Achei o filme que segue abaixo, na internet, e gostei muito das reflexões feitas por esse psicólogo Paulo Silva. Não o conheço e nem sei sua linha de conduta, porém sobre este assunto do amor dos pais e o respeito dos filhos ele foi muito claro e bem incisivo.
Vale a pena assistir e refletir sobre essas considerações.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2016
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Com os dois pés atrás
Por Raquel Suppi
Conversar com alguém que tem uma opinião autoritária e com peso de verdade absoluta sobre tudo, mesmo quando se trata de um tema muito relativo – como, por exemplo: educação dos filhos, rotina familiar, vida profissional etc. –, é bem cansativo. Mas, pior que isso, é precisar aturar uma pessoa falar mal da vida dos outros. Tem assunto mais inconveniente, improdutivo, irritante... do que esse? Neste caso, fico com os “dois pés atrás” e aplico a regra: desconfie e dê um jeito de mudar de assunto!
Nem sempre é fácil quando nos deparamos com um jeito de ser ou agir diferente do nosso, ou do qual estamos habituados. O julgamento, ainda que silencioso, às vezes é mais rápido que o nosso esforço para tentar aceitar ou compreender. Contudo, podemos, pelo menos, pensar: “Espera! Eu não conheço a realidade dessa pessoa...” e, assim, barrar a crítica mental e não criar, precipitadamente, uma espécie de barreira. É um exercício, que nos ajuda não só a tolerar as diferenças, como também pode nos levar a refletir sobre a nossa própria conduta.
Agora, se por um lado é difícil “segurar” a crítica a nível de pensamento, por outro, controlar a língua é uma questão de auto domínio e maturidade. É no mínimo intrigante ouvir alguém maldizendo a atitude de um pai, mãe, família, qualquer pessoa, sem se preocupar em expor uma situação alheia que, além de provavelmente desconhecer os detalhes, razões e realidade; não lhe diz respeito e, por isso mesmo, não é da sua conta. Claro que, em casos mais graves – como abandono, pedofilia, espancamento etc. –, a interferência de terceiros se torna necessária e até mesmo um dever. No mais, é usar o bom senso e a regra básica: “não fazer com os outros o que não gostaria que fizessem com você” – ou, ainda: “não falar dos outros...” e “não se meter na vida dos outros...”.
Às vezes, pode até parecer um comentário bobo, sutil, inofensivo. Mas, se ele não é dito diretamente para a pessoa em questão, nada mais é do que uma deselegante e absolutamente desnecessária fofoca. E, assim como é simples evitar o fuxico, também é fácil se deixar levar e acabar participando dele. Mesmo que sem intenção ou maldade, quantas vezes nós mesmos “caímos em tentação” e colaboramos com um boato? Por isso, devemos atuar como constantes vigias pessoais, e procurar sempre nos colocar no lugar do outro. Afinal, quem gostaria de ser alvo de crítica, calúnias e acusações, ainda por cima na surdina?
Certo dia, sentada na praça de alimentação de um shopping, enquanto aguardava o meu marido voltar com o nosso pedido, bem próxima à nossa mesa havia duas senhoras conversando. Elas falavam bastante alto e notei que muitos, além de mim, estavam se sentindo incomodados. Tentei me concentrar em outra coisa, para não escutar o que elas diziam, mas era quase impossível. Por sorte, elas foram embora antes do meu esposo chegar. Assim, conseguimos curtir o nosso momento e conversar tranquilamente. Mas, antes das duas se retirarem, acabei, quase que inevitavelmente, escutando o que uma delas dizia, sobre alguma conhecida:
“Fulana é muito fresca com a bebê recém-nascida. Não sai para canto nenhum com menina, e não deixa ninguém ir lá na casa dela, também”!
A sua “companheira” foi um pouco mais sensata, e tentou, mais de uma vez, mostrar o lado da nova mamãe. Dizia que tal postura pode ter sido uma recomendação médica, afinal, com tanta doença perigosa para recém-nascido, todo cuidado era pouco. Mas a “fofoqueira” não se deixou convencer e continuou:
“Que nada! Ela está cheia de frescura desde que começou a emagrecer. Só nessa de alimentação saudável! Uma chata! E agora está insuportável, superprotegendo a filha”!
E não parou por aí: “Não sei o que é pior: ser fresca como ela, ou desleixada como a fulana de tal! Deixa os filhos comerem de tudo! Um horror! Os meninos passam o dia abandonados em casa ou “nas costas” da avó, porque a mãe só pensa em trabalho”.
A essa altura, a amiga parecia ter desistido de argumentar, talvez para evitar uma discussão. E eu lembrei que precisava fazer uma ligação, o que foi ótimo, porque assim consegui me desligar das duas. Não demorou muito, elas se levantaram e saíram.
Mais tarde, lembrando-me do episódio, pensei no quanto foi feio ouvir uma senhora falar com tamanha indiscrição sobre alguém. Pensei que talvez ela nem tenha se dado conta disso. Talvez ela tenha achado tais comentários “inofensivos” e não tenha tido a intenção de expor ninguém. Entretanto, eles não deixaram de ser maldosos e ela não deixou de expor.
Tudo isso acabou servindo de alerta para mim. Não quero jamais passar uma impressão tão vulgar, desagradável e embaraçosa, envolvendo outra pessoa quem nem sequer estava lá para se defender. Foi mesmo vergonhoso, aquilo tudo. Fiquei pensando em como é fácil perder a confiança em alguém que tem sempre como assunto principal bisbilhotar a vida alheia. Como desabafar ou confiar um segredo para uma pessoa assim? Quem quer ser “rotulada” dessa maneira?
Enfim, ninguém está livre disso. Não podemos controlar a língua dos outros, mas podemos controlar a nossa. E, se alguém chegar com algum “babado fortíssimo” para nos contar, podemos, no mínimo, mostrar desinteresse e não “dar corda” para o assunto. Se não bastar, talvez uma forma mais “direta” – e cheia de jeitinho – funcione. Quem sabe dando um “toque” caridoso nos fofoqueiros de plantão, eles caiam em si e desistam de passar adiante as suas contestáveis “informações”?!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
A responsabilidade que a escola tem - ideologia de gênero
Este filme é um ótimo esclarecimento aos pais, sobre um assunto que afeta de perto as nossas famílias. Foi feito pelo Procurador da República no Brasil, em Brasília - Dr Guilherme Schelb
Vale a pena assistir. Precisamos ter argumentos para atuar junto a escola do nosso filho ou da nossa filha.
Os professores precisam ser responsabilizados pelo que ensinam em sala de aula.
Vale a pena assistir. Precisamos ter argumentos para atuar junto a escola do nosso filho ou da nossa filha.
Os professores precisam ser responsabilizados pelo que ensinam em sala de aula.
terça-feira, 15 de abril de 2014
Brigas de casal – como lidar.
Os Filhos tem horror de verem os pais brigando, (pavor, pânico, medo). Muitas crianças têm pavores noturnos, pesadelos e a causa é que presenciaram um pequeno bate boca dos pais. A criança, com a violência atual fica muito insegura, e não sabe avaliar as consequências de uma briga do casal.
Se o que queremos é a felicidade no lar, não devemos torturar os filhos com as nossas brigas. Na família os adultos somos nos, crianças não se casam, logo, nós temos que dar o exemplo a eles, não brigando na frente deles.
Vamos brigar sim, muitas vezes, mas até para brigar tem que ter ciência: longe das crianças, sem gritos, sem agressões verbais e sem fazer dos filhos nossos reféns.
Caso não consigamos agir dessa forma correta, e brigarmos diante deles, temos que dizer-lhes que nós brigamos, mas que já nos entendemos, e que já passou. Aos poucos os filhos vão perceber que somos humanos, (eles nos imaginam deuses), e por isso temos as nossas imperfeições que nos levam a essas pequenas brigas, para apararmos nossas diferenças.
Perdoar um ao outro, sempre é necessário, fazer um esforço para saber onde errou, e mesmo com a certeza de que não erramos ter a humildade de com um jeitinho desculpar-se pela discussão. Não precisamos sempre pedir desculpas, mas é bom, ajuda a praticarmos outras virtudes, como a da humildade e da temperança.
É importante, numa discussão cuidar do espelho de aumento nas divergências, brigas; as ofensas e as palavras dos outros nos ferem muito. Costumamos dar um enorme valor ao que nos ofendeu ou magoou e não avaliamos o quanto podemos ter ofendido o outro, na hora de reclamar ou brigar pelos nossos direitos.
Sejamos mais pacientes uns com os outos, as nossas diferenças pessoais podem causar, muitas vezes, atritos desnecessários. Cada um tem um ritmo de ser. Custa para a jovem mãe acorda durante a noite dez vezes? Sim, mas torna-se fácil com o tempo. Para o pai será um inferno, durante muito mais tempo. Ai é que precisamos ajustar e respeitar o ritmo de cada um.
Se um apoia o outro, se um pensa no bem estar do outro, com certeza as brigas diminuirão. Passamos a ser mais generosos, usando o nosso tempo ajudando o outro.
Não é uma questão de quem tem mais tempo pra cuidar das coisas, porque todos temos pouco. A questão é de tamanho. Qual o tamanho do meu coração? Como posso fazer isso?
O primeiro passo para evitarmos as desavenças é não sendo carga pesada para o marido ou para a mulher, o segundo passo é não sendo um baú sem alça, e o terceiro é não fazer muita manha nem criar muita dependência e, por fim, ajudar mesmo a servir, a ser útil.
Adiantar-se a alguns desejos do cônjuge, o qual vai se descobrindo aos poucos – tem aqueles que tem ciúmes do carro e outros não gostam que mexam no carro. Por exemplo: a mulher pode deixar o carro para o marido no portão, ver a água, o óleo, (nem sempre, mas como um agrado). O marido pode, ao chegar do trabalho, contar uma história para as crianças, para que a mulher termine o jantar, pode se oferecer para terminarem juntos a confecção da refeição.
Se o marido é um viciado em trabalho, sugerir um happy hours diferente, abrindo mão de alguma visita familiar, e fazer o programa de que ele tanto gosta: Ir pescar!
Velho ditado oriental: “quem não sabe sorrir não abre uma loja”, quem sabe sorrir sempre, transforma situações difíceis, longas, em algo melhor e trás segurança para todos. Veremos que a vida vale a pena, é uma jornada difícil, mas segura.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Para ter um animal de estimação em casa
Quando nossos filhos nos pedem um bichinho de estimação, se faz necessário que eles compreendam a importância dos cuidados com o animal e a responsabilidade que terão de assumir daí em diante.
Minha filha pediu um cachorro e meu filho mais velho teve a ideia de fazer ela assinar um termo de compromisso. Achei uma ótima ideia, pois assim ficam registrados, tanto sua responsabilidade com o bicho, como os cuidados que deve ter.
Segue abaixo um modelo que cada um de nós poderá fazer para conscientizar o filho ou filha de tudo que acarreta ter mais um bichinho para se cuidar.
TERMO DE COMPROMISSO
Pelo presente instrumento particular que entre si fazem, de um lado, ------------------------------------------------------------------------------ responsável pelo imóvel na Rua -------------------------, de outro lado, o(a) srta ------------------------------------------------------------------, no presente nominado -XXXX, pactuam as seguintes condições:
INFORMAÇÕES DO ANIMAL
A partir da assinatura deste instrumento, está concedida a XXXX acima discriminado a guarda responsável do animal com as seguintes características:
- NOME:____________________________ □Cão □Gato - SEXO: □ Fêmea □ Macho - RAÇA: ___________________________
- PORTE: ______________________________ - IDADE:_____________
O XXXX, neste ato, torna-se o FIEL DEPOSITÁRIO do animal acima qualificado e se compromete a cumprir as seguintes determinações:
- 1. Em nenhuma situação o animal poderá ser deixado sem alimentação. XXXX se compromete a colocar todos os dias a comida do animal e água fresca, podendo delegar à terceiros, somente com autorização e supervisão do responsável.
- 2. A limpeza do animal, que inclui banhos periódicos, acordados entre a responsável e depositária é de responsabilidade de XXXX.
- 3. XXXX se compromete a treinar o animal para fazer suas necessidades fisiológicas em local apropriado e limpar eventuais dejetos colocados em locais não apropriados.
- 4. XXXX se compromete a levar o animal anualmente a um médico veterinário para exames de rotina, aplicar todas as vacinas devidas e ministrar vermífugos.
- 5. A responsável se reserva o direito de efetuar fiscalizações, exigir carteira de vacinação, verificar o cuidado do animal podendo proceder à retirada do mesmo, caso não se encontre em condições adequadas.
- 6. XXXX compromete-se também a zelar pela completa segurança do animal que estiver sob sua guarda e manter no animal a Coleira com a placa de identificação, que tenha o número de telefone gravado.
- 7. XXXX compromete-se a levar o animal para passear com a periodicidade estabelecida pela responsável.
Em caso de descumprimento dos itens acima a responsável pode aplicar multa pecuniária de R$ 5,00 por infração. Em caso de múltiplas infrações pode entregar o animal ao centro de controle de zoonoses da cidade __________________.
Assim, estando às partes justas e contratadas, assinam o presente em 2 (duas) vias de igual teor e para um só efeito.
_______________, _____de ____________de 20______.
____________________________________ _________________________________ RESPONSÁVEL XXXX
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terça-feira, 17 de setembro de 2013
O que rouba a infância de nossos filhos?
Vemos atualmente tantas crianças travestidas de adultos que devemos nos perguntar: o que estamos fazendo com nossos filhos pequenos?
As crianças são estimuladas, desde muito pequenas, principalmente nas escolinhas, a terem namorados, até mesmo os pais estimulam isso, acentuando coisas que são para adultos.
Ouvi uma história interessante que vale a pena contarmos para nossos filhos pequenos, quando chegam com essa conversa de namoro: é a história da lagarta no casulo, que diz que se alguém rompe o casulo antes do tempo, a borboleta não sobrevive, porque não estava madura. É um exemplo bem interessante para mostrarmos a criança que ela ainda não está no tempo de namorar.
É sempre mais difícil educar nossos filhos quando a escola e os amigos influenciam de outra forma bem diferente. O pai e a mãe dizem que todos na turma são colegas, são todos amiguinhos, porém na escola eles ouvem dos pais dos amigos e dos professores que fulaninho é namorado de fulaninha. Deste modo a criança fica confusa, e tende a ir pelo lado mais fácil ou da maioria que influencia.

A criança nem sabe o que é namoro, e se perguntarmos a cada o que acha que é, nos darão as respostas mais sem pé nem cabeça do mundo. A menos que, fiquem muitas horas diante da TV. Aí, já terão respostas bem definidas sobre o assunto.
Temos que ter consciência de que o filho é nosso, logo: “meu filho minhas regras”. Temos que decidir como queremos educar nossos filhos, digo, pai e mãe, e depois correr atrás deste ideal, estando sempre atentas as coisas que acontecem na escola, na TV, na casa da vovó, ou com a babá, se for o caso.
As novelas que os adultos veem, não são, de maneira alguma, para crianças, e mesmo que pensem que não estão vendo, eles veem sim. E digerem do modo que suas cabecinhas podem, com grandes desvios, amadurecendo-os muito antes do tempo, e podendo deixar o fruto final sem o sabor que deveria ter: de pureza e ingenuidade, próprios da infância.
sábado, 2 de março de 2013
Muçulmanos e cristãos - convivência fraterna

A experiência de dois muçulmanos e um ortodoxo turco na Residência Nideck.
Alik, Timur e Kami são três estudantes que residem em Nideck, uma residência de Estrasburgo (França), dirigida por membros do Opus Dei. Nessas residências convivem habitualmente estudantes de diversas raças, culturas, religiões e modos de pensar. Alik e Timur, muçulmanos, são oriundos de Kabardino-Balkaria (República do Cáucaso). Kami é ortodoxo turco.
Qual o motivo da escolha para ir viver numa residência dirigida por católicos?
Alik: Sim, realmente, pode parecer paradoxal que um jovem muçulmano viva numa residência católica; mas não é. Pelo contrário: põe em evidência que pessoas de diversas culturas e religiões são capazes de se entender e viver em harmonia. Porque é que escolhi Nideck? Pois, para demonstrar a muitas pessoas que conheço e ao mundo, que é algo possível. Sinto-me satisfeito com a minha escolha e estou agradecido a esta residência e às pessoas do Opus Dei que a dirigem.
Timur: É uma residência bem organizada e parece-me que é um lugar ideal para um estudante. Pode-se trabalhar num ambiente amigável – mesmo familiar, diria eu – entre pessoas que sempre estão dispostas a ajudar-nos.
Kami: Bom… Realmente, quando cheguei a Estrasburgo, as aulas já tinham começado e muitas residências já estavam cheias; por isso decidi vir para Nideck, sem dar demasiada atenção ao facto de que tivesse ou não relação com o Opus Dei.
Qual foi a vossa experiência, agora que conheceis mais de perto o catolicismo?
Alik: Que temos muitas coisas em comum, quando se quer viver de forma reta e preocupando-nos com os outros.
Timur: Só tenho boas experiências; e vi que não há assim umas diferenças tão grandes entre as ideias que o catolicismo propõe e o Islão.
Kami: Pelo que vi, o catolicismo baseia-se em regras bastante estritas, mas lógicas. Penso que essa lógica faz com que as pessoas sigam a religião.

Experimentaram algum tipo de pressão para que se convertam ao catolicismo, alguma crítica ou desprezo pela vossa fé?
Timur: De modo nenhum!
Alik: Nunca houve qualquer pressão, crítica ou menosprezo para com a minha fé. Essa pergunta faz-me mesmo rir.
Kami: Embora Nideck seja uma residência católica, nunca vi o mínimo desprezo para com a minha religião. Toda a gente pode praticar a sua com plena liberdade.
O que é que pensam da Igreja Católica?
Alik (com expressão de surpresa): Agrada-me o fato de que a Igreja ajude milhões de pessoas e não se fique em meras declarações teóricas. E aprecio particularmente a sua reação diante da injustiça.
http://www.opusdei.org.br/
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Como evitar a recuperação
Por Maria Teresa Serman
Desde bem pequena, ao começar minha vida de estudo, meus pais, ambos professores, insistiam que eu começasse o ano letivo com toda a dedicação possível, garantindo notas altas desde o início. O argumento era de que vamos perdendo fôlego e concentração no fim do período, então o melhor é armazenar pontos e garantir a vitória completa, sem prova final e muito menos recuperação. Isso não significava, porém, que eu podia tirar notas baixas no fim, era só por prudência, não mediocridade. Assim fiz, sempre entrando de férias antes, enquanto os incautos penavam no calor do verão em sala de aula - que não tinha ar-condicionado, não!
Usei o mesmo método com meus filhos, sempre vigiei bem de perto seu rendimento, para detectar carências, desinteresse ou preguiça. Nenhum ficou em recuperação, mas aconteceram provas finais, é normal. Acredito que cabe aos pais a responsabilidade de garantir que o estudo dos filhos transcorra nas condições propícias ao seu aproveitamento completo, desde o ambiente claro e apropriado; a fixação de horário para o trabalho de casa e outras atividades afins; a frequência dos genitores às reuniões na escola, além de conversas extras que forem necessárias com os professores - pensamos que conhecemos bem os filhos, mas nos enganamos às vezes, e como! -; conhecimento do calendário escolar e de suas eventuais alterações; verificação dos trabalhos feitos, das anotações e livros indicados.

O tempo de estudo diário deve ser equilibrado, não muito longo. E uma boa técnica é mudar as matérias, não ficar só com uma, pois cansa o cérebro, que se renova com a mudança de conteúdo. Um pouco de cafeína em forma de mate ou chá gelados turbinam a memória e o raciocínio, sem exagerar na quantidade. A postura deve ser ereta, em cadeira na altura certa em relação à mesa - nada de estudar enrolado como uma cobra na poltrona, ou deitado na cama - assim como ajudar o estudante a descobrir o melhor modo de gravar a matéria: há os que têm a memória auditiva mais afiada, então leem alto, e os que são mais visuais, preferindo fazer resumos.
A disciplina precisa ser constante, a um tempo firme e carinhosa, contrabalançando a supervisão com elogios e incentivos, nunca oferecendo presentes por passar de ano, ou prometer prêmios por notas altas, o que enfraquece a vontade e o caráter, dando uma ideia errônea do que é a vida e a responsabilidade diante dos deveres. O estudo é uma benção, um direito, uma obrigação, não um favor que os filhos fazem aos pais.
O computador pode ser um grande aliado e uma ameaça real. Olho no tempo que eles passam na frente da tela e, principalmente, no que acessam. Filtros de internet são imprescindíveis. E, apesar de ser uma tarefa obrigatória, é bom ressaltar aspectos lúdicos e prazerosos do estudo, despertando sua atenção para estes, e amenizando possíveis implicâncias com determinadas matérias.
Os pais são os primeiros e principais educadores! Seja qual for sua profissão ou nível de escolaridade, podem, melhor do que ninguém, apoiar e ajudar seus filhos a serem estudantes confiantes e profissionais competentes. E ajudar não significa de jeito nenhum fazer os trabalhos em seu lugar, ou incentivarem qualquer atitude desonesta, como a cola ou outro desvio de comportamento. Olho vivo e coração alerta!
Desde bem pequena, ao começar minha vida de estudo, meus pais, ambos professores, insistiam que eu começasse o ano letivo com toda a dedicação possível, garantindo notas altas desde o início. O argumento era de que vamos perdendo fôlego e concentração no fim do período, então o melhor é armazenar pontos e garantir a vitória completa, sem prova final e muito menos recuperação. Isso não significava, porém, que eu podia tirar notas baixas no fim, era só por prudência, não mediocridade. Assim fiz, sempre entrando de férias antes, enquanto os incautos penavam no calor do verão em sala de aula - que não tinha ar-condicionado, não!
Usei o mesmo método com meus filhos, sempre vigiei bem de perto seu rendimento, para detectar carências, desinteresse ou preguiça. Nenhum ficou em recuperação, mas aconteceram provas finais, é normal. Acredito que cabe aos pais a responsabilidade de garantir que o estudo dos filhos transcorra nas condições propícias ao seu aproveitamento completo, desde o ambiente claro e apropriado; a fixação de horário para o trabalho de casa e outras atividades afins; a frequência dos genitores às reuniões na escola, além de conversas extras que forem necessárias com os professores - pensamos que conhecemos bem os filhos, mas nos enganamos às vezes, e como! -; conhecimento do calendário escolar e de suas eventuais alterações; verificação dos trabalhos feitos, das anotações e livros indicados.

O tempo de estudo diário deve ser equilibrado, não muito longo. E uma boa técnica é mudar as matérias, não ficar só com uma, pois cansa o cérebro, que se renova com a mudança de conteúdo. Um pouco de cafeína em forma de mate ou chá gelados turbinam a memória e o raciocínio, sem exagerar na quantidade. A postura deve ser ereta, em cadeira na altura certa em relação à mesa - nada de estudar enrolado como uma cobra na poltrona, ou deitado na cama - assim como ajudar o estudante a descobrir o melhor modo de gravar a matéria: há os que têm a memória auditiva mais afiada, então leem alto, e os que são mais visuais, preferindo fazer resumos.
A disciplina precisa ser constante, a um tempo firme e carinhosa, contrabalançando a supervisão com elogios e incentivos, nunca oferecendo presentes por passar de ano, ou prometer prêmios por notas altas, o que enfraquece a vontade e o caráter, dando uma ideia errônea do que é a vida e a responsabilidade diante dos deveres. O estudo é uma benção, um direito, uma obrigação, não um favor que os filhos fazem aos pais.
O computador pode ser um grande aliado e uma ameaça real. Olho no tempo que eles passam na frente da tela e, principalmente, no que acessam. Filtros de internet são imprescindíveis. E, apesar de ser uma tarefa obrigatória, é bom ressaltar aspectos lúdicos e prazerosos do estudo, despertando sua atenção para estes, e amenizando possíveis implicâncias com determinadas matérias.
Os pais são os primeiros e principais educadores! Seja qual for sua profissão ou nível de escolaridade, podem, melhor do que ninguém, apoiar e ajudar seus filhos a serem estudantes confiantes e profissionais competentes. E ajudar não significa de jeito nenhum fazer os trabalhos em seu lugar, ou incentivarem qualquer atitude desonesta, como a cola ou outro desvio de comportamento. Olho vivo e coração alerta!
segunda-feira, 26 de março de 2012
Perguntas e Respostas: Dra Mannoun Chimelli - Adolescentes - Como educar? (Parte 133)
As perguntas estarão apenas com as iniciais dos nomes, para deixar bem a vontade nossos amigos. Podem fazer suas perguntas nos comentários.
1 - C. B. diz : Doutora, minha filha tem 19 anos, não é mais uma adolescente, mas mesmo assim gostaria de pedir sua ajuda. Ela tem um namorado com o qual ela já desmanchou e voltou pelo menos 3 vezes. Ele faz alguma coisa típica de pessoa sem caráter, ela desmancha e ele pede desculpas, diz que vai mudar etc. Aí ela volta a namorar ele. Não sei como aconselhar ela. Ela não ouve a mim nem a meu marido. Na verdade ela ouve, mas parece que não consegue largar o sujeito. Eu tenho medo que ela case com ele, pois vejo que ela seria muito infeliz e o casamento não duraria muito. Temos três filhos. Ela é a segunda mais velha.Eu e meu marido temos sofrido muito com esta situação.
RESP: Cara Sra C.B Sua filha estuda, trabalha, tem amigos, sai com eles? O modo como vivemos em família tem grande influência sobre nós.
Realmente é muito delicado um relacionamento assim, de idas e vindas...
Uma das sugestões é que vocês conversem com o rapaz, se ainda não o fizeram, com serenidade e firmeza, mostrando sua preocupação pelo tipo de namoro de sua filha e o sofrimento que isto acarreta para toda a família. Pelo bem que querem a ela. Falem com carinho, explicando que desejam também o melhor para ele e quais são realmente suas intenções quanto a ela.
Outra sugestão é que ela faça uma viagem, uma excursão, por exemplo, caso tenham condições, ou um intercâmbio profissional/cultural, para assim de longe, desligar-se um pouco de todos que a rodeiam e poder refletir melhor sobre seu pessoal sentido de vida.
Ocupar-se em ajudar os mais necessitados também é de valor quando a gente está confusa quanto às decisões a tomar.
Se vocês tem fé, peçam muito a ajuda de Deus para saberem como educar da melhor maneira, e como se conduzir e orientar, porque acredito firmemente que a oração dos pais pelos filhos tem um alcance infinito!
Obrigada pela confiança e fico a seu dispor, desejando Boa Sorte a todos! Mannoun
2 – A. diz: Dra como t
irar o vício de computador do meu filho de 19 anos. Quando não está na faculdade, fica em casa direto na frente do PC sem fazer mais nada, e se reclamo ele diz que está fazendo trabalhos para faculdade.
RESP: Caro (a ) A. Algumas coisas podemos fazer, sim . Ele deve ter tarefas estabelecidas em casa, tipo acompanhar os pais às compras de supermercado, arrumá-las nos locais ao chegar à casa, arrumar seu quarto e outros encargos de acordo com as necessidades da família.
Convidem-no a sair com os pais e a família para um passeio, um esporte, um jantar ou teatro, acompanhado de algum amigo que vocês conheçam e também sugiram que estude com colegas na sua casa, preparando-lhes um lanche saboroso, ou pizza, ou outro agrado dentro do que ele goste.
Realmente há muitas famílias com semelhantes situações e o fato de que digam estar fazendo trabalhos para a faculdade não invalida que estejam disponíveis para as tarefas de casa, que aliás, é de todos e não apenas dos pais. Até importa dizer a ele que se faz necessário descansar um pouco os olhos e o cérebro, com outras atividades! Desejo-lhes êxito no concretizar destas sugestões e fico a seu dispor, Mannoun.
3 - L. diz: O que fazer q
uando filhos adolescentes nos tratam mal? Devemos revidar com a mesma agressividade?
RESP: Cara Sra. L. Revidar jamais será a melhor alternativa, até porque eles poderão pensar que a agressividade é uma boa maneira de se comportar e os pais também acabam por perder a autoridade.
Quando acontecer uma situação de mau tratamento, procurem ficar calados e olhem bem dentro dos olhos deles ou se afastem. Numa hora mais serena, expliquem ( a cada um ) que vocês não aceitam de forma alguma ser tratados desta maneira e que eles reflitam e mudem o tratamento .Até que vocês notem alguma melhora, dirijam-se a eles apenas para o necessário. Em concreto, não os presenteiem, não deem dinheiro senão o estritamente justo e esperem sempre que eles peçam- não se antecipem. Tratar mal os pais, exige alguma forma de restrição que ajude os filhos a refletir.
Necessitaria detalhes das idades dos seus filhos, quantos são, qual a escolaridade deles para melhor orientação...
Vocês convivem com casais amigos? Eles tem filhos que frequentem sua casa? Estas amizades ajudam muito, quando se tem os mesmos valores! Fico a seu dispor caso desejem mais informes, ok? Atenciosamente, Mannoun

RESP: Cara Sra C.B Sua filha estuda, trabalha, tem amigos, sai com eles? O modo como vivemos em família tem grande influência sobre nós.
Realmente é muito delicado um relacionamento assim, de idas e vindas...
Uma das sugestões é que vocês conversem com o rapaz, se ainda não o fizeram, com serenidade e firmeza, mostrando sua preocupação pelo tipo de namoro de sua filha e o sofrimento que isto acarreta para toda a família. Pelo bem que querem a ela. Falem com carinho, explicando que desejam também o melhor para ele e quais são realmente suas intenções quanto a ela.
Outra sugestão é que ela faça uma viagem, uma excursão, por exemplo, caso tenham condições, ou um intercâmbio profissional/cultural, para assim de longe, desligar-se um pouco de todos que a rodeiam e poder refletir melhor sobre seu pessoal sentido de vida.
Ocupar-se em ajudar os mais necessitados também é de valor quando a gente está confusa quanto às decisões a tomar.
Se vocês tem fé, peçam muito a ajuda de Deus para saberem como educar da melhor maneira, e como se conduzir e orientar, porque acredito firmemente que a oração dos pais pelos filhos tem um alcance infinito!
Obrigada pela confiança e fico a seu dispor, desejando Boa Sorte a todos! Mannoun
2 – A. diz: Dra como t

RESP: Caro (a ) A. Algumas coisas podemos fazer, sim . Ele deve ter tarefas estabelecidas em casa, tipo acompanhar os pais às compras de supermercado, arrumá-las nos locais ao chegar à casa, arrumar seu quarto e outros encargos de acordo com as necessidades da família.
Convidem-no a sair com os pais e a família para um passeio, um esporte, um jantar ou teatro, acompanhado de algum amigo que vocês conheçam e também sugiram que estude com colegas na sua casa, preparando-lhes um lanche saboroso, ou pizza, ou outro agrado dentro do que ele goste.
Realmente há muitas famílias com semelhantes situações e o fato de que digam estar fazendo trabalhos para a faculdade não invalida que estejam disponíveis para as tarefas de casa, que aliás, é de todos e não apenas dos pais. Até importa dizer a ele que se faz necessário descansar um pouco os olhos e o cérebro, com outras atividades! Desejo-lhes êxito no concretizar destas sugestões e fico a seu dispor, Mannoun.
3 - L. diz: O que fazer q

RESP: Cara Sra. L. Revidar jamais será a melhor alternativa, até porque eles poderão pensar que a agressividade é uma boa maneira de se comportar e os pais também acabam por perder a autoridade.
Quando acontecer uma situação de mau tratamento, procurem ficar calados e olhem bem dentro dos olhos deles ou se afastem. Numa hora mais serena, expliquem ( a cada um ) que vocês não aceitam de forma alguma ser tratados desta maneira e que eles reflitam e mudem o tratamento .Até que vocês notem alguma melhora, dirijam-se a eles apenas para o necessário. Em concreto, não os presenteiem, não deem dinheiro senão o estritamente justo e esperem sempre que eles peçam- não se antecipem. Tratar mal os pais, exige alguma forma de restrição que ajude os filhos a refletir.
Necessitaria detalhes das idades dos seus filhos, quantos são, qual a escolaridade deles para melhor orientação...
Vocês convivem com casais amigos? Eles tem filhos que frequentem sua casa? Estas amizades ajudam muito, quando se tem os mesmos valores! Fico a seu dispor caso desejem mais informes, ok? Atenciosamente, Mannoun
sábado, 1 de outubro de 2011
CORRUPÇÃO E DESCAMINHO
Por Maria Teresa Serman
O jornal diário tornou-se fonte de surpresas desagradáveis, com notícias escabrosas e denúncias de corrupção no país, especia
lmente no meio político. Essa lepra - a corrupção - é a razão da manchete do dia 28 de setembro, traumática para nós, cariocas, já tão traquejados nos acontecimentos de violência, tráfico e afins.
Não gosto de dar relevo às circunstâncias negativas, pois parece que a mídia se dedica a isso com esmero. Porém, julgo fundamental meditar sobre a acusação que pesa sobre
o tenente-coronel que está servindo na PM há vinte e seis anos. Se for comprovada, é muito triste, é trágica mesmo. Que uma pessoa advinda de uma tropa de elite, como o Bope, criada para combater o crime e proteger a população, se desencaminhe dessa maneira. Sem farisaísmo, do tipo "Tal coisa nunca aconteceria comigo", ou radicalismo como "Não se salva ninguém da polícia", podemos pensar no que pode levar um ser humano a se perder dessa maneira.
Quando digo "ser humano" estou me referindo a ele, a mim, a você, a nós todos. Todos somos capazes de sucumbir à ganância e ao enriquecimento fácil. É preciso uma eterna vigilância de onde está o nosso coração, quais são as nossas prioridades. Será que entendemos, os brasileiros, que servidor público significa isso mesmo - servir à população - e não se aproveitar dela? Que cidadão é o que tem direitos a partir dos seus deveres? Que as pessoas só se "dão (realmente) bem", no sentido mais elevado da expressão, quando buscam o Bem, e não o bem-bom egoísta?

Desde que li a notícia, mais do que pensar num sem número de razões sem razão que podem ter levado esse policial por esse nefasto descaminho, fico imaginando o mal que essa situação causa a sua família. O que será dela, em termos práticos, afetivos, morais? É possível que essas consequências fatídicas passem pela cabeça do corrupto em algum momento, ou ele só se concentra na riqueza que consegue por esse meio vil?
A lição é para todos nós avaliarmos nossos grandes e pequenos erros, que podem não ser crimes em si, ou desvios tão graves, mas aos quais devemos dar a devida importância, sob pena de nos acostumarmos com eles e jogar a nossa vida e as dos que amamos na sarjeta.
O jornal diário tornou-se fonte de surpresas desagradáveis, com notícias escabrosas e denúncias de corrupção no país, especia

Não gosto de dar relevo às circunstâncias negativas, pois parece que a mídia se dedica a isso com esmero. Porém, julgo fundamental meditar sobre a acusação que pesa sobre

Quando digo "ser humano" estou me referindo a ele, a mim, a você, a nós todos. Todos somos capazes de sucumbir à ganância e ao enriquecimento fácil. É preciso uma eterna vigilância de onde está o nosso coração, quais são as nossas prioridades. Será que entendemos, os brasileiros, que servidor público significa isso mesmo - servir à população - e não se aproveitar dela? Que cidadão é o que tem direitos a partir dos seus deveres? Que as pessoas só se "dão (realmente) bem", no sentido mais elevado da expressão, quando buscam o Bem, e não o bem-bom egoísta?

Desde que li a notícia, mais do que pensar num sem número de razões sem razão que podem ter levado esse policial por esse nefasto descaminho, fico imaginando o mal que essa situação causa a sua família. O que será dela, em termos práticos, afetivos, morais? É possível que essas consequências fatídicas passem pela cabeça do corrupto em algum momento, ou ele só se concentra na riqueza que consegue por esse meio vil?
A lição é para todos nós avaliarmos nossos grandes e pequenos erros, que podem não ser crimes em si, ou desvios tão graves, mas aos quais devemos dar a devida importância, sob pena de nos acostumarmos com eles e jogar a nossa vida e as dos que amamos na sarjeta.
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domingo, 26 de junho de 2011
A missa e as crianças

Fui à missa na Candelária por São Josémaria Escrivá, foi sensacional! Muitíssimas pessoas dando graças e louvores a Deus! Sempre me emociono muito, numa missa como esta, pois várias pessoas dão testemunho do que é a Obra (o Opus Dei) na vida delas, e o que representa São Josémaria para a Igreja, para cada pessoa que busca a santidade no meio do mundo.

A igreja ficou lotada de ponta a ponta com muitos adultos, e enfeitada de crianças das mais variadas idades, mostrando as famílias jovens se renovando e tendo a coragem de gerar seus filhos e acostumando-os desde pequenos a viver a fé de seus pais.
Tudo isso m

Desde cedinho levávamos conosco a criançada à igreja, meu marido e eu, e tínhamos como costume colocá-los entre nós dois, limitando assim o espaço que eles teriam para s
Sempre chegávamos cedo para conseguir um banco onde coubéssemos todos, num local mais discreto da igreja, e assim armávamos o nosso esquema para não perturbar os outros, e também para que eles não agitassem as nossas crianças.
Levava a “munição” necessária para o tempo da missa: água, biscoitinho, brinquedinho para os bem pequenos , de preferência os que fossem suaves e não provocassem barulhos. Tudo planejado e calculado, sem deixar de fazer as recomendações em casa ou pelo caminho, para que os maiores entendessem que deveriam se comportar e ficar em silêncio, porque estaríamos na casa de Deus, onde todo o respeito e reverência eram necessários para mostrar o nosso amor ao Pai.
O interessante é que funcio

Havia uma interação surpreendente ente nós e as crianças, bastava um olhar bem dado e o agitadinho logo entendia que era pra ficar quieto e parasse de subir e descer do banco; sem contar que bastava eu dizer: "fica quieto", ou "vamos lá fora pra conversar", que o molequinho bem pequeno já sabia que eu não estava brincando, e que era melhor sossegar do que ter a tal conversa ao pé do ouvido. Não existiam tantas regras de educar, quando eles eram pequenos, mas nem por isso as nossas foram demasiadas austeras ou castradoras.
Os filhos, hoje, podem atestar aqui, a veracidade das minhas palavras. Graças a Deus todos, sem exceções, estão saudáveis e sem complexos, levando a vida pra frente, e fieis à nossa Fé e ao amor a Deus, sem traumas.
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