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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Decoração de Natal e o ódio ao Cristianismo



Enquanto em algumas cidades, como o Rio de Janeiro se vêem bonitos presépios, em São Paulo, numa busca implacável pela Avenida Paulista, lugar mais decorado da cidade nesta época do ano, não se vê um símbolo cristão.
Na Avenida Paulista os bancos Itaú, Real, Bradesco, Citibank mostram que desprezam o Natal, para eles todo o investimento em decoração deve fugir como o diabo da cruz de qualquer associação ainda que remota com a figura do Menino Jesus que nasce no Natal. Papais-noel, mamães-noel, renas, veadinhos, ursinhos, coelhinhos, bolas coloridas, fitas, luzes, mensagens em Português, Inglês, Alemão, Francês, Espanhol, Árabe e Hebraico, mas não mensagens de Natal pois isto seria um crime, mensagens de boas festas, de boas comemorações.
Não temos nada contra o Natal, é que somos laicos e não podemos ofender os crentes de outras religiões, dirão os chefes de departamento de Marketing. Pura ignorância, o estado laico não é o estado que cospe nas tradições históricas de um povo, nas tradicões da civilização ocidental que todos os anos para para celebrar o nascimento do Rei do Universo, Jesus Cristo, que veio como uma criança, mas que para eles é uma ameaça.
Morte aos cristãos diriam os romanos do século II. Sob a ditatura do politicamente correto, mais dura que Pinochet, Fidel Castro e Stalin, os departamentos de marketing dos bancos e outras empresas da Avenida Paulista decretam que o dia 25 de dezembro é uma festa, mas não é o nascimento de Cristo.
Ano passado entrei na exposição de Natal do Banco Real, e mostrava-se os costumes de Natal em todo o mundo. Não havia nenhuma referência a Jesus Cristo, presépio ou algo que o valha. Bruxinhas, duendes, papai noel com seus veadinhos renas pululavam, mas em nenhum lugar havia qualquer referência ao real motivo daquela festa.
O Cristianismo sob esta ditadura feroz está se tornando um pária da sociedade, os cristãos tem o direito de ficar calados e no máximo podem celebrar o Natal em suas Igrejas. É preciso lembrar que somos milhões de pessoas neste país, e devemos nos manifestar para que em poucos anos não nos seja tirado o direito de fazer presépios em nossas própias casas.

Um comentário:

Stella Halley disse...

Pedro, a ditadura do politicamente correto é um tédio! A família humilde de Nazaré comove em qualquer forma de representação. Os 50 diferentes presépios espalhados pelas ruas da nossa cidade são a prova do carinho que a cena do Natal desperta.

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