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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Boa notícia: mais turismo no Vale do Café!

O adjetivo bucólico se refere à vida campestre, à sua pureza e graciosidade. Qualificação bem aplicada à região do Vale do Café – no vale do rio Paraíba.

Além das fazendas visitáveis em Vassouras, Paracambi, Barra do Piraí, Eng. Paulo de Frontin e outros sítios, é um convite a experimentar a boa gastronomia e artesanato diversificado local, as quedas d'água e ao arvorismo. Excelente sugestão para um fim de semana um pouco mais prolongado.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Somos obrigados a nos preocupar com quem tem fome



Por Rafael Carneiro Rocha

A seca mais severa dos últimos 60 anos tem afetado países africanos como Somália, Djibouti, Quênia, Uganda e Etiópia. Na última sexta-feira, 26 de agosto, o porta-voz do Alto Comissariado da ONU para refugiados, Adrian Edwards, lembrou que o pior da crise provocada pela fome na Somália ainda não passou e que ainda há risco de propagação de doenças e aglomeração nos acampamentos.

Porém, além da questão climática, fatores políticos pioram as condições dos moradores daqueles países. O professor Abdi Samatar, da Universidade de Minnesota, que é somali, acrescenta que a tensão entre os seus compatriotas e os etíopes agrava a situação. "Nessa parte do mundo as secas são endêmicas. Elas acontecem a cada poucos anos, mas as pessoas desenvolveram mecanismos para lidar com isso. Esses mecanismos foram destruídos pela guerra civil, pela guerra ao terror e pela ocupação etíope", afirma o professor.

A Àfrica nos alerta! Por mais que a fome nos pareça algo distante, inclusive geograficamente, somos proibidos de ser indiferentes a esta tragédia. Não se pode creditar a existência da pobreza extrema apenas a fatores naturais. Enquanto houver fome no mundo, o egoísmo e a indiferença ainda serão algumas de suas causas. Não é possível que com tanto aperfeiçoamento técnico da produção de alimentos, existam ainda pessoas que não participem da divisão justa da mais elementar das necessidades humanas.

No fim de julho, preocupado com a situação na Àfrica, o Papa Bento XVI assinalou que "está proibido sermos indiferentes diante da tragédia dos famintos e sedentos". A justiça distributiva e a justiça social fazem parte da ética cristã e da Doutrina Social da Igreja.

Fiquemos atentos! A fome no mundo é algo que nos desperta uma preocupação profunda? Damos pão a quem tem fome? Contribuímos com algum projeto caritativo?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Defender a verdade

Por Maria Teresa Serman

O jornal de hoje me esbofeteou, pela mão indireta do ministro da Educação, com a seguinte frase, dita por um auxiliar que pediu para não ser identificado (é sintomático isso): "Não somos o ministério da verdade." Como é que é????????!!!!!!!! Para quem não leu, esclareço: "a verdade" é a norma culta da língua portuguesa, a correção na fala e na escrita, absurdamente autorizada no livro Por uma vida melhor, da professora Heloísa Ramos, que pretende defender o coloquialismo, mas estimula o falar errado, com erros grosseiros como "Nós pega o peixe" e "Os livro".

A autora libera os seus seguidores para soltar essas aberrações, mas adverte que podem ser "vítimas de preconceito linguístico"! Notem que essa é só mais uma face de uma pervertida corrente, que vem se alastrando, de colocar o certo como errado, classificando valores e princípios como preconceito. Que ministério é esse? Que educação essa?

Senti-me agredida por essa covardia do MEC (na verdade não me surpreende, infelizmente, vide a sua postura nos fracassos não assumidos do ENEM) como cidadã e professora, pois, em primeiro lugar, todos devemos defender a verdade. Isso não é autoritarismo, como tenta rotular o ministro e pares, mas caráter, princípios, opinião, responsabilidade.

O ensino da norma culta não significa engessamento da linguagem, como alguns erroneamente apregoam. É fundamental para se manter a estrutura profunda da língua, que vai se modificando pela ação criativa do falante, com atenção às regras estabelecidas. Devemos inovar, criar neologismos, mas sem esquecer a base sólida do léxico. Sem isso, nenhuma língua continua viva, desaparece a unidade linguística que caracteriza uma nação, com seus dialetos, idioletos e regionalismos. Todos têm a mãe única e solidária: a língua pátria.

É uma vergonha que o atual mandatário do MEC e seus colaboradores não enxerguem que a defesa desta mesma língua seja uma questão de soberania, e não de lavar as mãos. Estão em péssima companhia, com sua pusilanimidade criminosa, pois aquele que não sabia o que era a verdade e lavou as mãos de um crime de que foi cúmplice até hoje é execrado. Conhecem Pôncio Pilatos?

domingo, 16 de janeiro de 2011

Dilma e seus ministros zombam dos mortos

Todo o país consternado com a pior catástrofe natural acontecida aqui, com mais de 600 mortos e o governo Dilma já mostra que está se lixando para eles.

Fotos tiradas mais ou menos no mesmo horário:
Reunião de ministros


Teresópolis enterra os mortos em covas rasas
Respeito e vergonha na cara estão em falta no país desta mulher.

P.S. - Até no exterior o contraste acima chocou

Mientras tanto impresionan e indignan las imágenes emitidas anoche por el telediario nacional de la red Globo, con más de 40 millones de audiencia, intercaladas con las sangrantes de la tragedia, de la primera reunión ministerial con los 37 nuevos ministros presidida por Dilma Rousseff, en la que aparecían riendo a carcajadas, algunos masticando chicle y con aire de fiesta. 
http://www.elpais.com/articulo/internacional/informe/oficial/2008/alertaba/riesgo/supondrian/lluvias/intensas/Brasil/elpepuintlat/20110115elpepuint_13/Tes