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sábado, 20 de novembro de 2010

Você não precisa acreditar em Papai Noel, mas pode ser um

Por Márcia Regina Oliveira

Por mais um ano, os Correios estão realizando a campanha de Natal "Papai Noel dos Correios", que tem como principal objetivo responder as cartinhas de crianças enviadas ao bom velhinho.

Pois é, na era do e-mail, dos chats e das videoconferências, os pequenos ainda utilizam o correio tradicional para fazer seus pedidos ao Papai Noel. E o que é mais legal é que muitos deles recebem respostas, escritas por milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil.

Como as cartinhas são provenientes de comunidades carentes (escolas em áreas de vulnerabilidade, abrigos e orfanatos), os pedidos de final de ano vão desde os tradicionais brinquedos e roupas, até solicitações mais inusitadas, como uma cama, um emprego para o pai, medicamentos ou até mesmo um rim para transplante.

Infelizmente, nem todos os pedidos podem ser atendidos. Por isso, os Correios se encarregam de fazer uma triagem das cartas que serão posteriormente respondidas pelos voluntários e atendidas pelos padrinhos, que são as pessoas efetivamente compram e enviam o presente às crianças.

Enfim, se você deseja participar da campanha e tem interesse em ajudar na leitura ou na adoção das cartas, integrando essa grande mobilização de solidariedade, não perca tempo: visite o site Papai Noel dos Correios 2010 e entre em contato com uma regional dos Correios em seu estado.
O cronograma da campanha divulgado no site dos Correios é o seguinte:
• Recebimento e adoção de cartas, envio de resposta às crianças e entrega dos presentes pelos Correios: 04/10/2010 a 17/12/2010
• Lançamento nacional da campanha: 05/11/2010
• Encerramento nacional da campanha: 20/12/2010

Aviso para quem é do Rio de Janeiro: segundo informações dos Correios, as cartinhas estarão disponíveis para retirada nas agências a partir de 22 de novembro e os presentes poderão ser entregues até o início de dezembro nessas mesmas agências.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Filhos criados preocupações aumentadas

Quando os filhos crescem, chegam à adolescência, os nossos trabalhos diminuem radicalmente e na mesma proporção aumentam as preocupações. Mesmo que tenhamos dado a melhor educação e formação humana, com esta sociedade cheia de problemas, os jovens tendem a estar mais expostos ao sofrimento e com isso mais confusos, perdendo o rumo com facilidade. O excesso de apelos e a quantidade enorme de ofertas tanto de diversão como de produtos de consumo e de atividades extra-escolares, geram grande instabilidade e insatisfação pelo fato de estarem sempre querendo mais, deixando-os assim mais vulneráveis para caírem nas tentações das drogas e violência.

Por mais que cuidemos dos nossos, sabemos que estão inseridos nesta sociedade conturbada e passíveis de contaminações com o ambiente.
O que fazer então?

Eu, pessoalmente, rezo, e muito, para que meus filhos não caiam neste buraco sem volta da autodestruição, e, ao mesmo tempo tento ser exemplo, junto com meu marido, de estabilidade familiar. Importa muito para eles a confiança nos pais e a certeza de terem um chão firme a sua volta para passarem essa fase da adolescência de forma sadia.

As preocupações, daí pra frente, sempre existirão, seja com os estudos, a saúde, o comportamento, mas poderão ser atenuados na medida em que cuidamos bem da educação desde pequeninos.

O trabalho que tivemos com eles pequenos não foi em vão, se o fizemos com o objetivo de formar homens e mulheres de verdade para o futuro. Amor se mede através do esforço que fizemos e do empenho que pusemos para podermos ver à frente , estes filhos bem sucedidos na vida e felizes não por terem muitas coisas, mas por serem a diferença.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Lazer preparado é dobrado

Nós, dos Negócios de Família, fazemos do lazer nosso trabalho. Buscamos as famílias para que juntos melhoremos a sociedade por proporcionar aos filhos uma união maior, na hora da diversão. E também nos divertimos muito com tudo.

Eu conheço uma família que transforma a diversão em trabalho e aí a coisa fica meio forjada e maçante. Cada um tem obrigação de estar brincando quer queira ou não, o pai organiza brincadeiras ao modo dele e todos têm que brincar daquilo. As coisas não podem ir por aí, o lazer precisa ser algo divertido, onde todos podem se sentir a vontade, um momento de descontração e diversão, e não trabalho de se divertir.

A própria organização da brincadeira é de fato um trabalho, mas deve ser encarado como parte da própria. Por exemplo, quando organizamos uma festa de aniversário para as crianças tudo é estimulante e prazeroso. Desde o sair às compras dos materiais para a confecção dos enfeites até o encher das bolas e o confeitar do bolo. Não podemos transformar essa festa e seus preparativos num inferno para todos, com gritos, aflições e angústias, as coisas precisam acontecer de forma organizada e sem stress. Alegria e bom humor fazem parte da diversão, do lazer, e se não vemos caras alegres então não é agradável, e não serve para divertir.

Quantas vezes elaboramos tanto um passeio com a família e na hora H a garotada está de cara amarrada e brigando uns com os outros? É de fato lamentável que isso ocorra, por isso sugiro que a programação de lazer seja combinada entre todos antecipadamente. Principalmente se este descanso for umas férias mais prolongadas.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Boas Maneiras à Mesa e Fora dela (1)

Por Maria Teresa Serman

As pessoas cometem erros em muitos aspectos e momentos de suas vidas, mas existem três pontos essenciais que embelezam, ou estragam qualquer pessoa. Cuidado com estes, pois podem influenciar diretamente na opinião alheia sobre você. Preste atenção a eles e certamente a sua vida será muito melhor.

1. Maneiras à mesa. As pessoas infalivelmente julgam outras pessoas pelas suas maneiras à mesa. Comer como um suíno, desculpem a expressão, só fará com que as pessoas pensem que é um.
A regra máxima das maneiras à mesa é: NÃO COMER DE BOCA ABERTA! É NAUSEANTE! Há outras, como não encher a boca; mastigar primeiro e depois pegar outra porção; limpar os lábios antes de beber um líquido; não falar demais e estar com o prato cheio quando os outros já terminaram; e não espalhar a comida pelo prato desculpem de novo, como uma galinha ciscando.

Comer é uma atividade social, uma ocasião em que estamos na companhia de alguém especial: da família, de colegas de trabalho, de clientes, em um cenário onde todos podem conversar e passar algum tempo agradável. Por isso concentre-se nas pessoas que o acompanham, pense em tornar tal experiência a mais prazerosa possível. Dessa maneira, pode ter a certeza de que todos requisitarão de novo sua companhia.

2. Postura e atitude correta - Sente-se ereto (a) na cadeira, puxando-a, não a arrastando, para perto da mesa, de modo que outras pessoas possam circular em volta. Por favor, não seja espaçosa (o), pode apoiar o antebraço na borda da mesa, mas não os cotovelos. Incline-se levemente em direção às pessoas ao lado, para trocar idéias, mantendo a devida distância, sem encará-las ou, por outro lado, se ocupando unicamente da sua própria comida. Espere os outros pararem para então falar, não interrompa, não dê gargalhada altas, você não está na geral de um jogo de futebol. Só peça sobremesa quando os outros o fizerem, e, se tiver que sair antes, desculpe-se e explique o motivo antes de levantar. Despeça-se em geral, sem atrapalhar o ritmo dos demais. Só pegue ou deixe que lhe ponham no prato o que pretende comer. O que levar à boca com o garfo, somente com ele deve voltar ao prato (como o caroço da azeitona). Aproxime silenciosamente a cadeira da mesa ao ir embora.

3. Evite atitudes e assuntos que entristeçam ou constranjam os outros.
Converse sobre assuntos agradáveis, neutros, que interessem a todos e não constranjam ninguém. Esqueça política, religião, futebol (este último é permitido se só houver homens no grupo), piadas picantes e comentários sobre sexo. Prefira falar de viagens, passeios, arte, literatura, gastronomia, música, cinema e diversões em geral. Se alguém tocar em um assunto desagradável, sutilmente mude de assunto e retome um tema mais leve. Não coloque em foco de gracinhas uma pessoa da mesa ou conhecida, não faça comentários negativos sobre ninguém. Lembre-se que uma brincadeira deve ter graça para quem faz e para quem é o alvo dela. Não se lastime e nem fale sobre problemas pessoais, lembre-se que não está no terapeuta ou no confessionário.

Os próximos itens ficarão para Boas Maneiras à Mesa e Fora dela (2), para que possam absorver tranquilamente o conteúdo. Até breve.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Proteção verdadeira

Por Rafael Carneiro Rocha

Apesar de quase todos os países economicamente desenvolvidos permitirem a prática do aborto e da ONU considerar isso como um direito humano fundamental, não podemos confundir normas políticas com senso de verdade. A opção pelo aborto sempre será uma violação absurda da liberdade das criaturas mais inocentes. Optar pelo aborto significa impedir uma criança de existir.

É preciso proteger as verdadeiras crianças, porque um dos graves problemas do mundo moderno é que as organizações de poder criam falsas crianças para serem protegidas.

De uma certa forma, todos nós somos um pouco falsas crianças aos olhos das organizações de saúde, dos planejadores estatais e de outras raças de poderosos. Quando as verdadeiras crianças deixam de existir, não estamos todos nós sujeitos aos poderosos que sofrem de algum tipo de gravidez psicológica? Não seria uma inversão como aquela em que, na ausência de uma criatura para ser protegida, sejam inventados fantasmas substitutos?

Recentemente, projetaram falsas crianças nos lutadores de boxe. A Associação Médica Mundial recomenda que a prática do boxe seja proibida.

Algumas das outras falsas crianças são os não fumantes, os comedores de sanduíches e os homossexuais – todos devidamente protegidos de substâncias tóxicas, calorias e piadas politicamente incorretas.

Eu não gosto que fumem perto de mim, não vou ao McDonald’s, nunca lutei boxe e não faço piadinhas sobre gays; mas nada disso me faz uma pessoa civicamente melhor.

Senso de civilidade é saber a quem proteger. Mas é necessário que saibamos quem, de fato, mais merece cuidados. Um marmanjo dum lutador de boxe precisa ser tratado como uma criança? Um gay que se irrita com uma piadinha precisa do apoio do Estado para se vingar de algum engraçadinho? Um obeso precisa ser alertado que comer sanduíches em excesso não é algo saudável? Uma pessoa que gosta de bares precisa denunciar os fumantes do estabelecimento para a polícia, só porque o Estado diz que por lá não se deve fumar?

Implicar com boxe, piadinhas, cigarros e sanduíches pode ter, de repente, alguma razão. Mas o mais razoável é sermos adultos. Porém, só nos tornaremos adultos quando soubermos encontrar as nossas crianças.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Negócios de Família premiado!

Obrigada, Stella e obrigada, Aline!

Este selo representa uma rede infinita de indicação dos melhores blogs da internet no Brasil. Significa que a Sunshine Award está reconhecendo o ótimo trabalho realizado em seu blog! O selo e o prêmio servem de reconhecimento e iniciativa aos trabalhos dos blogueiros de todo Brasil, criando uma rede de indicações e blogs." Recebi o selo da Stella do blog A sorrir e da Aline do blog Feminina.

Quem recebe o selo deve seguir algumas regrinhas:
1- Criar uma postagem sobre o prêmio.
2- Criar um link do blog que o indicou.
3- Indicar 12 blogs p/ Sunshine Awards (não tem problema indicar para alguém que já recebeu)
4- Informar aos indicados sobre o prêmio.
Indico 6 blogs:

Muito maneiro


Zeletron

By Star Filmes


Memória e identidade


Filhos e internet

Meus pensamentos e minhas reflexões

Perguntas e Respostas: Dra Mannoun Chimelli - Adolescentes - Como educar? (Parte 68)

As perguntas estarão apenas com as iniciais dos nomes, para deixar bem à vontade nossas amigas.

1 - A diz: Descobri que meu filho adolescente está bebendo e fumando. O que devo fazer? Ele tem 15 anos e anda muito nervoso e mal nos estudos.

RESP:Caro(a) A.
Estar nervoso e ir mal nos estudos significa que algo vai mal dentro de seu filho. Já houve uma conversa tranqüila com ele?
Sugiro que o pai ou a mãe- aquele que for mais "jeitoso" prepare um bom ambiente- um lugar calmo, restaurante ou lanchonete, ou outro lugar, e a sós com ele pergunte diretamente que acontece e que vocês estão muito empenhados em ajudar no que for necessário. Não briguem com ele, por favor, porque é necessário confiança de ambas as partes.
Se na hora ele se calar, continuem a dizer que sua intenção é - realmente- ajudar no que for necessário - quem sabe uma consulta médica, um reforço escolar, ou o que ele possa sugerir e que vocês pensarão, conversarão entre si e voltarão à conversa....Que ele entenda e creia que vocês estarão sempre de coração e braços abertos para acolher e procurar entender e ajudar no que for preciso.
Enquanto isso- rezem, seja qual for sua crença! A oração sincera dos pais pelos filhos é o que conheço de mais valioso!
Fico às suas ordens, Mannoun

2 – A. diz: Dra existe algum remédio para fobia social? Minha filha não consegue ficar onde tem muita gente e entra em pânico com isso. Não sei o que fazer, se obrigo ela dá mais trabalho, aí ela fica em casa. Nem em festas esta indo.
RESP: Caro(a) A.
Fobia social é uma enfermidade que pode perfeitamente ser tratada com ótimos resultados e que exige tratamento psiquiátrico porque há necessidade de suporte medicamentoso.
Não sei a idade de sua filha, se tem mais irmãos, se apresenta esses sintomas há mais tempo ou se houve algum acontecimento recente para que ela assim se comporte.
Já houve diagnóstico médico ou vocês assim a consideram pelos sintomas que me são relatados?
Peçam a seu médico de família que a encaminhe a outro profissional de sua confiança o mais breve possível e não prolonguem este sofrimento que afeta toda a família - nem a " obriguem " antes de ouvir o parecer do especialista.
Fico a seu dispor, Mannoun

sábado, 13 de novembro de 2010

Viagem à China: curiosidades e contradições do outro lado do mundo. Parte 3: Shangai e os templos

Por Elaine Sobral da Costa

Eu tinha muita curiosidade com os templos, visitamos dois templos budistas e um taoísta (neste último os monges não são carecas, têm cabelo grande preso como de samurai). Um dos templos budistas era o templo do Buda de Jade. Parte dele é bastante turística e você paga para visitar o tal Buda de Jade. Entretanto, há uma parte bastante viva, com a cerimônia dos monges aberta ao público e tudo mais (foto 7). Minha maior surpresa foi o agito. Pensei que o templo budista seria uma coisa zen, de meditação sobre o eu profundo... Nada disso, é uma bela confusão de gente. Um amigo me disse que no Japão é completamente diferente e calmo, mas na China não.

O segundo templo budista, chamado Longhua Si, era um pouco mais afastado do centro e foi muito mais interessante pelo movimento religioso que havia. Um templo com uma área aberta enorme e várias subunidades cobertas, inclusive um pagode. Nessas áreas cobertas, paredes inteiras com variados budas dourados (foto 8), um ou outro com cabelo, uns mais sorridentes que outros. Do lado de fora, me chamou a atenção que várias pessoas faziam pequenas dobraduras em formas variadas e as jogavam em grandes sacos vermelhos.

Depois destes completamente cheios, as pessoas postavam-se com eles diante de grandes caldeiras de fogo e, após rezarem, queimavam-nos completamente. Depois de todo trabalho que tiveram para fazer as dobraduras! Não sei até hoje o real significado, mas me pareceu um impressionante exercício de desapego. Enfim, é uma bela e curiosa cidade, cheia de contradições entre a tradição e a modernida, entre a delicadeza e o primitivismo, cidade com cara de capitalista na China comunista.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Viagem à China: curiosidades e contradições do outro lado do mundo. Parte 2: Shangai e as Aventuras

Por Elaine Sobral da Costa

Aventureiros, tomamos o metrô em Shangai. Além das letras chinesas, havia o nome das estações com letras familiares, como por exemplo, “xiaonanmen”. Estudei o mapa detalhadamente, contei as estações do hotel até o centro e bolei um código assim: as duas primeiras começam com a letra tal, depois vem uma com F e a seguir nossa que começa com X. E assim fomos muito bem a vários lugares, sem entender uma palavra de nada, mas vendo como é a vida real, porque temos certa ojeriza aos ônibus de excursão...

Na volta, entre a estação de metrô que escolhi e o nosso hotel havia um belíssimo viaduto, impossível de se atravessar! Vi, em um posto de gasolina, um senhor muito bem vestido, com cara de executivo abastecendo seu carro. Pensei, esse fala inglês com certeza! Fui com meu mapinha em punho perguntar... É claro que o sujeito não entendia uma palavra do que dizia, mas percebeu que estávamos perdidos e reconheceu em algum momento o nome do hotel... Então, abriu a porta do carro e fez sinal pra que entrássemos. Eu, carioca da gema, fiquei em pânico de pegar carona, que essas coisas por aqui são arriscadas demais. Mas meu marido disse: “ele não vai te assaltar nem estuprar que eu não deixo, entra aí!”. E o sujeito foi tentando puxar conversa em chinês... De novo o sexto sentido do maridão entendeu que o cara perguntava de onde éramos, e respondeu Brasil com todas as entonações que ele conhecia, mas o sujeito não entendeu. Aí, eu comecei a dizer coisas desconexas: “- samba, football, Pelé”. O sujeito localizou imediatamente o país: “Baxi”!!!! E começou a falar algo que se entremeava com o nome de vários jogadores de futebol brasileiríssimos. E nós aprendemos a dizer Brasil em chinês: Baxi. Enfim de volta ao hotel, sãos e salvos, jantamos ali por perto.

Diga-se de passagem, comemos sempre bem, não sei se demos sorte, ou se é sempre assim. Comidas muito diferentes é verdade. Na foto 5, temos uma carne de porco assada no bambu, tâmaras recheadas de arroz, uma boa cervejinha chinesa e um bule de chá (esse quase que vem queiras ou não acompanhando a comida). Parece que o hábito do chá, uma bebida quente durante a refeição, faz com que eles muitas vezes sirvam a cerveja ou até a coca-cola à temperatura ambiente, ou seja, quente! E haja mímica pra explicar que você queria uma gelada.

Na foto 6, um lindo restaurante chamado “Dynasty”. Um conselho: evite verduras cruas e frutas de casca fina. Porque em Shangai as verduras ficam em exposição diretamente no chão, isso mesmo, não rola nem um paninho entre a alface e a calçada da rua.

No comércio informal outra surpresa, você tem que negociar os preços, o valor pode diminuir um zero à direita. Eles usam a calculadora pra te propor um valor. Você faz cara de que não gostou, e eles te oferecem a calculadora pra pôr outro valor, e assim vai até convergir pra alguma coisa que você não sabe se é o justo preço. Pra mim impossível, mas meu marido se divertiu muitíssimo.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Viagem à China: curiosidades e contradições do outro lado do mundo. Parte 1: Shangai e o Primeiro impacto

Por Elaine Sobral da Costa

Certa vez, convidaram meu marido para proferir uma palestra em um congresso em Beijing. Pensei que era imperdível conhecer uma cultura tão diferente, trocar quase 12 horas de fuso horário (precisamente 11h), ver os lugares, os hábitos, as pessoas. Programamos férias de 15 dias emendados ao congresso. Foi uma aventura.

Roteiro: Shangai, Shouzou, Hangzou e Beijing, e terminamos a viagem no congresso dele. Aqui, me concentro na primeira cidade do roteiro. Comprei um bom guia, que, além de falar dos lugares e tudo o mais, tinha várias palavras traduzidas do inglês para o chinês, dessas que num apuro você pode apontar o que quer dizer... Aliás, dentre as primeiras sensações que você experimenta é a de analfabetismo completo. Olha as vitrines e, de longe, não sabe discernir entre uma farmácia e um açougue (foto1).

A segunda é que impossível atravessar a rua. Milhares de carros e bicicletas cruzam de todos os lados para todos os lados, enquanto um guarda tímido, vestido como você pode ver na foto dois, não consegue comandar a bagunça. A terceira e grande dificuldade é aprender a tomar um taxi. Os taxistas são gentis, não te roubam e é barato andar de taxi. Também não é a língua o problema, porque você pede à recepcionista do hotel para escrever em mandarim o nome do local aonde você quer ir e mostrar ao taxista; funcionou sempre muito bem. O problema é que não há fila, você pode esperar o taxi na porta do hotel tranquilamente, e na hora que ele chega, vem uma chinesa surgida do nada, te ultrapassa correndo e te rouba a vez. Há que desenvolver certo talento pra não deixar que eles furem a fila...

Shangai é uma mistura louca de contradições. Convivem aí letreiros luminosos e uma arquitetura que parece cenário de Steven Spielberg (foto 3) com a arquitetura tradicionalíssima, com seus telhados também de filme, só muda a classificação (foto 4). A simpatia e boa vontade você encontra em todo canto. Um local escrito em chinês apontado num papel é suficiente para uma seqüência de mímicas que te conduzirão aonde você procura.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A misericórdia na família

Maria Teresa Serman
É interessante a formação da palavra "MISERICÓRDIA". Significa literalmente CORAÇÃO (CORDIS) SOFREDOR (MISER). Em um âmbito mais abrangente, quer dizer sentir a miséria dos outros no nosso próprio coração, sentir a dor que o outro sente. Por isso dizemos que Deus é misericordioso, pois Ele consegue, como Pai, sentir as nossas misérias no Seu Coração de modo inigualável.

Há uma tendência atual, digamos, politicamente correta, de se solidarizar com os infortúnios dos semelhantes menos próximos: dos flagelados, dos órfãos da Aids e da guerra, dos sobreviventes de uma catástrofe local ou mais distante. Isso é muito bom e louvável, é ser misericordioso sem dúvida.

Contudo, há uma dimensão da misericórdia que frequentemente nos escapa, neste mundo tão superficial. Consiste em aproximar os homens do Bem, da Verdade, do verdadeiro Amor, para que a discórdia (que significa dois corações partidos ou separados) não afugente a real misericórdia de Deus.

Para tal procedimento, precisamos, em primeiro lugar, perder os respeitos humanos que nos impedem, cotidianamente, de ajudar pessoas e corações perdidos e infelizes. Ninguém ousaria passar indiferentemente diante de um prédio de cujo terraço um desesperado estivesse prestes a se jogar. No entanto, não nos achamos no direito de aconselhar amigos e colegas que estão à beira do precipício moral.

Um foco importante da alma misericordiosa é praticar essa graça com aqueles que lhe são mais próximos, em família. É fácil ser compreensivo da porta de casa pra fora. O desafio é prestar atenção às súplicas silenciosas que olhares e atitudes nos lançam da sala, da cozinha, do quarto. Ouvir, acalmar e alegrar os mais chegados muitas vezes é puro heroísmo e a mais perfeita forma de misericórdia.

Entre estes, devemos dar especial atenção aos mais velhos, frequentemente esquecidos, como utensílios fora de uso, relegados a serem somente "ele" ou "ela". Sequer os nomeamos mais, inadvertidamente, e passamos por "eles" sem uma pausa para um papinho, ou um detalhe de carinho. São um tesouro de sabedoria, e felizes aqueles que buscam nesses depósitos de amor sua orientação e lhes retribuem com gratidão.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Muito Maneiro

Você já visitou o Muito Maneiro? http://muitomaneiro.wordpress.com

Escolher a boa parte

Por Rafael Carneiro Rocha

Meditemos sobre a bela passagem do Evangelho de São Lucas:

Estando Jesus em viagem, entrou numa aldeia, onde uma mulher, chamada Marta, o recebeu em sua casa. Tinha ela uma irmã por nome Maria, que se assentou aos pés do Senhor para ouvi-lo falar. Marta, toda preocupada na lida da casa, veio a Jesus e disse: Senhor, não te importas que minha irmã me deixe só a servir? Dize-lhe que me ajude. Respondeu-lhe o Senhor: Marta, Marta, andas muito inquieta e te preocupas com muitas coisas; no entanto, uma só coisa é necessária; Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada (Lc, 10; 38-42).

Serve para todas as épocas.

Apesar da agitação da vida contemporânea, sofremos da armadilha que o escritor G.K. Chesterton bem notou na sua piada sobre os carros que ele via aparecer no mundo moderno. Como alguém é capaz de dizer que vivemos numa sociedade dinâmica e movimentada se o que fazemos nesses veículos é ficar, simplesmente, parados?

O agravante curioso da nossa correria é que, muitas vezes, a falta generalizada de tempo é provocada por esperas em aeroportos atrasados, escritórios muito procurados e trânsitos congestionados.

Apesar de muito ocupados, ficamos bastante tempo parados. Na agitação paradoxal das pausas, é inevitável que pensemos muito em nós mesmos. Ensimesmados com projetos e conflitos, perturbamos demasiadamente o nosso eu. Assim, criamos tantos problemas pessoais que o mero fato de alguém dizer que está com “problemas pessoais” se torna uma auto-afirmação legítima da seriedade com o que o indivíduo encara o seu eu.

A criação de nossos papéis na sociedade demanda a construção trabalhosa do “eu”. Mas é interessante observar que algumas vidas repletas de paixão e de sentido careceram - e muito - de projetos para o “eu”. A humanidade perderia muito se um São Francisco de Assis estivesse angustiado com projetos pessoais.

Claro que pouquíssimos são “chamados” para o esquecimento radical de si, numa vida devotada ao altruísmo. Porém, ainda que não sintamos esse convite, é interessante que sempre tenhamos tempo para esquecer um pouco das repetições cotidianas e saborear alteridades. Valem a pena uma oração mental no congestionamento, uma leitura na fila do banco e até mesmo boas conversas com familiares, para fugirmos de rotinas sufocantes que nos passam despercebidas, como o compromisso diário com a telenovela e com as redes sociais da internet.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Perguntas e Respostas: Dra Mannoun Chimelli - Adolescentes - Como educar? (Parte 67)

As perguntas estarão apenas com as iniciais dos nomes, para deixar bem à vontade nossas amigas.

1 – A. diz: Meu filho tem 16 anos e é hemofílico. Fico muito preocupada com ele saindo com os amigos. Medo de acidentes de garotos, no futebol, brincadeiras, etc. Quais providências devo tomar para orientá-lo, sem deixá-lo apavorado com medo de morrer?
RESP: Caro(a) A.
O próprio Hematologista já deve ter feito as orientações necessárias para seu filho e a família -; andar com uma identificação tipo um bonito cordão de pescoço ( que hoje todos os jovens usam) com uma placa contendo o tipo de sangue, nome, endereço, 1os socorros, etc.
Quanto aos medos, ele necessita viver uma vida normal, sair, praticar algum esporte( consultar sempre seu medico )
A meu ver, salvo outra opinião, a natação seria muito boa e com menos riscos de acidentes.
Fundamental é que ele mesmo esteja bastante bem informado e consciente de seus limites para seu próprio bem.
Esta é a razão pela qual disse que o médico que o acompanha deve ter dado todas as informações e que os familiares não falem demais dos riscos a cada vez que ele saia de casa seja para a Escola seja para o lazer. Que tenha bons amigos - também informados da sua hemofilia, porque são muito importantes em sua vida !
Morrer todos iremos um dia - é um tema que deve ser tratado com mais naturalidade nas famílias- nem tanto e nem tão pouco....
Não se aflijam tanto e aprendam a viver bem o dia a dia - cada dia com as alegrias que lhe são próprias porque cada dia é um presente !
Atenciosamente, fico a seu dispor , Mannoun

2 - A. diz: O que a Sra. acha de teste vocacional para os adolescentes de 15 anos? É importante? Tem realmente valor?

RESP:Caro(a) A.
Testes vocacionais são bastante falhos porque nosso dia é variável- tempo e temperatura, estado de espírito, humor, ambiente... E os testes são muitas vezes realizados em um só dia.
Alem disso, testes revelam áreas de interesse e não UMA determinada área ou profissão.
Pais e professores, especialmente os pais que buscam conhecer bem os filhos, a meu ver são mais interessantes na ajuda que os testes em qualquer idade.
Quais as tendências dos filhos? Leitura, escrita, habilidades manuais, artísticas, gastronômicas, detalhes de organização?
O famoso “jeito para tal ou qual "atividade, o gosto revelado por eles mesmos... falam muito !
Uma indicação que faço sempre é que os pais ajudem os filhos a começar um curso técnico aos 14/15 anos e não o Ensino Médio simplesmente. O Brasil necessita BONS TECNICOS urgentemente!
Isto porque quando finalizarem os 03 anos do Ensino Médio eles não estarão capacitados a uma boa escolha - caso desejem e possam ingressar na Universidade - nem preparados para o Mercado de Trabalho e já terão completados seus 17/18 anos....
Espero ter ajudado e fico às suas ordens, Mannoun

domingo, 7 de novembro de 2010

Mentirinha – vale à pena?

Eu diria que a única mentirinha que vale a pena é o biscoitinho delicioso que coloco a receita abaixo. Muito saboroso e um bom engano para as fominhas fora de hora. Mas cuidado, mesmo esta mentira é perigosa: ela engorda quando comida em excesso.

Biscoitos Mentirinhas

Ingredientes:
4 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
8 ovos

Preparo:
Bata os ovos como para pão de ló.
Primeiro as claras em neve, e depois juntando delicadamente uma a uma das gemas com a batedeira ligada.
Acrescente aos poucos o açúcar e a farinha, mexendo sempre.
Com uma colherzinha, pingue pequenas porções em um tabuleiro (assadeira) polvilhado de farinha de trigo.
Leve ao forno quente para assar.

sábado, 6 de novembro de 2010

Filme para a família: Um Hotel Bom Pra Cachorro

Aluguei este filme num feriado em Teresópolis e agradou a todos. Leve, animado e com um fundo moral bem interessante: mostra o assunto - adoção de crianças maiores - e a dificuldade que é para se encontrar famílias que as queiram.

O filme é baseado no romance infantil "Lost Treasures: Hotel for Dogs", escrito por Lois Duncan em 1971, a história fala sobre dois adolescentes órfãos que escondem vários cachorros num hotel abandonado. O problema é que aparece um assistente social que vai cuidar da adoção das crianças, o que poderá separá-las dos animais.

Pra quem gosta de cães é diversão garantida. Não faltam variedades deles em todas as raças imagináveis. E as crianças, nos seus papéis, mostram a falta que faz ter uma família bem constituída para dar-lhes princípios básicos de boa conduta, mas mesmo sem seus pais, eles tentam fazer o melhor dentro do que seu instinto manda.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Filhos não se educam aos pacotes

Quem tem mais de um filho, é preciso que saiba que cada um é diferente do outro, com necessidades próprias e gênios bem diversos. Logo, precisam de um tratamento também diferenciado.

O amor que damos a cada filho deve ser o mesmo, o que varia são detalhes de atenção, conversas, atitudes, e até mesmo as repreensões. Tudo deverá ter uma medida certa para que nenhum se sinta lesado na sua parte afetiva. Nisso reside a grande dificuldade de muitos pais e mães, por não saber calcular essa dose certa a cada um.

Penso que os pais de modo geral deveria vir com um “dosômetro” , isto é uma capacidade interna de saber multiplicar-se a cada filho que chegasse, para que nenhum venha a se sentir menos amado.

A cabeça humana é muito complicada e a dos filhos, principalmente a dos adolescentes é ainda mais. Eles têm o costume de se acharem o menos amados entre os irmãos e criam verdadeiros caminhos tortuosos para justificarem esta carência afetiva de que “sofrem” por conta de seus pais não saberem dosar bem o carinho entre os filhos.

Faz-se necessário aos pais colocarem-se no lugar do filho ou filha para sentirem a necessidade de cada momento daquele ou daquela filha, para que, com isso, ele ou ela se sintam mais amados.

Às vezes são uns pequenos detalhes de carinho, como lembrar de trazer nas compras algo de que o filho goste,programar uma saída para um lanche só com esta ou este carente, ou uma ida ao shopping pra comprar aquela roupa pra festa do final de semana.
Dá trabalho? Com certeza, mas o produto é muito bom, seremos sem dúvida mais amados por eles e eles terão a certeza do nosso amor incondicional.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tempo de descanso

O lazer é fundamental para o descanso da alma e do corpo. Um trabalho seguido, ininterrupto, muitas vezes esgota e se torna pouco produtivo e mais cansativo do que seria, caso houvesse uma pausa de tempos em tempos para “recarregar as baterias”. Um breve momento de lazer, de mudança de atividade ou de ambiente faz com que refresquemos o nosso cérebro e tenhamos mais disposição e novas idéias, e, assim sendo, produziremos mais no trabalho diário.

Vamos programar o descanso como programamos o trabalho, com o mesmo empenho e cuidado, para que ele seja um momento real de descontração e relaxamento e de mudança de atividades para todos na família.

Um final de semana bem aproveitado só será de fato bom para todos da família se existir uma troca de atividades para cada um. Isto é: fazer o que não se faz habitualmente.
A mãe que trabalha em casa, descansa se puder ler, assistir a um show ou ir a um cinema; a mãe que tem a dupla jornada, trabalhando dentro e fora do lar, talvez goste de uns momentos de lazer junto dos filhos, brincando ou jogando, sem se preocupar com mais nada; o pai terá seu descanso se fizer um churrasco ou criar um prato especial na cozinha ou até combinar um jogo de futebol com a garotada, filhos e sobrinhos, é uma farra e diverte muito. Já os filhos descansam se, em vez de estudar, brincam, jogam, ou ajudam o pai da cozinha.

Quando se viaja para a casa de férias, é importante ver se a mãe também terá o seu merecido descanso do dia a dia. Os trabalhos domésticos cansam muito e elas quase sempre acumulam tarefas de dona de casa, motorista, administradora e ainda passam o dia equilibrando as finanças do lar e precisam estar sempre atentas e criando condições para conhecer bem cada filho e filha que tiver. E as que ainda trabalham fora, precisam de mais tempo ainda para recuperar suas forças. Em resumo, é trabalho físico e mental constante. Por isso o descanso é mais do que justo e necessário, conseqüentemente é por aí que se deve pensar sobre o descanso de cada um de casa.

Algumas pequenas mudanças na rotina de cada um, no seu dia a dia, já podem ser um momento de descanso e um novo ânimo para a jornada seguinte.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Novo (antigo) regime

Por Maria Teresa Serman

Este texto é uma citação do livro CHIC ÉRRIMO, DE Glorinha Khalil. Os comentários sobre os trechos em destaque serão feitos no próximo: Elegância é Para Quem Quer.

Gostemos ou não, viver em grupo exige regras. Estamos sempre sendo avaliados - seja pela nossa aparência ou pelo modo como nos comportamos. Por isso, o conhecimento dos códigos pode facilitar muito a vida.

O problema é: onde estão esses códigos? QUEM ENSINA?

Antigamente era em volta da mesa que se aprendia a comer de boca fechada, a usar os talheres, a tomar sopa sem fazer barulho(e não avançar nas batatas fritas). Era também o lugar onde , discutiam os problemas da escola, as brigas com os colegas, as cenas vistas nas ruas, nos escritórios, a roupa certa para um casamento, para uma festa, e todos os dilemas éticos que surgiam nos relacionamentos. Com a correria dos dias de hoje, essse ritual tão comum foi praticamente abandonado.

As famílias ficaram pequenas, todo mundo trabalha até tarde; OS FORNOS DE MICROONDAS PERMITEM ESQUENTAR PRATINHOS INDIVIDUAIS QUE SERÃO COMIDOS EM FRENTE DA TEVÊ OU DO COMPUTADOR. Não TEM MAIS MESA, NÃO TEM MAIS MUITA CONVERSA - E, APESAR DO AFETO E DA IMPRESSÃO DE PROXIMIDADE, A VERDADE É QUE QUASE NÃO HÁ MAIS TROCA DE VALORES E DE EXPERIÊNCIAS. SEM MENCIONAR OS PAIS MODERNOS, QUE NÃO EDUCAM, COM MEDO DE REPRIMIR.

O caso é que, um dia, para grande surpresa de todos, as regras começam a fazer falta; descobrimos, em pânico, que não sabemos o que vestir e como nos portar num jantar de lugar marcado, quando somos obrigados a comer e conversar com gente que não se conhece, diante de pratos com nomes impossíveis de decifrar.

Calma. É justamente nessas horas que é preciso parar para reavaliar os parâmetros de comportamento, manter os que ainda fazem sentido e assimilar os novos. É TEMPO DE RECUPERAR O PRAZER DA CIVILIDADE - ao menos para os que teimam em acreditar que a civilização é uma necessidade e um prazer sofisticado.

É tempo de um novo regime.