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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Envelhecer com dignidade

Meu marido gosta muito de cantar músicas antigas, e sempre que vê alguma cena que venha a se encaixar a uma dessas músicas que conhece, logo começa a cantar. Nesses últimos dias pude observar algumas senhoras e senhores, que fariam jus a uma dessas músicas que ele tanto gosta de cantar e que segue abaixo:

Madame broto que já fez 57,
sofre muito, faz esforço,
pra passar por 27...
Usa uma cinta muito justa na cintura,
a cintura fica fina,
mas por baixo...só gordura...” (desconheço o autor)

Mulheres e homens andam fazendo muito esforço, não só para serem mais magros, mas também por querer passar por uma juventude que não mais existe e acabam virando uma grande caricatura de ser humano. Caras deformadas por Botox, seios siliconados ao extremo, sobrancelhas mais parecendo uma garatuja
esticada até o início da testa; rostos plastificados, roupas de meninotas ou de adolescentes; homens de cabelos tingidos, mas com a raiz branca,  tudo para reviverem uma aparência que jamais terão de novo.

É fundamental que cuidemos bem dos nossos corpos, fazendo exercícios, cuidando da saúde, da alimentação; da saúde mental e espiritual. Mas, é importante que tenhamos consciência da nossa idade e nosso tipo físico, e do que é condizente, para não cairmos no ridículo e fazer com que as pessoas, por trás de nós, fiquem rindo e achando que no mínimo somos velhas e velhos sem noção.

A vida é para ser aproveitada a cada instante, e ela é como um rio, jamais faz seu curso de volta, segue sempre pra frente, para o oceano. Vamos vivê-la intensamente, em cada uma das suas etapas, e tentar tirar o maior proveito delas com respeito próprio e curtindo bem a nossa maturidade do momento.

Ter 60 anos e querer passar por 30, é uma ilusão, por mais inteira ou inteiro que se esteja a “quilometragem da vida” já estará rodada, e de uma forma ou de outra, a máquina mostrará sua idade.

Que tenhamos alegria para viver e para lembrar-nos dos nossos bons momentos que já vivemos e continuarmos alegres e de cabeça erguida no nosso tempo que ainda temos pela frente.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Livres, leves e soltos!

Por Maria Teresa Serman
Não, não estou falando dos cabelos, e sim dos pés. Com o calor chegando e se mostrando nos dias iluminados e extensos deste horário de verão, podemos deixar os benditos sapatos fechados, escarpins, botas, de lado. Tudo muito chique, mas uma tortura para aqueles fiéis amigos que nos põem de pé, literalmente.

O inverno faz estragos nestes prisioneiros, que vão desde unhas encravadas, esporões, micoses, até calos e bolhas. Há remédio pra todos os males, e produtos preventivos eficientes. No calor, com rasteirinhas e plataformas altíssimas, eles sofrerão também, ficando ressecados e os calcanhares quebradiços. O que fazer, então?

- Calos e bolhas - a velha lixa está obsoleta, pois não remove as calosidades, só irrita a pele. O melhor é usar rotineiramente um esfoliante, depois passar o hidratante e enrolar o pé com filme plástico, ou meia, para que a pele absorva o creme durante o sono. Há excelentes esfoliantes, como por exemplo, o de Castanha do Brasil da Natura, ou o da Risqué, e de outras marcas confiáveis. O creme emoliente deve ser à base de uréia, podendo chegar a uma concentração de 20% desta ( sua dermatologista pode lhe prescrever uma forma manipulável, como fez a minha). A Granado acaba de lançar, em sua linha rosa, o Gel Protetor de Calos e Bolhas, que é muito bom. Se o calo for persistente e localizado, aplique um calicida, há vários. Não perfure as bolhas, lave e seque-as bem, use um curativo e mude de sapato.

- para cantos encravado e com esporões, escolha uma profissional confiável que remova completamente a pele dura que se cria entre a unha e a pele, pois se deixar resíduos inflamará. Certifique-se de que os instrumentos empregados são devidamente esterilizados. No caso de micoses, nada melhor que usar sandálias abertas e procurar um dermatologista. Para prevenir, pode-se usar, de vez em quando, óleo de cravo, bom até para tratar a própria micose.

- em unhas fracas, aplique bases fortalecedoras e coma gelatina. O colágeno vai reforçar as unhas e cabelos. Pode-se dissolver uma folha de gelatina incolor no café com leite ou achocolatado, aquecer um pouco no microondas e mexer. Fica gostoso e faz milagres com as unhas, pele e cabelo, além de melhorar dores reumáticas, pois vamos perdendo colágeno a medida que os anos passam.
No mais, aproveitem as charmosas e coloridas espadrilhas que já estão nas lojas. São feitas de tecido; portanto, mais arejadas e saudáveis para os pés. Boas caminhadas!

sábado, 10 de setembro de 2011

Boa notícia para a pele (péssima para as rugas)!

Há esperança de darmos até logo às plásticas custosas, em vários sentidos, a injeções dolorosas e creme caríssimos (quanto melhor o produto mais alta a cifra). Acaba de chegar ao Brasil um tratamento novíssimo denominado OXIGENOTERAPIA ESTÉTICA. É feito por uma máquina que lança grandes concentrações de oxigênio sobre a pele, fazendo-a recuperar o viço e a lisura, oba!

Mas calma, gente. A ANVISA ainda não deu sua avalição oficial. Porém, a lógica científica e os outros usos de aplicações de oxigênio embasam esse procedimento. É aguardar a aprovação e pegar a senha, pois a fila vai ser grande.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Muito Maneiro

Você já visitou o Muito Maneiro? http://muitomaneiro.wordpress.com

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Curiosidades históricas sobre a beleza

Desde que o mundo é mundo o ser humano se preocupa com a estética. Vejam abaixo com faziam os antigos para obter alguma beleza a mais.

Nos olhos da rainha e dos escravos
Em 1372, quando a rainha Nefertiti se casou com o faraó Amenófis IV, a mulher egípcia se lavava toda manhã com água e carbonato de cal e esfregava o corpo com uma pasta de argila retirada do lodo do rio Nilo para manter a pele jovem. Os olhos eram maquiados com kajal, como mostram as estátuas. Até os escravos pintavam os olhos. Em Roma, a alta sociedade tomava banhos com leite de jumenta para embelezar a pele.

Magrelas e gordinhas
Depois de muitos estudos, Jeffrey Sobal e Albert Stukard , descobriram que em países desenvolvidos, como Bélgica, Canadá, Noruega e EUA, quanto mais alto o status, menor o peso ( e mais vista como bela a pessoa). Já em países em desenvolvimento e com escassez de alimentos, os homens e mulheres de status superior são mais gordos (e igualmente considerados mais bonitos).


Testa grande na Idade Média
Para mostrar uma testa grande e cabelos louros, a mulher da Idade Média usava ingredientes como sulfureto de arsênico, cal viva, ungüentos feitos de cinza de ouriço, sangue de morcego, asas de abelha, mercúrio e baba de lesma para depilar, polir e branquear a testa, e decocção de lagartos verdes no óleo de noz e enxofre para clarear as madeixas

Cabelos pintados
Em 1908 inventaram a primeira coloração capilar, da qual derivam as tinturas. No mesmo ano surgiu um líquido transparente para dar brilho às unhas, aplicado com um pincel, que devia ser lustrado com pele de camurça. A primeira bem-sucedida tinta para cabelos a ser comercializada foi feita em 1909 pelo químico francês Eugène Schueller. Baseando sua fórmula num novo componente químico, a paraphenylenediamine.. Um ano depois, Um ano depois fundou a L'Oréal. Sua tintura mais famosa, Imedia, apareceu em 1927.


Bocas coloridas
Em 1915, os primeiros batons, fixados numa base de metal dourada e protegidos por uma tampa, surgiram nos salões de beleza dos EUA

Unhas feitas
O costume de pintar as unhas nasceu na China, no século III a.C. As cores do esmalte indicavam a classe social do indivíduo. Os primeiros eram feitos de goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha. Os reis pintavam as unhas com as cores preta e vermelha, depois substituídas pelo dourado e pelo prateado. No Egito antigo, a tradição se repetiu. (Será que os reis já eram Flamengo?!!)


Xampu
O primeiro tipo de detergente que se tornaria o atual xampu foi produzido na Alemanha em 1890. Apenas depois da Primeira Guerra Mundial ele começou a ser oferecido comercialmente como um produto para a limpeza dos cabelos.