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domingo, 19 de setembro de 2010

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. (Rui Barbosa, discurso ao Senado, 1891)

Pensava neste texto de Rui Barbosa com muita frequência nos dias passados e agora que se aproxima o dia 3 de outubro penso nele com mais intensidade.

Uma mãe com vários filhos dizia outro dia que estava com nojo da política, que não queria ouvir mais falar sobre o assunto. Pensei com meus botões e com a experiência que adquiri com milhares de fraldas trocadas:trocar uma fralda dá nojo, mas é preciso fazê-lo. Da mesma forma que não seria correto deixar um filho ou uma filha com as fraldas sujas, é muito perigoso deixar um filho ou uma filha com a integridade suja por fazer com que pensem que nós não temos nada a ver com o que se passa no país.

Nos últimos dias, escrevo em 18/09, vimos o governo brasileiro se transformar num show de horrores, de coisas nunca antes vistas, coisas que fariam enrrubescer um Fernandinho Beira Mar ou um Marcola, propinas com contrato, gente surpresa ao encontrar R$ 200.000,00 em sua gaveta de trabalho e exclamar: Caraca! Que dinheiro é esse? Isso aqui é meu mesmo?e outras coisas de arrepiar os cabelos.

Vimos também sigilos das nossas declarações pessoais da receita serem arrombados por bandidos comuns a servço do governo e por bandidos políticos a serviço de um partido. Vimos o erário ser saqueado e o butim repartido à moda dos piratas antigos.

Neste momento o leitor pode se perguntar, puxa, pensei que era um blog de assuntos de família e não de assuntos políticos. E respondo ao leitor: tudo que escrevi acima diz respeito a sua família e a minha. A seus filhos e filhas, ao futuro deles. Provavelmente ao ver triunfar no próximo dia 3 as mulheres e os homens que tem patrocinado esta bandalheira sem precedentes, seus filhos, meus irmãos, minhas irmãs, suas netas vão receber o recado: vale a pena ser desonesto.

Ao ver triunfar as injustiças, ao ver os corruptos prosperarem, ao ver a roubalheira ser premiada, ao ver o estado Brasileiro ser colocado a serviço de quadrilhas, ao ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, as crianças e adolescentes podem seguir o triste caminho que profetizou Ruy Barbosa e desanimar da virtude, rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto.

Chegamos no nosso país a um momento de encruzilhada em que temos três escolhas como dizia o célebre Capitão Nascimento: "Ou se corrompe, ou se omite ou vai para a guerra"

sábado, 18 de setembro de 2010

Sogra: Seu papel na família do filho

Por Patrícia Carol Dwyer
Sogras e Noras...quando não existe um verdadeiro respeito e carinho adulto permeando essa relação tão importante e especial, a vida de um jovem casal, e claro, a do outro lado também, dos sogros, não pode estar correndo tão bem nos trilhos harmoniosos da felicidade quanto poderia e deveria estar.

Se a gente parar para pensar, o filho que está sendo “subtraído” do nosso “colinho”, é tão importante para a esposa dele como homem amado, quanto o é para a mãe, como seu filho amado! Se ela é apaixonada pelo esposo, incluindo suas características de criação, por vezes muito diferentes das dela, e com as quais terá que se adaptar ao longo da vida a dois, é ela, a nora, quem o ajudará a ser um bom marido e pai, e principalmente, seu melhor amigo! Só que, tem uma coisa muito importante e especial a ser considerada nessa família que está começando, que é o mandato de Deus: “deixem pai e mãe, para serem uma só carne e um só espírito”. Ele nunca disse “abandonem pai e mãe”, mas pelo contrário, garantiu Sua GRAÇA para aqueles que “honram seu pai e sua mãe”.

Outra maneira de enfocar a importância dessa harmonia entre sogra e nora é que os queridos netinhos e netinhas vindos dessa união matrimonial abençoada serão eles próprios mais felizes e equilibrados, com esse bom exemplo de convivência de gerações e corações. Felizes dessas crianças que podem contar com o “colinho de vovó”, que consola, acalanta e mima (dentro de limites pré-estabelecidos em comum acordo pelas duas “poderosas”!)

As avós fazem parte desse milagre de felicidade que são as novas vidas geradas dentro do matrimônio real de seus filhos. Elas são importantes sim, mas... tendamos para o lado generoso de facilitar no possível a vida para nossas noras, que, embora não sejam nossas filhas biológicas, são elas as guardiãs de parte tão importante da nossa própria felicidade!

Por último, mas não menos importante, se quisermos realmente contribuir para a paz e a harmonia na vida dos nossos filhos, que nos esforcemos sempre para apoiá-los quando necessário, mas cuidando muito para passamos despercebidas e não nos opormos abertamente às opiniões da nora, sua querida esposa, já que é a vida deles que está em jogo: a nossa, já a vivemos de acordo com nossos próprios critérios sem a interferência deles. Então que direito tem a sogra de interferir no lar que é dos dois, e não seu?

Dica simpática: mesmo não sendo mãe e filha, é ótimo poder sair para ver vitrines juntas e escolher presentes para as crianças, depois almoçar num restaurante gostoso num dia mais calmo para as duas... só para manter essa camaradagem de adultas independentes, porém ligadas no coração como família. O filho agradecerá a ambas, com certeza!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Um lar movimentado e feliz

Para que todos dentro da família se sintam bem e integrados, é preciso que tenham obrigações, tarefas. Nada melhor para que se sintam unidos do que um participando das alegrias, lutas e dificuldades do outro.

Um lar precisa ser um ambiente de SINCERIDADE e de VERACIDADE, com confiança e apoio mútuos em todos os momentos.

É importante pensarmos em como está a nossa concepção pessoal de vida: para nós, o que vale mais: o que se tem ou o que se é? Usamos de sinceridade e honestidade para conseguir nossos objetivos ou usamos a lei de Gerson? ( aquela de levar vantagem em tudo).

Nós, em casa, precisamos mostrar aos filhos que a vida não é pra ser vivida apenas por prazer, sem conteúdo, sem sentido, sendo só casca. Eis alguns procedimentos para deixar nossos filhos mais fortes e preparados para a vida:

* Não ter pena de acordá-los cedo.
* Não fazer no lugar deles o que são capazes de fazerem sozinhos.
* Não lhes poupar esforços que os levem a lutar contra seus caprichos
* Não concordar que façam só o que gostam e quando o desejam.

Nós os educamos para a vida em família e para construírem suas próprias famílias quando lhes apresentamos objetivos - POUCOS, REALIZÁVEIS e ACOMPANHÁVEIS, sempre sem deixar-nos levar pelas emoções de momento ou ao sabor delas.

Assim lhes ensinaremos a serem senhores de suas vidas e membros de uma família, e, mesmo que se aborreçam algumas vezes, pelos nossos excesso de cuidados, eles terminarão por entender e corresponderão ao amor e o carinho de nós, pais, que zelamos por eles e por seu bem.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Os múltiplos desafios da mulher - Nova Seção - Moda e Elegância

Por Maria Teresa Serman

o vamos nos deter em quais são eles, todos já estão cansados de saber. Queremos, sim, enfatizar, que a mulher, quer exerça um trabalho profissional só em casa, ou o desempenhe também fora do lar, precisa se apresentar com elegância e bom-gosto, sempre atualizada, o que não significa ser dominada pela moda, e muito menos por modismos.

Nós, mulheres, precisamos também poupar nosso preciosíssimo tempo e fazer render o dinheiro que investimos nessa produção, comprando com bom senso e adequando roupas e adereços a nosso tipo físico, preferências pessoais e ocasiões.

Para que consigamos dar uma segunda impressão, mais profunda, de nós mesmos, é importante que a primeira seja de boa qualidade.

Por isso, o blog estará apresentando, a partir de 16/09/2010 a coluna Elegância é para quem quer ( e não mais só para "quem pode"), onde responderemos a perguntas sobre o tema Moda e elegância, tentando, desse modo, auxiliar nossos leitores - os homens também podem fazer perguntas sobre moda masculina ou se informar para melhor presentear as mulheres da família.

Podem escrever para contato@negociosdefamilia.com.br , estamos à disposição. Ou faça aqui mesmo sua pergunta.

Como encarar um casamento

Depois de algumas trocas de idéias com uma amiga deste BLOG, vimos que o casamento não deve ser encarado de frente e sim de lado.

Já nos explicamos: o casal precisa estar lado a lado, caminhando juntos, com interesses em comum, de forma que vejam o mesmo horizonte e, com o passar do tempo, não tenham grandes desavenças. Quando o casal se confronta, corre o risco de ver muitos detalhes e acaba tendo mais atritos que os necessários.

Em todo casamento a regra básica deve ser: comer o mingau pelas beiradas. Isto é, cada um, de seu lado, ir aos poucos sabendo por onde consegue mais coisas da sua cara metade, sem confrontos inúteis.

Brincadeiras à parte é normal ter desgaste no casamento, mas por isso mesmo é importante buscar quebrar rotinas para renovar sempre os votos matrimoniais. Olhar a nossa outra metade, pela manhã ao acordar, acaba sendo um costume, e, como todo costume, perdemos o interesse pelos detalhes e de repente, um dia, olhamos para aquela pessoa e vemos alguém que não conhecemos, aí o susto é grande! Tudo porque cada um de nós vai mudando ao longo do tempo e, se não prestamos atenção as pequenas mudanças de cada dia, estas somadas formarão um todo robusto e complexo.

O casamento é um empreendimento que requer constantes planejamentos, investimentos e estratégia, para fazermos nosso trabalho de modo que cresça e dê frutos. E para que um não caia no conceito do outro.

Por que investimos tanto no nosso trabalho e não investimos no casamento? Porque o trabalho traz rendimentos financeiros e ascensão social. E o casamento, o que nos traz? Traz tranqüilidade, bem estar, conforto, amizade, amor, êpa! Sentimentos! Coisas com as quais não sabemos lidar bem e não são visíveis aos outros com quem convivemos, não fazem a nossa imagem bem sucedida como a do profissional. Todos vêem os nossos sucessos empresariais, mas não vêem a nossa solidão ou a nossa busca diária por alguém que nos entenda e nos ame de forma total e incondicional.

Vamos investir mais no nosso casamento, empenhar-nos por qualidade, aí estaremos encarando um ao outro com seu devido valor e escala de necessidades.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cidadania começa em casa: o brasileiro é honesto?

Por Maria Teresa Serman

" Suas atitudes falam tão alto que nem consigo ouvir o que você fala."

Esta frase, de Ralph Waldo Emerson, pensador americano, foi lembrada em um palestra recente, reproduzida no youtube, do Sr. Fábio Barbosa, que vem a ser um dos diretores, ou o principal, não me recordo, do Santander. Foi uma exposição clara e sucinta, em tom leve e linguagem didática, do tema ética. Sua coerência surpreende agradavelmente.

Para resumir: ele expõe o seu ponto de vista de que, se queremos melhorar o país, e acredita que somos patriotas na imensa maioria, devemos começar com nossa empresa. Sugere que as relações comerciais devem se estabelecer entre empresas que pensem igual, em relação ao meio-ambiente, aos seus funcionários, ao país como nação, em primeiro lugar. Cita vários exemplos de como eles, do banco, vêm agindo nesse sentido. Quem quiser assistir, é uma aula de cidadania e exercício da consciência.

Para que se consiga chegar a essa visão, contudo, a condição é começar de casa, dos alicerces. Não se podem gerar valores éticos em quem não os recebeu desde cedo de quem tem essa responsabilidade. Diria que precisamos beber essas noções quase que na mamadeira, para que sejam não uma segunda natureza, mas façam parte intrínseca da primeira. Maus cidadãos, pessoas ecologicamente negligentes, indivíduos socialmente nocivos são crianças não-educadas. Já diziam os mais antigos: é de pequenino que se torce o pepino. Quando este vira uma melancia podre, já é tarde.

"Nós temos que ser a diferença que queremos ver no mundo", outra frase citada pelo Sr. Barbosa, de alguém que foi um exemplo prático do que pregava - Gandhi. Com sua política de não-violência, que uniu o eclético povo indiano na cruzada pela independência, o líder indiano transformou não só a própria vida e de sua família como levou seus irmãos de vários credos e castas ao objetivo comum. Começou, como mencionei, por si mesmo e pelos de sua casa.

Quantos fatos jornalisticamente atuais temos visto de sociopatas, aqueles que usam do poder e da coisa pública para ganhar poder e dinheiro? Além de erradicar estes "fichas-sujas", precisamos evitar em nosso meio que tal procedimento seja bem sucedido. Esse "meio" começa no meio da consciência de cada um, com as “atitudes que falam tão alto", de modo que os ensinamentos que porventura precisemos transmitir nelas tenham sua gênese e constituição. Ninguém dá o que não tem.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Sobre as paixões

Por Rafael Carneiro da Rocha
Somos criaturas que desejam. Movidos pelas paixões, temos sempre vontade de fazer coisas que nos apetecem. Porém, as paixões não são necessariamente nocivas. O Catecismo da Igreja Católica nos lembra que os afetos nascem do movimento original do coração do homem para o bem, concluindo assim que “as paixões são más se o amor for mau, e boas se ele for bom”.

Amar é querer bem a alguém, e isto é o amor bom. Este querer deve visar o maior bem possível – o sumo bem. Na sua Ética para Nicômaco, Aristóteles afirma que as coisas devem visar o sumo bem e não outras coisas. Se as ações visam coisas, o procedimento é incessante e inútil e vazio seria o desejar.

É bonito desejar o bem para os outros, mas esse querer precisa ser ação, compromisso. Caso contrário, existe o risco dos desejos consumados voltarem-se para coisas ou ilusões que não finalizam o sentido do amor. Quantas pessoas gastam energias espirituais com o apego desmedido a coisas acessórias e passageiras (times de futebol, carros, festas, comidas, tecnologias de consumo, etc.)!

Mas se o querer bem orienta-se para o amor ao próximo, a busca pelo sumo bem se tornará desejo incessante, pois a existência é uma arte construída em anos, décadas... E, nesse querer profundo, a chama sensível das paixões permanecerá por toda uma vida.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Perguntas e Respostas: Dra Mannoun Chimelli - Adolescentes - Como educar? (Parte 59)

As perguntas estarão apenas com as iniciais dos nomes, para deixar bem à vontade nossas amigas.

1 - A. diz: Como educar os filhos na época do politicamente correto? Sem palmadas, sem corretivos, sem passar nenhum sofrimento?
RESP: Caro(a) A.
Os sofrimentos fazem parte da vida humana, queiramos ou não,o que importa é saber bem utilizá-los ... Se ajudamos os filhos a descobrirem o “sentido da dor e do sofrimento”, nós os estamos educando para a vida, pois que aprenderão a descobrir no dia a dia o valor da renúncia, do esforço que devemos empregar para conseguir algo,pois quem bem já se disse que " tudo o que vale a pena custa ..."
Estudos, trabalho, conquistas, custam esforço e causam sofrimentos...
Alguma correção se deve aplicar aos filhos, que não necessariamente seja a palmada, (embora ela por vezes possa ser utilizada, não porque estamos com raiva, mas porque naquele momento ela falará melhor,) mas sempre no local adequado... Como ensinava meu professor de Pediatria - " O bumbum é convexo e a palma da mão é côncava..." exemplificando ser este o local da palmada - não tão forte que provoque dor no local de quem recebe, nem na mão de quem a aplica, mas apenas provoque um susto ...
Vamos educar sem preocupações com o "politicamente correto" mas com consciência e coerência...o casal de comum acordo!
Fico às ordens para maiores esclarecimentos se não respondi o que desejava,
Mannoun


2 - L. B. diz: Meu filho adolescente evacuou com sangue, o que devo fazer?
RESP: Cara Sra.L.B.
Vale à pena levar seu filho à consulta médica, primeiro com um clínico, que avalie se o sangramento é local ou se há alguma causa orgânica. Se ele achar necessário, fará um encaminhamento ao especialista que julgue mais indicado.
Pode ser algo transitório ou não, mas sempre se indica uma averiguação mais detalhada, ainda que seu filho diga que a consulta não é necessária e não queira ir. É bom que insistam para que faça um “chek-up ", mesmo porque sempre se deve avaliar periodicamente um Adolescente - peso, altura. Alimentação, hábitos, etc.
Fico a seu dispor, atenciosamente, Mannoun

domingo, 12 de setembro de 2010

Dicas da Chef: Menu Degustação para 2 Pessoas

Por Cláudia Dantas
Você quer agradar o marido? Num jantar a dois? Então siga as instruções abaixo. Será um arraso total!

Aperitivo: Papelote de Pão com Azeite e Alecrim fresco
1 baguete pequena/ 20 ml de azeite para regar /alecrim fresco a gosto
Modo de Preparar
Corte um pedaço de papel alumínio no tamanho que possa fazer um pacotinho. Corte em rodelas a baguete. Bem no centro do papel coloque os pães e regue com o azeite. Junte o alecrim fresco a seu gosto. Feche muito bem o pacote e leve ao forno. O forno já deverá estar aquecido. Deixe por uns 10 a 15 minutos. Sirva em seguida. Leve à mesa ainda fechado o papelote. Quando você abrir o papelote vai sentir um aroma muito bom de alecrim.

Entrada: Salada especial
200 g de folhas rasgadas, alface e agrião. (mas você pode usar as folhas que você tiver em sua geladeira)/ 2 fatias de bacon /1 baguete pequena ( cortada transversalmente que lhe dê 4 boas fatias não muito finas )/ 1 laranja mexerica / 1/2 maçã
Molho
1 ovo cozido/ 70 ml de azeite / 15 ml de suco de mexerica/ 5 ml de mostarda
1/2 copo de iogurte natural. Uma d
ica: Como é pouca quantidade é melhor bater num mixer..
Modo de Preparo: Cozinhar o ovo do molho. Assim que estiver cozido, bata todos os ingredientes no líquidificador (ou mixer), menos o azeite e o iogurte.
Sem parar de bater, com a tampa do líquidificador aberta, acrescente aos poucos o azeite num fio fino e constante até formar uma maionese. Desligue o aparelho, misture o iogurte natural e reserv
e na geladeira. Doure o bacon em uma frigideira. Reserve as fatias de bacon em um papel toalha. Não descarte a gordura das fatias de bacon. Na mesma frigideira, coloque as fatias da baguete e vire dos dois lados para dar uma cor e gosto de bacon nas belas torradas.
Rasgue as folhas, corte a maçã com casca, em finas fatias. Descasque a mexerica.
Disponha as folhas no meio do prato formando um monte. Tempere com um pouco de molho. Quebre as fatias de bacon em pequenos pedacinhos e jogue por cima das folhas.
No centro das folhas, forme uma vela de barco com as torradas. E decore do seu jeito com as fatias de maçã e os gomos de mexerica. Finalizar com o que ficou do molho.


Prato Principal:Filezinho de Peito de Frango com Molho de Laranja e pimenta
400 g de filezinho de peito de frango/ 1 laranja lima/ 1 colher de café de molho de pimenta vermelha (TABASCO) / 1/4 de molho de cebolinha picada/ 1 pedacinho de gengibre
1 colher de sopa de molho d
e soja/ azeite /sal / pimenta do reino
Modo de Preparo:
Tempere os filezinhos com sal e pimenta do reino e coloque em uma assadeira levemente untada com azeite. Asse em forno pré aquecido a 220°C por 20 minutos, virando pelo menos duas vezes para que dourem por igual. (cuidado pra não ressecar). Molho de laranja e pimenta
Esprema a laranja e corte o gengibre em fatias bem fininhas. Junte as cebolinhas e o g
engibre ao molho de pimenta, adicione o molho de soja e mexa bem.
Retire os filezinhos do forno e arrume no prato. O ideal é que os filezinhos fiquem junto do creme de milho. E para finalizar coloque uma boa colherada de molho sobre os filezinhos. Sirva com o filezinho

Acompanhamento: Arroz de Brócolis
120 g de arroz/ 200 g de brócolis japonês / 1 dente de alho pequeno/3 ml de azeite /sal
Modo de Preparo:
Para sua maior facilidade refogue o arroz da sua maneira. Cozinhe o tempo necessário.
Em um outro panela refogue o alho no azeite e
acrescente o brócolis bem picadinho. De uma refogada no brócolis bem rápida. Junte o brócolis no arroz. Enforme e monte seu prato.(você pode montar em qualquer xícara ou potinho de forma)

Acompanhamento 2: Creme de milho
1 l de milho verde/ 2 fatias de queijo minas (em cubos)/ 1 dente de alho/ Azeite/Sal
Modo de Preparo:
Bata no líquidificador a lata de milho e seu líquido até formar um creminho.
Em uma panela refogue o alho bem picadinho no azeite. Não deixe dourar muito o alho. Acrescente o creme de milho e o sal ao seu gosto. Reserve o creme até a hora de servir. Leve ao fogo novamente e acrescente os cubos de queijo minas, e misture bem no creme de milho e veja se o sal está bom, pois alguns queijos são bem salgadinhos.


Sobremesa : Petit Gateau com Sorvete de Morango
150 g de chocolate meio amargo picado/ 1/2 xícara de manteiga /1 clara batida em neve/ 2 gemas / 2 colheres de sopa de açúcar/ 2 colheres de sopa de farinha de trigo
Modo de Preparo:
Derreta num refratário o chocolate e a manteiga, mexendo delicadamente, em banho Maria ( água bem quente ), sem ferver . Numa tigela, misture com a colher de pau as gemas com a clara e o açúcar. Junte o chocolate derretido e a farinha de trigo aos poucos, mexendo bem. Encha as forminhas de torta e asse no máximo 10 minutos ou até ficarem secos por fora. Sirva com sorvete de morango. Se tiver uma geléia coloque no Petit Gateau. Dica: coloquei granola na minha receita para finalizar.

sábado, 11 de setembro de 2010

O que é melhor, um bebê que late ou um cãozinho que fala?

Por Maria Teresa Serman
Gosto muito de animais. Muito mesmo. Fui acostumada desde criancinha a conviver com gatos, cachorros, tartarugas, peixes. Tenho uma gata de treze anos, que há pouco tempo esteve muito mal e sofri horrores, com medo de perdê-la. Como eles têm sete vidas, ela está ótima, exuberante e comendo muito.

Essa introdução pareceu blábláblá, mas já vão entender. O bichinho de estimação me leva a frequentar petshop para bem cuidá-la. E venho observando a multiplicação assombrosa delas e o quanto as pessoas gastam com mimos, roupas, sapatos, fraldas, brinquedos, casinholas, produtos de higiene para seus amores do reino animal. É impressionante os novos detalhes que aparecem a cada dia que lá vou. Claro que fico feliz com a avançada zootecnologia e o aprimoramento da veterinária. Porém, não se pode tratar os bichinhos como gente; cada um tem seu lugar.

Estamos todos bem a par do relevante papel que um animalzinho tem na vida de idosos e doentes. Ajudam a curar depressão e tensão. São fiéis - os gatos são fidelíssimos, e cruelmente injustiçados -, companheiros amáveis e dóceis, desde que se escolha o bicho adequado àquele ser humano, lógico.

Contudo, nem o mais completo dos animais pode substituir uma criaturinha gerada, ou adotada, pelos seus pais. Há uma tendência de pensar que animais são mais confiáveis que pessoas, e isso é uma distorção, além de contra-propaganda. Nada é mais valioso do que a vida humana, mesmo que amemos muitos nossos bichinhos. Muitos casais criam cães (são os preferidos) porque não querem gastar seu tempo com filhos. Não avaliam que uma coisa não impede a outra.

Racionais e irracionais devem conviver e compartilhar afeto sem trocarem de função ou lugar. As crianças adoram os animais e estes as amam. Pode-se arcar com a criação e cuidado dos dois, sem excluir algum, muito menos o mais fundamental. O amor desinteressado do bichinho ensina adultos e crianças a amarem melhor. E amar mais, pois no coração humano e animal cabem muito mais espécimes do que conseguimos avaliar. Juntos fazem o lar mais completo e divertido.

Não troque o seu cachorro por uma criança. Tenha os dois. Ou um gato, o que pessoalmente recomendo.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sugestões para educar bem seus filhos

Pai e mãe são, por natureza, os primeiros educadores dos seus filhos. Nossa missão não é fácil. É cheio de aparentemente irreconciliáveis contrastes: Temos de saber compreender, mas também exigir, para respeitar a liberdade das crianças, e ao mesmo tempo corrigi-los, ajudá-los com os seus deveres, mas não os substituir ou poupar o esforço de formação e da satisfação que fazê-las.

Nós pais temos que ensinar a eles serem eles mesmos... E a arcar com a responsabilidade de seus atos.

Em todo caso, para aprender este "trabalho" não temos que fornecer um conjunto de receitas ou soluções já dadas e imediatamente aplicáveis aos problemas que possam surgir. Estas receitas não existem. Há, pelo contrário, princípios ou fundamentos da educação que os pais precisam saber muito bem, para lidar com eles na prática diária.

Seguem algumas sugestões para esta educação:
  1. Os pais precisam educar com um amor verdadeiro e completo para seus filhos;
  2. A criança precisa saber que seus pais se amam;
  3. Para ensinar o amor o melhor professor é um exemplo;
  4. Incentivar e recompensar;
  5. Fazer uso da autoridade, sem forçar nem nada;
  6. Saber repreender e punir;
  7. Ocupar-se de formar bem a consciência;
  8. Não estragar as crianças com mimos e chantagens;
  9. Educar na liberdade com responsabilidade;
  10. Expressar sempre o seu amor de forma clara e inequívoca, com palavras e carinhos.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Como fazer para a sogra amar a nora

Por Maria Teresa Serman

Começamos assim, sem o contraponto, pois é mais fácil que haja a correspondência se a mais velha, mais experiente der o exemplo. "Planta amor e colherás amor" - é esse o espírito da coisa, como se diz. O exemplo vem daquele (ou daquela) que tem o dever de estado e idade de dá-lo.

Há um livro da ed. Quadrante que sempre recomendo às possíveis ou já factíveis noras e sogras. O título é A NORA (E A SOGRA) IDEAL. Objetivo e sucinto, este fino livrinho contém doses profundas de sabedoria. Transcrevo uma delas de que sempre me faço lembrar: aquela moça que se casou (ou vai se casar) com o seu filho NÃO É SUA FILHA. Essa verdade, por muitas ignorada, implica que não foi você que a criou e educou. Portanto, não pode cobrar, interior ou exteriormente, nenhum ensinamento que conseguiu passar p suas filhas. E será mesmo que conseguiu? Tentamos, é verdade!

A convivência entre mulheres que amam sadiamente o mesmo homem, não o disputam, deve ser leve, no mínimo; amorosa e com espírito de serviço de ambas as partes, o máximo possível. Amar a sua nora demanda muito mais abnegação do que a seus próprios filhos, pois é um processo de aprendizado mútuo, de tolerância e simpatia.

Simpatia significa, na origem grega da palavra, sentir com. Sempre procuro recordar que minha nora é uma mulher como eu fui, mais do que como agora sou. Não tem a minha experiência, e não devo tentar impô-la, por mais que a tentação seja forte e a intenção seja boa. Não se pode viver a vida pelos outros, ainda que para poupá-los de problemas e sofrimentos. Isso vale para os filhos, marido e pais. E para noras e genros.

Apesar do relacionamento caricatural sogra e genro, que o povo adora ter como objeto de piadas, o mais delicado, certamente, é o dessas duas mulheres, nora e sogra. Não devemos por a culpa na sogra, por preconceito. Porém, como já disse, a ela cabe o melhor papel. Digo melhor porque a iniciativa de amar e respeitar sempre é o melhor encargo. Quando há boa vontade que deriva para o amor, a carga passa a ser leve e o jugo suave.

Não há receita, pois cada dupla é única. Mas há o ingrediente onipresente, que acabei de mencionar. Está claro, não?

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O segundo filho de três homens em sequência

Ser o segundo filho tem algumas vantagens e um monte de desvantagens. No entanto, como dizia o poeta Deus dá o frio conforme o cobertor.

Vantagens:
1) O mais velho serviu de experiência para os pais.
2) O mais velho, eventualmente, pode bater nos seus inimigos na escola.

Desvantagens:
1) O mais velho é paparicado pelos avós
2) O mais velho é o queridinho da mamãe em geral.
3) O mais velho bate em você (se você é o segundo ou o terceiro)
4) Quando você fica tão forte quanto o mais velho já passou a fase das brigas e você não pode retribuir.
5) O mais velho se alia com o mais novo que você para te passar a perna.
6) Se você tenta bater no terceiro para imitar o que o mais velho faz com você em geral você apanha da sua mãe.

Mas ao completar 34 anos o segundo filho vê que as desvantagens foram convertidas em pontos fortes no caráter e se tornam trunfos para enfrentar a vida.

Disclaimer: All characters appearing in this work are fictitious. Any resemblance to real persons, living or dead, is purely coincidental.


Há muitas famílias com três filhos em sequência e este texto é genérico. Somente os 34 anos se referem a uma pessoa concreta. :)



terça-feira, 7 de setembro de 2010

A alegria brasileira

Por Rafael Carneiro da Rocha

Hoje é dia de festividades cívicas em todo o país. Penso que em cada 7 de setembro há sim motivos para comemorar. Mas precisamos buscar novos motivos para o orgulho brasileiro. Falar que somos um povo festivo e caloroso pode ser um tanto verdadeiro, mas não podemos confundir alegria com demonstrações fugazes de afetos carnavalescos.

A alegria brasileira é mais discreta do que aparenta. Já passei um Reveillon com milhões de brasileiros (e estrangeiros) em Copacabana. Os sorrisos da multidão são tão passageiros como os fogos, mas mesmo assim havia uma alegria invisível e permanente que só poderia existir no Brasil.

Pessoas de diferentes cores, culturas e classes sociais ficam juntas sem tensões ou constrangimentos. O entrosamento entre diferentes é espontâneo. O cosmopolitismo brasileiro é único. Em qualquer outra grande cidade internacional, habitam também todas as cores do mundo, mas quase sempre elas costumam ser demarcadas pela tensão dos guetos.

O Brasil pode dar lições de fraternidade ao mundo, no modo como tranquiliza a convivência entre as pessoas que aqui vivem. Mais ainda, o brasileiro pode ser um exemplo bem acabado de indivíduo das amizades cívicas, um tipo que os grandes filósofos sempre sonharam: o patriota sem ranços xenofóbicos, capaz de ser amigo acolhedor de todos os povos.

Há alguns anos, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou os brasileiros de caipiras, muitos se revoltaram. Mas havia ali uma provocação interessante. A semente do mais verdadeiro cosmopolitismo está guardada no compasso agradável dos corações verde-amarelos, porém, ainda somos vaidosos com os nossos bumbas-meus-bois, carnavais, festas de peão e farroupilhas. Não podemos acreditar que Brasil é a alegria da festinha comunitária.

Festas demonstram a face de um país, mas não a sua alma. Assim, a profunda alegria de ser brasileira é invisível, porque ela é um espírito aberto. Sejamos brasileiros convictos, porque isso já é muito bom .

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Perguntas e Respostas: Dra Mannoun Chimelli - Adolescentes - Como educar? (Parte 58)

As perguntas estarão apenas com as iniciais dos nomes, para deixar bem à vontade nossas amigas.

1- A. N. diz: Dra que solução posso dar para uma filha de 16 anos que não respeita mais a mãe e faz questão de desafiá-la a todo instante, contrariando as regras da casa e de educação. Fica impossível o relacionamento entre todos em casa e atrapalha na educação do irmão menor.
RESP: Caro Sr.A.N. Sua filha sempre foi assim ou esta atitude é de agora? Que atividades ela faz- ajuda em tarefas domésticas, pratica esporte, dança, como vai na Escola, como se comporta por lá e com as amigas? Sua queixa se refere apenas ao convívio em casa ou com todos ela tem este comportamento?
E a mãe, é autoritária, dirige-se a ela para chamar a atenção ou é serena e tranqüila?
Vejam, aos 16 anos ela está saindo da fase mais confusa da Adolescência e começa a buscar identificação com a figura materna.
Procure sair o senhor sozinho com ela a algum lugar que ela goste, e com muita calma, interrogue o porquê desse seu modo de proceder. Tente fazer com que ela abra seu coraçãozinho sem interrompê-la, deixe que fale tudo o que desejar e quem sabe o senhor poderá ir colocando as coisas no seu devido lugar. Certamente virão queixas sobre a mãe e pessoas da família, talvez ciúmes do irmão, pode ser que ela se sinta preterida, não sei o que poderão conversar, mas proporcione uma primeira abertura e outras virão.
Mostre a ela os valores da família, o quanto ela é amada e o papel que a ela compete no contexto familiar, como jovem, cheia de sonhos e ideal... E que o senhor, como Pai deseja e espera que reine a paz e harmonia no relacionamento familiar. Peça a ajuda dela neste pormenor que parece pequeno, mas que é da maior relevância!
Converse também com a mãe - seja o Mediador neste aparente conflito que pode marcar um convívio harmonioso e agradável !
Boa sorte e fico a seu dispor para novos contatos, Mannoun


1 – A. diz: Drª Mannoum, sou professora e uma mãe me perguntou quando seria a idade ideal pra falar de sexualidade, sendo que a menina (9 anos), não demonstra interesse e no ano que vem o assunto será tratado em sala de aula. como prepará-la para o assunto?

RESP: Cara Professora,
Não há uma idade ideal para falar de sexualidade porque ela vem sendo falada, mesmo que sem palavras, muito antes dos filhos nascerem... Atitudes, gestos, comentários, uma gestante na família ou entre amigos, tudo vai girando - sobretudo no momento atua l- em torno da sexualidade, nem sempre bem apresentada como maneira de ser e agir, mas a maioria das vezes como genitalidade ...o que é um erro.
Se ela não demonstra interesse, a mãe pode puxar o assunto aproveitando o encontro com alguma grávida, mostrando a beleza do ato criador, a maravilha que é uma nova vida e - como mãe - falar ao coração da filha, como só as mães sabem fazer, colocando-se à disposição para responder o que a filha desejar conhecer.

Não sei se respondi a contento, mas fico a seu dispor, ok? Há perguntas semelhantes em outras edições dos negociosdefamilia , e a mãe pode acessar ou a senhora mesma e orientá-la
Atenciosamente, Mannoun

domingo, 5 de setembro de 2010

A primavera e as alergias

Como não sou médica, não sei a razão pela qual as crianças ficam mais doentes na primavera, mas já constatei isso ao longo da minha vida de mãe. São doenças mais alérgicas, com certeza provocadas pelos ventos que espalham os polens das plantas. A garotada padece com seus narizes escorrendo, olhos vermelhos e crises de bronquite, os pequenos chegam a perder dias de escola por conta destes inconvenientes.

É muito bom adotar nesta época banho frio na turma. Sei que vão estrilar bastante, mas o resultado é bem positivo. Falo por experiência, acho que 35 anos como mãe de 9 filhos me deu um certo know-how e posso falar que não tem como fugir, mas pode-se amenizar os constantes ataques alérgicos.

Não dá pra por os filhos numa bolha, protegidos, imunes às intempéries, mas dá pra torná-los mais resistentes e aptos a passar estes meses de primavera sem muitas recaídas nas crises.

O banho frio ajuda não só o corpo a ficar mais resistente, como também forja um caráter mais forte. Aprendem a superar as dificuldades e a não serem moles, fracos. Descobrem que não derretem com facilidade e que podem fazer muito mais nas suas vidas, mesmo diante das dificuldades.

Isso vale também para quando começam as chuvas: crianças não derretem, nem melam quando chove. Por isso não devem perder aula nem atividades que pratiquem habitualmente por causa dessas mudanças bruscas no clima. Tudo isso parece maldade, mas é muito bom para que, com estas pequenas contrariedades, nossos filhos aprendam a ser mais fortes, não só física mas moralmente.
Sugestões pra ajudar no combate as alergias:
  • - o colchão e travesseiro devem ser cobertos por protetores anti-ácaros, laváveis e duradouros, que aumentam a vida útil do que protegem. Ajudam muito a purificar o ar que a criança, e o adulto, respiram, durante a noite.
  • - sempre que possível, a criança deve tomar sol - das 9 às 11h e das 15 às 17h, no inverno, antecipando em uma hora na primavera, quando o sol já fica mais forte, sempre com o protetor solar recomendado pelo pediatra.
  • - os travesseiros e cobertores também devem ser expostos ao sol; preferir edredons ou cobertores de microfibra, sendo que estes últimos são mais práticos, pois, por serem mais finos, podem ser lavados na máquina e secam mais rapidamente;
  • - as janelas devem ficar o mais tempo possível abertas. Isso previne não só afecções alérgicas, como mata o bacilo que causa a tuberculose, quanto o da meningite.
  • Uma casa arejada e limpa é o melhor remédio para doenças respiratórias em geral.

sábado, 4 de setembro de 2010

Um filme para a família: Nunca sem minha filha

Baseado em fatos reais, este filme mostra com emoção a historia verídica de Betty Mahmoody, relata ao escritor William Hoffer.

Passada nos Estados Unidos, a historia desta fita irá contar o trágico casamento de Betty com um médico iraniano que vive há vinte anos na América.

Querendo visitar sua terra natal, ele convence a esposa a uma viagem, levando também a filha. Betty fica relutante, pois o Irã não é lá um país muita amigável, especialmente se a visitante for americana e mulher. Chegando lá o médico revela sua verdadeira personalidade... Convertido ao islamismo ele fará de sua esposa uma prisioneira que manterá sob o seu poder.

A luta e a coragem desta mulher surpreendente transformam esta historia num envolvente relato com muitos momentos de suspense e apreensão. Sua grande dificuldade para conseguir voltar ao seu país com sua filha, sem contar com a ajuda de ninguém.


O elenco do filme conta com Sally Field e Alfred Molina como atores principais e com uma interpretação maravilhosa e envolvente.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Sites de compras coletivas na Internet: algumas dicas para economizar e praticar o consumo consciente

Por Márcia Regina Oliveira

Nas últimas semanas, aderi à nova onda da Internet brasileira: os sites de compras coletivas. Passei a conhecê-los por acaso ao ler uma reportagem em um jornal carioca. Como sou muito curiosa e curto uma novidade, acessei imediatamente os sites indicados pelo jornalista e me surpreendi com essa idéia simples e excelente que já é sucesso em outras partes do mundo.

Para quem ainda não sabe o que são os sites de compras coletivas, vou dar uma explicação bem rápida: esses sites fazem parcerias com empresas e oferecem produtos e serviços com descontos que podem ser até de até 90% sobre os preços praticados normalmente. Para que os internautas tenham direito a esses preços especiais, é necessário que um número mínimo de vendas seja atingido - o que sempre acontece, já que as promoções são realmente bastante vantajosas. Além disso, é preciso se cadastrar gratuitamente nesses sites e fechar a compra dentro do período de validade da promoção (que varia de poucas horas a alguns dias). O pagamento é feito com cartão de crédito, e, ao efetuá-lo, o usuário recebe um cupom por e-mail para apresentar à empresa que fez a oferta.

Para se ter uma idéia das oportunidades oferecidas pelos sites de compras coletivas, recentemente comprei um ingresso para uma famosa peça de teatro por R$15,00. O preço normal era R$70,00. Ou seja, fiz uma economia de R$ 55,00 e pude fazer um programa que me dá muito prazer, mas que não tenho oportunidade de fazer sempre devido ao alto custo dos ingressos.

A compra por escala é vantajosa tanto para nós, consumidores, quanto para as empresas que anunciam nesses sites. Ao acessá-los, é possível ver que, em um período curto, as empresas conseguem vender centenas ou milhares de itens, ao mesmo tempo em que divulgam suas marcas para milhares de pessoas. Os sites de compras não cobram pelo anúncio, mas por uma comissão sobre as vendas.

Apesar de ser uma admiradora dos clubes de compras, tenho um conselho para quem aderir à novidade: cuidado com as compras por impulso! Como as ofertas são realmente muito tentadoras, temos a tendência de não querer deixar nenhuma delas passar. No entanto, é preciso lembrar que devemos economizar com sabedoria, sempre pensando duas vezes antes de fechar uma compra, refletindo a respeito de sua verdadeira utilidade e seu real benefício.

Abaixo, listo alguns sites de compras coletivas que recomendo (escolha sua cidade para visualizar as ofertas):

http://www.peixeurbano.com.br

http://www.ofertax.com.br

http://www.zipme.com.br

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mudar pra emagrecer

Quem pensa que vou sugerir ir para um SPA ou para um CRCA(Centro de Reabilitação de Comilões Anônimos) está enganado. A proposta é que, para eliminar os quilos a mais dos nossos filhos e nossos, temos que fazer mudanças na rotina da casa.

Confesso que não é fácil.

Primeiro ir ao mercado com uma lista de compras e segui-la à risca: isso será bom para a família perder peso, e para o bolso também, pois gastaremos de forma mais equilibrada, sem os extras desnecessários que acabam entrando no nosso carrinho de compras...

Fazer um cardápio para a semana, verificando o gosto de todos da família: às vezes pode ser um trabalho de equilibrista quando são muitos em casa, mas vale à pena, isso resultará em perda de quilos e melhora na ingestão de alimentos, e, por conseguinte, aumento da qualidade de vida de todos.

Convencer a empregada de que legumes, verduras, pouco óleo e pouco sal fazem bem a saúde é outra tarefa árdua que requer paciência e determinação, ainda mais se a pessoa já estiver algum tempo a mais convivendo com as comidas gordurosas e mais fáceis de fazer. Logo, ela vai perceber que confeccionar comidas leves é bem mais fácil e toma menos tempo e bem menos elaboração, e aí com certeza vai gostar das mudanças.Sendo que não se pode esquecer de que a comida precisa estar bem apresentada, pratos simples e bonitos.

Uma boa nutricionista poderá ser de grande ajuda para elaborar uma dieta saudável e pessoal, adaptada a cada membro da família, porém podendo servir a todos nas grandes refeições.

Na hora da mudança é preciso mudar também o modo como se come. JAMAIS na frente da TV ou computador, ou fazendo uma leitura, quando comemos sem ver, sem prestar atenção, acabamos comendo sem critérios e sem limites e aí podemos cair nos excessos.
Uma reeducação desta se completa com mudança nos hábitos de higiene, cuidar do corpo dentro de um limite razoável, como fazer exercícios físicos leves, caminhadas, hidratação da pele , beber bastante líquido. Tudo isso ajuda, não só a emagrecer como também ao melhor funcionamento do corpo.

Corpo são e mente sã, um lema conhecido, que, se bem aplicado, dá ótimos resultados para todos e se consegue uma família mais alegre e de bem com a vida.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Como saber se é O grande amor

Por Maria Teresa Serman

Êta negócio enganador este, o amor. Vem embrulhado em papel colorido e brilhante, com esmero e primor, sem que se possa saber o conteúdo, ficamos mais na base do suspense, adivinhação, esperança. O embrulho vai se desfazendo lentamente, deixando entrever o interior bem devagarzinho, só pelos contornos, atraentes mas difusos. Não dá pra ter certeza plena do que nos aguarda. Somos sempre crianças inocentes diante de presente tão especial.

Quando começamos a ficar mais íntimos, achando que já somos donos, ele nos escapa. Como uma bola ou um carrinho à pilha, liberta-se de nossas mãos e assume vida própria. Porque assim é o Amor, ele tem vida própria, sabe ser ele mesmo. O verdadeiro amor nos suplanta, nos exige e transforma, arranca de nós o que podemos ser. É um constante vir-a-ser. Nisto reside seu encanto e sua melhor virtude. Por isso é tão raro, por ser mais exigente do que tudo.

Não é possível ensinar a reconhecer O grande amor. Ele não é, nós O faremos. Claro que se precisa de dois seres basicamente compatíveis - não iguais, não tão opostos, com objetivos de vida comuns - para começar. “O nosso amor a gente inventa", sugeria o Cazuza. Inventa diariamente e nunca mais para. No que muitos encontram dificuldade e trabalho, e por isso desistem antes de construí-lo como pode ser, aí é que poucos, os afortunados persistentes ou teimosos felizardos, como preferirem, descobrem e perseguem seus encantos. Porque é perdendo que encontramos, e alguém muito sábio já disse isso com palavras semelhantes.

Parodiando o poetinha, diria que, para viver um grande amor é preciso ser dele de corpo e alma, não de vários. Essa dedicação e o enlevo que dele extraímos será diretamente proporcional `a motivação que arrancamos do fundo de nós mesmos e lhe entregamos de graça, sem exigências de orgulho ou vaidade. Haverá altos e baixos, períodos de secura afetiva alternados com paixão profunda, porque assim somos nós, pessoas comuns. Não se vive da paixão, ela é apenas um dos compostos, e nem o mais importante, do amor. Este lhe é infinitamente superior.

Como saber se é um grande amor? Só se sabe depois de bastante tempo, tempo em que se plantou e colheu, tempo que continua nos testando, nos desafiando, nos seduzindo. Só quem se deixa aprisionar pelo verdadeiro amor sabe reconhecê-lo, embora muitos ouçam uma voz de sereia que os chama para as profundezas do vazio, da auto-satisfação, do espelho de Narciso. Assim não se reconhece O grande amor, pois ele não existe então.