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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Um filme para o casal - Os estagiários

Ontem assisti um filme muito engraçado e com boas lições de: moral, amizade e empreendedorismo. Apenas em um momento, mostraram um cassino ou bar mais “barra-pesada” fazendo parte do enredo. O resto é bem inocente, engraçado e divertido mesmo.

A indicação da censura é próprio para 12 anos, mas eu colocaria pra 14, não só por causa de uma cena mais picante, (dançarinas penduradas naqueles postes(?) que saem do teto e param em cima de uma plataforma, tipo um balcão de bar, onde os homens colocam gorjetas pras dançarinas...), mas também porque o tema não interessaria tanto a crianças.

 Estreou em 30/08/2013. Direção: Shawn Levy.

 Owen Wilson e Vince Vaughn, estão nos papéis de Billy e Nick, que perdem o emprego como vendedores de relógios, e  ao saberem que o Google está recrutando novos estagiários, os amigos vão para São Francisco a fim de passar por um árduo processo de seleção para conquistar as vagas. Toda a trama está centrada nesta empresa.

 A graça vem do confronto entre os dois marmanjos nada plugados no mundo virtual e do grupo de nerds e geeks do qual eles vão fazer parte.

Vale a pena assistir, tanto pelas risadas como pelos muitos insights positivos oferecidos aos concorrentes mais jovens pelos dois estagiários.

Patricia Carol

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Dicas para levarmos as crianças com mais paciência

Vamos ver o que as mães, de um modo geral, sugerem para termos mais paciência e carinho com nossos filhos, quando estão muito agitados:

1 - Tomar um chá bem docinho para aliviar a TPM

2 - Procurar sempre conversar. Explicar que está nervosa e precisa da ajuda da criança, fazer combinados e acordos... geralmente dá certo!

3 – Proporcionar as crianças com excesso de energia estar constantemente ocupadas -  Judô , ginástica artística, além da boa e velha natação!

4 - Os filhos, todos, gostam de testar a nossa paciência para ver nosso limite. Seria ideal ficar de fora, isto é, tentar abstrair-se um pouco, na hora da confusão, e fazer de conta que é uma vizinha olhando a cena. Para tomar uma atitude com mais calma e clareza. De fora.

5 - Ver a hora de agir e a hora de rezar - ou também a hora de agir rezando.

6 – Tentar não gritar com os filhos, que eles são espelhos nossos.

7 - Fora de casa podemos usar o seguinte combinado: gritou, desobedeceu, terá um castigo proporcional, ao chegar em casa. Ou se estiver passeando ameaça ir embora, e se ele continuar voltar  mesmo.

8 - Precisamos ser firmes e ao mesmo tempo mansas. É importante não se desesperar, ser firme e cumprir com o que promete.

9 – Quando falarmos  que vamos tirar tal coisa tiremos mesmo, porque  eles percebem tudo e aí sim, abusam da gente se não somos seguras no que dizemos.

10 – Aproveitar as histórias que contamos, para mostrar o fundo moral bom delas, com crianças boazinhas, bem educadas, e o que acontece com as crianças más.

11 - tirar os privilégios –largou suas coisas jogas pela casa, não terão acesso a TV, microcomputador ou jogos, até que façam suas obrigações.

12 -  Elogiar sempre que consegue fazer algo bom, ajuda muito na melhora da criança.

13 - Para melhorar o respeito entre irmãos, é depois da briga, além de pedir desculpas, dizer um elogio pro o outro com quem brigou ou implicou.

14 – E pra completar uma dica da minha avó, com sua sabedoria das antigas: Encha a boca de água, no momento da confusão, e vá contando até dez antes de engolir. Assim se ganha tempo e calma, para pensar na atitude a tomar, diante do conflito.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Um presente útil – caixa de costura

Ontem ganhei da minha madrinha um presente super  útil e muito bem apresentado. Chega a ser uma caixinha de enfeite para uma cômoda.

Para quem é habilidosa deve ser bem fácil confeccioná-la, e depois presentear as amigas. E podemos também tentar fazê-la com a ajuda das crianças maiores, elas vão adorar participar dessa confecção.

O mais interessante é que ao abrir a caixa, nos deparamos com todas as coisas necessárias para uma pequena costura de emergência. Tem desde tesourinha até os alfinetes de cabeça e os de fraldas. Tudo numa embalagem de pouco mais de dez centímetros de altura.
 Seguem  fotos da caixa de costura.


domingo, 8 de setembro de 2013

Um quitute para um almoço - Torta de cebola

Fizemos esta torta para um jantar de aniversário, e servimos de entrada com uma salada leve e fresca. Fica muito bonita e saborosa. Pode ser feita em forminhas individuais, caso queiram dar mais charme ao prato dos convidados. Segue a receita:

Recheio

3 cebolas grandes bem picadinhas
3 colheres de azeite
100 g de queijo ralado

Em uma panela coloque o azeite, e a cebola de deixe murchar no fogo brando, até ficar bem murcha, sem dourar.  Retire do fogo e acrescente sal a gosto, mais o queijo ralado, e 1 lata de creme de leite, mexendo bem. Reserve. Pode colocar um pouquinho de sopa de cebola, nesta mistura do creme, aí só deverá cuidar para que não fique salgada.

Massa:

100 gr de margarina(temperatura ambiente)
2 colheres (sopa) de água
3 xícaras de farinha de trigo

Misture os ingredientes da massa colocando o trigo ate formar uma massa homogênea.

Deixe descansar por 30 minutos e abra num pirex ou forma de fundo removível, dando o formato de uma torta. Coloca-se dentro o recheio e por cima, bate-se dois ovos bem batidos, com sal e pimenta do reino, jogando essa mistura por cima de tudo. Levar ao forno até ficar dourada.

sábado, 7 de setembro de 2013

Primavera verão – promete flores

Com o sol chegando com tudo, no hemisfério sul, já podemos saber as novas tendências para usarmos nos próximos meses. E, usar e abusar do que já tivermos no nosso guarda roupa em termos de vestidos floridos, claros e leves.

Azul e branco são cores que estão super em alta, são lindas e delicadas e quando combinadas é perfeito; essas cores seguem firmes e fortes, sendo muito encontradas na roupagem e promete ficar por um longo período.

As novas roupas vêm com traços de flores e desenhos, em duas cores – azul e branco – cores símbolo de delicadeza e sofisticação. Podendo também, jogar com outras cores alegres e bem femininas.  As estampas podem ser em diversas peças, saias, vestidos, calças, camisas, jogando com outra peça lisa, para realçar o colorido, sem exageros. Assim, montamos várias roupas diferentes, com poucas peças, para o nosso dia a dia, e também, para uma esticada a noite.

Seguem duas dicas básicas para valorizarmos mais o nosso corpo e suas pequenas imperfeições: quadril grande - usar a estampa na parte de cima – isso tira o foco do quadril; e quadril pequeno - estampa para baixo.

Sabemos bem que quem faz a moda é quem usa – então todo cuidado é pouco, para vermos que o que fica bem em uma, às vezes não ficará tão bem em outra. Devemos então, começar por uma camisa, ou saia, estampada e combinarmos com outra peça neutra – branca, preta, ou uma bermudinha de jeans também será uma ótima pedida, – pernas de fora com bom gosto.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

EmContando – 50 - Uma Ideia toda azul

Um dia o Rei teve uma ideia.

Era a primeira da vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela idéia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos  gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda idéia dele toda azul.

Brincaram até o Rei adormecer encostado  numa árvore.

Foi acordar tateando a coroa e procurando a ideia, para perceber o perigo.  Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a idéia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse  alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma ideia. Quem jamais saberia que já tinha dono?

Com a ideia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o Castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao Corredor das Salas do Tempo.

Portas fechadas, e o silêncio.

Que sala escolher?

Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono. Abriu. Na sala acolchoada os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaçava em gazes, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a idéia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.

A chave prendeu no pescoço em grossa corrente. E nunca mais mexeu nela.

O tempo correu seus anos. Ideias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos reais que mentiam a verdade. Apenas, sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.

Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar, e o libertaram do manto.

Posta a coroa na almofada, o Rei logo levou a mão à corrente.

“Ninguém mais se ocupa de mim”  - dizia  atravessando salões e descendo escadas a  caminho das Salas do Tempo – “ninguém  mais  me olha. Agora posso buscar minha linda idéia e guardá-la só para mim.”

Abriu a porta, levantou o cortinado.

Na cama de marfim, a ideia dormia azul como naquele dia.

Como naquele dia, jovem, tão jovem, uma ideia menina. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia. Entre ele e a ideia  estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos  não viam na ideia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela?  Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.

Sentado na beira da cama o Rei chorou  suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza.

Depois baixou o cortinado, e deixando a ideia adormecida, fechou para sempre a porta.

ATENÇÃO Amigas e Amigos! Nunca deixem suas ideias, seus projetos adormecerem. 
                            
A autora dessa bela história é Marina Colasanti. O conto está em seu livro Uma Ideia Toda Azul. Editora NORDICA ( décima oitava edição).

Marina Colasanti nasceu na Etiópia (1937). Aos dois anos foi para a Itália e aos onze, veio para o Brasil. Estudou na Escola Nacional de Belas Artes (gravura em metal) e ingressou na imprensa em 1962, como redatora, ilustradora, colunista. Traduziu dezenas de livros. Publicou suas crônicas no Jornal do Brasil e seus contos em diversas revistas e suplementos.

Agnes G. Milley

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Maior floresta tropical do planeta – A Amazônia

No dia de hoje comemoramos o dia da Amazônia. E o que representa este território para nós?

Ela tem sua maior parte no território brasileiro, 60%, e o restante ocupa uma área, que abrange mais oito países da América do Sul (Peru, Colômbia, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname, Venezuela e Guiana Francesa). Um total de sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco milhões e meio de florestas. A Amazônia é hoje um dos patrimônios naturais mais valiosos de toda a humanidade.

Nesta região temos uma infinidade de espécies animais, vegetais e arbóreas conhecidas e desconhecidas; e também é uma reguladora do equilíbrio climático global; e uma imensa fonte de matérias primas alimentares, florestais, medicinais e minerais.

Com toda essa importância ambiental para o planeta, a Amazônia é ameaçada por inúmeras atividades predatórias, como a extração de madeira, a mineração, obras de infraestrutura e a conversão da floresta em áreas para pasto e agricultura.

É de fundamental importância o cuidado com esta região, para nós brasileiros e  para os amazonenses, em particular, povo sofrido que vive na região ribeirinha do rio Amazonas e seus afluentes, que vivem da terra e do consumo da fauna local. Tudo requer uma grande adaptação para fazer com que a região permaneça com suas qualidades vitais.

Ali encontramos um contraste de rios espetaculares, com o  encontro das águas do Rio Amazonas e as verdes azuladas, como por exemplo das do Rio Tapajós, tudo isso transforma a região, em um lugar paradisíaco para umas ótimas férias.

Para viajarmos para o local precisamos saber que de agosto a dezembro, existe o período de seca, onde é possível apreciar belas praias. E de janeiro a junho, devido às inundações do rio Amazonas e seus afluentes, a região ribeirinha fica submersa.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Pronunciamento do Papa pela Paz na Síria

Um pedido do Papa a todos de todas as religiões do mundo inteiro:
"Hoje, queridos irmãos e irmãs, queria fazer-me intérprete do grito que se eleva, com crescente angústia, em todos os cantos da terra, em todos os povos, em cada coração, na única grande família que é a humanidade: o grito da paz! É um grito que diz com força: queremos um mundo de paz, queremos ser homens e mulheres de paz, queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz! Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra! A paz é um dom demasiado precioso, que deve ser promovido e tutelado.
 Vivo com particular sofrimento e com preocupação as várias situações de conflito que existem na nossa terra; mas, nestes dias, o meu coração ficou profundamente ferido por aquilo que está acontecendo na Síria, e fica angustiado pelos desenvolvimentos dramáticos que se preanunciam.
Dirijo um forte Apelo pela paz, um Apelo que nasce do íntimo de mim mesmo! Quanto sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o uso das armas naquele país atormentado, especialmente entre a população civil e indefesa! Pensemos em quantas crianças não poderão ver a luz do futuro! Condeno com uma firmeza particular o uso das armas químicas! Ainda tenho gravadas na mente e no coração as imagens terríveis dos dias passados! Existe um juízo de Deus e também um juízo da história sobre as nossas ações aos quais não se pode escapar! O uso da violência nunca conduz à paz. Guerra chama mais guerra, violência chama mais violência.
Com todas as minhas forças, peço às partes envolvidas no conflito que escutem a voz da sua consciência, que não se fechem nos próprios interesses, mas que olhem para o outro como um irmão e que assumam com coragem e decisão o caminho do encontro e da negociação, superando o confronto cego. Com a mesma força, exorto também a Comunidade Internacional a fazer todo o esforço para promover, sem mais demora, iniciativas claras a favor da paz naquela nação, baseadas no diálogo e na negociação, para o bem de toda a população síria.
Que não se poupe nenhum esforço para garantir a ajuda humanitária às vítimas deste terrível conflito, particularmente os deslocados no país e os numerosos refugiados nos países vizinhos. Que os agentes humanitários, dedicados a aliviar os sofrimentos da população, tenham garantida a possibilidade de prestar a ajuda necessária.
O que podemos fazer pela paz no mundo? Como dizia o Papa João XXIII, a todos corresponde a tarefa de estabelecer um novo sistema de relações de convivência baseados na justiça e no amor (cf. Pacem in terris, [11 de abril de 1963]: AAS 55 [1963], 301-302).
Possa uma corrente de compromisso pela paz unir todos os homens e mulheres de boa vontade! Trata-se de um forte e premente convite que dirijo a toda a Igreja Católica, mas que estendo a todos os cristãos de outras confissões, aos homens e mulheres de todas as religiões e também àqueles irmãos e irmãs que não creem: a paz é um bem que supera qualquer barreira, porque é um bem de toda a humanidade.
Repito em alta voz: não é a cultura do confronto, a cultura do conflito, aquela que constrói a convivência nos povos e entre os povos, mas sim esta: a cultura do encontro, a cultura do diálogo: este é o único caminho para a paz.
Que o grito da paz se erga alto para que chegue até o coração de cada um, e que todos abandonem as armas e se deixem guiar pelo desejo de paz.
Por isso, irmãos e irmãs, decidi convocar para toda a Igreja, no próximo dia 7 de setembro, véspera da Natividade de Maria, Rainha da Paz, um dia de jejum e de oração pela paz na Síria, no Oriente Médio, e no mundo inteiro, e convido também a unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras religiões e os homens de boa vontade.
No dia 7 de setembro, na Praça de São Pedro, aqui, das 19h00min até as 24h00min, nos reuniremos em oração e em espírito de penitência para invocar de Deus este grande dom para a amada nação síria e para todas as situações de conflito e de violência no mundo. A humanidade precisa ver gestos de paz e escutar palavras de esperança e de paz! Peço a todas as Igrejas particulares que, além de viver este dia de jejum, organizem algum ato litúrgico por esta intenção.
Peçamos a Maria que nos ajude a responder à violência, ao conflito e à guerra com a força do diálogo, da reconciliação e do amor. Ela é mãe: que Ela nos ajude a encontrar a paz; todos nós somos seus filhos! Ajudai-nos, Maria, a superar este momento difícil e a nos comprometer a construir, todos os dias e em todo lugar, uma autêntica cultura do encontro e da paz. Maria, Rainha da paz, rogai por nós!"

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Quando o sol se põe

A hora do declínio do sol é um momento sublime para um bom descanso, ou para simplesmente curtir a noite que chega... Porém, em uma família, é a hora em que todos chegam em casa; a família esta reunida e é mais um momento de dar uma esticada no dia, e colocar um sorriso no rosto, e boa vontade com as tarefas noturnas.

Este foi só um exemplo, para mostrar a necessidade de fazermos as nossas obrigações, mesmo sem ter vontade. Com bom humor e alegria. Assim levaremos bem melhor o nosso dia a dia.

Existem dias muito atribulados, em que rezamos para não termos mais nada para fazer, sonhamos com um merecido descanso, mas, aí mesmo é que aparece uma atividade de última hora: um filho que cai do escorrega e precisa visitar o ortopedista, uma filha que precisa de um apoio em matemática, ou o marido carente, precisando contar seus desafetos do trabalho. Tudo isso requer a atenção e carinho redobrado, para não cairmos na tentação de usarmos palavras ásperas, caretas de desagrado, ou até uma simples expressão de descaso, que colocará tudo a perder.

A vida em família é o que temos de mais importante e é onde devemos nos esmerar mais, mas não é o único lugar em que devemos nos santificar. Falo em santificar, tornar-nos santos, no meio do mundo, viver de uma forma em que busquemos  a bondade maior em nós. E assim sendo, vamos lutando diariamente neste sentido, fazendo sempre o que gostamos e também o que não gostamos muito; mesmo que seja só por necessidade, mas sempre com cara boa. Dando uma conotação de que não nos custa fazê-lo.

Fazer as coisas mesmo quando não se tem vontade é uma arte. E nos ajuda a crescermos e sermos pessoas melhores, sempre prontas a servir, e deste modo, não sofrendo pelas dificuldades da vida.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

DICAS PARA ESCREVER BEM

Achei divertida esta forma de explicação, sobre escrever bem. Podemos passá-las aos nossos filhos, e também é uma forma divertida de memorizar regrinhas. Selecionei algumas das dicas que seguem abaixo, e o autor é : JB Oliveira – intitulado assim na internet.

1. Evite repetir a mesma palavra, porque essa palavra vai se tornar uma palavra repetitiva e, assim, a repetição da palavra fará com que a palavra repetida diminua o valor do texto em que a palavra se encontre repetida!

2. Fuja ao máx. da utiliz. de abrev., pq elas tb empobrecem qquer. txt ou mensag. que vc. escrev.

3. Remember: Estrangeirismos never! Eles estão out! Já a palavra da língua portuguesa é very nice! Ok?

4. Você nunca deve estar usando o gerúndio! Porque, assim, vai estar deixando o texto desagradável para quem vai estar lendo o que você vai estar escrevendo. Por isso, deve estar prestando atenção, pois, caso contrário, quem vai estar recebendo a mensagem vai estar comentando que esse seu jeito de estar redigindo vai estar irritando todas as pessoas que vão estar lendo!

5. Não apele pra gíria, mano, ainda que pareça tipo assim, legal, da hora, sacou? Então joia. Valeu!

6. Jamais abuse de citações. Como alguém já disse: “Quem anda pela cabeça dos outros é piolho”. E “Todo aquele que cita os outros não tem ideias próprias”!

7. Lembre-se: o uso de parêntese (ainda que pareça ser necessário) prejudica a compreensão do texto (acaba truncando seu sentido) e (quase sempre) alonga desnecessariamente a frase.

8. Frases lacônicas, com apenas uma palavra? NUNCA!

9. Não abuse das exclamações! Nunca!!! Jamais!!! Seu texto ficará intragável!!! Não se esqueça!!!

10. Evitar-se-á sempre a mesóclise. Daqui para frente, pôr-se-á cada dia mais na memória: “Mesóclise: evitá-la-ei”! Exclui-la-ei! Abominá-la-ei!”

11. Muita atenção para evitar a repetição de terminação que dê a sensação de poetização! Rima na prosa não se entrosa: é coisa desastrosa, além de horrorosa!

12. Seja específico: deixe o assunto mais ou menos definido, quase sem dúvida e até onde for possível, com umas poucas oscilações de posicionamento.

18. Como já repeti um milhão de vezes: evite o exagero. Ele prejudica a compreensão de todo o mundo!

19. Por fim, Lembre-se sempre: nunca deixe frases incompletas. Elas sempre dão margem a

domingo, 1 de setembro de 2013

Quando setembro chega...


Para mim, setembro é um dos meses mais bonitos do calendário gregoriano. Mês das flores, das árvores viçosas, da polinização, mês em que são geradas muitas crianças. O finzinho do inverno e o começo da primavera florida no hemisfério sul. Uma boa época para colocarmos o corpo ao sol pelas manhãs, ainda frescas.
 
Setembro é um mês mágico. Quando ele chega, parece que o mundo fica mais alegre, com dias mais brilhantes e noites arejadas. Experimentamos a vida rebrotando e dele podemos tirar muitas lições para nós, mães e pais de família. Lições que passaremos aos nossos filhos, como a alegria de ver uma flor nascendo, a beleza da vida que supera as dificuldades do inverno.
Em setembro temos todas as estações do ano - parece que o tempo brinca de tempo, e faz caras de frio, calor, folhas caindo e folhas surgindo. Um arco-íris de cores no ar. São trinta dias de pura diversão e a cada dia uma nova sensação.

Não sei por que, mas acredito que as pessoas ficam mais empreendedoras nesta época. Até Pedro I ficou empolgado com o clima e proclamou a independência do Brasil. Um grande feito, às margens do rio Ipiranga; diante da beleza agreste do local, com uma carta nas mãos, não hesitou e gritou bem alto: “Independência ou Morte!”. O Brasil passou a ser, a partir de então, uma nação livre, com autonomia, que não se deixaria mais se submeter, e não se subordinaria às autoridades exteriores. Algo bastante semelhante à vontade de liberdade que sentimos agora para uma terra livre da corrupção, dos roubos, das injúrias e do vandalismo. Livre de todas as coisas ruins deste longo inverno que vivemos.

Vamos mostrar aos nossos a flor que nasce, e também a nossa força interior brotando e reagindo a todos os males do inverno passado. Experimentem sentir este setembro. Ele está chegando!

sábado, 31 de agosto de 2013

Delicadezas com Amigos e Anfitriões

A palavra "etiqueta" geralmente causa arrepios em gente como nós, que não somos do "high society", como canta a Elis. Porém, já perdi esse preconceito, pois normas básicas de etiqueta nada mais são do que facilitadores no convívio social, além de estabelecerem algumas diretrizes importantes, baseadas, é claro, na educação que devemos ter, dentro e fora do lar.

Quando estamos em uma reunião informal, mesmo que nos sintamos à vontade - prova da naturalidade com que os anfitriões recebem -, devemos nos prevenir de falar demais e muito alto, monopolizando, assim, a conversa. Também é desagradável provocar ou insistir em assuntos que podem criar celeuma, e tornar azedo o ambiente.

Se o grupo está concentrado em determinado lugar, como a sala de estar, aí devemos permanecer, sem nos destacarmos para mais longe, ainda que seja próximo, pois isso divide e atrapalha a conversa. Sempre podemos mudar de assento, se não está confortável, mas discretamente e sem reclamar ou gemer.

Nem pensar em criticar a comida ou a bebida: se não gostou, não repita. Coma outra coisa e elogie. Se é alérgico a quase tudo oferecido, tente achar algo que não lhe seja proibido, e isso vale para quem está de dieta. Contenha-se nas bebidas alcoólicas para não ficar alegrinho ou inconveniente. "lave a serpentina", como costumo dizer, isso é, intercale com uma bebida com cafeína e bastante água sempre, para neutralizar o efeito do álcool e hidratar.

É gentil levar alguma lembrança para a anfitriã, ou uma garrafa de vinho para o dono da casa. Se estiver lá alguém com quem não simpatize, cumprimente com um sorriso e se sente naturalmente, se puder, um pouco mais afastado, sem criar constrangimento. A conversa deve transcorrer tranquilamente, engula a antipatia.

Ao se despedir, agradeça gentilmente, sem intimidades, se não as têm, e, quando possível, retribua o convite. Mas não apele para a velha enganação carioca de "Te ligo esta semana para marcarmos!"  Sem promessas, esse papo já está velho e indelicado.

                                                              Maria Teresa Serman

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

EmContando – 49 - Diferenças

Eram exatamente 18 horas e trinta minutos quando abri a porta de casa e respirei satisfeita o ar tranquilo de meu lar. Era hora de tirar os sapatos e parar depois de um dia cheio de tarefas cumpridas. Mas não foi assim. Recebi a notícia de que o aquecedor do banheiro havia quebrado. Eu viajaria na manhã seguinte; fazia muito frio; meu netinho passaria duas noites na minha casa; a babá teria que aquecer, no fogão, a água do banho. Rapidamente senti o perigo e dei meia volta. Em vinte passos estava na esquina falando com o Chaveiro que do celular ligou para o gazista.

“Antônio, você pode me fazer um favor? Tem uma vizinha nossa, daqui pertinho, que está com o aquecedor quebrado e precisa sair amanhã cedinho. Será que você pode passar na casa dela quando sair daí do cliente?”

Às 20 horas meu aquecedor estava em ordem, funcionando melhor que antes.

Esse pequeno incidente me pôs a pensar. Como foi bom eu ter escolhido esse lugar para morar. É tão central e prático! Posso resolver tudo com um pouco mais, ou menos de 20 passos! Quando crianças, meus filhos podiam ir e vir, pegar condução, chegar a qualquer hora sem perigo. Quando eu chegava da faculdade, tarde da noite, sempre havia o bar aberto, afastando a escuridão e o deserto da rua.

É verdade que algum barulho da rua chega a nós, filtrado, mas sempre presente. Por outro lado, vemos a mata e o Cristo Redentor bem de perto. Como é bom morar aqui!

Tenho uma amiga em São Paulo que vai trocar sua casa, em condomínio fechado, por um apartamento no mesmo bairro. O lugar é belíssimo. Os dois únicos edifícios da região sobem altivos deixando lá em baixo as confortáveis mansões de muros altos e jardins floridos. Tudo isso está plantado entre árvores centenárias e muito mais verde.

Ela me diz: “Ouça o silêncio. Aqui só se ouve o canto dos passarinhos e o sopro do vento na folhagem. O ar é puro...! Preciso disso depois de um dia intenso de trabalho e das horas perdidas na tensão do trânsito sufocante desta cidade.”

Concordo, e aprovo, mas não há nada por perto. Nenhum comércio, apenas casas, automóveis dos residentes com os vidros fechados, alguns desportistas correndo pelas  calçadas, ou conduzindo cães em coleiras.

Com esta reflexão, desejo apenas ressaltar as diferenças de nossas necessidades. Assim como não há e nunca houve duas pessoas com os semblantes exatamente iguais, assim também são diferentes  os nossos anseios.

Eu diria, com muita propriedade: Como é belo o mundo na sua  diversidade. Gostaria , no entanto, que todo o ser humano, filho de Deus, tivesse a oportunidade de ir ao encontro de suas necessidades, de seus  legítimos anseios. Seria bom e justo.

Agnes G. Milley

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Batalha pela família - Gandaia tântrica

Há uma leve diferença entre assustar-se e decepcionar-se. Não me assusto com nada; mas às vezes fico decepcionado ao constatar nas ideias e nos lábios de pessoas aparentemente coerentes certos disparates sobre o amor e a família.

Vira e mexe ouço especulações pseudo científicas sobre poliamor, tantra, etc. E, quando comento a respeito do assunto com a pessoa interessada, costumo receber a seguinte resposta:

— Não se assuste. É bom ler sobre tudo, conhecer opiniões. Apenas isso. Gosto de ler tudo, todos os lados e formas. A gente cresce e vê muita coisa.

É claro que devemos conhecer as diversas opiniões. Mas não é preciso ler tudo para saber dessas coisas. Por outro lado, as opiniões divergem mais quando um tema carece de clareza ou unanimidade. Se o amor e a família são o foco da disquisição, ligue o alerta, pois o que tantos autores badalados defendem é a demolição do amor, da mulher e da família.

E mesmo que alguém tivesse a obrigação acadêmica de ler ou estudar esses escritores, não seria correto recomendá-los.

A família em disputa

— Mas talvez eles nos deem outra visão. Pode ficar tranquilo que textos não mudam essências.
Ora, temos valores humanos a preservar. E, como cristãos, esse compromisso é ainda maior, pois nada que é humano nos é alheio.

Embora a verdade não se esgote na multiplicidade de visões pessoais, é impossível que uma mesma realidade admita interpretações diametralmente opostas.

Estamos numa batalha pela família. Essa turma só não defende abertamente a pedofilia porque ainda pega mal. E são tupiniquins: nem têm o nível de um Freud ou um Marcuse.

É ingenuidade pensar que os inputs da vida não nos transformam. De fato, não mudamos de essência, mas um pouco nos assemelhamos àquilo que acolhemos no coração.

Família bem sucedida não é fruto do acaso, mas de uma urdidura de virtudes e princípios. Efêmeros golpes da sorte formam casais, não famílias.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Um doce festivo – Cassata Italiana

Esse doce é muito gostoso e bom para fazer em ocasiões especiais como no Natal, jantar de aniversário ou nos meses de verão porque é um sorvete! Ele tem três camadas, sendo que a de baixo é um creme muito saboroso. Dá um pouquinho de trabalho, mas vale a pena.

Segue a como preparar:

    1ª CAMADA (de baixo)
    4 gemas (peneiradas)
    1 lata de leite condensado
    1 lata de leite (utilize a lata de leite condensado como medida)

    2ª CAMADA (do meio)
    1 lata de leite (utilize a lata de leite condensado como medida)
    3 colheres de sopa de achocolatado (Nescau)
    2 colheres de sopa de  farinha láctea ou amido de milho.

    3ª CAMADA (de cima)
    4 claras
    3 colheres de sopa de açúcar
    1 lata de creme de leite sem soro


PRIMEIRA CAMADA
Coloque todos os ingredientes em uma panela, misture e leve ao fogo para engrossar. Dica: peneire as gemas.

SEGUNDA CAMADA
Coloque todos os ingredientes em uma panela, misture e leve ao fogo para engrossar. Ficará apenas cremoso.

TERCEIRA CAMADA
Bata as claras em neve. Adicione o açúcar e o creme de leite e misture delicadamente até ficar homogêneo.

MONTAGEM
Em um refratário, coloque a primeira camada logo após tirar do fogo, assim ela vai esfriando, e colocar a segunda camada fica mais fácil.
Deixe esfriar um pouco, e então espalhe a segunda; finalize com a terceira camada. Leve ao freezer para gelar.
O ideal é tirar do freezer, uns minutinhos antes de servir, para não estar congelado a ponto de não dar para cortar.
Antes de servir pode enfeitar com algumas raspas de chocolate, frutas frescas ou amêndoas.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O que os filhos esperam dos pais

A preocupação maior da atualidade, dos educadores e de outros especialistas é o porquê da insatisfação dos jovens e crianças, visto que possuem de tudo no que concerne aos bens materiais. Essa insatisfação é percebida pela extrema violência nas escolas, pelo uso das drogas pelo desrespeito que veem nas crianças.

Está se chegando à conclusão de que uma das razões, e talvez a maior delas, seja justamente a da falta de um lar onde predomine o calor e o aconchego. Onde estas crianças sejam vistas como seres humanos com suas necessidades específicas.

São muitas as responsabilidades dos pais - e mais por intuição do que por formação, os pais facilmente as descobrem. É claro que quando os pais se amam e amam seus filhos veem suas necessidades com mais clareza.

Os filhos realmente esperam muito de nós, e muitas vezes não percebemos isso. Muitas vezes somos omissos, egoístas, preguiçosos, estamos cansados, com muito trabalho, e, de modo geral, nos falta uma visão mais ampla.

E o que os filhos esperam de nós?

Os filhos esperam que os queiramos desde a sua concepção. Esperam que os pais se amem de verdade para tê-los e que estejamos abertos a essa finalidade do matrimônio.

Eles têm direito de esperar muito dos pais, visto que os pais, por sua vez, também esperam muito dos filhos. Esperam ter em casa um porto seguro em que sejam conduzidos, amados e respeitados, e não um lugar onde só se recebem ordem e repreensões.

Os filhos não são bichos que vivem de meras reações instintivas. Não são frangos que se adaptam a qualquer aviário. Seus pais são mesmos seus, têm direito a um e a outro, juntos.

Os filhos querem irmãos. Vivemos uma situação na qual enchemos nossos filhos de brinquedos, bonecas, computadores, bichos - tudo isso para poder suprir a falta de irmãos. Assim, devemos pensar em primeiro lugar se fugimos a este pedido por razões concretas ou porque tememos o trabalho que mais um filho. Eles preferem irmãos de carne e osso a todos os brinquedos caros que possam ter. Alguém com que convivam, brinquem, briguem e possam amar. Os irmãos ajudam muito na educação dos filhos, ajudam a aparar as arestas e dificuldades que um ou outro possam ter.

Vale dizer que um filho único também se pode educar muito bem, porque a questão não está no numero de filhos, mas na generosidade dos pais.

Enfim, vale repetir mais uma vez que são muitas as coisas que os filhos esperam de nós. Por isso precisamos estar sempre atentos às suas necessidades, para irmos sempre melhorando e nos tornando melhores pais.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

É possível buscar a santidade desde criança - Alexia González-Barros

Alexia González-Barros, uma menina espanhola que viveu sua enfermidade -um tumor na coluna vertebral- com uma grande alegria, fé e força. Alexia faleceu em 1985 quando tão somente contava com 14 anos e em 1993 se abriu seu processo de beatificação.

Alexia Gonzalez-Barros e Gonzalez nasceu em Madri no dia 7 de março de 1971. Era a filha caçula de sete irmãos. Seus pais, Francisco e Moncha, a educaram desde pequeaa em um clima de liberdade, carinho e alegria.

Foi uma menina normal e divertida. Fez sua Primeira Comunhão em 8 de maio de 1979 em Roma, junto ao lugar onde repousam os restos mortais de São José Maria Escrivá de Balaguer, a quem tinha muito carinho e devoção.

No dia seguinte de sua Primeira Comunhão, em 9 de maio de 1979, se acercou de João Paulo II durante uma audiência pública no Vaticano. O Papa a abençoou e lhe deu um beijo na fronte.

Levou uma vida normal, estudava, fazia planos com suas amigas, veraneava com sua família e seus avós. Teve a oportunidade de peregrinar com seus pais e seus irmãos à Terra Santa.

Esteve em Belém, onde cumpriu um de seus grandes desejos: beijar o lugar onde nasceu Jesus.
Em fevereiro de 1985, descobriu um tumor maligno que a deixou paralítica em muito pouco tempo. Tinha só 13 anos de idade. Foi submetida à dolorosos tratamentos e quatro intervenções cirúrgicas em somente dez meses.

Tudo enfrentou com paz e alegria. Aceitou sua enfermidade desde o início e ofereceu seu sofrimento pela Igreja, pelo Papa e pelos demais. Faleceu em Pamplona, rodeada por sua família, em 5 de dezembro de 1985.

Seus vários biógrafos narram que sua força, paz e alegria foram constantes ao longo da doença, como resultado de suas crenças e educação religiosa.

Segundo contam alguns, ela aceitou a sua doença, e decidiu, já, oferecer seu sofrimento e limitações físicas para a Igreja, para o Papa e para os outros:

 “Jesus, eu quero ficar boa, quero me curar, mas se você não quiser, eu quero o que você quizer”, diz Alexia.

Livro: Aléxia, uma história de dor, coragem e alegria.  – Editora Quadrante

domingo, 25 de agosto de 2013

Piadinha pra descontrair - Quem manda?

O céu estava muito cheio e São Pedro resolveu colocar alguma ordem e disse:
- Muito bem, pessoal, gritou S. Pedro, vamos organizar isto em duas filas.

-  Vocês, homens que sempre dominaram as mulheres, façam fila do lado esquerdo e os homens que sempre foram dominados por suas  mulheres façam fila a direita.

Depois de muita confusão, finalmente os homens estão em fila.

A fila dos homens dominados por suas mulheres tem mais de 100 quilômetros.

A fila dos homens que dominavam suas mulheres tem apenas um fulano.
São Pedro exclama:

- Vocês deveriam ter vergonha! Deus criou vocês a Sua imagem e semelhança  e vocês deixaram-se dominar por suas mulheres.

- Apenas um de vocês honrou o nome e deixou Deus orgulhoso de Sua criação.  Aprendam com ele!

- Então, virando-se para o homem solitário, S. Pedro diz:

- Conte a esses homens como você fez para ser o único nesta fila!

E o homem timidamente respondeu:

- Eu não sei, foi a minha mulher que me mandou ficar aqui...

sábado, 24 de agosto de 2013

Importante na formação dos filhos

Desde os primeiros momentos, os filhos precisam da presença amorosa dos pais, para conhecer-se a si mesmos. São seres histórico que têm raízes, passado e presente, e têm o direito de conhecer sua própria família. Que os ajuda a descobrir que são pessoas importantes e que têm uma razão de existir na sociedade.

Não é o mais importante a quantidade de tempo, e sim a qualidade do tempo: a atenção dedicada pelo que é mais importante. Um filho doente, uma dificuldade na escola, problemas das idades, amizades complicadas, namoros, etc.

Os filhos esperam amor espontâneo, paterno e materno. Por vezes os pais se amam, a si mesmos nos filhos e eles passam a ser vistos como seu prolongamento, seu futuro, seu tesouro, seu orgulho, etc.; e amar não é isso é,  é dar-se é ser deles, adaptar-se todos os dias às suas necessidades.

Os filhos não são bonecos para que se brinque e se ponha de lado depois que se cansam da brincadeira, não são um sonho de uma noite de verão, não são um erro de cálculo.

Os filhos esperam relações de justiça, não podemos ter o lema: “pais só tem direitos e filhos só deveres”. Trata-los com respeito porque são gentes.  Ter respeito é ter espírito de justiça.

Não devemos ser família sem cerimônias. “à vontade”. O amor não é só intimidade, cada um é um ser individual.   Ensinar a ter horários, respeitar as refeições- sem guerras, evitar confrontos e atritos entre os filhos, entre pais e filhos, entre os pais.

Exigir, de forma afável, colocar neles o espírito de serviço, mostrar que a casa pertence a todos e, portanto todos devem ter responsabilidades sobre ela e cada um deve respeitar o direito do outro.
A mãe às vezes só sabe exigir e não agradece, o pai às vezes só dá sermão e não reconhece um engano seu, nem pede desculpas. Com isso falta ao respeito com os filhos e não ensina a respeitar.

Ao formarmos nossas famílias, precisamos estar mais atentos ao que queremos para ela, e trabalharmos com uma consciência mais clara dos nossos deveres de pais e mães, sabendo que deixamos de ser simplesmente marido e mulher. Assim sendo lutar por aumentar o amor do casal , expandindo com os filhos.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

EmContando – 48 - Festa de Aniversário

Ainda pode ser assim!

Em setembro de 2004, Martha Medeiros escreveu na Revista O Globo uma crônica sobre o assunto. Gostei tanto que recortei e guardei seu texto  assumindo o compromisso   de encaixar o tema nas conversas com  minhas amigas. Martha rememora  com alegria as festinhas de aniversário de sua infância e lamenta a impessoalidade das festas  de nossos dias.

Eu digo que ainda pode ser assim porque  tenho vivenciado as gostosas  festas de minha neta. Este ano foi em dose dupla, pois comemorou seu  décimo primeiro aniversário junto com o de sua melhor amiga.

No sábado de manhã,   enchemos os balões coloridos que enfeitaram as paredes da sala de jantar. Depois do almoço começamos a decoração da mesa com bombons, jujubas e brigadeiros. Logo  depois, chegaram a amiguinha aniversariante, sua mãe e avó. Da mala do carro saiu a outra metade da festa:  salgadinhos variados, sanduíches, caixas de sucos e as partes do bolo de chocolate que ainda seria montado e decorado.

Aos poucos a festa foi sendo construída a muitas mãos, entre risos e muito vai e vem.  Pais, avós, tias,   tios  e amigos foram  chegando e ocupando as poltronas e cadeiras da sala com pena de não poder também estar no jardim. O frio era intenso!

As meninas, aniversariantes e suas amigas, cheias de segredos, preparavam uma surpresa. Desceram  dançando do andar de cima  envoltas em fantasias   que trouxeram de casa.  A seleção de músicas também foi mérito delas. O show   foi tão contagiante que até as vovós e bisavós entraram na dança.

De repente a música foi interrompida  e as duas aniversariantes anunciaram  seu show de mágicas. Após muitos aplausos e Oh!s e Uh!s cantou-se o Parabéns. Depois os presentes foram abertos como nas festas de Natal.

Os adultos foram-se despedindo aos poucos, e as meninas,  depois de muito brincar, vestiram seus pijamas e terminaram o dia acantonadas no quarto dos  jogos e brincadeiras. 

Assim como a festa foi feita a muitas mãos, assim também a casa foi arrumada num piscar de olhos. Lixo, no lixo, louça na máquina, sobras guardadas, cadeiras no lugar. Tudo em ordem em dois tempos.

O domingo amanheceu tarde, e de pijamas, as meninas tomaram seu café enquanto esperavam por seus pais. Ainda sobrou tempo para estourar os balões.

Para alguns  de nós o fim de semana terminou com a Santa Missa e muitas ações de graça.

Pelo visto, festas de aniversário de crianças como os da infância de Martha Medeiros ainda podem fazer sucesso com uma dose de planejamento, dedicação, criatividade e muito amor. É possível ignorar as barulhentas Casas de Festa, bolos de isopor confeitados à moda da casa e o costumeiro saco ou caixa para os presentes que o aniversariante só abre no dia seguinte e é privado de agradecer pessoalmente  com um beijo e um abraço pelo presente escolhido a dedo, com carinho, para aquela pessoinha tão especial. AINDA É POSSÍVEL!

 Agnes G. Milley