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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Preparando para a próxima jornada de 2016 - Cracóvia

Para quem esta pensando em ir para a jornada mundial da juventude em 2016, em Cracóvia, na Polônia, coloco algumas observações que podem ser úteis.

Terra da irmã Faustina Kowalska, santa católica e impulsionadora da devoção à Divina Misericórdia. E de Karol Józef Wojtyła (Papa João Paulo II), foi bispo auxiliar (1958-1964) e Arcebispo de Cracóvia (1964-1978).

Segue texto de Márcia Oliveira, do seu blog Viajando por aí:

“Cracóvia é encantadora. Como não foi atingida por bombardeios na Segunda Guerra Mundial, muitos dos seus prédios são originais, o que faz a visita à cidade ser uma volta no tempo. Bastante compacta, Cracóvia pode ser perfeitamente explorada a pé. Estive lá no inverno de 2013 (mês de fevereiro) e, apesar dos dias mais curtos, foi possível conhecer bem as principais atrações em três dias.

O centro histórico de Cracóvia – a Cidade Velha ou Stare Miasto - é cercado por uma muralha fortificada que abriga no seu interior os principais pontos turísticos. Meu hotel era bem próximo ao portão principal da muralha (Portão de São Floriano), que dá acesso a Rua Florianska, onde ficam várias lojinhas e restaurantes. Ao percorrer a Rua Florianska, chega-se à Praça do Mercado (Rynek Główny), que tem a fama de ser a maior praça da Europa – e é realmente linda.

A Praça é dividida ao meio pelo prédio do Mercado, construído na época medieval. Em seu interior, há várias lojinhas de souvenires e artesanato – basicamente, podem ser encontradas peças de madeira, bijuterias e joias de ambar e pratos pintados (tudo de muito bom gosto).

Mercado - Na Praça do Mercado há também a Torre da Prefeitura, vários cafés e restaurantes charmosos e a escultura em bronze Eros Bendato (ou “Eros Vendado”), de Igor Mitoraj, que é também um dos ícones da cidade.

Na Praça do Mercado, fica também a  belíssima Igreja de Santa Maria.  Ela foi construída no século XII e recebeu várias adições ao longo dos tempos, como a torre esquerda, onde fica o relógio. Se você estiver por perto, ouvirá a cada hora cheia o som de um trompete. Reza a lenda que se trata da homenagem a um famoso trompeteiro local que foi atingido e morreu ao anunciar uma invasão mongol há alguns séculos.

Uma coisa interessante na Igreja de Santa Maria é que você pode pagar uma taxa adicional ao ingresso para fotografar o seu interior (sem flash, é claro) – você ganha um adesivo que deve ficar preso à roupa para poder circular com a câmera e registrar quantas fotos quiser.

Um dos destaques da Igreja de Santa Maria é uma impressionante peça de altar com 12m de altura, criada por Veit Stoss. O teto azul com estrelas douradas também é belíssimo.

Ao redor da muralha da Cidade Velha também existe uma grande área arborizada bastante agradável, que no inverno fica toda branquinha e é excelente para uma caminhada. No seu subsolo, há banheiros públicos limpíssimos.

Outro ponto turístico imperdível é o Monte Wawel, que pode ser alcançado através de uma rampa e fica bem próximo à Cidade Velha.

No Monte Wawel fica a famosa Catedral de Cracóvia (fundada em 1020). Ao longo do tempo, ela foi sofrendo vários acréscimos, por isso podem ser vistas várias torres em seu entorno. Nessa Catedral, o Papa João Paulo II celebrou sua primeira missa como sacerdote em 2 de novembro de 1946. E logo à sua frente há um monumento em sua homenagem.

Também no Monte Wawel fica o Castelo Real (Crácóvia foi a capital da Polonia até 1609, quando a Corte e o Parlamento foram transferidos para Varsóvia). Ele foi ocupado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e totalmente restaurado no século XX.

Logo atrás das muralhas do Castelo Real, fica o Rio Vístula. É possível passear às suas margens e se sentar um pouco para apreciar a paisagem (no inverno, é claro, isso não é possível, porque os banquinhos estão cobertos de neve).

Há também o Bairro Judeu, no distrito de Kazimierz, onde no início da 2ª Guerra Mundial viveram cerca de 70 mil judeus. Os nazistas os transferiram para um gueto do outro lado do rio Vistula, de onde foram deportados posteriormente para os campos de concentração.

Um museu que vale muito a pena ser visitado em Cracóvia é a Fábrica de Esmaltados de Oskar Schindler – sim, é aquele personagem do filme “A Lista de Schindler”, de Steven Spielberg. Ele fica no coração do gueto para onde a comunidade judaica foi transferida em 1941, conta em detalhes o dia a dia dos moradores ao longo da Segunda Guerra Mundial e mostra as atrocidades cometidas pelo nazistas contra a população. Imperdível!

Outra dica em Cracóvia é a Galeria Krakowska: um shopping center com várias opções de restaurantes, cafés e lojas de marcas mundialmente conhecidas (uma boa oportunidade para aproveitar os excelentes preços da Polônia). No inverno, é uma excelente parada pra quem deseja se esquentar um pouquinho.

Cracóvia é também um excelente ponto de partida para a visita aos campos de concentração nazistas de Auschwitz e Birkenau (excursão de um dia inteiro) e também para conhecer a Mina de Sal de Wieliczka (excursão de meio dia).

Curiosidades sobre Cracóvia

- Em Cracóvia, Mikołaj Koperniko (Copérnico)  propôs pela primeira vez que o Sol, e não a Terra, era o centro do sistema solar.

- De acordo com o “Índice do Mochileiro de 2013″ (Backpacker Index) do site Price of Travel, Cracóvia é uma das cidades mais baratas do mundo para se fazer turismo – fica em 17º lugar em uma lista com 116 localidades.

- A ideia de criar a Jornada Mundial da Juventude partiu do próprio João Paulo II, após um encontro com jovens em 1984. No ano seguinte, houve nova reunião, e a data foi celebrada pela ONU como o Ano Internacional da Juventude. A primeira edição oficial da JMJ ocorreu em Roma, em 1986.”

- A cidade conta com aproximadamente 499  hotéis credenciados.

Saindo do Brasil, teremos que fazer uma ou duas escalas até Cracóvia. Com um preço de passagens aéreas hoje, de ida e volta, em média de R$ R$ 4352,37 pela Lufthansa. Pela TAM a passagem já  fica em torno de R$ 6054,95 ; a TAP chega a R$10150,73 e a Air France R$ 11085,95. Portanto será necessário pesquisar com bastante antecedência e fazer a compra assim que encontrar alguma boa promoção.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Ensinamentos para a família – Papa Francisco fala no avião

Nosso querido Papa Francisco, nesta viagem ao Brasil, para a JMJ, nos deixou muitos ensinamentos. Transcrevo aqui algumas respostas dele, no avião de volta a Roma,  que interessam a família.

A Igreja sem a mulher perde a fecundidade? Quais as medidas concretas?

Papa Francisco – Uma Igreja sem as mulheres é como o colégio apostólico sem Maria. O papal da mulher na igreja não é só maternidade, a mãe da família. É muito mais forte. A mulher ajuda a Igreja a crescer. E pensar que a Nossa Senhora é mais importante do que os apóstolos! A Igreja é feminina, esposa, mãe. O papel da mulher na Igreja não deve ser só o de mãe e com um trabalho limitado. Não, tem outra coisa. O papa Paulo VI escreveu uma coisa belíssima sobre as mulheres. Creio que se deva ir adiante esse papel. Não se pode entender uma Igreja sem uma mulher ativa. Um exemplo histórico: para mim, as mulheres paraguaias são as mais gloriosas da América Latina. Sobraram, depois da guerra (1864-1870), oito mulheres para cada homem. E essas mulheres fizeram uma escolha um pouco difícil. A escolha de ter filhos para salvar a pátria, a cultura, a fé, a língua. Na Igreja, se deve pensar nas mulheres sob essa perspectiva. Escolhas de risco, mas como mulher. Acredito que, até agora, não fizemos uma profunda teologia sobre a mulher. Somente um pouco aqui, um pouco lá. Tem a que faz a leitura, a presidente da Cáritas, mas há mais o que fazer. É necessário fazer uma profunda teologia da mulher. Isso é o que eu penso.

O que sr. pensa sobre a ordenação das mulheres?

Papa Francisco – Sobre a ordenação, a Igreja já falou e disse que não. João Paulo II disse com uma formulação definitiva. Essa porta está fechada. Nossa Senhora, Maria, é mais importante que os apóstolos. A mulher na Igreja é mais importante que os bispos e os padres. Acredito que falte uma especificação teológica.

Nesta viagem, o sr. falou de misericórdia. Sobre o acesso aos sacramentos dos divorciados, existe a possibilidade de mudar alguma coisa na disciplina da Igreja?

Papa Francisco – Essa é uma pergunta que sempre se faz. A misericórdia é maior do que o exemplo que você deu. Essa mudança de época e também tantos problemas na Igreja, como alguns testemunhos de alguns padres, problemas de corrupção, do clericalismo… A Igreja é mãe. Ela cura os feridos. Ela não se cansa de perdoar. Os divorciados podem fazer a comunhão. Não podem quando estão na segunda união. Esse problema deve ser estudado pela pastoral matrimonial. Há 15 dias, esteve comigo o secretário do sínodo dos bispos, para discutir o tema do próximo sínodo. E posso dizer que estamos a caminho de uma pastoral matrimonial mais profunda. O cardeal Guarantino disse ao meu antecessor que a metade dos matrimônios é nula. Porque as pessoas se casam sem maturidade ou porque socialmente devem se casar. Isso também entra na Pastoral do Matrimônio. A questão da anulação do casamento deve ser revisada. Também é preciso analisar os problemas judiciais de anular um matrimônio. Porque os…eclesiásticos não bastam para isso. É complexo o problema da anulação do matrimônio.

Retirado site: http://blogs.estadao.com.br/jamil-chade/2013/07/29/entrevista-com-o-papa-francisco-quem-sou-eu-para-julgar-os-gays/

sábado, 15 de junho de 2013

A Jornada mundial da juventude e o Papa

A jornada, seu nome já expressa, é para os jovens católicos do mundo inteiro se encontrarem com o Papa, agora o Papa Francisco.

Para começar, a mídia trata-a com excessiva intimidade, que se traduz em desrespeito ao nosso Papa quando o chama apenas de Francisco. Quando se referem ao presidente dos EUA dizem presidente Obama; ao aiatolá, chamam-no por seu título,o mais alto dignitário na hierarquia religiosa islâmica. Portanto, pelo menos por educação, devem chamá-lo de Papa Francisco.

Minha filha caçula comentou que sua professora de história falou, em sala de aula, que o Papa estava promovendo essa jornada para arrebanhar jovens para a Igreja, que estava carente de gente jovem. Grande engano o dela.

A Igreja  já faz esse evento há algum tempo, para congregar os jovens católicos em um encontro mais íntimo com o Papa, o representante de Cristo na terra. Os jovens católicos já são numerosos ao redor do mundo, e precisam deste carinho e intimidade com  aquele que, para nós todos é a antecipação do nosso Pai do céu.

Os professores, principalmente os de história, costumam manipular a história da Igreja, visando mostrar uma entidade fraca, decrépita e decaída por seus princípios, com o objetivo de fazer uma lavagem cerebral em seus alunos, para plantar suas ideias relativistas ou até mesmo atéias. Nenhum deles estudou, de fato, a história real da igreja, sem a visão marxista que aprenderam e teimam em seguir, seja ela verdadeira ou não.

Lamento que vejam assim a nossa Igreja, porém o mal não fica por aí, querem tirar dos jovens alunos a luz da verdadeira fé, para inculcar-lhes falsos conceitos  de vida, onde não há lugar para Deus.

A Jornada Mundial é da Juventude, quer dizer, é com a juventude. Os jovens católicos juntam-se para demonstrar e fortificar seu amor a Deus e à sua mãe, a Igreja, trocando ideias, aprendendo com outros jovens de outros lugares, outras nações, e todos juntos bebendo da mesma fonte. Ninguém nem nada os obriga, só a fé e a graça do batismo.