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segunda-feira, 27 de junho de 2016

FILMES ESPECIAIS - uma reflexão para toda a família - parte 1- Físico

DEFICIÊNCIA FÍSICA:

 Para todos nós, que temos filhos, perfeitos ou não, (sempre há um senão num ser humano), segue alguns filmes para assistirmos e fazermos algumas reflexões em família. Tanto para a aceitação das diferenças, de algumas deficiências, quanto para a inclusão dos que nasceram fora dos padrões esperados pela sociedade.

Nada como aprendermos a lidar com as diferenças, com amor e carinho, nunca faltando a caridade.
 Como disse alguém numa rede social:"  Há meninos e meninas que  ninguém convida para os aniversários, por exemplo. Há crianças especiais que querem pertencer a uma equipe, mas que ninguém escolhe, porque é mais importante ganhar, certo? As crianças com necessidades especiais não são raras. Elas só querem o que todos querem: ser aceitas!".



 1 -  Espíritos Indômitos - é um ex-combatente que ficou paraplégico. Ele tenta se adaptar à vida civil, mas como os seus companheiros que também ficaram paralíticos, se sente marginalizado, apesar de ser apoiado por sua noiva.

 2 - Nascido em 4 de Julho - Ron Kovic (Tom Cruise) é um rapaz idealista e cheio de sonhos, que deixa a namorada (Kyra Sedgwick) e a família para ir lutar no Vietnã. Já na guerra, ele é ferido e fica paraplégico. Ao voltar aos Estados Unidos é recebido como herói, mas logo se vê confrontando com a realidade do preconceito aos deficientes físicos, mesmo aqueles considerados heróis de guerra. Ron decide então se juntar a outros para lutar pelos seus direitos, agora negados pelo país que os enviara para a guerra.

3 -  O óleo de Lorenzo - Um garoto levava uma vida normal até que, quando tinha seis anos, estranhas coisas aconteceram, pois ele passou a ter diversos problemas de ordem mental que foram diagnosticados como ALD, uma doença extremamente rara que provoca uma incurável degeneração no cérebro, levando o paciente à morte em no máximo dois anos. Os pais do menino ficam frustrados com o fracasso dos médicos e a falta de medicamento para uma doença desta natureza. Assim, começam a estudar e a pesquisar sozinhos, na esperança de descobrir algo que possa deter o avanço da doença.

 4 - O Homem Elefante -
um desafortunado cidadão da Inglaterra vitoriana portador do caso mais grave de neurofibromatose múltipla registrado até então, tendo 90% do corpo deformado. Exibido como monstro em circos e considerado débil mental pela sua dificuldade de falar, é salvo por um médico, Frederick Treves (Anthony Hopkins). No hospital Merrick se libera emocionalmente e intelectualmente, além de mostrar ser uma pessoa sensível ao extremo.

 5 -  Uma janela para o céu - uma jovem de 18 anos que vive nos Estados Unidos de 1955. Ela se revela como um grande talento no esqui, e todos apostam que a menina ganhará os Jogos Olímpicos de Inverno de 1956. Mas acontece um acidente, e Jill quase morre depois de uma perigosa queda na neve. Ela não perde a vida, mas fica paralisada do pescoço para baixo, e impedida de praticar esportes para sempre. Jill começa então a enfrentar outra batalha: Reaprender a viver, agora com uma deficiência grave. Para isso ela terá que contar com o apoio de familiares, pais e amigos.

 6 -  Meu pé esquerdo - Christy Brown (Daniel Day-Lewis), filho de uma humilde família irlandesa, nasce com uma paralisia cerebral que lhe tira todos os movimentos do corpo, com a exceção do pé esquerdo. Com o controle deste único membro ele torna-se escritor e pintor.

 7 -  Os Melhores Anos de Nossas Vidas - O ex-sargento Al Stephenson (Fredric March), o ex-piloto Fred Derry (Dana Andrews) e o marinheiro Homer Parrish (Harold Russel) retornam para casa após combater na Segunda Guerra Mundial. Dispostos a recomeçar a vida, os três veteranos vão ter de conciliar os traumas de guerra e vencer o difícil período de readaptação com suas famílias e antigos empregos.

8 - Intocáveis - um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabelece, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Arrumação para a escola – a saga!

Por Raquel Suppi

Nós temos três filhos, dois príncipes e uma princesinha. Por enquanto, somente os meninos vão à escola. Como estudam no turno da manhã, o nosso dia já começa bem animado e corrido!
Na realidade, os instantes que antecedem a saída para o colégio são marcados por muita preguiça e enrolação, por parte dos pequenos. Não importa o quanto tenham dormido a noite – e nós procuramos ser bastante diligentes com a hora de irem para a cama –, quando chega o momento de se arrumar para a aula, a sonolência impera!

O curioso – e ainda vou descobrir alguma razão cientificamente comprovada para isso – é que, nos finais de semana, férias e feriados, a moleza matinal é reduzida de forma considerável, bem mais do que gostaríamos! Despertam logo cedo, sem ninguém precisar chamar, e ficam ansiosos para a primeira atividade do dia.

Para ser franca, acordar não é a maior dificuldade. Raramente eles dão trabalho para isso. O problema é quando escutam: “É hora de se arrumar para a escola!”. Não sei bem o que acontece quando pronunciamos esta frase, mas por mais que já tenham perdido totalmente o sono, levantar e fazer qualquer movimento parece simplesmente a coisa mais difícil e torturante da face da terra, para eles. E aí começa a luta: contra a preguiça e contra o tempo!

Nesses momentos, dependendo do dia, da pressa, de como foi a noite e do humor (dos pais e dos filhos), meu marido e eu podemos reagir de três maneiras diferentes. A primeira: com paciência e criatividade, tentando convencer os filhos a se levantarem numa boa, através de brincadeirinhas, mesmo sabendo que isso pode levar mais tempo (mas, pelo menos ninguém começa o dia se estressando). A segunda: agimos de forma mais dura e menos tolerante, sabendo que a resposta deles será mais rápida, mas que provavelmente vai ter muita cara feia e talvez algumas brigas, também (e ninguém quer começar o dia assim). A terceira: ficamos no meio termo, com umas gracinhas aqui e umas broncas acolá.

Deu para perceber o nível da animação? Pois é! Fazia tempo que eu vinha pensando em uma maneira de tornar as nossas manhãs mais ágeis e menos corridas. Queria encontrar uma forma de conseguir motivar as crianças a corresponderem e colaborarem mais rapidamente. Então, numa bela tarde, enquanto mexia na agenda do celular, tive um “estalo”! Estava justamente checando os meus compromissos do dia, quando tive a ideia de incluir, no mesmo aplicativo, as atividades das crianças, como forma de alertá-las. Explico melhor.

Fiz uma espécie de passo a passo, desde a hora de acordar até sair de casa, para a escola. Dividi as atividades em 6 etapas, cada uma com aviso sonoro e tendo espaço de 10min entre elas. Tipo, às 6h10min toca para levantar e tomar leite; às 6h20min, para ir ao banheiro, lavar-se e escovar os dentes; às 6h30min, tirar o pijama, vestir o uniforme e se calçar... E assim vai, até arrumar a cama e aguardar a hora de sair.

Na noite daquele dia, antes de dormirem, conversei com eles sobre a programação e o aplicativo, explicando como seria, ao acordarem. Fiz parecer um jogo, e eles encararam exatamente assim, especialmente o primogênito, de 7 anos. Eu sabia que se conseguisse a atenção do mais velho, o do meio, de 4 anos, seguiria os passos do irmão. Não deu outra! A manhã seguinte virou uma disputa animada e saudável contra o “bipes” do celular. Queriam estar sempre adiantados, concluindo uma tarefa e passando para a próxima antes do alarme tocar. Ficaram prontos com antecedência e, o melhor, sem estresse! 

Eu até pensava que essa ideia, simples e acessível, acabaria nos ajudando de alguma forma, mas confesso que não imaginava que seria tanto assim, tampouco que a criançada iria aderir tão fácil e rapidamente. A tal agenda do celular, que já me auxiliava bastante, fez e continua fazendo sucesso com os filhos. E espero que continue bombando por muito tempo. 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Para alegrar a festa- Brigadeiro de paçoca

Minha sobrinha fez para o aniversário do filho de três anos esse brigadeiro, não houve quem não gostasse, ficou uma delícia. Para mim, mais gostoso do que o brigadeiro de chocolate, mas eu sou suspeita, porque adoro amendoim em tudo!

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • 15 paçocas
  • 1 colher de sopa de margarina

Modo de preparo:

Desmanche 12 paçocas numa panela junto com os demais ingredientes. Misture e leve ao fogo sem deixar de mexer até engrossar, desligue e deixe esfriar um pouco. Ainda morno, coloque em corpinhos e botar os farelos de 3 paçocas para enfeitar.

Agora, é só servir. É ótimo para festa de São João e demais festas. Bom apetite!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Colocando ordem com as crianças

Que mãe que não está sempre atribulada e tendo que se desdobrar com seus filhos? Que tal dividir as tarefas do lar com as crianças? Eles aprendem brincando e ajudam ao mesmo tempo.

É muito simples: partimos do princípio de que se são capazes de aprender tal coisa, estão imediatamente prontos para executá-la sempre. Quando a criança consegue executar um pedido como: pegue água na geladeira, ela poderá sempre buscar sua própria água, ou até mesmo pegá-la para um irmão menor.

Conforme os filhos vão crescendo, podem ir aprendendo pequenas tarefas que serão de grande auxílio para as mães. Guardar meias e cuecas nas gavetas, brinquedos no cesto, roupas sujas na área de serviço. 

Como meu pai gostava de repetir para nós quando éramos pequenas: “cada coisa em seu lugar, poupa tempo e muito falar”, isso pode ser uma brincadeira entre as crianças,  ver quem recolhe mais brinquedos, ou ver quem consegue guardar mais roupas na gaveta certa. Tudo isso estimula a ordem e a colaboração dos nossos filhos com as tarefas, e ainda ajuda a responsabilizá-los por seus pertences e pela arrumação do ambiente onde vivem. 

Podemos ter certeza de que com o passar do tempo, eles gostarão de viver sempre em ambientes limpos e arrumados. Sentirão também que são tão donos da casa quanto seus pais, e farão o possível para que tudo fique organizado. 

Para nós mães e pais, parece que passamos a vida repetindo a mesma ladainha, mas o tempo mostrará que valeu a pena essa insistência.

Pra completar, e refletirmos um pouco, diante de toda essa modernidade em que vivemos, segue um ditado que minha sogra adorava usar: " trabalho de criança é pouco, mas quem não aproveita é louco".

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Ensinando aos filhos consumir

Quem tem um filho só tem mais dificuldades para educá-lo na sobriedade, já quem tem mais de um pode, e deve, com certeza, educá-los sendo menos consumistas, observando mais como e no que gastar o que se tem.

Hoje, conversando com amigas, concordamos todas na necessidade urgente de trabalhar com as crianças desde cedo a serem sóbrias, isto é, a economizar em tudo que é supérfluo. Cada vez mais encontramos apelos na mídia para aumentar o consumo e acabamos criando necessidades que não existem, mas passam a ser fundamentais, apenas pelo fato do apelo que existe no entorno do assunto.

Vamos exemplificar: festas em casa de festas, a elaboração detalhada da mesma, todo o seu requinte; o tênis da moda, com a luz que acende em todos os cantos; o agasalho da Disney, o vestido de marca X, Y e Z; o brinquedo que anuncia na TV. Isto se vê diariamente nas famílias, até as mais pobres e simples: pais se culpando por não poderem dar essas coisas aos filhos, ou até se encalacrando, criando dívidas enormes para fazer a tal festa, ou para pagar um passeio exorbitante, porque seu rebento quer porque quer ir junto com os amigos a tal lugar. 

Estamos em boa época, de carestia no país, que propicia a darmos este tom à educação dos nossos filhos. Será muito proveitoso para o futuro deles.

Queremos e devemos criar os filhos sempre visando o futuro de cada um: serem homens e mulheres de bem. Então coloquemos a imaginação para funcionar, indo contra essa maré de consumo indiscriminado, sem freio. Nossos filhos precisam mais de nós do que de inúmeros pares de sapatos de marca. Todas as vezes que criamos necessidades maiores e muitas expectativas, acabamos por nos desiludir e ficamos frustrados com os resultados que não foram ao nível do que desejamos.

É muito bom sonhar, ter metas, desejar ser melhor, mas é importante saber dos nossos limites e saber lutar para chegar aos nossos objetivos. A arte de ser feliz com o que se tem, sem desejar o que o outro consegue ter. A felicidade não esta no que temos, está nas pequenas vitórias do nosso dia a dia: num sorriso, num beijo, num abraço, numa conversa animada, num convívio entre amigos e familiares. Vamos valorizar mais essas coisas na educação das nossas crianças.

Podemos fazer uma tarde de filme com pipocas, em casa, chamando alguns amiguinhos para compartilhar desse momento gostoso, sem gastar muito. Ou comemorar o aniversário de outro com um piquenique num parque próximo. Estar bem vestidos, com gosto, procurando as vestimentas em lojas mais em conta. Com imaginação, e com sentido de economia vamos conseguir fazer muitas coisas boas, sem gastar muito. Assim vamos educá-los para viver num mundo da maneira em que ele estiver, e ainda com alegria e bom humor.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Bolo salgado - para o lanche da garotada

Esse bolo salgado é bom para aqueles dias de poucas opções em casa, para alegrar a criançada. Também para quando chega uma visita inesperada, e queremos dar um ar mais festivo ao lanche.

Ingredientes:

  • 2x de farinha de trigo
  • 2x de leite
  • 1x de óleo
  • 3 ovos
  • 2 colheres de fermento em pó
  • 3 colheres de queijo ralado.

Recheio:

Pode ser de sardinha, ou atum, ou presunto picadinho, ou apenas de legumes cozidos, mas sempre colocando junto um molho de tomates, para ficar mais molhadinho. Temperar o recheio com sal.

Modo de fazer:


Misture os ingredientes no liquidificador, batendo bem. Só deixe o fermento para o final, e misture-o com uma colher de pau.

Unte um pirex ou forma média, despeje um a metade da massa e por cima dela ponha o recheio, depois é só cobrir com o restante da massa. Por cima de tudo coloque queijo ralado e orégano.

Leve ao forno e deixe-o até dourar bem. Aproximadamente 35 minutos

Dicas: Servir quente. Caso use legumes, refogue-os para que cozinhem com sabor. Caso use atum ou sardinha em conserva, amasse bem para que não fiquem pedaços grandes. Podemos usar no recheio um molho com linguiça bem esfarelada.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Viajando com seu bebê

Por Manu Freitas

Viajar é muito bom, mas sempre requer tempo para sua preparação. Se arrumar as malas é algo trabalhoso para os adultos, imaginem quando as crianças completam o grupo!

Resolvi escrever este artigo devido a segunda viagem do meu filho. Na primeira, as malas e objetos foram bastante reduzidos, pois ele tinha apenas três meses e apenas mamava no peito.
Nesta viagem, já com 9 meses e comendo alimentos sólidos durante todas as refeições, houve toda uma logística a ser preparada.

1º Viajando de carro

De Recife a Natal são quase 4 horas de viagem. Preparei uma mamadeira de suco e dois potinhos com frutas picadinhas. Uma mamadeira com água.

Ele dormiu boa parte da viagem, e só acordou quando já estávamos na entrada de Natal. Ou seja, acordou louco de fome! Mas por estar tudo pronto não precisamos parar.

2º Almoço e Jantar

Liguei com antecedência para o hotel para me informar sobre o café da manhã, e se havia taxa extra para o café da manhã de um bebê. Fui informada que era cortesia, então durante o horário da manhã sua alimentação estava certa.

Para o almoço, preparei pequenas porções individuais, uma para cada dia da nossa estadia. Congelei e mantive no frigobar, que se manteve congelado. No horário do almoço, no hotel ou no shopping, pedimos para descongelar no microondas e servimos. A preocupação de levar o almoço deu-se devido o preparo ser sem sal (até completar 1 ano de idade).

Para o jantar, ao chegarmos a Natal, fomos ao supermercado comprar frutas para fazer sucos, vitaminas ou simplesmente picar. Serviu tanto para o jantar quanto para os lanches.

3º Onde dormir

Assim como para o café da manhã, informei-me por telefone e no momento da reserva sobre a existência de berço no hotel. No momento em que chegamos o berço foi levado ao quarto.

4º Utensílios

Listarei os itens que levei nesta viagem:

Mixer (para sucos e vitaminas)
  Esterilizador de mamadeiras e chupetas - para micro-ondas (utilizado o micro do restaurante do hotel)
1 faca
1 colher de sopa de inox (amassar os alimentos ou medir)
Pratinhos com tampa (3)
2 mamadeiras para sucos e vitaminas
2 mamadeiras para água
1 colher para servir
1 esponja (para lavar tudo o que foi utilizado - no banheiro mesmo, não há outra solução)
Sabão de coco (para lavar as fraldas de pano e roupas mais sujas com comida, evitando manchas até a volta para casa)
Guardanapos de papel
Pote com divisórias para leite em pó

Obs: Um forninho ajudaria no momento de esquentar o almoço dele, sem necessidade de ir até o restaurante só para isso, mas não foi indispensável. O que fez falta foi um garfo de inox para auxiliar na hora de amassar as frutinhas para o lanche, seja no quarto do hotel ou na rua.

5º Alimentos

Leite em pó
Frutas

  • Para o caminho: manga e mamão picados + suco de melão
  • Comprados no supermercado em Natal: kiwi, melão descascado e cortado, banana, ameixa roxa

Água mineral
Água de coco
Almoço congelado (seleta de legumes, frango,...)


Um detalhe muito importante que não pode ser esquecido é a exposição do bebê ao sol. Compramos o Sundown FPS 60 (Bloqueador solar kids 6h).
Os horários recomendados para o banho de piscina: até as 10h e após as 16h (variando de região para região. Para não correr riscos melhor não passar das 9h da manhã).
Também é importante levar na mala alguns medicamentos essenciais.
Tylenol em gotas (e um termômetro, claro), Salsep (para o nariz entupido) e Luftal (gases) são alguns exemplos.


Com uma boa dose de organização a sua viagem será tranquila e seu bebê irá adorar estar lugares diferentes.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Um bolo pra todos os gostos

Que tal ter a receita de um bolo básico e poder ir acrescentando algum ingrediente novo, para dar aquele ar melhorado ou sofisticado?

Quase sempre nos casamos sem experiência de cozinha, e acabamos repetindo muito um único prato de doce ou salgado, porque não sabemos fazer novidades. Agora, com a internet temos acesso a tudo quanto é receita, assim sendo fica tudo bem mais fácil.  Então, mãos a obra com essa receita que vai a seguir. Com ela podemos por a imaginação pra funcionar.


Bolo simples:

Ingredientes:

1x de manteiga ou margarina
4 ovos (as claras devem ser batidas em neve e reservar)
2x de açúcar
1x de maisena
2x de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó, bem cheia.
1x de leite de vaca

Modo de fazer:

Bater na batedeira as gemas, o açúcar e a manteiga. Depois de bem batido ir acrescentando aos poucos  a farinha, o leite, a maisena. E por último o fermento, já sem bater, só misturando e em seguida as claras em neve.(misturando com colher de pau).

Untar uma forma ou tabuleiro médio, despejar nele a massa de forma uniforme.Levar ao forno aquecido.

Podemos acrescentar na massa: chocolate, uma xícara, ou frutas cristalizadas, ou amendoim moído. Podemos também, ao retirar o bolo do forno, umedecê-lo com suco de uma laranja pera, cobrindo-o com açúcar peneirado. 

Enfeitando por cima deste açúcar peneirado, frutas frescas como morangos ou cerejas. Só usar a imaginação!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

“Alegria do Amor” – À LUZ DA PALAVRA - parte 1

Nosso Papa Francisco escreveu uma bela carta apostólica, em abril deste ano. Vou transcrever aqui aos poucos, algumas partes, para que reflitamos sobre os pontos que mais tocam as famílias.

A ALEGRIA DO AMOR que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja. Apesar dos numerosos sinais de crise no matrimônio, «o desejo de família permanece vivo, especialmente entre os jovens, e isto incentiva a Igreja». Como resposta a este anseio, «o anúncio cristão sobre a família é verdadeiramente uma boa notícia». .............”.

À LUZ DA PALAVRA

A Bíblia aparece cheia de famílias, gerações, histórias de amor e de crises familiares, desde as primeiras páginas onde entra em cena a família de Adão e Eva, como seu peso de violência, mas também com a força da vida que continua (cf. Gn 4), até às últimas páginas onde aparecem as núpcias da Esposa e do Cordeiro (cf. Ap21, 2.9).As duas casas de que fala Jesus, construídas ora sobre a rocha ora sobre a areia (cf. Mt 7, 24-27), representam muitas situações familiares, criadas pela liberdade de quantos habitam nelas, porque – como escreve o poeta – «toda a casa é um candelabro». Agora entremos numa dessas casas, guiados pelo Salmista, através dum canto que ainda hoje se proclama nas liturgias nupciais quer judaica quer cristã:

Felizes os que obedecem ao Senhor e andam nos seus caminhos.
Comerás do fruto do teu próprio trabalho: assim serás feliz e viverás contente.
A tua esposa será como videira fecunda na intimidade do teu lar; os teus filhos serão como rebentos de oliveira ao redor da tua mesa.
Assim vai ser abençoado o homem que obedece ao Senhor. O Senhor te abençoe do monte Sião!
Possas contemplara prosperidade de Jerusalém todos os dias da tua vida, e chegues a ver os filhos dos teus filhos. Paz a Israel!» (Sl 128/127, 1-6).

Cruzemos então o limiar desta casa serena, com a sua família sentada ao redor da mesa em dia de festa. No centro, encontramos o casal formado pelo pai e a mãe com toda a sua história de amor. Neles se realiza aquele desígnio primordial que o próprio Cristo evoca com decisão: «Não lestes que o Criador, desde o princípio, fê-los homem e mulher?» (Mt 19, 4). E retoma o mandato do livro do Génesis: «Por esse motivo, o homem deixará o pai e a mãe, para se unir à sua mulher; e os dois serão uma só carne» (Gn 2, 24).

Aqueles dois primeiros capítulos grandiosos do Génesis oferecem-nos a representação do casal humano na sua realidade fundamental. Naquele trecho inicial da Bíblia, sobressaem algumas afirmações decisivas. A primeira, citada sinteticamente por Jesus, declara: «Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher» (1, 27). Surpreendentemente, a «imagem de Deus» tem como paralelo explicativo precisamente o casal «homem e mulher». Quererá isto significar que o próprio Deus é sexuado ou tem a seu lado uma companheira divina, como acreditavam algumas religiões antigas? Não, obviamente! Sabemos com quanta clareza a Bíblia rejeitou como idolatrias tais crenças, generalizadas entre os cananeus da Terra Santa. Preserva-se a transcendência de Deus, mas, uma vez que é ao mesmo tempo o Criador, a fecundidade do casal humano é «imagem» viva e eficaz, sinal visível do ato criador.

O casal que ama e gera a vida é a verdadeira «escultura» viva (não a de pedra ou de ouro, que o Decálogo proíbe), capaz de manifestar Deus criador e salvador. Por isso, o amor fecundo chega a ser o símbolo das realidades íntimas de Deus (cf. Gn 1, 28; 9, 7; 17, 2-5.16; 28, 3; 35, 11; 48, 3-4). Devido a isso a narrativa do Génesis, atendo-se à chamada «tradição sacerdotal», aparece permeada por várias sequências genealógicas (cf. Gn 4, 17-22.25-26; 5; 10; 11, 10-32; 25, 1-4.12-17.19-26; 36): de facto, a capacidade que o casal humano tem de gerar é o caminho por onde se desenrola a história da salvação. Sob esta luz, a relação fecunda do casal torna-se uma imagem para descobrir e descrever o mistério de Deus, fundamental na visão cristã da Trindade que, em Deus, contempla o Pai, o Filho e o Espírito de amor. O Deus Trindade é comunhão de amor; e a família, o seu reflexo vivente. A propósito, são elucidativas estas palavras de São João Paulo II: «O nosso Deus, no seu mistério mais íntimo, não é solidão, mas uma família, dado que tem em Si mesmo paternidade, filiação e a essência da família, que é o amor. Este amor, na família divina, é o Espírito Santo».[6] Concluindo, a família não é alheia à própria essência divina.[7] Este aspecto trinitário do casal encontra uma nova representação na teologia paulina, quando o Apóstolo relaciona o casal com o «mistério» da união entre Cristo e a Igreja (cf. Ef 5, 21-33).

Do site:https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20160319_amoris-laetitia.html

terça-feira, 7 de junho de 2016

Biscoitos para a família - Biscoito de Nata

Como atualmente está cada vez mais difícil encontrarmos nata no leite, pensei em substituir a nata por creme de leite, sem soro, e deu certo. Segue a receita:

Ingredientes:


1 pacote de polvilho doce
2 colheres de manteiga
1 copo de nata (ou creme de leite)
1 gema
4 colheres de sopa de acócar

Modo de preparar:

Misture todos os ingredientes, menos o polvilho. Depois de bem misturado, acrescente o polvilho, e vai amassando com as mãos a massa até ficar bem homogênea.

Untar um tabuleiro com manteiga ou margarina,  e ir fazendo biscoitinhos, no seu feitio favorito.
Caso conte com a ajuda das crianças, o ideal é fazerem bolinhas e achatar em cima.

Levar ao forno médio para assar.

Quando estiverem dourados, retire do forno e deixe esfriar.

Pode ser armazenado em lata, após esfriar.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Uma pequena reflexão - O incentivo é valioso para os filhos

As famílias felizes incentivam muito mais do que criticam.

Há definitivamente um tempo e lugar para a crítica construtiva nas famílias, mas as famílias felizes descobriram que o incentivo pode trazer melhorias positivas muito mais eficazes do que a crítica constante. O incentivo também fomenta um clima de segurança e de acolhimento para cada pessoa na casa.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

O impacto de ser mãe e pai

Nunca paramos para pensar como a nossa vida muda com a maternidade ou a paternidade, eu pelo menos não pensei nessa mudança radical, antes que acontecesse.

Casar, pensar em ter filhos, engravidar, até aí tudo simples e normal, principalmente para quem se casa jovem e completamente inocente a respeito das responsabilidades que está assumindo. Porém, no momento em que nasce o primeiro filho nos deparamos com um nascimento novo dentro de nós. Além do filho, nós nascemos para essa nova vida.

Ser mãe é diferente de nos formarmos em qualquer outra profissão, ou de exercermos um cargo no trabalho. A mãe não deixa de sê-lo nem dormindo. A partir do momento da sua primeira maternidade, ela desenvolver vários sentidos que nem imaginava ter. Uma mãe aprende com seu filho, e não termina nunca de aprender, como cada filho que tenha. Um pai aprende também na marra a se dar a seu filho.

Mesmo existindo cursos e mais cursos sobre a maternidade, nada ensina sobre o impacto que é ver-nos sozinhos com esse ser pequeno e frágil, totalmente dependente de nós. Ela é vivida no dia a dia, assim sendo vamos cuidando, e criando, cada um desses seres que não chegam com um manual de instruções. É um deslumbre diário, um encantamento que ao mesmo tempo requer lutas e sacrifícios, tanto da mãe quanto do pai. 

O casal vive então uma nova realidade, onde o amor deles se desdobrou em outra pessoa, precisam sair de dentro de si e dar-se cada vez mais, precisa aprender a superar o “nós dois”, para viver o “nós todos”. 

Esse impacto vai suavizando com o passar dos dias, meses, anos, e com a chegada de outro e outro filho. Vamos ficando craques em reconhecer um choro, um barulho diferente, um olho caído de febre, um sorriso maroto de arte. Nada como um primeiro filho para nos ensinar tudo isso.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Vivendo a vida dos filhos

Quando minha sogra faleceu, nós, meu marido e eu, já tínhamos 20 anos de casados, e esperávamos a oitava filha. Ao arrumar suas coisas, encontrei um diário, dois cadernos escritos à mão, não resisti e comecei a ler.

Além de ser uma pessoa boníssima, sempre solicita ajudando a todos, alegre e otimista, acabei descobrindo que sua vida era: a vida de seu único filho, minha e de seus netos. Ela respirava nossos problemas, nossas vitórias, nossas alegrias e tudo que acontecia conosco. Na época fiquei impressionada. Eu era jovem, e estava vivendo bem intensamente a vida da minha família. Hoje vinte anos depois me vejo numa situação semelhante, e compreendendo então todo o carinho e preocupação que ela tinha conosco. 

O amor pela família só aumenta com o passar dos anos. Todos os filhos, mesmo sendo muitos, são únicos. Têm suas peculiaridades e necessitam de tratamento diferenciado. 

Bem, ela teve a vida de um filho para viver junto, para respirar o mesmo ar e sofrer e se alegrar. Quem tem mais filhos, com certeza vai ter muitas vidas para viver e saborear das suas alegrias e sofrer junto com seus dissabores.  É sair de dentro de si, deixar todo egoísmo de lado, voltar-se para fora, para aqueles que já não precisam quase dos nossos cuidados, e acompanhar sua evolução, torcendo para dar tudo certo sempre, porém atenta para ajudar a levantar quando caírem. 

Assim, penso eu, deve ser toda mãe e todo pai, culminando sua felicidade presenciando a felicidade de seus filhos.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Mãe e Profissional

Por Manu Freitas
Qual mulher nunca se viu cercada de atividades e prazos a cumprir? Realizar várias funções ao mesmo tempo faz parte do cotidiano de todas as mulheres. Pesquisas comprovam que ser multitarefa é característico do gênero feminino. Executar diversas atividades simultaneamente é um processo natural, e gradativamente a mulher passa a desempenhar papéis que vão se acumulando. Ao casar, automaticamente passamos de filhas a esposas e donas-de-casa.

Se estes novos papéis, por si só, já trazem uma carga de responsabilidades determinantes para o pleno andamento do lar, quando nos tornamos mães o universo de tarefas a serem executadas aumenta em proporção exponencial. O tempo da licença maternidade faz-nos sentir super mães, supermulheres. Conseguimos acompanhar todos os movimentos e descobertas do bebê sem descuidar da casa. Porém, com a proximidade do fim da licença, o pesadelo do afastamento do rebento, mesmo que por algumas horas, faz surgir uma possibilidade antes nunca cogitada: parar de trabalhar.
Sim, as esposas, donas-de-casa, mães E profissionais, certamente já se viram nesta situação. A revista Crescer realizou uma pesquisa, onde 62% das mulheres entrevistadas responderam que parariam de trabalhar se fosse possível. Ou seja, é normal cogitar esta possibilidade, e mais normal ainda, logo em seguida, se imaginar apenas cuidando da casa e dos filhos e desistir de pedir demissão. O sentimento de que sempre estamos devendo algo a alguém quando se é esposa, dona-de-casa, mãe, profissional E estudante (a lista continua crescendo...) é natural, pois queremos ser excelentes em tudo, e, além disso, trabalhar em algo que nos realize; tudo sem deixar de estar lindas!
Imaginar que podemos ser excelentes esposas, donas-de-casa, mães, profissionais realizadas, estudantes aplicadas, lindas E amigas presentes é o sonho de toda mulher, mas... precisamos aceitar as nossas limitações, do contrário a frustração ao confundir excelência com perfeição pode trazer consequências de grandes proporções.
Não somos perfeitas, e nunca seremos. Podemos achar que somos capazes de fazer tudo, porém efetivamente nada sairá como imaginamos, porque a vida real não é novela. Somos limitadas, e neste ponto o papel do marido-pai é essencial. Dividir as tarefas não torna a mãe menos mãe, pelo contrário, pois menos sobrecarregadas estaremos mais inteiras para nos dedicarmos com empenho ao que pretendemos fazer.

Nada pior do que levar trabalho para casa, ou os problemas de casa para o trabalho, porém estas são situações que podem acontecer, mas de forma alguma podem se tornar rotineiras.
A organização é a palavra chave para uma rotina saudável. Toda mulher necessita de um momento só seu. Ir ao salão fazer as unhas, arrumar o cabelo ou simplesmente tomar um banho demorado e passar creme no corpo com calma são ocasiões que não podemos abrir mão, pois antes de tudo não podemos esquecer a nossa essência, o cuidado conosco. Se descuidarmos de nós enquanto mulheres, poderemos cair no erro de culpar os demais por nossas frustrações, angústias e renúncias, quando em momento algum nos foi imposto abdicar da nossa individualidade.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Cinto de segurança - um dever de todos

Já foi o tempo em que o cinto de segurança era uma peça decorativa em carros de luxo. Ainda vemos muitos, da antiga, contar vantagens dizendo que era do tempo em que as crianças andavam no bagageiro do Fusca, lindos leves e soltos. Os que sofreram acidentes por falta de cinto, não sobreviveram pra contar o quando lamentaram a falta. 

Hoje, parece que se peca pelo excesso de cuidado, exigindo-se o uso de cintos de segurança, cadeirinhas especiais para cada faixa etária das crianças, proibição de crianças no banco da frente, porém muitas dessas regras foram criadas após verificarem tantos acidentes que poderiam ter salvado muitas pessoas, caso usassem esses itens de segurança. 

Confesso que sou do tempo em que criança viajava no banco da frente, colocávamos vários no bagageiro dos carros grandes, num carro de cinco lugares sempre cabiam uns sete. Todos iam felizes e contentes; e claro com os anjos da guarda protegendo, e nos livrando de acidentes graves. 

Muitas pessoas acham que podem soltar os cintos quando já estão perto de casa.  Ou colocá-lo quando já estão a caminho, pelas ruas.  Assim fez meu marido há alguns dias atrás. Infelizmente os pedais se confundiram, e nada do carro parar. Desceu a rampa do sítio completamente solto. Foi de encontro ao portão, sem contar que tinha gente pelo caminho. 

Bom, aconteceu um milagre e, mesmo com o carro se espatifando contra o muro, ele saiu só com leves escoriações e fortes dores no peito, causado pelo impacto do volante contra ele. Esse foi um dos poucos casos onde não houve vítimas, graças a Deus. Caso ele estivesse com o cinto não teria sofrido tanto com o volante. 

São pequenos cuidados que precisamos ter ao dirigir nossos veículos que só nos trarão benefícios. Vamos conscientizar nossos filhos, com certeza eles nos policiarão e nos cobrarão atitudes condizentes com o que ensinamos. Então é importante que usemos todos os equipamentos, e dirijamos com bastante atenção e cuidado redobrado. 

Apesar de não ser proibido, (pelo que eu saiba), andar com crianças na garupa de moto é uma grande temeridade. Toda segurança deles está nos seus pequenos bracinhos ao entorno do condutor. Vamos pensar melhor antes de levá-los numa motocicleta.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Repelente Infantil

Por Manu Freitas

Quando o assunto é mosquito, não há mãe que não se irrite. E muitas vezes, apesar de tentarmos dar uma de caça-mosquitos, eles conseguem se esconder e atacam nossos pequenos a qualquer momento, principalmente à noite.
Um recurso que pode ser utilizado com cuidado e moderação é o repelente. Particularmente, não é algo que me agrade. Acho o cheiro desagradável e a sensação de que pode surgir uma alergia ou encostar no olho com as mãos sujas com o produto não me deixa 100% tranquila.

Após utilizar algumas marcas de repelentes infantis, compramos aqui em casa o Repelente Infantil HUGGIES Turma da Mônica.

Ainda não havia usado, mas no retorno às aulas percebi a perninha do meu filho do meio cheia de picadas de inseto. No 2º dia de aula recorri ao repelente e tive uma grata surpresa. Cumpre o que promete na embalagem. Rápida absorção, e tem um cheirinho ótimo. Nem parece repelente.

Pode ser utilizado em bebês a partir de 6 meses.

Recomendamos!

Do Blog: http://bebe-a-ba.blogspot.com.br/

sábado, 21 de maio de 2016

A tolerância entre os membros da família.



Falo tolerância, porque por mais que amemos uns aos outros dentro de casa, muitas vezes, pelo excesso de convívio é de intimidade, perdemos a paciência com o outro, por diferenças de temperamento ou outras razões. 

 
Neste momento temos que exercitar a tolerância.  Aceitar o outro como é ou abstrair-se do que ouviu ou viu. 

Não pode haver harmonia num lar onde seus membros discutem em toda refeição que fazem em conjunto. Estes momentos devem ser de paz, conversas agradáveis , para que a comida nos faça bem. Sacie a fome e o espírito.

Pessoas alegres, bem humorada aproximam, sabem ter jogo de cintura para contornar uma conversa pesada, e mudar de assunto sem transformar em brigas.

Em uma refeição, com a família reunida é uma boa ocasião para todos contarem como foi seu dia, as novidades, os sucessos, as lutas, e cada um conta com o apoio dos outros membros. Quando os assuntos polêmicos e difíceis começam é a hora mãe, ou do pai darem uma volta no assunto, para que a conversa continue em tom ameno, agradando a todos. Deixemos os assuntos pesados para outro momento, pós refeição. A digestão agradece.

Precisamos nos desarmar para conversarmos em família; a hora do jantar não é um programa de competições para mostrar quem é o melhor, ou o mais esperto, é um momento de descontração e alegria.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Insônia de mãe

Hoje tenho muita insônia, mas já tive muito sono e não pude dormir. Ora porque um filho adoecia, ora porque as preocupações por cobri-los me levava a várias rondas noturnas, para ver se estava tudo bem, para evitar as doenças, e até mesmo para aprontar algum serviço da casa, ou preparar uma festinha de aniversário de alguma das crianças. 

Hoje, quase todos criados, começam as outras preocupações, quem saiu quem vai chegar tarde, como está fulano, o que posso fazer pra ajudar; assim sendo
o bendito sono que tanto me atormentou na juventude foge sorrateiramente dos meus olhos. Ironia da vida.  Agora posso, mas não encontro ele com tanta facilidade. Foram os vícios dos excessos de cuidados?

Que seja. Não me arrependo por tê-los. 

Houve tempo em que nas rondas noturnas, eu ficava observando cada um respirar. Estavam vivos! Serenos, o que era melhor ainda. Acho que era a melhor hora para estar com cada um, curtir aqueles rostinhos queridos e poder verificar o quanto estavam crescendo, prometendo serem pessoas de bem.

Pena que isso não fica na memória dos nossos filhos. Eles sempre vão achar que podíamos ter demonstrado mais o nosso amor de mãe, a cada um. 

Como já disse o Collor na época de seu impeachment: o tempo é o senhor da verdade e da razão - Um ditado antigo de grande sabedoria. Espero que este tempo mostre a cada filho o quanto sua mãe os ama, e eles compreendam o porquê das diferentes formas como cada um foi tratado. Com certeza toda mãe busca corrigir seus filhos para que se tornem adultos bem resolvidos.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Mãe - exemplo de perseverança e fortaleza

Como estamos ainda próximos ao dia das mães, pensei em colocar aqui este filme, para que reflitamos sobre a força de uma mãe.

Uma mãe não pode desistir nunca de seus filhos, aí segue uma boa prova disso. A mãe deste grande homem colaborou intensamente para que ele fosse quem é.


domingo, 8 de maio de 2016

Dia das mães – dia em que estamos com os filhos

As mães não querem um dia só para elas, elas querem ser amadas por seus filhos todos os dias. Ser mãe é algo muito bem bolado por Deus. Esta é uma ligação tão intrínseca com o filho que nem o cortando do cordão umbilical separa ambos. 

Como tive nove filhos consigo ver em mim essa ligação com cada um. Foram nove partos, nove gestações, e nove filhos diferentes que necessitaram de meus cuidados, e carinho. Hoje, quase todos adultos, continuam nesse relacionamento de unidade - mãe e filho. Como se cada um fosse filho único. 

Não há um dia em que eu não passe em revista na mente o que cada filho tem, ou precisa, ou está fazendo. Sem que eu reze pelo anjo da guarda de cada um, e peça a Deus por sua necessidade particular. No concreto, também não tem dia sem que fale com cada um, pelo Menos pelo whatsApp, ou outro meio de comunicação, (que não esteja bloqueado por algum interesse governamental). 

As mães só são mães por que tem seus filhos. Uma mãe que rejeita um filho não merece esse título tão nobre.  Esse deveria ser o dia dos filhos que tem mães. Porque nem todos tiveram essa oportunidade de convívio, porque foram abandonados. Seria um dia de comemoração e parabéns para mães e filhos. Pela grandiosidade da maternidade. 

Depois dos nove meses de gestação nosso bebê nasce completamente desprovido de iniciativas e capacitações; é um ser indefeso que conta conosco, para os cuidados básicos de sobrevivência. Passo a passo vão se desenvolvendo, e nós a seu lado participando de tudo.

Alguns dias atrás foi o aniversário do nosso filho mais velho; quando fui dar os parabéns a ele, ele deu a mim também, alegando ser meu aniversário de mãe. Nunca havia pensado por este ângulo. Comemorar a data em que fui mãe pela primeira vez!

Vamos comemorar muito cada dia em que estamos com cada filho, seja hoje, seja o dia em que possam estar juntos de nós. Este será então o nosso dia das mães. Vamos comemorar essa imensa graça que Deus nos concedeu.