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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Esta chegando a hora - as aulas já vão começar

Faltando poucos dias para o início das aulas precisamos sair correndo atrás de bons preços para o material escolar dos nossos filhos.

Esta é uma época de muitos gastos: crianças em casa gastam mais com alimentação e passeios, com o verão aumentam as despesas com as contas de luz e água, e, para completar temos as imensas listas de materiais escolares, com livros caríssimos que nos tiram o couro.

Resolvi este ano comprar em livrarias virtuais, livros usados, esperando ardentemente que estejam em bom estado e de edições atualizadas,  assim conseguindo dar uma driblada nos preços dos livros novos.

Um dos sites de venda de usados é a  Estante Virtual, um site que vende livros  de vários lugares do país e entrega em nossas casas, tipo um "sebo" de antigamente, só que on line. O que precisamos fazer é garimpar bem essas livrarias de sebo e conseguir o melhor entre custo e benefício.

Quanto aos cadernos, lápis, canetas, e outras dessas miudezas de escola, sugiro a Kalunga, costuma ter preços bem em conta. Aqui no Rio de Janeiro existe a Casa Cruz, uma grande papelaria que também tem preços que cabem nos nossos bolsos.

Vamos correr, porque o calor é grande, o cansaço aumenta e as obrigações do dia a dia nos deixam mais elétricas e cansando muito mais fácil.O ideal é sair cedo de casa e pegar as lojam ainda abrindo, assim as encontraremos mais vazias e com seus atendentes com mais boa vontade.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Material escolar - o vilão do mês

No início do ano as famílias sofrem um grande ataque com a compra do material escolar das crianças.
É de se esperar que os livros do segundo grau sejam mais caros, mas o que acontece atualmente são livros do ensino fundamental 1 muito mais caros. Talvez por conta das inúmeras ilustrações, mas nem tanto pelo conteúdo escrito.

Com 1 filho no fundamental 1 podemos gastar só em livros em torno de R$400,00 , isso contando que já se tenha em casa um ou outro aproveitável de outro filho. E o pior disso tudo é quando o colégio tenta exigir cadernos de um determinado tipo, materiais como folhas A4 para a copiadora do colégio, copos descartáveis e uma série de outros detalhes para aulas de artes. E os famosos blocos com o logotipo do colégio? Estes e outros materiais marcados com o logo, só são comprados em lugares determinados pela escola.

Sentimos uma facada no bolso quando somos obrigados a comprar outra gramática porque a professora deste ano exige que seja a X e não a Y, quando quer o dicionário Y e não X que já temos em casa. E por aí vão às exigências das escolas particulares, transformando o ensino numa tarefa quase impossível de se levar adiante. E colocando os pais numa corda bamba e sem saída.

Nós brasileiros ainda somos um povo em desenvolvimento, que não deveria dar-se ao luxo de tantas coisas jogadas fora. O desperdício com o material escolar é imenso e os editores são os que mais lucram com tudo isso.

E para completar ainda temos os livros “consumíveis”, para a criança escrever nele e depois ir para o lixo! Eu poderia fazer uma lista de coisas completamente dispensáveis que os colégios exigem. Eu pergunto qual é a necessidade de encapar um caderno ou livro de capa dura e descartável? E por aí seguem as minhas indagações.

Vamos nos impor ao consumismo desbragado e lutar por nossos direitos, já que cumprimos com nossos deveres. Podemos comprar o material em atacado que sai bem mais em conta, como cadernos, canetas, apontadores, lápis, etiquetas, etc. E enfrentar o colégio para que aceitem sem a imposição de marcas. O bolso agradece e a economia dará para a merenda que se leva de casa por um bom período.