Uma amiga de SP, a Christiane Forcinito, publicou isso em seu mural no Facebook, e, com a autorização dela, reproduzo, pois achei a história muito representativa de como os homens são mesmo de marte… e pelo visto lá não se come brócolis!
Segue:
Um dia estava no carro com meus pais indo à uma chácara que tínhamos em Ibiúna quando durante o caminho passamos por uma banca de brócolis. Minha mãe diz:
- Olha... o brócolis...
Eu já me liguei.... Meu pai continuou dirigindo...
Mais alguns km e minha mãe diz novamente:
- Olha só que lindo... brócolis...
Eu começo a rir por dentro e fico quieta até ver no que isso resultaria. E meu pai continuou dirigindo..
E mais alguns metros minha mãe fala novamente:
- Brócolis.....
Eu me matando por dentro de rir e meu pai continuou dirigindo...
Quando passamos pela quarta banca de brócolis minha mãe brava disse:
- É! Pelo jeito não vamos comer brócolis hoje!!!! ( muito brava)
Eu imediatamente comecei a rir no banco de trás e meu pai sem entender nada diz:
- O que aconteceu contigo mulher?
Minha mãe disse:
- Nada!!!!!! Só disse que não vamos comer brócolis hoje...
E meu pai dirigindo sem entender nada disse:
- Está bem. Tudo bem não comer brócolis. Só não entendo porque isso está te deixando tão brava...
Eu às gargalhadas não aguentei e disse:
- Mãe, os homens não funcionam assim. Se você quer algo deles seja bem clara. Você quer comprar brócolis então diga: "Carlos pare o carro agora ou na próxima banca porque eu quero comprar brócolis."
E meu pai respondeu: "Tua mãe quer comprar brócolis?"
É minha gente...
Rsss...
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quarta-feira, 5 de novembro de 2014
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Papo de gravidez… para maridos
Por Alex Camillo
Fala, campeão! Vai ser papai pela primeira vez? Parabéns! E prepare-se… sabe aquele papo de hormônios e oscilações de humor? Pois é… é tudo verdade! É é meio que uma TPM que dura 9 meses um período delicado e emotivo de mudanças para a mulher… mas que pode sim ser curtida a dois, desde que você seja esperto e evite mal-entendidos! Vou dividir com você um pouco da minha experiência, já que passei por isso quatro vezes.
Há dias que ela vai acordar super bem, chorar, rir, ficar irritada, depois chorar de novo, e depois ficar Zen… e você que acompanhe! Segue um “tradutor” que vai ajudar você a se comunicar com a dona encrenca esposa durante a gravidez e entender algumas reações que parecem malucas desproporcionais e algumas dicas.
Você Diz
|
Ela Entende
|
Está comendo por dois… | Você está engordando. |
Tem certeza que isso tudo é necessário? (coisas do enxoval) | Não me importo e não quero gastar com o nosso filho. |
O tempo não passa, né… | Estou de saco cheio já. |
Você fica linda grávida. (diga assim mesmo!) | Você está gorda, mas eu te amo assim mesmo. Mas você está gorda. |
Por que você está chorando? | O que foi agora? Você está uma chata! |
Esse horário está complicado para mim… (consulta ou ultrassom) | Eu não quero ir, acho uma chatice essas consultas / exames de pré-natal. |
Mas… não há risco para o bebê? | Você é uma irresponsável que não sabe o que está fazendo! |
Mas, será que não tem problema? (sexo na gravidez) | Estou fugindo porque olhar para você enorme desse jeito é |
Sentiu o drama?
Mas não se desespere, há algumas coisas que você pode fazer:
- Se informe sobre gravidez e parto, afinal seu papel é dar segurança, apoio e confiança à sua esposa.
- Ajude com as tarefas de casa (de verdade, só lavar a louça não vale), ou contrate uma diarista. Não seja um problema, traga soluções!
- Compre mais travesseiros. É comum a mulher dormir com uma pilha grande de travesseiros para se sentir mais confortável. Se não quiser ficar sem os seus, compre mais.
- Se o seu horário de trabalho permitir, vá às consultas, mas não dê muito pitaco. Se você não vai é porque não se importa, se vai e fala demais, é controlador. É aquela situação: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
- Seja solidário. Se ela precisa cortar os doces, por diabetes gestacional, não vá você voltar do supermercado cheio de doces e guloseimas.
- Finja Demonstre se interessar por lembrancinhas, por quadro de porta de maternidade, e esses frufrus.
- Quanto à via de parto, a melhor postura é apoiar o que ela decidir, e se ela mudar de idéia na hora H, não vá ficar jogando na cara lembrando disso depois.
- Aceite pequenas mudanças na sua rotina sem reclamar. Dormir do outro lado da cama para ela poder levantar para fazer xixi durante a madrugada, deixar de tomar refrigerante, enfim, são incômodos pequenos perto do que ela está enfrentando para trazer ao mundo o seu bebê. Não fique resmungando!
- Faça agrados surpresa, como um lanchinho mais caprichado, um café na cama, massagem nas pernas e nos pés… mas fique ligado, não vai trazer café na cama no dia em que ela precisa ficar em jejum para um exame!
- Quanto ao sexo, não fique forçando a barra… é complicado engatar preliminares quando se está com enjôo, falta de ar, cólica, azia, refluxo, gases… ah, se esses escaparem, faça que não ouviu! Ou pelo menos, nada de ficar rindo e zuando lembrando.
- Chegou do trabalho? Nada de se isolar, indo jogar games ou assistir TV. Primeiro veja se ela precisa de alguma coisa, dê atenção, procure saber como foi o dia dela.
- Se tiver que tomar um chopp com a galera do trabalho, ligue para avisar, fique pouco tempo e volte para casa. Se você chegar tarde, trocando as pernas, enrolando a língua e com bafo de cerveja, vai arrumar sarna pra se coçar. E creia, sempre vai ter um amigo da onça que vai tirar uma foto sua abraçado com aquela colega da faculdade gostosa bonita e vai postar no facebook, te marcando na foto – estresse na certa.
- Não leve um bando de machos barulhentos e bagunceiros para assistir futebol na sua casa, principalmente sem avisar! Se quiser fazer isso, deixe-a na casa da mãe dela, depois que seus amigos forem embora limpe e arrume tudo, depois pegue-a na casa da mãe. Você vai marcar muitos pontos! Aliás, não leve visitas sem avisar nunca: conforme a gravidez avança, será difícil manter uma casa arrumada e limpa o tempo todo, e não é culpa da patroa esposa. Você corre o risco de pagar mico e estressar a sua mulher.
- Falando em mães e cobras sogras: Não se estresse batendo boca com a mãe dela. No final das contas o bebê é de vocês e as decisões também. Nesse momento, normalmente elas querem o apoio da mãe. E quanto à sua… esteja preparado para dar um “corte” carinhoso na sua mãe quando ela quiser interferir demais. Fêmeas marcam território, e na gravidez então…se você não quer se aborrecer, é bom que logo deixe claro para a sua mãe que vocês valorizam muito a experiência e as sugestões dela, mas que quem manda é sua esposa irão tomar as decisões juntos, como um casal.
- Em qualquer situação, se não souber o que fazer, esteja presente, disponível e pergunte: “O que posso fazer para ajudar?” E faça mesmo!
- Por fim, não esqueça de demonstrar o seu amor e a sua gratidão por tudo o que ela está enfrentando para que o bebê de vocês nasça bem e saudável. Mais uma vez, parabéns, e tudo de bom pra vocês e o bebê!
Para os sobreviventes veteranos, deixe também sua dica nos comentários!
terça-feira, 6 de maio de 2014
Li por aí - Quão longe é tão longe?
Sexo não é rito de passagem, nem uma experiência que transforme um moleque num homem.
Por outro lado, a avalanche pornográfica e o incentivo à promiscuidade tornaram toda uma geração imatura e amolecida.
Bom é que nem todo mundo é obcecado por sexo casual, embora o Doutor Correto e a Dona Direita não sejam fáceis de encontrar em cada esquina.
Estes são mitos comuns, que enganam muitas mulheres: “Ele nunca vai me querer se eu não fizer sexo com ele. Todo homem precisa de sexo para dar amor. Não encontrarei amor se não semear sexo. O sexo de hoje à noite é o relacionamento de amanhã de manhã”. Por isso, tantas pessoas guardam dores emocionais relativas ao lado físico das relações.
Para conhecer as intenções de alguém, é preciso — respire fundo — tirar o sexo de cima da mesa. Sexo não é ignição nem combustível do namoro: apenas embaralha as intenções. Para saber se alguém quer conhecer você, não será o melhor caminho oferecer-lhe benefícios físicos.
Nós homens sempre trabalhamos pelo que queremos. Presa fácil é presa descartável.
Por outro lado, a avalanche pornográfica e o incentivo à promiscuidade tornaram toda uma geração imatura e amolecida.
Bom é que nem todo mundo é obcecado por sexo casual, embora o Doutor Correto e a Dona Direita não sejam fáceis de encontrar em cada esquina.
Estes são mitos comuns, que enganam muitas mulheres: “Ele nunca vai me querer se eu não fizer sexo com ele. Todo homem precisa de sexo para dar amor. Não encontrarei amor se não semear sexo. O sexo de hoje à noite é o relacionamento de amanhã de manhã”. Por isso, tantas pessoas guardam dores emocionais relativas ao lado físico das relações.
Para conhecer as intenções de alguém, é preciso — respire fundo — tirar o sexo de cima da mesa. Sexo não é ignição nem combustível do namoro: apenas embaralha as intenções. Para saber se alguém quer conhecer você, não será o melhor caminho oferecer-lhe benefícios físicos.
Nós homens sempre trabalhamos pelo que queremos. Presa fácil é presa descartável.
Nossas mentiras
“Se você me amasse, você dormiria comigo”. Significa o contrário de “se eu a amasse, respeitaria suas barreiras.”
“Tenho necessidades, e o sexo é uma delas”. Você conhece alguém que tenha morrido de continência?
“Eu amo você”. Às vezes isso é mentira, pois os homens gostam de dizer o que as mulheres querem ouvir.
“Não vamos saber se somos compatíveis se não fizermos sexo”. Esse papo de compatibilidade baseia-se em desejos e comparações. Ora bolas, estamos falando de amor ou de mercadorias?… Na verdade, somos sexualmente compatíveis com quem amamos de verdade, pois esse é nosso jeito de funcionar!
“Você vai acabar sozinha se não fizer concessões”. Simplesmente, você está procurando jeca, buscando amor no lugar errado.
“Qualquer coisa que você faça na viagem, na faculdade, etc., não importa, será uma única noite”. Somos a nossa memória. Qualquer decisão sexual permanece e aflora nos momentos mais inconvenientes.
“Quanto mais fisicamente unidos, mais gostarei de você”. Não necessariamente. Homem gosta de desafio; portanto, não ceda que ele gostará ainda mais!
“Nós nos amamos de verdade. É como se já estivéssemos casados”. Morar junto não é casar. Dividir quarto e dinheiro é coisa de república estudantil. E não era essa a história de amor com que você sonhava.
Algumas verdades
Para as mulheres: Seja elegante sempre. Nunca seja vulgar. Troque o sexo de fim de semana pelo sexo de uma vida inteira.
Para os homens: Todo jovem que toca a campainha de um bordel está inconscientemente à procura de Deus, já dizia Bruce Marshall. Quem deseja luxúria constata que seu coração está vazio, e que lhe faltam muitas virtudes, especialmente a da religião.
Para ambos: Casamento é contexto. Amor é projeto. Família é laço. Sem isso, o sexo é peça sem palco, história sem roteiro, diálogo sem ator.
Lembre-se: uma nota de 100 reais é sempre uma nota de 100 reais. A gente pode amassar, molhar, sujar, etc. Continua sendo uma nota de 100 reais. Ou seja: não importa o que tenhamos feito no passado. Importa o que fazemos hoje e agora. E importa muito mais quem somos. E somos muito mais que 100 reais!
Por João Carlos Nara Júnior - http://blog.narajr.net/2014/03/quao-longe-e-tao-longe.html
terça-feira, 15 de abril de 2014
Brigas de casal – como lidar.
Os Filhos tem horror de verem os pais brigando, (pavor, pânico, medo). Muitas crianças têm pavores noturnos, pesadelos e a causa é que presenciaram um pequeno bate boca dos pais. A criança, com a violência atual fica muito insegura, e não sabe avaliar as consequências de uma briga do casal.
Se o que queremos é a felicidade no lar, não devemos torturar os filhos com as nossas brigas. Na família os adultos somos nos, crianças não se casam, logo, nós temos que dar o exemplo a eles, não brigando na frente deles.
Vamos brigar sim, muitas vezes, mas até para brigar tem que ter ciência: longe das crianças, sem gritos, sem agressões verbais e sem fazer dos filhos nossos reféns.
Caso não consigamos agir dessa forma correta, e brigarmos diante deles, temos que dizer-lhes que nós brigamos, mas que já nos entendemos, e que já passou. Aos poucos os filhos vão perceber que somos humanos, (eles nos imaginam deuses), e por isso temos as nossas imperfeições que nos levam a essas pequenas brigas, para apararmos nossas diferenças.
Perdoar um ao outro, sempre é necessário, fazer um esforço para saber onde errou, e mesmo com a certeza de que não erramos ter a humildade de com um jeitinho desculpar-se pela discussão. Não precisamos sempre pedir desculpas, mas é bom, ajuda a praticarmos outras virtudes, como a da humildade e da temperança.
É importante, numa discussão cuidar do espelho de aumento nas divergências, brigas; as ofensas e as palavras dos outros nos ferem muito. Costumamos dar um enorme valor ao que nos ofendeu ou magoou e não avaliamos o quanto podemos ter ofendido o outro, na hora de reclamar ou brigar pelos nossos direitos.
Sejamos mais pacientes uns com os outos, as nossas diferenças pessoais podem causar, muitas vezes, atritos desnecessários. Cada um tem um ritmo de ser. Custa para a jovem mãe acorda durante a noite dez vezes? Sim, mas torna-se fácil com o tempo. Para o pai será um inferno, durante muito mais tempo. Ai é que precisamos ajustar e respeitar o ritmo de cada um.
Se um apoia o outro, se um pensa no bem estar do outro, com certeza as brigas diminuirão. Passamos a ser mais generosos, usando o nosso tempo ajudando o outro.
Não é uma questão de quem tem mais tempo pra cuidar das coisas, porque todos temos pouco. A questão é de tamanho. Qual o tamanho do meu coração? Como posso fazer isso?
O primeiro passo para evitarmos as desavenças é não sendo carga pesada para o marido ou para a mulher, o segundo passo é não sendo um baú sem alça, e o terceiro é não fazer muita manha nem criar muita dependência e, por fim, ajudar mesmo a servir, a ser útil.
Adiantar-se a alguns desejos do cônjuge, o qual vai se descobrindo aos poucos – tem aqueles que tem ciúmes do carro e outros não gostam que mexam no carro. Por exemplo: a mulher pode deixar o carro para o marido no portão, ver a água, o óleo, (nem sempre, mas como um agrado). O marido pode, ao chegar do trabalho, contar uma história para as crianças, para que a mulher termine o jantar, pode se oferecer para terminarem juntos a confecção da refeição.
Se o marido é um viciado em trabalho, sugerir um happy hours diferente, abrindo mão de alguma visita familiar, e fazer o programa de que ele tanto gosta: Ir pescar!
Velho ditado oriental: “quem não sabe sorrir não abre uma loja”, quem sabe sorrir sempre, transforma situações difíceis, longas, em algo melhor e trás segurança para todos. Veremos que a vida vale a pena, é uma jornada difícil, mas segura.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Crises no matrimônio
No início do casamento aprendemos a trocar o eu pelo nós. Conhecemos os gostos e manias do outro, e é aí que vamos encontrar equilíbrio nas relações conjugais. É uma adaptação difícil. Aos poucos, passando os anos, já há um conhecimento maior, que vai ajudando a se entrar em harmonia, e então chegam os filhos, e os dois passam a ter uma tarefa em comum. Alegrarem-se juntos pelas mesmas coisas e sofrerem pelos mesmos motivos.
Nestes momentos é que podem começar as crises: a dos interesses diferentes - marido quer ver o jogo, mulher quer fazer piquenique; acomodar-se, e pôr os filhos em primeiro lugar; achar que tudo esta seguro; os sonhos que não falamos por vergonha ou imaturidade, e deixamos o tempo passar; a crise do sentimento de estar sendo lesada com infidelidades, consequência da monotonia reinante entre o casal. Também pode ser a de já não termos o mesmo viço do casamento, achar-nos um lixo e ficar com a sensibilidade a flor da pele, por causa do apelo do lado de fora, das jovens e saradas! Isso nos levam às crises de insegurança. Aí nos perguntamos: por onde começar a fazer mudanças? Estou disposta a colocar todos os meios para recuperar a solidez do meu casamento?
Os remédios para as crises podem ser: dominar a tendência a controlar e vigiar o outro, ser mais alegre, tratar o outro com mais habilidade e ternura. Gratificar cada mês e cada ano com um dia a dois, ou um presente, isto é, satisfazer um capricho de sua cara metade. Colorir o matrimônio, isso precisa ser com reciprocidade, ambos devem pensar no outro e tentar fazer o melhor para agradar. Ter uma vida sexual sadia, ela é natural e, portanto boa, é mais rica e densa do que os meros contatos corpo a corpo; tirar partido tanto dos aspectos físicos como psicológicos, é o encontro do próprio eu na entrega do outro.
Toda crise precisa ser encarada, num diálogo a dois, e sempre optando por fazer tudo dar certo, sem pensamentos negativos do tipo “não vale a pena”, lutar pela família é começar lutando pelo bem comum do casal, porque quando os dois estão bem, todo o restante estará também. Não devemos desistir nunca das nossas escolhas que fizemos por livre e espontânea vontade, na nossa juventude. As melhores escolhas são as que fazemos com o nosso uso total da razão e sempre inspiradas por Deus.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Busca do essencial
Parte de um texto de Pedro J. Bondaczuk
O homem, em sua busca frenética pelo supérfluo, perde o essencial. Em sua corrida por bens que apenas lhe pertencerão no curto espaço de sua vida terrena, deixa de cultivar sua alma imortal. Age demais, de forma caótica e desordenada, e pensa de menos, sem método, sem ritmo, sem disciplina. Consegue, no final das contas, apenas infelicidade, causada pela frustração dos desejos.
As necessidades reais do homem são muito pequenas e podem ser satisfeitas sem muito esforço, desde que ele seja atento, disciplinado e diligente. Consiste no alimentar-se, o suficiente para prover o organismo de energia, e não na gula desenfreada, que afeta o metabolismo e produz doenças. No vestir-se, de forma confortável e funcional, com simplicidade, que é onde o bom-gosto reside. No abrigar-se em uma casa que não precisa de luxo, mas de higiene e conforto.
Tudo o mais é perda de tempo e desvia o indivíduo de sua tarefa mais nobre, que é o raciocínio claro, o pensamento livre, a meditação profunda em busca do autoconhecimento. Não é essa capa de carne, ossos, sangue e músculos, que um dia vai se deteriorar, que tem que ser a preocupação humana. Esta, basta que seja cuidada, através de princípios sadios de alimentação e higiene. O mais, a própria natureza se incumbe de fazer.
É a alma imortal que deve preocupar cada um de nós. A bondade, a solidariedade, a honestidade, a lealdade e a fidelidade precisam ser cultivadas, preservadas e transmitidas às novas gerações, por serem pilares de sociedades sadias. Poucos sabem meditar.
O homem, por menor que seja a sua posição social e por mais ínfima que seja a sua condição material, faz parte de um todo grandioso. Integra uma unidade tão grande, que suas dimensões são inconcebíveis para a mente humana: o universo.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Do facebook para vocês: Serotonina
O que é:
A serotonina é um neurotransmissor que atua no cérebro regulando o humor, sono, apetite, ritmo cardíaco, temperatura corporal, sensibilidade a dor, movimentos e as funções intelectuais. Quando ela encontra-se numa baixa concentração pode levar ao mal humor, dificuldade para dormir e vontade de comer o tempo todo, por exemplo, e uma das formas de aumentar a concentração se serotonina na corrente sanguínea é consumir alimentos ricos em triptofano, outra é praticar exercícios físicos com regularidade.
Sintomas da serotonina baixa - A baixa concentração de serotonina no organismo pode levar ao aparecimento de sintomas como:
• sonolência durante o dia;
• inibição do desejo sexual;
• vontade de comer doces;
• comer a toda hora;
• dificuldade no aprendizado;
• distúrbios de memória e de concentração;
• irritabilidade;
• cansaço;
• ficar sem paciência facilmente.
Alimentos para aumentar a serotonina - Alguns alimentos ricos em triptofano que servem para aumentar a taxa de serotonina no organismo, são:
• vinho tinto;
• banana;
• abacaxi;
• tomate;
• carnes magras;
• leite e seus derivados;
• cereais integrais;
• castanha do Pará.
Alimentos como estes devem ser consumidos diariamente, em pequenas proporções, várias vezes ao dia. Um bom exemplo disso, é tomar uma vitamina de banana com castanha do Pará no café da manhã, comer um peito de frango grelhado com salada de tomate no almoço e tomar 1 taça de vinho tinto após o jantar.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
"Amélia não tinha a menor vaidade, Amélia etc, etc.'

Ai que Saudades da Amélia
Compositor: Ataulfo Alves / Mário Lago
Nunca vi fazer tanta exigência
Nem fazer o que você me faz
Você não sabe o que é consciência
Não vê que eu sou um pobre rapaz
Você só pensa em luxo e riqueza
Tudo o que você vê, você quer
Ai meu Deus que saudade da Amélia
Aquilo sim que era mulher
As vezes passava fome ao meu lado
E achava bonito não ter o que comer
E quando me via contrariado dizia
Meu filho o que se há de fazer
Amélia não tinha a menor vaidade
Amélia que era a mulher de verdade
Vou mexer em casa de marimbondo, discutindo a verossimilhança de uma das heroínas do cancioneiro popular brasileiro: a Amélia. Símbolo de mulher abnegada, solidária, companheira, precursora da dieta radical e da baranguice. Vou explicar meu polêmico ponto de vista, relembrando a letra:
"Você só pensa em luxo e riqueza, tudo que você vê você quer.
Ai, meu Deus, que saudades da Amélia (1ª observação: deve estar morta já, foi-se),
Aquilo (não aquela, virou coisa, utensílio) sim é que era mulher!
De dia passava fome ao meu lado ( porque de noite ela passava fome sozinho, ele ia jantar fora!)
E achava bonito não ter o que comer ( claro, assim emagrecia!).

Amélia não tinha a menor vaidade ( não se arrumava; não se maquiava; não fazia escova, progressiva ou regressiva; não se depilava; enfim, era um dragão!), Amélia é que era mulher de verdade".
Mulher de verdade. Simples ou depressiva? Com espírito de pobreza ou preguiçosa pra se cuidar?
Não comia, morreu cedo, deixando o viúvo procurando alguma mulher que fosse de mentira.
Era a própria mãe para o marido; por isso ele saía de noite e a deixava em casa. Deve ter ficado tuberculosa de tanta compreensão.
Sua sucessora, que pensava em luxo e riqueza, fez o indolente trabalhar e ganhar dinheiro, para aproveitar com ela, e não "apesar" dela.
Bom, deixando a brincadeira de lado (parte brincadeira, parte análise séria), penso que devemos ser companheiras, amáveis, solícitas, sem perder o lado sedutor, alegre, bem-humorado, não importa quantos filhos, anos de casados, montante da conta no banco, decepções mútuas - são inevitáveis, e podem ser muito bem aproveitadas - dividimos, ou somamos, melhor dizendo. Mas, colegas, vamos deixar a Amélia só na música, porque não dá mais não. É preciso autoestima e cuidado pessoal, sem pensar só em "luxo e riqueza".
Por Maria Teresa Serman
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Quando os homens perdem a compostura
Basta
acontecer uma partida de futebol para vermos nossos filhos, marido e vizinhos
se transformarem em verdadeiros "shreks" no mundo real. Perdem a
compostura e adotam uma linguagem quase que selvagem, que chega a assustar quem
os escuta de perto, principalmente quando é seu time favorito jogando - porque
os homens tem uma peculiaridade: assistem a qualquer partida de futebol e ainda
aos comentários posteriores.
No
silencio do meu quarto, nas noites de quarta feira, quando meu marido também
não assiste a um jogo qualquer na TV, e resolve descansar mais cedo, eu posso
ouvir os urros dos vizinhos do prédio ao lado, e, pelos seus comentários bem
audíveis, acabo sempre sabendo o placar da partida do momento.
Ou são gritos de alegria ou palavrões repetidos em altos brados, para aliviar a tensão de uma jogada mal feita pelo time amado. Num bairro de classe média, onde a maioria dos vizinhos é de nível universitário, podemos concluir que o futebol consegue igualar as classes sociais, tornando todos um bando de trogloditas fanáticos, que depois vão passar o dia seguinte ainda falando da partida da véspera, quando seu time perdeu ou ganhou.
Ou são gritos de alegria ou palavrões repetidos em altos brados, para aliviar a tensão de uma jogada mal feita pelo time amado. Num bairro de classe média, onde a maioria dos vizinhos é de nível universitário, podemos concluir que o futebol consegue igualar as classes sociais, tornando todos um bando de trogloditas fanáticos, que depois vão passar o dia seguinte ainda falando da partida da véspera, quando seu time perdeu ou ganhou.
Homem
é mesmo um bicho estranho que só perde para as mulheres pelo seu gosto por
novelas intermináveis, que fazem com que elas disputem uma TV a unhas e dentes
com seus maridos! Liana Clara
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Apaixonados pelas diferenças
"Não há outra receita. Num relacionamento, para poder receber o que desejo, tenho de dar o primeiro passo doar-me. Por isso, o casamento é caminho de harmonia e felicidade,
que se inicia com o desejo, de ambos, de fazer de tudo para dar o máximo de si para o outro.

O homem e a mulher são as duas evidentes formas de como se vive a realidade humana. Mas, na prática, esquecemo-nos que pensamos, agimos e sentimos de modos completamente diferentes. Consciente ou inconscientemente se espera receber do outro o que gostaríamos, e não o que ele pode nos dar. [E uma expectativa frustrada que leva ao desalento ao não vê-la satisfeita. O homem e a mulher estão chamados a harmonizar esforços.
Quando um homem, ao entrar em casa, esquece de dar um beijo em sua esposa e caminha direto e reto para ligar a televisão, cumprimentando-a com um seco "oi", não significa, necessariamente, que deixou de querê-la, e sim que busca uma forma da apagar as preocupações que carrega do trabalho.
Quando uma mulher interrompe o discurso inflamado do marido sobre suas realizações e planos, para recordar que a resistência do chuveiro queimou, não é sinal de indiferença, nem de que deixa de valorizar as ideias do marido, mas no dia seguinte ela tem que dar banho nas
crianças com água quente. São alfinetadas que chegam a comprometer o ânimo,quando não se enxerga que cada um é diferente.
Reconhecer a diferenças entre marido e mulher é o primeiro passo para saber como e quando é preciso satisfazer as necessidades e sentimentos do outro, para que possa haver um relacionamento harmonioso e agradável. Por isso, temos que enxergar as diferenças entre ambos como uma motivação à complementaridade. Os dois necessitam ser satisfeitos e também devem satisfazer, ao mesmo tempo. Compreender que as características de um suprem as carências do outro, em prol do bem e da realização familiar.
O que ela quer
Ser ouvida com atenção. Afeto, carinho, beijos, abraços....
Transparência dos planos e sentimentos do marido.
O que ela não quer
Soluções para o que diz. Compensações materiais.
Ficar sabendo depois que as coisas acontecem.
O que ele quer
Ser reconhecido por seu empenho e capacidades. Uma esposa que se cuida.
Uma esposa preocupada com o lar e os filhos.
O que ele não quer
Que ela fale mal dele para as amigas. Uma fisionomia pálida e abatida.
Que ela se polarize somente no trabalho."
Resumo do artigo de mesmo título, por Autimio Antunes, na revista SER
FAMÍLIA, Ano III . Nº 18.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Elegância Masculina
Por Maria Teresa Serman
Os homens também têm vez aqui no blog. Hoje vamos fo
calizar alguns pontos de seu vestuário que são sempre motivo de dúvidas e consultas. Vejamos os diversos tipos:
Traje Esporte - a ocasião dispensa gravatas, camisas sociais e paletós. Podem usar calça jeans, de sarja ou brim, com camisa mais informal ou polo. Um blazer complementa bem o traje, com o tempo mais frio. Para calçar, mocassins, sapatos de camurça, sapatos de couro mais esportivos ou docksides.
Traje Passeio ou Esporte Fino - a calça esportiva é admitida até as 18h, desde que acompanhada por um blazer. A partir daí, entra o terno e seus complementos, camisa social e gravata. Os tecidos devem ser mais nobres e em
tons neutros, e os sapatos mais formais.
Traje Passeio Completo ou Social - sempre ternos escuros, camisa social e gravata mais refinada, com sapato de couro preto. A criatividade pode influenciar na escolha da gravata, hoje em dia há mil e uma opções de cor, textura e padronagem. Ela vem quebrar um pouco a seriedade do terno e dos complementos, mas sem baixar o nível de qualidade.
É normal nesta nossa cidade irreverente e praiana os homens se vestirem mais informalmente que as mulheres que acompanham, pois formalidade no vestuário masculino implica aquecimento, pobres homens! Porém, há um limite de bom gosto a se respeitar, de modo que uma mulher elegante e bem vestida para a ocasião não destoe do seu acompanhante, de bermuda e chinelos. Este últimos, por favor, senhores, reservem só para a praia e o boteco!

Traje Esporte - a ocasião dispensa gravatas, camisas sociais e paletós. Podem usar calça jeans, de sarja ou brim, com camisa mais informal ou polo. Um blazer complementa bem o traje, com o tempo mais frio. Para calçar, mocassins, sapatos de camurça, sapatos de couro mais esportivos ou docksides.
Traje Passeio ou Esporte Fino - a calça esportiva é admitida até as 18h, desde que acompanhada por um blazer. A partir daí, entra o terno e seus complementos, camisa social e gravata. Os tecidos devem ser mais nobres e em

Traje Passeio Completo ou Social - sempre ternos escuros, camisa social e gravata mais refinada, com sapato de couro preto. A criatividade pode influenciar na escolha da gravata, hoje em dia há mil e uma opções de cor, textura e padronagem. Ela vem quebrar um pouco a seriedade do terno e dos complementos, mas sem baixar o nível de qualidade.
É normal nesta nossa cidade irreverente e praiana os homens se vestirem mais informalmente que as mulheres que acompanham, pois formalidade no vestuário masculino implica aquecimento, pobres homens! Porém, há um limite de bom gosto a se respeitar, de modo que uma mulher elegante e bem vestida para a ocasião não destoe do seu acompanhante, de bermuda e chinelos. Este últimos, por favor, senhores, reservem só para a praia e o boteco!
sábado, 3 de dezembro de 2011
Dicas concretas para presentear no Natal
Fiz umas pesquisas pela internet e coloco aqui algumas sugestões de presentes, para todos os gostos mais variados:
Bebes – linha de brinquedos da fishes price – a partir de 14,90
Andador - Meus Primeiros Passos - por R$ 89,99
Livros de plástico
Fantoches
Almofadas da Fon – (tem produtos para todas as idades) – a partir de 67,00
Crianças de 3 a 12 anos
Jogo da Mesada -por R$ 39,99
Lego - Meu Primeiro Conjunto -por R$ 74,99
Jogos - imagem e ação / jogo da vida/ xadrez/ cara a cara
Bonecas
Bonecos miniaturas Boneco Homem Aranha - por R$ 129,99
Transformes
Iron man 2 veículos
Little ponei
Play doh –
Polly Pocket Conjunto Casa da Polly R$ 79,99
Barbie
Bola de basquete - por R$ 24,99
Faça arte da estrela
Uniforme de time
Zuzuh pets
Little let’s
Livros como: A série de Percy Jacson e os olimpianos/ a série de Harry Porter/ a série de Jody Moody
Long jump
Boneca Moranguinho – por R$ 79,99

Adolescentes
Jogos – Senha/ Scarttergories/ Detetive/
Bijuterias
Sandálias havaianas
Canga
Clue
Perfumes – Victoria secrets/ Carolina Herrera/ Ralph Unitario Agua De Toilete
Hidratante
Mochila
Violão
Guitarra
Video Game – Wii Console Nintendo Wii - White – por R$ 999,00
Bolsa da uncle K – são caras, mas são bonitas, modernas e duram.
Mp4
Ipod
Ipad
Blue ray ou DVD
Livros
Homens
Camiseta e boné da linha UV line, que protege com mais eficiência dos
raios UV A e UV B. Podem ser encontrados na Office Lab.
Perfumes: 212 Men/ Polo Black Agua De Toilette
Celular
Ipod
Iphone
Óculos de Sol Espião MP3
Kit Mergulho com Câmera Embutida - 2GB de memória – R$889,00
Relógio Espião - Filmadora e Pen Drive com 2GB de memória – R$ 249,00
Assessórios para o carro. Alguns produtos para o carro: um aparelho de rede sem fio, como o Bluetooth
GPS
um passeio de balão, um curso de mergulho.
Carteira
mala de viagens
Vinhos e bebidas
camisa bonita
Camisa do time de futebol
Livros :
Mulheres
boné ou viseira - da linha UV custa de R$29 a 39 reais.
chapéu feminino com aba custa R$ 89,00
camisetas de manga curta R$104,00.
Perfumes: Gucci By Gucci Agua De Perfume/ Miracle Unitario Agua De Perfume/ Dkny Golden Delicious
Kit de Maquiagem Super Completo
Bolsas, sapatos,
agendas modernas
Tênis,
roupas de ginástica,
relógio,
mochila
CDs, filmes,
Livros
Alguns estarão com os valores aproximados para termos uma idéia do que podemos gastar.
Presentes para crianças Bebes – linha de brinquedos da fishes price – a partir de 14,90
Andador - Meus Primeiros Passos - por R$ 89,99

Livros de plástico
Fantoches
Almofadas da Fon – (tem produtos para todas as idades) – a partir de 67,00
Crianças de 3 a 12 anos
Jogo da Mesada -por R$ 39,99
Lego - Meu Primeiro Conjunto -por R$ 74,99
Jogos - imagem e ação / jogo da vida/ xadrez/ cara a cara
Bonecas
Bonecos miniaturas Boneco Homem Aranha - por R$ 129,99
Transformes
Iron man 2 veículos
Little ponei
Play doh –
Polly Pocket Conjunto Casa da Polly R$ 79,99
Barbie
Bola de basquete - por R$ 24,99
Faça arte da estrela
Uniforme de time
Zuzuh pets
Little let’s
Livros como: A série de Percy Jacson e os olimpianos/ a série de Harry Porter/ a série de Jody Moody
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Boneca Moranguinho – por R$ 79,99

Adolescentes
Jogos – Senha/ Scarttergories/ Detetive/
Bijuterias
Sandálias havaianas
Canga
Clue
Perfumes – Victoria secrets/ Carolina Herrera/ Ralph Unitario Agua De Toilete
Hidratante

Mochila
Violão
Guitarra
Video Game – Wii Console Nintendo Wii - White – por R$ 999,00
Bolsa da uncle K – são caras, mas são bonitas, modernas e duram.
Mp4
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Blue ray ou DVD
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Homens
Camiseta e boné da linha UV line, que protege com mais eficiência dos
raios UV A e UV B. Podem ser encontrados na Office Lab.

Perfumes: 212 Men/ Polo Black Agua De Toilette
Celular
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Iphone
Óculos de Sol Espião MP3
Kit Mergulho com Câmera Embutida - 2GB de memória – R$889,00
Relógio Espião - Filmadora e Pen Drive com 2GB de memória – R$ 249,00
Assessórios para o carro. Alguns produtos para o carro: um aparelho de rede sem fio, como o Bluetooth
GPS
um passeio de balão, um curso de mergulho.
Carteira
mala de viagens
Vinhos e bebidas
camisa bonita
Camisa do time de futebol
Livros :
Mulheres
boné ou viseira - da linha UV custa de R$29 a 39 reais.
chapéu feminino com aba custa R$ 89,00
camisetas de manga curta R$104,00.
Perfumes: Gucci By Gucci Agua De Perfume/ Miracle Unitario Agua De Perfume/ Dkny Golden Delicious

Kit de Maquiagem Super Completo
Bolsas, sapatos,
agendas modernas
Tênis,
roupas de ginástica,
relógio,
mochila
CDs, filmes,
Livros
sábado, 12 de novembro de 2011
Li por aí –(22) - trabalho como fuga.
Copiamos este texto do Pe Paulo Monteiro Ramalho - é uma excelente reflexão sobre como agimos em relação ao trabalho, nos tempos atuais.
Este vai para vários chefes de família que se escondem atrás deste argumento.

Todos nós sabemos que trabalhar “como louco” nem sempre é sinal de virtude. Muitas vezes é uma necessidade, mas muitas vezes não passa de uma fuga: fuga para não enfrentar problemas alheios ao trabalho, fuga para não enfrentar problemas familiares, fuga para não enfrentar problemas pessoais sérios, fuga para não enfrentar o possível vazio da vida.
Falando concretamente do trabalho como fuga do vazio da vida, veja o que diz este autor:
O TRABALHADOR MANÍACO
Outro tipo se evade (desta vida) lançando-se ao trabalho como um louco, quase com fúria. Parece que o estão perseguindo. E é verdade: persegue-o o espectro de sua personalidade vazia. Deposita em seu êxito profissional todas as suas esperanças. Tem pavor de fracassar por inteiro. O triunfo externo é o que valoriza sua raquítica personalidade interior. Por isso foge de si mesmo e se evade no trabalho.

É interessante observar a atitude por vezes ridícula desses seriíssimos homens e mulheres de negócios a quem sobram tantos milhões e a quem falta tanta paz. Não podem descansar. Precisam ganhar mais dinheiro. Ter mais brilho. Subir mais alto. Para que? Para poder usar um carro mais luxuoso ou comprar um helicóptero? Pode ser. Mas se buscássemos mais no fundo encontraríamos outra razão: estão absolutizando o seu êxito porque inconscientemente fogem do (vazio das suas vidas).
Esses homens e mulheres, que, se são subalternos, perdem a saúde até que cheguem a ser chefes; e que quando isto acontece não dormem até que possam sentar-se na cadeira de Presidente geral; esses homens e mulheres que trabalham até se matar para satisfazer a vaidade do outro cônjuge com uma casa mais vistosa, ou o orgulho de um filho com um automóvel último modelo; esses homens que para se autoafirmar perdem a serenidade só porque um empregado não se dobra ante seus caprichos ou se encolerizam porque a mulher não lhes prepara a comida que lhes apetece ou se enfadam porque seu nome não saiu no jornal como esperavam; esses homens e mulheres que (...) se apavoram quando vêm num pequeno quisto a suspeita de um câncer, ou, num feriado, começam a sentir uma depressão inexplicável…; esses homens e mulheres todos que parecem autossuficientes e poderosos, no fundo são extremamente fracos, dependentes, frágeis, vulneráveis e carentes. Para eles essas irritações, esses pavores e depressões são como a vibração de um radar interior que assinala a presença do vazio, e lhes adverte, com um aviso de emergência, que, apesar de seus êxitos, a sua vida não tem sentido (...) que o seu trabalho as suas atividades sociais e diversões não passam de uma fuga…

Para certos indivíduos o ócio, o desemprego, a aposentadoria são verdadeiramente mortais porque arrancam a máscara da sua laboriosa atividade, para revelar o esqueleto da sua raquítica intimidade (...). Por isso, o que se vem chamando de “neurose dominical” e de “neurose de desocupação”, na maioria dos casos melhor se poderia denominar “(neurose da ausência de sentido da vida), neurose da ausência de Deus” (Rafael Llano Cifuentes, Deus e o sentido da vida).
Vejamos, portanto, se nosso trabalho está no lugar!
Vejamos se estamos sabendo trabalhar as horas necessárias, as horas estabelecidas pelo contrato de trabalho!
Vejamos se o nosso trabalho não está sendo uma fuga: uma fuga dos problemas, uma fuga do vazio da vida!
Vejamos se o trabalho não está sendo movido pela ganância, pelo desejo de poder, pela vontade de brilhar, pela vontade de mostrar aos outros que somos “o cara”!
Vejamos, enfim, se estamos sabendo ter o tempo necessário a cada dia para dedicar-nos a realidades mais importantes do que o trabalho: Deus, a família, os filhos, os amigos, etc.
Para colocar o trabalho no lugar certo, nada melhor do que oferecê-lo a Deus (e não ao nosso “ego”) e deixar que Ele nos guie ao longo do dia dizendo o que devemos fazer e o que não devemos fazer!
Este vai para vários chefes de família que se escondem atrás deste argumento.

Todos nós sabemos que trabalhar “como louco” nem sempre é sinal de virtude. Muitas vezes é uma necessidade, mas muitas vezes não passa de uma fuga: fuga para não enfrentar problemas alheios ao trabalho, fuga para não enfrentar problemas familiares, fuga para não enfrentar problemas pessoais sérios, fuga para não enfrentar o possível vazio da vida.
Falando concretamente do trabalho como fuga do vazio da vida, veja o que diz este autor:
O TRABALHADOR MANÍACO
Outro tipo se evade (desta vida) lançando-se ao trabalho como um louco, quase com fúria. Parece que o estão perseguindo. E é verdade: persegue-o o espectro de sua personalidade vazia. Deposita em seu êxito profissional todas as suas esperanças. Tem pavor de fracassar por inteiro. O triunfo externo é o que valoriza sua raquítica personalidade interior. Por isso foge de si mesmo e se evade no trabalho.

É interessante observar a atitude por vezes ridícula desses seriíssimos homens e mulheres de negócios a quem sobram tantos milhões e a quem falta tanta paz. Não podem descansar. Precisam ganhar mais dinheiro. Ter mais brilho. Subir mais alto. Para que? Para poder usar um carro mais luxuoso ou comprar um helicóptero? Pode ser. Mas se buscássemos mais no fundo encontraríamos outra razão: estão absolutizando o seu êxito porque inconscientemente fogem do (vazio das suas vidas).
Esses homens e mulheres, que, se são subalternos, perdem a saúde até que cheguem a ser chefes; e que quando isto acontece não dormem até que possam sentar-se na cadeira de Presidente geral; esses homens e mulheres que trabalham até se matar para satisfazer a vaidade do outro cônjuge com uma casa mais vistosa, ou o orgulho de um filho com um automóvel último modelo; esses homens que para se autoafirmar perdem a serenidade só porque um empregado não se dobra ante seus caprichos ou se encolerizam porque a mulher não lhes prepara a comida que lhes apetece ou se enfadam porque seu nome não saiu no jornal como esperavam; esses homens e mulheres que (...) se apavoram quando vêm num pequeno quisto a suspeita de um câncer, ou, num feriado, começam a sentir uma depressão inexplicável…; esses homens e mulheres todos que parecem autossuficientes e poderosos, no fundo são extremamente fracos, dependentes, frágeis, vulneráveis e carentes. Para eles essas irritações, esses pavores e depressões são como a vibração de um radar interior que assinala a presença do vazio, e lhes adverte, com um aviso de emergência, que, apesar de seus êxitos, a sua vida não tem sentido (...) que o seu trabalho as suas atividades sociais e diversões não passam de uma fuga…

Para certos indivíduos o ócio, o desemprego, a aposentadoria são verdadeiramente mortais porque arrancam a máscara da sua laboriosa atividade, para revelar o esqueleto da sua raquítica intimidade (...). Por isso, o que se vem chamando de “neurose dominical” e de “neurose de desocupação”, na maioria dos casos melhor se poderia denominar “(neurose da ausência de sentido da vida), neurose da ausência de Deus” (Rafael Llano Cifuentes, Deus e o sentido da vida).
Vejamos, portanto, se nosso trabalho está no lugar!
Vejamos se estamos sabendo trabalhar as horas necessárias, as horas estabelecidas pelo contrato de trabalho!
Vejamos se o nosso trabalho não está sendo uma fuga: uma fuga dos problemas, uma fuga do vazio da vida!
Vejamos se o trabalho não está sendo movido pela ganância, pelo desejo de poder, pela vontade de brilhar, pela vontade de mostrar aos outros que somos “o cara”!
Vejamos, enfim, se estamos sabendo ter o tempo necessário a cada dia para dedicar-nos a realidades mais importantes do que o trabalho: Deus, a família, os filhos, os amigos, etc.
Para colocar o trabalho no lugar certo, nada melhor do que oferecê-lo a Deus (e não ao nosso “ego”) e deixar que Ele nos guie ao longo do dia dizendo o que devemos fazer e o que não devemos fazer!
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