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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Porque vivo? Qual é o sentido da minha vida.

Retirei umas partes  de um texto reflexivo, do Pe Paulo Ramalho , para que pensemos um pouco na vida de cada um de nós, e termos mais esperanças, mesmo que as dificuldades do mundo nos diga o contrário.

Como dar mais sentido à minha vida? Como dar mais sentido ao meu trabalho, ao cuidado da minha família, ao relacionamento com meus amigos etc.? Às vezes parecemos uma colcha de retalhos, com muitas atribuições, sem perceber uma harmonia entre elas.

Para encontrar esse sentido maior e uma grande unidade em nossa vida, nada melhor do que saber uma verdade vital, fundamental: Somos filhos e depois instrumentos de Deus. E instrumentos para quê? Para fazer o bem aqui na terra.

Qual é o sentido, portanto, do meu trabalho? Fazer o bem. Ser instrumento de Deus para fazer o bem através do meu trabalho. Em qualquer campo que trabalhamos, estamos prestando um serviço à sociedade e fornecendo um bem, que será útil aos demais. E isso é muito importante.  Às vezes pensamos que nosso trabalho não tem nada a ver com Deus. Muito pelo contrário. Tem tudo a ver: para fazer o bem através do nosso trabalho e com as pessoas com quem trabalhamos.

Qual é o sentido de cuidar de uma família? O sentido é saber que sou um instrumento de Deus para fazer o bem aos meus familiares. Muitos pais, ou até muitos filhos, sofrem com os problemas familiares, pois pensam que todo o peso do problema está sob as suas costas. Não é verdade! Somos apenas instrumentos. O que devo fazer é apenas a minha parte. Deus faz o resto. Deus, aliás, tem sonhos grandes para uma família que são, muitas vezes, bem mais altos do que aquilo que sonhamos.

Qual é o sentido de um momento de descanso com os amigos? Ser instrumento de Deus para fazer o bem, se temos consciência de que somos instrumentos de Deus nesse momento para fazer o bem, deixaremos uma marca muito mais profunda no coração das pessoas.

Qual é, portanto, o grande sentido da nossa vida? Ser instrumento de Deus para fazer o bem onde quer que estejamos. Como  não somos o autor principal das nossas vida, vou recorrer Àquele que o é, vamos nos unir a Ele e contar com a Sua ação em tudo. Fazer isso dá muita paz!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Centro Diurno para Idosos Necessitados em Roma

Ajudar os outros é um compromisso que implica passar das palavras aos fatos. Os responsáveis pelo Campus Biomédico de Roma - uma obra corporativa do Opus Dei - e o ator de cinema Alberto Sordi compartilhavam o desejo de ajudar aos idosos da cidade. E assim surgiu o CESA.

Uma revista em cores, uma companhia de teatro, um ateliê de alta costura; excursões culturais, passeios pela natureza, férias de verão; um ambiente agradável, um grupo de amigos, uma ocasião para trabalhar em equipe...

Esta é uma pequena amostra do que o Centro Diurno para Idosos Necessitados de Trigoria oferece; mas — e isso é o mais importante— o centro é um lugar onde o ancião é valorizado e recebe ajuda para continuar crescendo como pessoa.

Em 2002, Ruggero, Ennio e Adriano constituíram com alguns amigos a Associação Alberto Sordi. Na sua origem, está o desejo de ajudar as muitas pessoas de idade avançada que já não podem viver completamente por si mesmas. 

Nesta iniciativa, o idoso é valorizado e recebe ajuda para continuar crescendo como pessoa.
Em não poucas ocasiões, pelo ritmo de vida acelerado que se leva na sociedade ocidental atual, os anciãos acabam não recebendo a devida atenção por parte das suas famílias; e, não raro, os problemas econômicos e assistenciais que costumam aparecer nessas situações levam ao esquecimento de que o idoso, em primeiro lugar é uma pessoa frágil e necessitada.
Em consequência disso, muitos idosos sentem-se sós ou inúteis, vivem enclausurados num mundo de preocupações, de insegurança afetiva ou econômica, e vislumbram o futuro com medo ou sem qualquer perspectiva.

No ano de 2001, a Universidade Campus Biomédico de Roma - uma obra corporativa do Opus Dei - pôs em andamento em Trigoria o CESA: Centro para a Saúde do Ancião, dedicado à assistência médica e à pesquisa sobre patologias da terceira idade.

Juntamente com a atenção médica e sanitária, nessas instalações desenvolve-se também um trabalho de caráter social.
Ninguém duvida de que vale a pena investir na formação das crianças, dos adolescentes e dos adultos. No Centro Diurno, dá-se um passo a mais: também se aposta na formação do idoso, que retém muitas potencialidades e que sempre pode crescer como pessoa.

O objetivo primário é ajudar a manter — e, quando, é possível recuperar e potencializar — as capacidades psicofísicas, para que, na medida de suas possibilidades, o idoso tenha uma vida ativa e gratificante. No fundo, trata-se de conseguir que as pessoas idosas recuperem sua dignidade, se sintam úteis e vivam felizes.

Muitos estudos demonstraram que a perda das faculdades mentais não se deve tanto à elevada idade, mas à falta de exercício, de estímulos intelectuais e de vida social. Por isso, seguindo a metodologia do fazer, são organizadas atividades que ajudam a manter em exercício as faculdades pessoais. São atividades variadas, desenvolvidas em grupo.

A ênfase das atividades é posta no fazer, e busca-se que todos sejam protagonistas e não meros espectadores. Não são um fim em si mesmas, nem servem meramente para ocupar o tempo; o objetivo é contribuir para o desenvolvimento da pessoa em todas as suas dimensões: espiritual, relacional-afetiva, intelectual e corporal.

"Após muito tempo, minha mãe quis voltar ao cabeleireiro. Há um ano, lia poesias ao meu avô... Agora sou eu quem o escuta recitá-las". Frases como essas são comuns na boca dos parentes dos idosos que vêm ao Centro. É um fenômeno que se comprova uma e outra vez: com o passar do tempo, muitos anciãos recuperam a alegria de viver. Em princípio, os frequentadores vão ao Centro três dias por semana, mas é possível ampliar para cinco, se o idoso assim o quiser. A inscrição nunca é inferior a três meses: tempo mínimo para introduzir-se no ambiente e aproveitar as atividades oferecidas.
Mais informações sobre o Centro Diurno Anziani Fragili (em italiano).
http://www.fondazionealbertosordi.it/auto.asp?sID=3&sF=3
 Artigos relacionados
  http://www.opusdei.org.br/img/ra.gif    Vídeo exibido em 2011 pela Rede de Televisão RAI sobre o Centro de Anciãos (em italiano).
http://www.opusdei.org.br/art.php?p=51849

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Educar o coração - parte 1



Os sentimentos formam-se especialmente durante a infância. Aprende-se a amar desde pequeno e os principais mestres são os pais, como se salienta neste artigo sobre a família.

A educação é um direito e um dever dos pais que prolonga, de algum modo, a geração; pode-se dizer que o filho, enquanto pessoa, é o fim primário para o qual tende o amor dos esposos em Deus. A educação aparece, assim, como a continuação do amor que trouxe a vida ao filho, onde os pais procuram dar-lhe os recursos para que possa ser feliz, capaz de assumir o seu lugar no mundo com elegância humana e sobrenatural.

 Os pais cristãos veem em cada filho uma mostra da confiança de Deus e educá-los bem é – como dizia S. Josemaria – o melhor negócio; um negócio que começa na concepção e dá os seus primeiros passos na educação dos sentimentos, da afetividade. Se os pais se amam e veem no filho o cume da sua entrega, educá-los-ão no amor e para amar; dito de outro modo: cabe aos pais, em primeiro lugar, educar a afetividade dos filhos, normalizar os seus afetos, conseguir que sejam crianças serenas.

 Os sentimentos formam-se de um modo especial durante a infância. Depois, na adolescência, podem produzir-se as crises afetivas e os pais devem colaborar para que os filhos as solucionem. Se quando eram pequenos foram criados calmos, estáveis, superarão com mais facilidade esses momentos difíceis. Além disso, o equilíbrio emocional favorece o crescimento dos hábitos da inteligência e da vontade; sem harmonia afetiva, é mais difícil
o desenvolvimento do espírito.

 Logicamente, uma condição imprescindível para edificar uma boa base afetivo-sentimental é que os pais procurem aperfeiçoar a sua própria estabilidade emocional. Como? Melhorando o convívio familiar, cuidando da sua união, demonstrando – com prudência – o seu amor mútuo diante dos filhos. No entanto, por vezes tendemos a pensar que os afetos ou os
sentimentos transbordam o âmbito educativo familiar; talvez porque parece que são algo que acontece, que escapa ao nosso controle e não podemos alterar. Chega-se, inclusive, a vê-los numa perspectiva negativa; pois o pecado desordenou as paixões e estas dificultam o agir racionalmente.

sábado, 7 de abril de 2012

AMORES INTELIGENTES (3ª Parte)

De Enrique Rojas - Adaptação: Dora Porto - Da revista Ser Família – Ano III – Nº 18
Continuação do dia 06/4

6 – SABER QUE A SEXUALIDADE DESEMPENHA UM PAPEL IMPORTANTE NA VIDA CONJUGAL E QUE DEVE CENTRAR-SE NA COMUNICAÇÃO
É imprescindível saber que o ato sexual, para que seja um encontro entre PESSOAS e não entre corpos, deve ser simultaneamente:
- FÍSICO: união de corpos;
- PSICOLÓGICO: intercâmbio de sentimentos, emoções, paixões;
- ESPIRITUAL : porque a sexualidade bem entendida e com significado torna o homem mais humano e também mais transcendente.


7 – PARTILHAR SENTIMENTOS, IDEIAS E CRENÇAS ASSEGURA A PERMANÊNCIA
Na crença partilhada está o subsolo que nos mantém de pé. Depois do entusiasmo dos começos, a vida em comum acaba por revelar o que somos e o que temos dentro de nós. É indispensável esse esforço cotidiano por revelar ao outro o que temos no coração. Desabafar com o outro; pedir ajuda, conselhos ( e colocá-los em prática); discordar com boas maneiras; elaborar projetos comuns; interessar-se verdadeiramente pela vida profissional do outro; auxiliar-se mutuamente no crescimento pessoal de cada um.

8 – ACALENTAR A CONVIVÊNCIA DIÁRIA COM A RAZÃO
A convivência diária, para ser rica e proveitos, deve estar composta de diversos elementos:
- LINGUAGEM VERBAL: que poder têm nossas palavras! Podem edificar, mas também podem destruir.
- LINGUAGEM NÃO VERBAL: não falamos apenas com palavras, mas com olhares, g
estos, suspiros, caras e caretas, silêncios eloquentes...
- CONTEÚDO DA COMUNICAÇÃO: é preciso escolher o que se vai comunicar, pois nem todos os momentos são próprios para se falar todos os assuntos. Saber esperar o momento oportuno.
- APRENDIZAGEM DO DIÁLOGO: fundamentalmente está em aprender a escutar e deixar o outro falar.


Essa arte que se chama convivência precisa de :
- ordem mental;
- observação de defeitos, faltas e erros cometidos;
- busca de soluções para os conflitos.
E tem também grandes inimigos:
- o cansaço;
- a falta de novidades;
- não saber partilhar;
- não trocar comportamentos gratificantes.


9 – COMPROMETER-SE ACIMA DE TUDO
Não há amor autêntico se não existe compromisso. O amor comprometido aspira à fidelidade, que é feita de generosidade, renúncias e se alimenta de pequenas lealdades. É a fidelidade que torna a pessoa íntegra e coerente.

10 – INCREMENTAR A ESPIRITUALIDADE
A espiritualidade é uma das dimensões centrais da condição humana. Se os sentimentos são a residência onde se habita, a espiritualidade é o calor do lar, que queima e abrasa, e dá forças para continuar. Cultivar uma vida interior, alimentar nosso espírito, é tão importante e vital como cuidar e alimentar o nosso corpo material. Quem se dedica a cuidar de seu interior tem melhores chances de resistir e superar os achaques normais da vida de casados.

O que podemos concluir é que um amor Inteligente é um amor com conhecimento. Mas, para isso, é preciso racionalizar os sentimentos, sem que estes percam a espontaneidade e a força. Quando colocamos a inteligência a serviço de nossos sentimentos, passamos a ver as realidades afetivas de um modo mais calmo, sem a paixão inicial que tira toda a nitidez.
No amor moderadamente apaixonado (amor inteligente), as pessoas aceitam as limitações dos outros, evitam a idealização excessiva, cada um conserva sua liberdade, não procura dominar o cônjuge, nem submetê-lo aos seus próprios critérios. CADA UM É ELE MESMO!

E como é importante que cada um conserve sua identidade, mas sempre procurando ajustar-se ao outro! Conhecer alguém é introduzir-se na sua pessoa (realizar uma “viagem vital interna” no outro) e conhecê-la (pôr-se no seu lugar, vestir sua pele).
Amar de verdade e para sempre é olhar para alguém e dizer: VALE A PENA!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Em breve seremos todos surdos!

Por Maria Teresa Serman

Já somos um pouco cegos no nosso cotidiano: cegos às belezas que nos cercam, a que já estamos habituados e às quais não damos valor; visualmente alheios aos que nos cercam, pois enxergamos melhor (ou seria pior?) seus defeitos do que suas qualidades e atributos; indiferentes ao que os olhos não vêem mas o coração pode perceber.

Este parágrafo, mais pra filosofia de traseira de caminhão - só falto acrescentar " Sou eu que dirijo mas é Deus quem guia", está posto para introduzir o tema do título, que é seriíssimo. Há uma ameaça constante à saúde auditiva das pessoas, especialmente dos jovens, hoje em dia. Somos vítimas indefesas de carros de altíssimo e duvidoso som, nas ruas e nos lugares públicos. Há leis que limitam os decibéis, mas não aparece quem fiscalize seu cumprimento e multe os meliantes.

Se somos agredidos nos ambientes externos, mais devemos nos precaver dentro de casa, seja evitando falar muito alto, ou permitindo um volume muito alto dos aparelhos de som ou da TV. O número de jovens indelevelmente surdo devido ao uso abusivo de fones de ouvido está aumentando, mas não são só eles que fazem isso.

Os decibéis frequentemente ultrapassam o dobro dos permitido, seja em horário diurno, ou inda pior, no noturno, quando o corpo e a mente precisam de descanso. É alarmante constatar o efeito lesivo sobre o nervo auditivo, sem que as pessoas sequer percebam que estão perdendo essa acuidade. Os danos podem ocorrer após breve ou longa exposição ao ruído excessivo, dependendo da predisposição de cada um.

Por isso, podemos fazer nossa parte para diminuir o barulho do trânsito, só buzinando se for inevitável. Devemos aconselhar e monitorar os adolescentes no uso adequado, quanto ao tempo e volume dos seus fones. E controlar também nossa voz, para assim poupar as cordas vocais e os ouvidos, próprios e alheios. A surdez não é uma boa opção, fiquem certos.

terça-feira, 2 de março de 2010

Cura para sentimentos vagabundos

Texto de Rafael Carneiro Rocha

Irritabilidade, impaciência, aborrecimento e outros males afins atacam todos nós. De vez em quando, somos provocados por algo ou alguém e sentimos vontade de externar, não raro por vias agressivas, o nosso incômodo.

Mas o fato é que quase todas as nossas irritações banais merecem morrer conosco e, se possível, sem que ninguém saiba delas. São sentimentos fugazes que desaparecem rapidamente. Portanto, temos de ter o cuidado para abafá-los silenciosamente. Afinal, quantas confusões e quantos desentendimentos com os outros não existiriam se tivéssemos um pouquinho mais de fortaleza?
A impaciência, eu diria, é uma dor sentimental e, de algum modo, física. Digo isto porque muitas vezes a minha irritabilidade com algo ou alguém já me abandonou depois que eu, simplesmente, comi alguma coisa. Isso mesmo: um lanche pode curar os nossos aborrecimentos banais. São sentimentos tão vagabundos que desaparecem com um spaghetti à bolonhesa, ou com uma taça de sorvete.

Com o passar do tempo, nossa fortaleza é aprimorada. Mas, enquanto ainda tivermos vontade de dizer uma bobagem para alguém, movidos apenas pelo sentimento fugaz da irritação, que treinemos o nosso silêncio. É bem provável que nem a pessoa nem nós mesmos mereçamos conflitos tão patéticos.

Se você estiver na rua, procure uma lanchonete. Se você estiver em casa, abra a geladeira. Muitas coisas podem ser resolvidas com fortaleza e chocolate.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

PARA AJUDAR SUA MEMÓRIA - parte 2

Texto de : Marcia Cristina Ramos Vasconcellos
Médica com formação em Otorrinolaringologia e Medicina Do Trabalho pela UFF- NIT.
Professora do Projeto Profissões de serviço, no curso assistente familiar pela Adec junto a comunidade da Grota - São Francisco em Niterói Voluntária Casa Convívio assistencia a idosos em Niterói .


A parte 1 esta no dia 18 de novembro de 2009

Existem algumas técnicas que poderão nos ajudar a gravarmos ou retermos melhor as informações na memória, porém é preciso repetir que bons hábitos ou uma boa qualidade de vida são imprescindível para termos boa memória, tais como:

1- Dieta equilibrada e diversificada conforme a pirâmide alimentar.
2- Pratica de exercícios físicos regulares como parte de um programa de vida diário.
3- Ter vida social com turma de amigos freqüentarem outros ambientes.
4- Ter religião e praticá-la.
5- Diversificar seus interesses, ser criativo.
6- Manter-se atualizado ler jornais, revistas todos os dias. Se possível como rotina.
7- Fazer lista de compras ler diversas vezes e deixar em casa, procurar confiar na memória.
8- Controlar o stress e ansiedade se necessário com técnicas de relaxamento e massagens com exercícios respiratórios
9- Evitar o uso e abuso de medicamentos.
10- Divertir-se e sorrir, VIVER INTENSAMENTE O MOMENTO PRESENTE SEM angustias ou preocupações sobre o amanhã!

Algumas técnicas que podem ajudar:

Associativa - Ao ouvir ou ler uma palavra faça uma imagem mental da mesma utilizando as impressões que lhe sugerir e faça laços mentais de uma palavra a outra, ligando- a outra, como se fosse uma corrente ou uma história narrada , tendo você como inicio e final da mesma.


Técnica para memorizar nomes: Procurar prestar o máximo de atenção e relacionar o nome com a fisionomia da pessoa, seus traços físicos marcantes, relacionar com a sua profissão, faça rimas para facilitar, na conversa verifique qual a importância da pessoa para você, este é o momento para informações sensoriais entrarem no seu sistema de processamento de informações, entender o que o outro diz é fundamental.

Memorizar recados: Ouça a mensagem com atenção e anote os seguintes pontos
O dia, a hora, o local, o assunto, quem mandou, a finalidade, a importância. Se preferir com esse arranjo visual:
Data:
Hora:
Local:
Motivo ou assunto:
Remetente:
Se empenhe para copiar mentalmente e depois num papel essas informações.

Lembrar-se sempre de algumas regras:

Sem eficiência de memória, muitas coisas necessárias não são feitas.
Sem eficiência de memória, a vida vai passando e nunca aprendemos a reconhecê-la e nem apreciá-la.
A Memória aumenta nosso motivo de quardar lembranças, o motivo mais a repetição é iqual a retenção.
A Retenção da memória aumenta proporcionalmente ao seu uso.

A Acuidade sensorial deve ser boa para termos uma boa memória:

OLFATO-VISÃO-AUDIÇÃO-GUSTAÇÃO-TATO (Devem ser utilizados para a boa formação de memória.)

As informações que nos interessam ou nos são úteis são memorizadas com mais facilidade.
A Compreensão facilita a memorização.
O Equilíbrio afetivo tem um papel muito importante no aprendizado e na memória.