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quinta-feira, 13 de março de 2014

Nossos filhos são robôs?

Estamos criando pequenos monstrinhos, robôs, não de nascença e sim por opção nossa, porque resolvemos seguir a corrente da informatização e permitir que nossos bebês, desde bem pequenos fiquem plugados nos desenhos, filmes e musiquinha que os embalem, ou até mesmo os hipnotizem, para que fiquem quietos, e nos deem um pouco de sossego.

Um pouco de tudo isso, bem dosado, não faz mal nem prejudica a formação dos filhos, mas fazer disso uma constante, com certeza não poderá dar bons frutos.

Uma situação dessas com muitas horas por dia, vai deixar a criança cada vez mais fechada num mundo virtual, impedindo que sua mente se volte para as descobertas reais neste mundo onde vivemos.

A galinha pintadinha é a coqueluche do momento. Uma ferramenta extremamente eficaz para deixarmos nossas crianças sem ação, em estado de acatalepsia, prontas para ficar em modo de espera, como fazemos com alguns programas de internet.  Ela comerá, dormirá, e passará seu tempo de brincar olhando fixamente para um desenho musicado, com certeza, bem animado, mas que depois das inúmeras vezes repetido, não ensinará nada de novo.

Não estou criticando a ferramenta, ela de fato é muito boa, só proponho que meditemos sobre a forma como estamos utilizando este recurso.  O avião foi uma excelente invenção, mas ao utilizá-lo na guerra causou muita destruição, com seu mau uso.

Precisamos calcular o tempo que vamos expor nosso filho ou filha a ficar na frente de uma TV, ou tablet olhando como um mero espectador, deixando o tempo passar vendo e revendo a mesma coisa, num moto continuo.  


quarta-feira, 23 de março de 2011

REFEIÇÃO E TELEVISÃO NÃO COMBINAM, NÃO

Por Maria Teresa Serman

Parodiando o grande poeta, esta não é uma rima, e muito menos uma solução. É cômodo colocar a criança diante da tela para distraí-la e assim ela comer tudinho. Com um vídeo adequado à sua faixa etária, se ela é pequenininha, tudo bem. Porém, quando já fica mais crescidinha, o lugar de comer é na mesa, com o resto da família, no horário pertinente.

Aparelhos de TV só se alimentam de energia, não de comida, todos sabem disso. Então, não tem razão de ser eles serem "convidados" a participar das refeições. Vão se alimentar, sim, nesse caso, da energia que emana da assembléia familiar, da troca de informações sobre o dia de cada um, dos conselhos que os mais experientes dão aos mais jovens, do amor que a comunicação entre as pessoas faz renovar. Perdem-se oportunidades de ouro quando as vozes se calam e o ruído da mídia se sobrepõe. Sem mencionar, mas já lembrando, as imagens escabrosas que ela anda divulgando.

Á mesa se somam as experiências cotidianas e se assimilam novos conceitos de educação, relacionamento humano e serviço. Serviço de quem preparou a refeição; de quem ajudou a por a toalha e os apetrechos necessários; e também daqueles que ganharam o pão de cada dia com seu trabalho bem realizado, pois é essa dedicação que realmente alimenta a união familiar. Essa sensação de fraternidade que brota das refeições conjuntas é tão verdadeira e antiga, que o próprio Cristo instituiu a Eucaristia durante uma delas.

Como é bom comer, beber, brindar, rir, gargalhar, até corrigir com carinho os modos dos filhos, nesses momentos! Vê-los ali relaxados e desnudados de suas preocupações cotidianas é certamente uma das maiores recompensas ao esforço dos pais em manter a família. Não se deve macular esses momentos sagrados com banalidades e baboseiras.
Mesmo o mundo, com suas notícias alarmantes, pode esperar sua vez para ocupar espaço e subtrair a atenção.

Vamos aproveitar as refeições em família para fortalecer os vínculos de amor e atenção entre marido e mulher, pais e filhos, netos e avós, irmãos e cunhados, sogros, noras e genros. Todos aprendem e ensinam muitas coisas, é fatal para a união familiar não aproveitar essas oportunidades, causa danos que nem sempre se consegue corrigir no futuro. Carpe diem, aproveitemos a família à mesa!

terça-feira, 1 de março de 2011

Contra o Big Brother Brasil

Por Rafael Carneiro Rocha

Precisamos ser firmes. Numa casa minimamente consciente dos valores morais que fundam as sociedades, um programa de televisão como o Big Brother Brasil não deve jamais ser tolerado. Não é Carolice barata. Todos os pais de família precisam ter ciência da catástrofe de um programa televisivo que exibe a baixeza humana da forma mais alienada possível. O fator humano é degradado sem que os envolvidos tenham consciência disso. Pessoas são presas numa casa com o objetivo de eliminar umas às outras, num jogo sádico. Os participantes trocam mentiras entre si, até mesmo por meio de absurdas carícias, para os olhos curiosos de uma nação que só pode estar completamente entorpecida.

Os anunciantes e os produtores desse programa televisivo são como os vendilhões do templo que foram chicoteados por Cristo. São pessoas que colocam o templo sagrado do corpo humano à venda. Os corpos daqueles jovens imaturos que participam do programa são sujeitos a perversidades com o objetivo de gerar lucros para a Rede Globo e os seus anunciantes.

Aos pais preocupados, que não sabem como conter os filhos que insistem em assistir a tais programas, eu recomendo que se valorize nos lares o espírito crítico. Que os filhos tenham acesso a conteúdos culturais de qualidade e a diversões saudáveis. Que se façam tertúlias após o almoço ou jantar, colocando-se temas elevados em discussão. E, principalmente, que os pais passem muito pouco tempo em frente à televisão. Mesmo que sejam inofensivos jogos de futebol ou telejornais, se os pais dedicam mais de uma hora diária à televisão, os filhos terão isso como uma coisa normal e vão querer fazer o mesmo, seguindo os seus próprios gostos.

Cristãos ou não, para os pais verdadeiramente responsáveis, porcarias televisivas não devem adentrar aos lares, nem por “curiosidade sociológica”.

domingo, 15 de novembro de 2009

Algo bom de ser ver na TV

Como atualmente precisamos garimpar a TV para encontrarmos coisas boas para as crianças, fico nas horas vagas, passando os canais a procura de programas que sejam bons e ao mesmo tempo divertidos que atraiam a garotada.

Nestas buscas encontrei um que agradou o meu lado infantil e artístico também – O ART ATTACK – do canal Disney – TV paga.

Um programa onde ensinam muitos artesanatos fáceis de fazer e com idéias bem “maneiras”, como as crianças gostam de se expressar. Ali brinca-se de ser artista, descobre como juntar objetos para criar algo novo. É bem educativo, criativo e leva a criança a usar a imaginação e a pensar. Através de materiais simples e quase sempre sucata, o programa vai ensinando a fazer coisas bem úteis e técnicas que podem ser usadas em trabalhos escolares, dando um tom mais criativo a eles.

Continuando as minhas pesquisas, descobri que o programa de TV já virou revista. Assim temos mais opções de brincadeiras para fazermos em casa, sem gastar muito dinheiro.