíram um trabalho pelo outro e na essência, nada mudou.  Embora a casa esteja um brinco, seu corpo e sua mente estão exaustos demais para receber o marido com bom humor, para sentar e conversar com os filhos, para brincar e rir com eles ou para ter tranquilidade para aconselhar o esposo ou o filho já adolescente. Neste caso, o suporte que a mulher deve ser já não existe e sua permanência apenas no lar já não faz tanto sentido.

Não que a mulher deva ser relaxada. Estar em casa não significa acordar sempre tarde, viver de pijama 24h e deixar a casa entregue às baratas. O lar precisa, sim, estar harmonioso, para que a família conviva saudavelmente e a manutenção da casa faz parte dessa harmonia. Mas a mulher consciente lembra que seu papel é mais espiritual do que braçal e dá prioridade às relações em detrimento das atividades domésticas.

*Lívia W. de Melo Costa - paraibana, católica, casada, mãe de um bebê que hoje mora com Deus,  tem formação em Gestão Financeira,  embora atualmente tenha decidido se dedicar exclusivamente ao lar. Gosta de bordar nas horas vagas e ler sobre cuidados com o lar, etiqueta,  moda e política.

domingo, 14 de setembro de 2014

Dica de beleza: Bepantol

Por Carol Balan*
Há pouco mais de um ano descobri que Bepantol, a pomada que eu já usava para assaduras aqui em casa e que já tinha escolhido como a marca número 1, também era uma excelente escolha para vários truques de beleza.

Antes a Bepantol era apenas comercializada na versão pomada para bebês. Agora é possível encontrar as versões baby e derma, sendo esta última – segundo o fabricante - mais indicada para os tratamentos de beleza. Admito que eu continuo comprando a pomada baby, até porque o preço dela é menor!

(Tenho a impressão de que o lançamento da linha derma foi estratégia de marketing para atingir esse nicho que surgiu quando a fama da pomada começou a multiplicar nos blogs de beleza).
Para os usos que seguem, a linha derma seria a mais indicada, mas é possível usar a versão baby.
Usos para o creme (Bepantol derma creme)

Boca: passar todos os dias antes de dormir deixa os lábios macios. Se a boca estiver rachada ou ressecada, passe uma camada generosa do creme, na hora você já sente aliviar a sensação de incômodo e depois de pouco tempo já percebe melhora na pele. Uma camada fina da pomada faz efeito de gloss - além de deixar os lábios bonitos, continua atuando na hidratação.

Área dos olhos: nessa área a pomada ajuda a reduzir as olheiras; o ideal é passar antes de dormir e deixar o produto agir durante a noite.

Espinhas, machucados, tatuagens: ajuda na cicatrização.

Cutículas: aplique um pouco do creme e empurre a cutícula com uma espátula ou com a própria unha.

Pés: passe o creme e coloque uma meia. Pode ser feito antes de dormir ou quando for calçar sapatos e tênis.

Estrias: no banho, passe um pente fino no sentido contrário ao das estrias, pode causar um incômodo, mas não é para machucar. Após o banho, seque bem a pele e passe o creme em movimentos circulares. Os resultados começam a aparecer após um mês.

Pele: use o creme para hidratar pequenas regiões que ficam mais ressecadas, como cotovelos e joelhos.

Sobrancelhas: passar um pouco do creme nas sobrancelhas antes de dormir. Após algum tempo elas parecem mais volumosas.

Usos para o líquido (Bepantol derma solução):

Cabelo: para deixar os cabelos mais macios e com brilho é só acrescentar meia tampinha da solução Bepantol ao shampoo. Deixar agir alguns minutos e enxaguar. Para máscara de hidratação, misturar Bepantol ao creme de hidratação que você já usa, lavar o cabelo duas vezes com shampoo e enxágua bem, aplica o creme, deixa agir 30 minutos e enxágua novamente.

Pele ressecada: se a área que precisa de hidratação é muito grande, eu prefiro usar a solução e aplico com algodão. Minha pele resseca demais no inverno, então passo Bepantol líquido com algodão e, em seguida, um hidratante.

Cílios: com auxílio de um pincel ou cotonete, passe um pouco do líquido nos cílios. Ficam macios e até parecem ficar mais avolumados. Passar com cuidado para evitar que o líquido entre nos olhos.

** Este é um post de livre escolha da colaboradora. Os produtos mencionados não foram cedidos, e sim adquiridos pela própria autora.


Carol Balan* - pedagoga e doula, é católica, casada, mãe de 2 meninos e dona de casa em Araraquara /SP. Ama cozinhar, bordar, fazer crochê e tricô.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Mulher: Múltipla Escolha

 Normalmente o feminismo é percebido como movimento que luta por direitos iguais. Ideologicamente, entretanto, o feminismo inclui em sua definição a emancipação feminina: a busca por vivências livres de “padrões opressores”, tendo sido este o objetivo da maioria das ações feministas até então, ambiente em que estive imersa nos anos que passei como estudante em uma universidade federal.
mmultiplaescolha
Há algum tempo, no entanto, que nos debates envolvendo o universo feminino a ênfase tem sido na conquista do chamado “direito de escolha” da mulher, do qual sou completamente a favor, mas não com o viés emprestado pelo feminismo. Entendo que as escolhas fazem parte da liberdade inerente ao ser humano, assim como arcar com as consequências de nossos atos faz parte da responsabilidade por essas escolhas.

Chega a ser risível a irresignação de muitas ao constatar que as escolhas que fazemos trazem consequências que devemos assumir. A impressão que se tem é que tais movimentos feministas têm reivindicado não o direito de escolha da mulher, mas a aceitação de suas escolhas a qualquer preço, uma espécie de dever de todos – homens, mulheres, sociedade, Estado – de as acatarem e de operacionalizarem essas escolhas, o que parece tanto ilógico quanto infantil.

A dita “Marcha das Vadias”, por exemplo, reivindica – entre outros – o direito de a mulher se vestir como quiser sem que se atribua a ela o “elogioso epíteto” de vadia. Ora, creio que há consenso em torno do fato de que a mulher tem o direito à sua integridade física, esteja vestida como estiver, mas como pode um movimento pretender regular a opinião das pessoas sobre como alguém se veste?

Interessante perceber que, apesar da visibilidade de tal movimento, e apesar de as “subcelebridades” da hora exibirem, constantemente, microshorts e microssaias de fazer corar até as meninas do “bataclã”, as próprias mulheres continuam percebendo como “vadias” ou “piriguetes”  -  e assim rotulando – aquelas que se vestem de determinada forma e que abusam da sexualidade para obter vantagens. Ou seja, a mentalidade das mulheres de hoje é muito mais parecida com a de nossas avós do que gostariam as feministas radicais.

Será que a “emancipação feminina”, nos termos propostos pelas feministas, traz a tão sonhada liberdade de escolha? Creio que não. A mulher será tão livre quanto mais consciente for da vocação inerente ao feminino, fazendo suas escolhas sem violentar sua consciência e sem se render às pressões de grupo. Isso não é algo a ser conquistado com protestos e manifestações, mas sim com educação e formação humana, para que o conhecimento da alta dignidade do feminino promova as mudanças de mentalidade necessárias à conquista da liberdade tão desejada.

Fazendo um histórico, observamos que as mulheres de ontem contavam com uma rede de solidariedade feminina à sua volta (mães, sogras, irmãs, amigas, vizinhas), com quem aprendiam e partilhavam as vivências próprias desse universo.

No mundo pós-moderno, com a atual configuração familiar e social, uma mulher que se vê grávida, por exemplo, não tem mais esta rede de apoio, acabando por depender quase que exclusivamente dos profissionais de saúde e de manuais famosos (como o do Dr. Rinaldo de Lamare) para sanar suas dúvidas, sendo a consulta ao médico, muitas das vezes, insuficiente para acalmar as inquietações da gestante e da nova mãe, o que gera muita ansiedade e angústia.

Essa demanda fez surgir um sem-número de fóruns de apoio e partilha – presenciais e virtuais – ligados à gestação, parto, amamentação e à chamada maternagem, termo emprestado da psicanálise[1], mas que neste novo contexto se refere aos cuidados com os bebês em tenra idade.  Nestes espaços, com base em obras sobre o tema, são eleitos valores como o parto normal humanizado, a amamentação exclusiva até os seis meses, a “cama compartilhada”, a alimentação natural e orgânica, entre outras coisas, muitas das quais evidentemente positivas.

Contudo, na maioria de tais grupos, há “mães-alfa” que, citando obras de pediatras ou terapeutas como argumento de autoridade, ditam como deve ser a “boa maternagem”. As mães abordam o cuidado com os filhos de forma que pode ser comparada a uma tarefa profissional ou acadêmica, que, para ser cumprida de maneira minimamente satisfatória, exige a leitura da bibliografia adequada e a adoção de uma rígida disciplina do qual não se tolera o mínimo desvio, sob pena de não ser reconhecida como “boa mãe”.

Qualquer manifestação contra os valores eleitos pelo grupo provoca fortes e até agressivas reações, explorando o desejo que tem toda mãe de fazer o melhor para o seu filho, o medo de errar e a culpa associada ao possível erro. A adoção de práticas contrárias às recomendadas não raro vêm acompanhadas de culpa, não sendo infrequentes relatos de mulheres se justificando perante as demais por terem feito uma cesariana, ou por preferirem que o bebê durma em seu próprio quarto.

Creio que a leitora poderá se identificar: uma mulher será sempre criticada pelas outras, seja porque ficou “encalhada”, por ser vaidosa demais, ou de menos, porque teve os filhos através de parto cesariano, ou porque decidiu continuar um relacionamento que as outras desaprovam e, em especial, pela maneira que escolheu criar os seus filhos.

A este ponto da reflexão é fácil concluir que os “padrões opressores”, se existirem, nesta pós-modernidade, são as idealizações das próprias mulheres impostas às outras: são estes os verdadeiros entraves ao “direito de escolha”.

Paralelamente a este fenômeno, porém, de modo surpreendente, uma nova geração de mulheres contesta com suas atitudes os dogmas feministas, a idéia de emancipação feminina.

Mulheres que fazem do seu objetivo “fisgar” um atleta, um artista, um empresário, enfim, um “bom partido”, sempre existiram. O mais interessante é constatar um número cada vez maior de jovens e adolescentes que engravidam e que fazem questão de alardear, com orgulho, que querem mais é serem “bancadas”, para grande desgosto das feministas ideológicas.

Também as celebridades vêm “glamourizando” a gravidez e a maternidade, partilhando suas vivências, rotinas e opções quanto à gestação, ao parto e à amamentação pelas redes sociais, através de relatos e mesmo de fotos, orgulhando-se de “dar um tempo” ou mesmo abandonar uma carreira para dedicar-se ao cuidado dos filhos, no que são seguidas de perto por muitas outras mulheres.

Ao final isso só prova que a maternidade é uma opção natural para as mulheres, aquela escolha que, apesar de toda a doação que implica, traz mais realização e – por que não dizer? – felicidade.

A mulher é, por vocação, cuidadora, maternal. Se não tem filhos, irá canalizar e concretizar essa vocação de outra forma: cuidando dos irmãos, dos doentes, dos amigos, do marido, dos funcionários, dos animais de estimação, de um trabalho social, de uma causa. Ela se importa, ela se doa, ela sai de si mesma.

Essa escolha é tão natural que as feministas mais raivosas não percebem que, inconscientemente, também a fizeram: maternam a causa, são tão ferozes na luta pelo feminismo quanto as leoas são por seus filhotes. Como boas “mães corujas”, não conseguem enxergar defeitos em suas ideologias-crias.

Apesar de toda a doutrinação ideológica que o movimento feminista vem perpetrando por anos e anos, as mulheres sempre darão um jeito de fazer valer as suas escolhas, aquelas que brotam de sua dignidade e essência femininas.

Quando pude entender minha real vocação e me libertar dos grilhões daqueles anos de imersão ideológica, pude enfim perceber que, de todas as minhas conquistas e vitórias, sem dúvida, o que me dá mais alegria é poder dizer: sou mãe do Matheus, da Maria Esther, da Maria Isabel, da Maria Carolina e de quem mais vier, por livre e feliz escolha.

 Maite Tosta -   servidora pública federal da Justiça Federal do Rio de Janeiro, Bacharel em Direito e Especialista em Direito Constitucional pela Universidade Estácio de Sá (UNESA/RJ), Bacharel em Letras – Português/Inglês pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), casada e mãe de quatro filhos.

Nota da Autora: Texto publicado originalmente pela Revista Vila Nova – Jul/2013 com o título “Mulher: uma prova de múltipla escolha” e constando, no último parágrafo, os três filhos que eu tinha até então.

[1] Maternagem, s.f. psicanálise. técnica empregada na psicoterapia, esp. das psicoses, que busca estabelecer entre terapeuta e paciente, no simbólico e no real, uma relação semelhante à que existiria entre uma “mãe boa” e seu filho. (Dicionário Houaiss).

sábado, 23 de agosto de 2014

A versatilidade dos lenços –Na cabeça e no pescoço e dicas

Por Lívia Melo*

Continuando a série de posts sobre os lenços (veja o post anterior AQUI ), esses valiosos coringas, hoje vamos ver como podem dar um charme especial as cabeças e pescoço:

O lenço é uma daquelas peças chave que toda mulher deve ter em seu guarda-roupa.  Embora seja um atributo simples, pode valorizar qualquer produção.

Na cabeça e compondo penteados:

Mais fotos de Grace Kelly. Parece que lenços não faltavam em seu closet.
 
E, finalmente, a forma mais clássica, no pescoço:


Ficou claro que esta peça é realmente multiúso e muitíssimo elegante. E embora cada época tenha a sua padronagem, lenço é algo que nunca sai de moda, portanto, é sempre bom ter alguns.

Algumas dicas práticas:

Lenços triangulares

Lenços retangulares:

Lívia W. de Melo Costa* - paraibana, católica, casada, mãe de um bebê que hoje mora com Deus,  tem formação em Gestão Financeira,  embora atualmente tenha decidido se dedicar exclusivamente ao lar. Gosta de bordar nas horas vagas e ler sobre cuidados com o lar, etiqueta,  moda e política.