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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Amor e respeito - como vão nos dias atuais?

Achei o filme que segue abaixo, na internet, e gostei muito das reflexões feitas  por esse  psicólogo Paulo Silva. Não o conheço e nem sei sua linha de conduta, porém sobre este assunto do amor dos pais e o respeito dos filhos ele foi muito claro e bem incisivo.

Vale a pena assistir e refletir sobre essas considerações.



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Torta de banana da Lu

Aqui em casa como somos muito, as receitas precisam sempre ser multiplicadas e muitas vezes adaptadas, como essa que segue abaixo. Nossa filha que gosta de criar pratos resolveu fazer essa adaptação de uma pequena receita, e acrescentou outros ingredientes para dar mais sabor. Com esses ingredientes teremos um delicioso bolo de bananas em tamanho médio. Fica muito gostoso para um lanche da tarde. Para nós o bolo só dá para um lanche, a noite não existe mais!

  • 5 bananas amassadas
  • 6 ovos levemente batidos
  • 9 colheres de sopa de óleo
  • 9 colheres de sopa de leite
  • 8 colheres de sopa de açúcar
  • 8 colheres de sopa de mel
  • 3 xícaras de farinha de trigo
  • 3 colheres de sobremesa de aveia
  • 1 colher de sopa de fermento
  • Canela a gosto
  • 2 bananas para enfeitar
  • 1 xícara de açúcar para caramelo

Modo de fazer: colocar a xícara de açúcar com um pouco de água numa forma e levar ao fogo até formar um caramelo ralo. Reservar. Cortar as duas bananas em rodela e arrumar na forma por cima do caramelo.

Misturar todos os outros ingredientes e colocar por cima das bananas.
Levar ao forno preaquecido a 200•C por aproximadamente 35 min. Desinformar ainda quente.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Uma infância feliz

Não é preciso muito para que nossas crianças tenham uma infância feliz. 

Na minha infância eu brinquei muito de boneca: tinha a "meu sonho", panelinhas, xícaras, pratinhos. Joguei bolinha de gude com meus primos, e soltei pipa com eles também. Mas nada superava as festinhas de bonecas, mamãe nos dava biscoitinhos e suco, e lá íamos nos fazer festa de boneca.Com direito a parabéns e velinha.

Viver em casa nos dava mais liberdade. Subia em árvore, brincava de bolinha de sabão, pulava corda, brincava de pique esconde. 

Sabe, tinha época para as brincadeiras:  época das pipas, dos peões, de subir em árvore. Não sei por que, mas tinha. As estações do ano eram marcadas pelas brincadeiras. Nada superava tirar a fruta do pé e comê-las ali mesmo, sob a árvore. Tinha também o carrinho de rolimã, esse era para os meninos, por ser uma brincadeira mais bruta e com muita emoção, mas conseguia de vez enquanto dobrar um primo, e lá íamos nós de  carrinho ladeira abaixo e pernas raladas...

Na escola apreendíamos a bordar, a fazer artesanato, como papel maché, pulseiras de continhas, entre outros. Fazia parte do curriculum escolar. Foi uma época boa. 

Minha mãe gostava muito de ler. Além de ler para nós, nos estimulava a ler e  Isso fazia com que tivéssemos um ótimo vocabulário. Ela usava sempre palavras novas, na conversa do dia a dia, para aguçar a nossa curiosidade por saber. Por aprender algo novo. Essa artimanha também usei com meus filhos. Funciona muito bem, e melhora o vocabulário de todos. Além de querer ler cada vez mais livros. 

Nossa infância foi feliz. Com muitas diversões, muitos sonhos. Éramos crianças sendo crianças.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

“Tem sempre um pé de chinelo velho para um pé doente calçar.”

Este ditado popular, muito falado pelos antigos, define bem a situação de cada um de nós. 

Nunca devemos desistir de encontrar a nossa felicidade ao lado de um grande amor. Também nunca devemos desistir de um amor que está ao nosso lado, porque ele é o nosso pé de chinelo, o nosso complemento. Velho ou novo é o que se encaixa ao nosso lado. 

Quando somos jovens e estamos à procura de alguém para ser nosso marido ou esposa, tendemos a por muitos itens de necessidades nesta pessoa. Bonito, alto, louro, magro, atlético, perfumado, gentil, alegre, rico, e por aí vão os nossos pré-requisitos para o príncipe ou a princesa. Muitas vezes esquecemo-nos de nos examinar também com o mesmo rigor. Sendo assim ficamos com um olhar distante, procurando tão além que não reparamos na pessoa bem perto de nós que tão bem pode ser o verdadeiro companheiro para toda uma vida, aquela pessoa que vamos amar e vai nos amar com todo o seu coração.

É o nosso “pé de chinelo para o nosso pé calçar". É o nosso complemento, aquele ou aquela que preenche, não uma lista interminável de requisitos, mas a pessoa que podemos amar e que nos amará apesar das diferenças e dificuldades. Esta pessoa, real, concreta, junto da outra formará a família que tanto cada um de nós quer para si. 

Os sonhos são bons, preenchem o tempo, distraem, mas são sonhos, a realidade é mais natural, feita de pessoas do dia a dia. Aquelas que andam pelas ruas, que trabalham, estudam, as que têm virtudes e defeitos, as feias e as bonitas, mas cada uma vai se encaixar como uma luva em outro alguém. 

Vamos dar uma segunda chance a quem se aproxima de nós. Dos que buscam o matrimônio como sua forma de ser feliz.  Olhar o outro ou a outra com olhos do coração, vendo o interior. É com essa parte que vamos conviver a maior parte da nossa vida. A beleza acaba, a juventude acaba, mas o conteúdo, a bagagem que cada um tem dentro si, essa vai continuar até o fim. 

Vemos tantas pessoas belas, deslumbrantes e infelizes. Não vamos colocar nossos desejos em coisas vãs. Vale a pena investir no chinelo que se adapta a nós.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Ou eu vendo meus ouvidos ou eu compro a sua boca!

Essa é a sensação de um pai de meninas! Quase enlouquece quando todas estão a mesa, sempre falando muito.

Aqui em casa temos cinco filhas mulheres, e contando comigo somos seis ao todo, grande maioria, e definitivo para provocar uma grande barulheira dentro de casa.

Nós mulheres falamos muito, gesticulamos, aumentamos a voz, cantamos, demonstramos nossos sentimentos, sempre de forma bem efusiva e dramática. Não exagero quando digo isso. 

Os filhos homens são mais barulhentos em determinados momentos, como a hora do futebol ou de se falar dele, mas as meninas...., essas não tem assunto em que não se metam, e tudo acaba parecendo uma batalha. Desde pequenas já demonstram a que vieram: agitar!

Por todas essas razões, (vez ou outra), escuto meu marido dizendo essa frase de efeito: “eu vendo meus ouvidos ou eu compro a sua boca”! Toda vez que quer participar de algum assunto que está sendo discutido a mesa, durante uma refeição.  Contudo, as filhas são o xodó do pai, ele se derrete, e sempre termina cedendo as suas falações. Fica extasiado ouvindo todas falando ao mesmo tempo, e vendo que mesmo assim uma consegue ouvir a outra. 

Mulher dá vida a tudo o que faz, traz vida em todos os sentidos. A casa se alegra com as meninas. Os meninos, normalmente são o encanto da mãe, carinhosos com ela; as filhas não entendem bem porque as mães sempre puxam mais a sardinha para eles: porque desde pequenos eles ouvem mais a mãe, já vão aprendendo que no futuro ouvirão suas esposas, nos seus turbilhões de palavras.

Vamos criar nossas meninas bem femininas, responsáveis, atentas, alegres e falantes!

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Tempo de crise – aproveitando madeiras

Buscando no fundo do baú, aquela nossa habilidade faz tanto tempo esquecida, vamos poder fazer coisas que nem imaginávamos poder por em prática. Que tal construir um móvel para um cantinho da sua sala, para guardar bebidas e coisas relacionadas? Um mini bar para enfeitar o lugar vazio, e para guardar o que fica meio fora de esquadro, numa estante ou cômoda.

É fácil de achar caixas de madeira que usam para armazenar legumes, e algumas outras madeiras que teimam em sobrar nas nossas casas.

Com uma serra tico-tico podemos cortá-las nas medidas certas e começar a construir nosso móvel. No meu caso, fiz um mini bar, mas pode ser uma sapateira, uma mesinha de canto, qualquer coisa menos rebuscada que a nossa imaginação permitir.

Para iniciar é preciso fazer um esboço do que queremos, e em seguida colocar as medidas para cada peça de madeira que vamos usar, para que fiquem simétricas. Ter um projeto ajuda muito. Existem muitos na internet, até com vídeos mostrando como fazer. Vale a pena pesquisar antes.

Depois do projeto feito, por mãos a obra e começar a fazer. Deixar um tempo por dia, nos finais de semana para esse trabalho. Sempre com uma meta de tempo, para não desanimar. Podemos convocar a ajuda daquele filho ou filha mais habilidoso, para dar um bom apoio ao trabalho. Dará gosto de ver no final. Peça pronta, lixada, com verniz ou cera, ou até pintada.


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Aprendendo a agradecer desde as primeiras palavras.

Devemos ensinar aos nossos filhos, desde bem pequenos a serem gratos e a agradecer por tudo que recebem. Eles apreenderão com nosso exemplo, e com nosso estímulo para que agradeçam a todas as coisas, como: a água que recebem, a comida, os presentes; que saibam pedir e saibam agradecer.

Encontrei essa explicação no filme que coloco abaixo, sobre os níveis de agradecimento. Vale a pena ver, e posteriormente explicar a garotada maior, que já tem entendimento, o valor do agradecimento.

Hoje falam muito em "gratidão”, como algo vago, meio fora do contexto. Vale a pena compreender o sentido concreto de ser grato e de se sentir obrigado.


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

5 coisas para fazer até o Natal

Num piscar de olhos e já estamos em outubro. O ano voou de tal forma que nos assusta a chegada das festas, sem termos feito metade do que planejamos. Chegou o momento de dar uma parada, separar uns minutos e fazer um planejamento para os afazeres até o final do ano.

Para não sobrecarregar dezembro, que por si já é um mês lotado, vamos ver o que podemos adiantar, desde agora:

1 – a famosa faxina de fim de ano – separar o que não nos serve mais, ou o que não usamos por mais de um ano, para doar.  As roupas nossas e das crianças – ensinar a garotada desde pequena a passar a diante o que não serve mais. Incluindo os brinquedos, ainda bons que poderão alegrar outra criança.

2 – Passar o pente fino no que acumulamos durante todo o ano: sacolas, papéis, vidros, potes, garrafas, embalagens, dividir em: vou usar? Tem utilidade para médio prazo? Não vou usar tão nunca? Eu sabia que tinha? – mandar para doação o que for útil, e para o lixo o que não presta mais. O que restar para ser guardado, colocar em caixas, com o nome do que tem dentro, para facilitar a busca posterior.

3 – Marcar médicos pendentes e exames -
  fazer o checkup de cada um que esteja precisando – o dermatologista para aquela mancha que teima não ir embora; o gastroenterologista para aquela dorzinha chata, toda vez que come; o dentista, para ver as boquinhas das crianças; os exames pedidos que ficaram no fundo da gaveta – ver as datas para saber se ainda pode fazer. Colocar a saúde em dia, para passar umas férias mais tranquilas.

4 – Planejar a festa de Natal –
a compra dos presentes, o quanto pode gastar com cada um, quem poderá ser presenteado; a ceia, qual será a verba para este item, para programar uma ceia que caia bem também no bolso da família; os enfeites, o que pode ser aproveitado do ano anterior; criar uma tradição na família, arrumando o presépio no início de dezembro; as roupas das crianças, um toque de novo para cada um. A celebração merece todo o nosso cuidado.

5 – A limpeza da alma – por último, mas nem um pouco menos importante, é o cuidado com nosso interior. Uma boa confissão, para completar a faxina geral, tanto nossa quanto dos filhos. Sugerir aos que já tem idade para tal, que fale com o sacerdote, que se preparem para estar bem por dentro e por fora.

Com tudo adiantado e planejado vamos entrar em dezembros mais tranquilos, e preparados para enfrentar os dias quentes e o mau humor de muitos nas ruas. Teremos um semblante mais alegre, transmitindo aos outros o verdadeiro espírito Natalino.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Aproveitando a época das frutas

Por Luisa Mendes Oliveira


Esses dias a jabuticabeira da família ficou completamente carregada e foi uma grande diversão catar as jabuticabas já maduras.

A colheita rendeu alguns quilos, e ficamos pensando o que poderíamos fazer para aproveitar as frutinhas. Após umas pesquisas na internet resolvemos fazer geleia, e aqui segue a receita para você tentar em sua casa também:

Receita de Geleia de Jabuticaba

 
Ingredientes
 
- Uma certa quantidade de jabuticabas (eu usei 1 kg)
- Açúcar refinado
- Água

Modo de Preparo:
 
Antes de mais nada é muito importante lavar bem as jabuticabas em água corrente.
Coloque as jabuticabas lavadas em uma panela e com a mão ou um socador vá apertando todas as frutas, para liberar sua polpa e seu caroço. Depois, coloque água (apenas o suficiente para cobrir as jabuticabas).


Ligue em fogo baixo e deixe ferver. Mexa às vezes para ajudar a liberar a cor das frutas. Quando a água estiver com cor de vinho, você já pode desligar.

Passe todo o conteúdo da panela por uma peneira. Descarte todas as cascas e caroços, você irá aproveitar apenas o caldo formado.

Agora é que está o 1° segredo: para fazer uma boa geleia, você precisa usar o mesmo volume de caldo e de açúcar. Coloque todo o caldo em um copo ou jarra, e marque a altura que ele ocupou. Despeje numa panela e use o mesmo copo para medir a quantidade de açúcar. Junte ao caldo da panela e leve em fogo baixo.

O segundo segredo é o ponto, pois é de se esperar que a geleia de jabuticaba fique com ponto de geleia, mas não. Ela ainda estará completamente líquida quando pronta. Para saber quando retirar do fogo use uma colher, e, quando a gota do caldo demorar de se formar e pingar da colher, é porque a sua geleia estará pronta!

Aí é só dividir em potes de vidro e colocar na geladeira por 2 dias. Depois desses dois dias ela já estará com consistência de geleia e pronta para comer!



Dica: Fica uma delícia por cima de bolos, torradas e até mesmo com sorvete de creme!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Como o mau humor aparece em nós

No dia a dia, pode ser que o mau humor se apresente com frequência.  Revestido de faces diferentes:

- Reações bruscas

Com uma brincadeira do filho, fechada no trânsito, uma gaveta que enguiça.
-Silêncio
Silêncios do mau humor → não diz nem “Bom Dia”.  Atende ao telefone monossilábica.  Refugia-se no canto, vendo TV ou ouvindo música. São os isolamentos do mau humor que nos fecham no quarto e nos impedem de sair.
-Tristeza
Um azedume interior.  Uma insatisfação consigo mesma.  Uma dificuldade para sorrir e ver o lado bom das coisas.
-Brigas
Já começa no café da manhã a discutir com a filha. Uma briga interior com a vizinha: “Não agüento mais esse gato!”

E quais são as causas do mau humor?

Pode ser cansaço, indisposição física, dores: “Trabalhei tanto, e minha filha vem com exigências insensatas...”. A mais frequente causa do mau humor é o orgulho ferido.  Às vezes um erro, uma desatenção ou um esquecimento, um descuido.

- “Como isso acontece comigo?  Como fui deixar?”

Uma brincadeira no trabalho, um comentário da vizinha, de alguém no supermercado. Ou você pensava que conseguiria algo que fracassou. “Como não realizei isso?” Ou voltou a acontecer o mesmo erro da outra vez: “Já voltei a ser agressiva!”; “Deixei tudo em desordem...”.

São essas marcas que o orgulho ferido pode nos deixar... As decepções podem nos deixar mal-humoradas. Tal pessoa te desprezando, ou tentando te enganar.

As pessoas descobrem os caminhos para ter um bom humor habitual. Devemos buscar essa postura.
Uma atitude das que estão habitualmente voltadas para os outros e têm pouco espaço para olhar o seu problema.

Alice, em “Alice no País das Maravilhas”, encontra uma duquesa mal-humorada que dizia: _ “Cortem-lhe a cabeça!” Por qualquer contrariedade.
“-Se cada um cuidasse da própria vida, todo o mundo andaria mais depressa...”
-“Isso não  adiantaria nada!” – respondeu Alice.
E a duquesa ordenou que lhe cortassem a cabeça.

Se cada um cuidasse de sua própria vida, todo o mundo andaria de mau humor.

Temos que olhar para os outros com bons olhos. Que culpa tem a família pelo seu mau humor?  Nenhuma.  Vamos botar uma cara alegre! A vendedora da loja, por que deve aguentar uma fisionomia fechada? Podemos descarregar nossos problemas em Deus; os santos faziam isso.   Algo que você não está entendendo, busque a Deus.Só com esses meios, você poderá ter um bom humor constante.  Porque alguns momentos de bom humor e outros de mau humor, todos conseguem.

Só ter mau humor; já é motivo para ir ao médico! Almejamos estar de bom humor, em todas as circunstâncias da vida. As desilusões, o que me contraria, tudo faz parte da vida.

É importante mostrar que você não é dominado pelos humores interiores.  Sua postura mostra a fé.
Bom seria que as pessoas pudessem constatar mudanças nesse sentido.
 
Imagine um filho dizendo: antes você vivia mal-humorado, agora não.  O que aconteceu?
Seria bom que o marido notasse: “Não sei se é alguma medicação que você está tomando, mas você mudou”.

Vamos lutar para não estarmos nunca de mau humor.  Para vivermos de bom humor.

domingo, 16 de outubro de 2016

Um ótimo livro - Família Católica, Igreja Doméstica

Nossos amigos, e colaboradores do blog,  Aline Rocha Taddei Brodbeck e Rafael Vitola Brodbeck, estão lançando um livro para ajudar as famílias na educação dos filhos para Deus. 

"Pela família, uma herança é transmitida dos pais aos filhos. Não apenas os bens materiais adquiridos pelos ancestrais, mas principalmente um legado cultural, de bens espirituais e morais, que moldarão a sociedade em que a família se insere. Mas como criar um ambiente fecundo para que o cristianismo prospere em suas vocações? Como viver a espiritualidade do lar e desenvolver uma família com real vigor apostólico? Como, ao fim e ao cabo, santificar-nos?”

Essas questões, e muitas outras, são respondidas pelo casal Rafael e Aline Brodbeck, reconhecidos por seu antigo apostolado, neste “Família Católica, Igreja Doméstica”, livro que não encontra paralelo no mercado nacional. Mas, para que ele venha ao mundo, precisamos de cada um de vocês. 

Escolha sua recompensa, faça sua contribuição e compartilhe nossa campanha em suas redes sociais. 

Toda divulgação é fundamental para o sucesso desta empreitada. Se não conseguirmos atingir a meta estipulada, todos recebem seu dinheiro de volta. Se conseguirmos, cobrimos os custos de direitos autorais, revisão, diagramação, capa, projeto gráfico, impressão e envio – tudo com a reconhecida qualidade da editora Simonsen."

A campanha do  livro é "Tudo ou nada". Ou seja, se em 30 dias não arrecadarem o valor de R$13.500,00, suficientes para financiar a obra, o livro NÃO SERÁ publicado.

E vejam: NÃO se trata de doação. Ninguém vai lá dar dinheiro em troca de nada. A cada contribuição existe uma recompensa, que começa com o próprio livro em versão e-book, passa pelo livro físico, até chegar em pacotes com vários exemplares e outras obras. Ninguém que colabora sai de mãos abanando! Contribuiu, ganhou o livro! É uma compra antecipada. E se o livro não for editado, o dinheiro é devolvido!

Vamos lá, pessoal. Temos 30 dias! Conto com vocês para comprar/ajudar?

Família Católica, Igreja Doméstica - https://www.kickante.com.br/campanhas/familia-catolica-igreja-domestica-5

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Alegrar a família com Bom humor

Uma virtude fundamental na vida familiar é a do bom humor. A alegria é a porta aberta para várias virtudes. Com ela removemos montanhas. Caras alegres, é uma boa maneira para contornarmos crises familiares, que vem do cansaço e do atrito entre as pessoas de casa.

Uma pessoa mal humorada contamina o ambiente e tira a alegria dos outros. Esta virtude do bom humor trás alegria e esperança aos nossos lares, anima as pessoas.

Ajuda muito, quando estamos mal humoradas, olhar o espelho. O rosto contraído tem rugas, fica feio, as feições ficam duras, nos envelhece e o melhor remédio para resolver estes problemas não são cremes caros, lipo aspiração nem ácidos rejuvenescedores, o remédio é barato: Basta colocar rostos alegres.

A alegria também contagia e assim não só nos rejuvenescemos como também seremos mais bem humoradas e deste modo vamos ultrapassar barreiras, como por ex.: a do temperamento oscilante dos nossos adolescentes e de suas crises existenciais. 

Uma amiga médica , costuma dizer que mãe deve cantar; filho se sente seguro e pensa: Se mamãe canta tudo deve estar bem.Podemos cantar quando chove, quando o cansaço nos domina, para disfarçar nossas preocupações e assim não estaremos entristecendo os outros.

A vida tem momentos difíceis, bons momentos e momentos neutros e vamos vivê-la como ela é. A diferença esta  em vive-la atentas a virtude da alegria , vamos olhá-la com olhos cristãos. Saber que Deus nos ama e é um pai bom e misericordioso, vai nos ajudar a encontrarmos forças para vencer os obstáculos que nos entristecem.

Não devemos nos deixar levar pelas dificuldades, analisá-las bem e procurar a maneira de vencê-las, com a ajuda de Deus; e isso vai nos repor a alegria de viver. É  preciso, com a ajuda da generosidade ver mais o lado bom das coisas e das pessoas e valorizar isso.

As “ grandes tragédias” que vivemos no nosso dia a dia no lar, muitas vezes nem existiriam se usássemos uma boa dose de bom humor. O marido que chega com a piada do espelho e a mulher. Ao invés de ficar aborrecida a mulher pode contar outra e descontrair o clima que por causa de uma bobagem poderia ficar pesado. (depois conto a piada).

O bom humor é mais do que uma gargalhada estrondosa, ele revela-se num sorriso, num rosto sempre risonho. Ele ajuda a vencer o cansaço, levanta o animo e quebra a monotonia do lar, com ideias sempre novas que agradem a todos.

Esta virtude dá frutos muito rapidamente. Faz com que marido e filhos gostem de voltar para casa.
Porém temos que lembrar que casa alegre não é sinônima de casa sem exigências. As exigências são necessárias para tornar melhor a vida do lar.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

O valor de se cultivar virtudes no lar

As virtudes coexistem em equilíbrio perfeito e quando alguma vai mal as outras também se desequilibram. Podemos também dizer que as virtudes no lar agem como os ingredientes de uma receita de um bolo delicioso. Que para ser delicioso precisa ter os ingredientes bem dosados.

Cada uma de nós sabe bem como pode ser o nosso lindo e delicioso bolo familiar. E eu não vou dar nenhuma receita, apenas vou falar de algumas virtudes que bem dosadas dão um sabor especial e ajudam a tornar a nossa luta mais fácil, superando com elas vários pequenos problemas familiares.

Numa família onde se exercitam as virtudes da Generosidade, da alegria, do bom humor, e do passar despercebido, com certeza conseguem transformar o lar num lar feliz.

É na família que se aprende a doar-se, e nós podemos ensinar com o nosso exemplo, a virtude da generosidade.

Atualmente o que mais ouvimos dizer é que precisamos pensar primeiro em nós mesmas. Esta é a teoria em voga. Mas também vemos os resultados dessa atitude: pessoas cada vez mais egoístas, insatisfeitas e lares desunidos.

Praticar a generosidade não se trata de sermos “Amélias” e sim de tornar nossa família mais feliz e com isso nos sentiremos mais plenas e felizes.

É muito importante incutir nos filhos esta virtude. Ensinar a fazer as coisas uns pelos outros com alegria e desinteresse, mesmo que lhes custe algum esforço. Mostrar a eles como o pai se esforça após o trabalho, à noite, indo estudar com o filho, e não se mostra cansado, e sim feliz porque conseguiu tirar uma dúvida do filho, e este se sairá bem na prova depois.

Colocar pequenas tarefas diárias para cada um em casa como rotina para que tenham o sentido de propriedade e também de generosidade, aliviando a mãe das tarefas domésticas, a empregada e os irmãos: 1 põe a mesa, o outro tira; 1 lava a louça do jantar, o outro enxuga e guarda; assim estamos despertando neles este sentido de unidade e generosidade, aqui entra também a colaboração do pai, que pode distrair as crianças pequenas enquanto a mãe termina o jantar , tudo isso é questão de combinar, de sabermos delegar, de abrirmos mão da capa de mulher maravilha e aceitar as nossas limitações com simplicidade. O amor que sentimos por nosso marido e filhos é suficiente para valer a pena estes sacrifícios.
 

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Um lar alegre

Atualmente estamos sempre à frente de todas as novidades lançadas. A famosa tecnologia de ponta. Aconteceu, virou notícia e todas saímos copiando e aperfeiçoando. Todas as atenções andam voltadas para este grande acontecimento: estamos fazendo história. E cada vez são mais rápidas as mudanças.

Porém podemos nos perguntar: Que história estamos construindo?

É hora de colocar mãos a obras, e mudarmos o caminho da história, começando a mudança em nossos lares, com nossas famílias. Se cada uma de nós conseguir mudar pequenos aspectos nas nossas famílias, com certeza absoluta, em alguns anos estaremos realmente mudando o rumo da história. Porque a família é a célula mãe da sociedade, se a família vai bem tudo a volta melhora também.

Outra pergunta é: Como podemos melhorar a vida da nossa família? E por quê?

Nós vivemos reclamando do mundo, da violência, da corrupção, dos políticos. E nós podemos mudar estas coisas se mudarmos o rumo da história dentro do nosso lar. Este é um dos porquês para pensarmos em alterar certos costumes da nossa casa. Outro por que é o grande amor que temos pelos membros da nossa família. Este é o bem mais precioso que temos, é o lugar onde se juntam as pessoas que mais amamos e mais nos amam.

Visto os porquês, nós agora podemos pensar juntas, como melhorar a vida da nossa família. Qual será a alavancada que daremos para tornar nossos lares mais alegres.

Nós não podemos ter uma esperança de que tudo vai mudar, apenas porque o ano mudou. O que precisamos é dá esperança cristã, que é a verdadeira esperança e esta sim vai nos ajudar a preparar, elaborar estas mudanças, com esforço e luta. Confiar que Deus é nosso pai e vai nos dar a força correspondente para lutarmos, e assim com o animo renovado faremos pequenas e grandes mudanças em nossos lares.

Estas pequenas mudanças virão da nossa luta em algumas virtudes, que talvez estejam precisando de um novo impulso para melhorar isso ou aquilo no nosso lar, e colocar muitas coisas nos eixos.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Vamos sair da nossa zona de conforto – brincando com as crianças

Nos, mães ou pais, podemos dispor de um dia na semana, ou de 15 em 15 dias, para reunir as nossas crianças e mais alguns amiguinhos ou vizinhos para fazer um clube de crianças. Além de aproximar bons amigos de nossos filhos, vamos poder ajudar a melhorar um pouco a sociedade em que vivemos.

Sabem as virtudes? Aquelas atitudes boas que faz bem aos outros e a nós mesmos, então, podemos falar sobre elas com as crianças, depois de um bom futebol ou uma aula de culinária para meninas.

Sim, atividades para meninas, e atividades para meninos. Em uma época em que estamos vivendo, lançar essa ideia, será revolucionário: tratar meninos como meninos, e meninas como meninas. Agir com as crianças valorizando o que eles têm nato, isto é, o que interessa a maioria desde pequenos, que aplaca seus instintos naturais.

Um menino tem sempre atração pelo perigo, por coisas arrojadas. Falo isso por experiência própria com os filhos. As meninas são mais carinhosas, adoram se cuidar e brincam de forma mais amena. Porque não valorizar isso?

Um clubinho para meninas pode envolver muitas atividades como: artesanatos, culinária, teatro, aula de violão, dança, gincana, piquenique, canto, bordado, etiqueta, maquiagem,  tudo de forma bem lúdica. Brincando e apreendendo.

Um clubinho para meninos, as atividades podem ser: futebol, música, experiências científicas, escaladas, gincana, piquenique, campeonato de Ping-Pong, de futebol de botão, filmagens, ensinando brincando.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Caldinho para levantar o doente



Hoje vi várias amigas falando desse caldo da carne, para dar uma melhorada nos doentinhos da casa. Assim me lembrei de quando os meus eram pequenos e eu fazia um caldo de carne como minha sogra ensinou. Fazia um bem enorme para as crianças.  

 
Era fácil de fazer, porem precisava de um vidro refratário que ficasse hermeticamente fechado. 

Minha sogra chamava de “beeftea”, traduzindo seria um chá de carne, o caldo fica perfeito.

Coloca-se 200g de músculo, com uma pitada de sal, puro, dentro do vidro. Sem adicionar mais nada. 

Coloca-se o vidro numa panela em banho Maria. Com um anteparo entre o fundo da panela e o vidro, para evitar que quebre o recipiente da carne. 

Deixa por uns 40 minutos no fogo brando para que o sumo solte todo da carne. 

Dá para ver o líquido dentro do vidro, e a carne ficar sem cor. 

Depois disso é só tirar do fogo e deixar esfriar. Usar esse caldo puro ou em um caldo de feijão.  O importante é que a criança consiga comer toda a porção. 

Eu chamo de levanta doente. A criança logo se reanima e levanta suas forças. 

Atualmente encontramos esses vidros com mais facilidade. Pode ser esses de compotas.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

As tristezas também unem as pessoas.

Fui a um enterro ontem de uma amiga de muitos anos. Com isso revi muitas pessoas amigas também, que o tempo foi nos levando para longe. Vi neste momento que a dor faz nos reaproximar dessas antigas amizades. É um alento pela perda de um. 

Chorar junto, ter outro ombro amigo para liberar a sensação de falta que aquela morte nos obriga a sentir. É um carinho de Deus neste momento difícil.  

Posso estar dizendo uma incoerência, mas o velório passa a ser um momento alegre, no meio de muita tristeza por aquela perda. Choramos e sorrimos em pouca variação de tempo. Ora lembrando-se de coisas boas que o falecido nos proporcionou, ora lembrando o quanto é dolorida aquela perda. Porém ao chegar a casa o coração estará mais conformado, sentindo a perda, porém acalentado por tantos abraços recebidos.

Neste momento é que vemos o quanto somos queridos: quantas pessoas estarão presentes no nosso velório? Será que em vida essas mesmas pessoas nos acompanharam de perto, na nossa jornada? Quantas perguntas não poderemos nos fazer porque já estaremos longe deste corpo, estaremos face a face com nosso Pai celestial, prestando outras contas da nossa vida.

Com certeza, ao chegar diante de Deus, teremos muitas coisas pra justificar. As nossas faltas serão muitas, mas aquele soar de vozes pedindo por nós, vai nos ajudar a minimizar o peso dos nossos erros, e nos impulsionar para junto de Deus.

Vamos vencer nossos medos, vamos ensinar aos nossos filhos a se vencer, e ir ao último adeus aos nossos amigos, parentes e conhecidos. Não para ser uma presença a mais, mas para somar ao coro de vozes que pede ao Pai que receba em seus braços aquela pessoa que já não está mais entre nós.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Um filme divertido: QUE MAL EU FIZ A DEUS!

Achei esse filme na TV, e me diverti numa tarde chuvosa. Alegre e descompromissado. Sugiro que se for ver com os filhos a partir de 12 anos, tenha o controle remoto a mão, para cortar umas duas cenas que não acho boas para crianças. Com certeza o filme agradará mais a jovens e adultos.

 Qu'est-ce qu'on a fait au Bon Dieu? - é um filme francês, laçado em 2015, no Brasil. Conta a história de um  casal  que tem quatro filhas. Católicos, conservadores e um pouco preconceituosos, eles não ficaram muito felizes quando três de suas filhas se casaram com homens de diferentes nacionalidades e religiões. Quando a quarta anuncia o seu casamento com um católico, o casal fica nas nuvens e toda a família vai se reunir. Mas logo eles vão descobrir que nem tudo é do jeito que eles querem.

Em uma época, como a de hoje, onde tudo virou preconceito, essa família consegue driblar os mitos e os tabus, e todos chegam a uma harmonia, com muito humor e boas risadas.


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Faça você mesmo

Em épocas de vacas magras, tempos difíceis economicamente falando, é a melhor época para exercer a criatividade, e treinar todos em casa para entrar no mesmo ritmo de aproveitar tudo, e dar a volta por cima da inflação.

Quem mora no Brasil, e vive em grandes cidades, entende bem que precisa fazer seus próprio consertos, em casa, sem a ajuda de profissionais que aproveitando da situação de inflação acabam cobrando cada vez mais caro por seus serviços.

Com uma pequena máquina de costura, portátil, simples, de pontos retos, podemos fazer desde bainha nas roupas, até pequenas reformas de cortinas e estofados. Assim evitamos os gastos com estofadores e costureiras. 

Uma ideia boa é fazer um mutirão em casa e comover a todos a ajudar nos consertos da casa, em um dia de um final de semana. Programar o que precisa ser feito, comprar os materiais necessários para os consertos e estar com tudo em casa no dia combinado. 
 
Aqui em casa fizemos uma reforma geral em um dos quartos. Foi espetacular a colaboração de todos, para o maior conforto de um. Até os que já estão casados e moram fora vieram ajudar de alguma forma. Resultado: quarto pintado, armários embutidos pintados, faxina feita, mobília recolocada, tudo pronto, com cara de novo.

A empolgação foi tal que continuamos fazendo nós mesmos outras pequenas reformas. Partimos para um sofá, de linhas retas, que estava em estado crítico, e colocamos ele novinho em folha, com cara de saído da fábrica. 

Um dos filhos começou a se equipar de pequenos instrumentos para facilitar os serviços que foram de grande valia: grampeador de estofados, parafusadeira,  furadeira, rolinhos de pintura, pincéis, lixadeira elétrica, e por aí foi se equipando. Fizemos uma grande economia, mesmo com esses novos gastos.

Para se ter ideia, um estofador nos cobrou , por reformar um sofá de três lugares, todo reto, o valor equivalente a 550 dólares. No valor de hoje, R$1800,00. Com todo o material que compramos só gastamos 76 dólares, R$250,00. Conseguimos terminá-lo em um dia apenas.Sendo , na maior parte do tempo, apenas duas pessoas fazendo.

Várias amigas, com filhos pequenos, partiram para o mesmo esquema: confeccionando roupinhas de criança, preparando os enfeites das festas de seus filhos, assim diminuindo bastante os gastos. 

Cada família se quiser fazer economia e ao mesmo tempo ajudar no equilíbrio da economia da sua cidade, pode aproveitar a crise e tirar bons proveitos dela, basta ter um pouquinho de habilidade e colocar mãos a obras.

Trocar lâmpadas, trocar uma torneira, consertar o fio do abajur, são coisas bem fáceis de fazer, basta tomar os cuidados certos, como, desligar o interruptor, antes de trocar; fechar o registro de água, antes de tirar a torneira, tirar o fio da tomada, para consertar o abajur. 

Vamos começar fazendo coisas pequenas que logo estaremos pintando o sete em casa!